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Festival Walk & Talk regressa à ilha Terceira a partir de hoje, dia 29 de setembro

O festival de arte urbana Walk & Talk, concretizado desde 2011 na ilha de São Miguel, estende-se pelo segundo ano à ilha Terceira, com exposições, intervenções em espaços ao ar livre e performances, entre outras atividades.
“Viajar pelo arquipélago permite envolver diretamente as outras ilhas na dinâmica e investimento do Walk&Talk. Quer como acontece agora com a extensão a Angra [do Heroísmo], quer num futuro próximo com a realização de itinerâncias, residências e projetos criados ao longo do ano, novamente em São Miguel e na Terceira ou noutras geografias do arquipélago”, adiantou Sofia Carolina Botelho, da direção artística do Walk&Talk, numa nota de imprensa.
O Walk & Talk leva à ilha Terceira cerca de uma dezena de artistas, entre hoje, sexta-feira, dia 29 de setembro, e o dia 05 de outubro, sendo que o programa abrange intervenções de arte urbana, mas também em exposições, performances, sessões de cinema, visitas guiadas, oficinas e conversas.
Depois de em 2016 ter promovido a pintura de várias obras em prédios e edifícios abandonados, em Angra do Heroísmo, o festival prevê para este ano duas instalações no Relvão (zona verde com parque infantil) e dois murais no centro da cidade, com intervenções do coletivo Baldios e dos artistas Carolina Celas e Roberto Ciderz.
O programa inclui visitas ao circuito de arte pública de Angra do Heroísmo, que integrará as obras realizadas no ano passado e as deste ano.
Hoje, sexta-feira, é inaugurada a exposição “Rio Atlântico”, de Carolina Celas, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, que resulta de uma residência artística realizada em junho, e no dia seguinte a artista dará no mesmo local uma oficina infantil.
Já o Museu de Angra do Heroísmo acolhe, a partir de sábado e até 15 de outubro, a exposição "Message in a Bottle", com trabalhos de Silvia Amancei & Bogdan Armanu, Razvan Anton, Belu-Simion Fainaru, Vera Mota, Ciprian Muresan & Gianina Carbunariu, Larisa Sitar e Diana Vidrascu, que tem curadoria de Diana Marincu.
Segundo o Museu de Angra do Heroísmo, a exposição, patente na Sala do Capítulo, “é construída como uma cápsula do tempo, reunindo uma série de questões sobre os tempos atuais e refletindo sobre os processos de aceitação e receção da mensagem artística”.
A mostra terá inauguração conjunta com a exposição “Re_Act Contemporary Art Laboratory”, na Sala Dacosta, uma iniciativa da residência artística Re_Act, da ilha Terceira, que durante duas semanas juntou na ilha Terceira oito artistas de Portugal, Brasil, Itália e Suíça.
Com curadoria de Tal Projectos e No.Stereo, a exposição apresenta obras de Antonio Bokel, Gabriela Maciel, Gioia Giramolo, Mauricio Vicerè, Ivan Divanto, Paulo Arraiano, Patric Sandri e Paulo Ávila Sousa.
Quanto ao programa do Walk & Talk, inclui ainda, na segunda-feira, cinema ao ar livre, no Núcleo de História Militar António Manuel Baptista de Lima, com dois filmes produzidos nos Açores, que resultam de residências artísticas de outras edições do festival: “Become Ocean”, de Miguel C. Tavares, e “Flores”, de Jorge Jácome.
Na terça-feira, Lígia Soares apresenta, na Casa do Sal, “Romance”, “uma performance que explora a forma como as pessoas usam as palavras por defeito e não por opção” e no Museu de Angra do Heroísmo haverá um debate sobre a nova identidade cultural açoriana.
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: http://burrademilho.blogspot.pt/ / http://www.acorianooriental.pt/noticia/festival-walk-talk-regressa-a-ilha-terceira-a-partir-de-sexta-feira-282183
 
 
Patrícia Machado

Museu Carlos Machado lança terceira edição das Semanas Temáticas

O Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, promove durante o mês de Setembro um conjunto de atividades no âmbito da terceira edição do projeto de Semanas Temáticas, que tem como objetivo destacar espaços do circuito de História Natural.
"Com o arranque do novo ano letivo, o Serviço Educativo do Museu Carlos Machado dedica o mês de setembro à Sala das Rochas e Minerais, assinalando o 60.º aniversário da erupção do vulcão dos Capelinhos", adianta uma nota informativa do Governo Regional.
Durante uma semana serão desenvolvidas atividades para diversos públicos, nomeadamente conferências, visitas orientadas e oficinas.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-carlos-machado-lanca-terceira-edicao-das-semanas-tematicas-281983
 
 
Patrícia Machado

Workshop de Patchwork com Salomé Vieira

De 9 a 21 de Outubro


Workshop de Patchwork com Salomé Vieira
Pós Laboral
Santa Cruz da Graciosa
Biblioteca Municipal
Ilha da Graciosa

Inscrições até 29 de Setembro através do 295 712 711
Fonte:
https://www.viralagenda.com/pt/events/385434/workshop-de-patchwork-com-salome-vieira

"A viola que nos toca" regressa ao Teatro Micaelense

A segunda edição do espetáculo "A viola que nos toca" sobe ao palco do Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, a 4 de outubro, pelas 21:30 locais.
A edição de 2017 conta com a participação de Raquel Dutra e Cantos do Mar e da Terra, César Carvalho (violão), Maria Madalena Antunes e Sofia Vidal, alunas do Conservatório Regional de Ponta Delgada, Escola de Violas da Relva, Nelson Cabral e Sílvia Oliveira (flauta).
O espetáculo tem a direção artística de Rafael Carvalho.
Esta segunda edição "prossegue a missão de dar a conhecer a Viola de Dois Corações no seu ambiente mais genuíno, quer a solo, quer acompanhada ao violão, em trio e em quarteto, explorando as suas várias dimensões, num espetáculo que combinará os sons da tradição com a poesia e a voz", informa a organização.
"Serão também projetados vídeos ilustrativos do papel da viola em outras ilhas dos Açores, e diferentes técnicas de execução utilizadas, num trabalho de recolha do realizador Tiago Pereira, e declamados textos e poemas de Vitorino Nemésio e Dias de Melo.
 
 





Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/a-viola-que-nos-toca-regressa-ao-teatro-micaelense-281997
 
Patrícia Machado

Exposição "Mestre José Melo – Um homem à frente do seu tempo"


Encontra-se em exibição até 1 de Outubro no Museu da Industria Baleeira, em São Roque do Pico a Exposição "Mestre José Melo – Um homem à frente do seu tempo"  


Um trabalho biográfico e documental sobre o construtor naval de Santo Amaro do Pico, Mestre José Silva Melo.


Festival musical "devolve" Jardim António Borges a Ponta Delgada este mês de Setembro







A intenção é devolver o jardim António Borges à cidade de Ponta Delgada e criar um conjunto de atividades variadas que vão desde a música, às artes plásticas, ao cinema ao ar livre e uma pequena praça” disse à agência Lusa Filipe Mota, da Craca Associação Cultural, organizadora da iniciativa. O responsável, que lamenta que o jardim António Borges seja “muitas vezes esquecido” na rotina diária de Ponta Delgada, com os seus habitantes a “acabarem por não usufruir dele”, afirma que o evento “marca a diferença por se destinar a toda a família”. “Ao longo de cada edição temos vindo a assistir que este conceito tem vindo a amadurecer indo o público desde as crianças aos avós”, declarou o dirigente da Craca, que sublinha as características especificas do festival resultantes do local onde se realiza e pela programação “mais variada possível", que "não assenta apenas num género musical ou num público muito concreto”. Filipe Mota referiu que a terceira edição do Jardim Sagres Fest contempla a música eletrónica com características “mais ambientais”, passando pelo jazz, blues, a par de uma linha ‘country’. Segundo o cartaz do evento, no primeiro dia do festival, o soul e groove vão estar presentes através de Marta Ren & The Groovelvets, a par das escolhas musicais do ex-músico da banda Heróis do Mar Rui Pregal da Cunha. O dia encerra com blues produzido nos Açores com a Triki & Franco Blues Band, estando ainda previsto dança ao por do sol através da presença de Um Gajo Chamado Keany. O Jardim Fest contempla no segundo e último dia as presenças do trio de Almada Blue n’ Grass, do alemão Alex Barck, da banda Jazzanova, a nova formação da cantora e compositora da ilha de São Miguel Sara Cruz, de Fabrizio Reinolds e DU-DÉ-DU. As atividades culturais contemplam oficinas, artes plásticas, gastronomia, cinema, programa infantil e um jardim em silêncio, para além do mercado urbano de artesanato que surge em parceria com o Centro Regional de Apoio ao Artesanato dos Açores. O festival vai contemplar, ainda, uma ação de sensibilização e responsabilidade social através da presença do Núcleo de São Miguel da Associação Animais de Rua que permitirá ao público o contacto direto com animais e informará sobre os processos de adoção de gatos e cães. A iniciativa contempla ainda um conjunto de "boas práticas ambientais" que incentivam o público a "contribuir para a redução de resíduos e lixo" no espaço do jardim, assim como ações de sensibilização para as questões ecológicas e de sustentabilidade.

Fonte: Açoriano Oriental

Exposição sobre Antero de Quental e Vitorino Nemésio, em Toronto

A Região promove a exposição “Antero de Quental e Vitorino Nemésio: verbos vivos da cultura açoriana”, que será inaugurada hoje, dia 13 de setembro, na Biblioteca Pública de Toronto Bloor-Gladstone.
Esta exposição itinerante, que integra o programa da XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores que decorre em Toronto entre os dias 13 e 16 de setembro e que desta forma promove um momento cultural com a Diáspora, demonstra o objectivo do Executivo açoriano de divulgar a relevância da cultura açoriana e abri-la ao exterior, através de um trabalho de educação cultural, neste caso junto da Diáspora e em particular à comunidade residente em Toronto, revela nota do GACS.
A exposição tem como objetivo divulgar dois grandes vultos da literatura açoriana e nacional: Antero de Quental, nascido na ilha de São Miguel e considerado um dos maiores poetas e pensadores do século XIV, e o contista, romancista e crítico Vitorino Nemésio, natural da ilha Terceira, que é uma figura incontornável do século XX.
 
Composta por 28 painéis informativos nos quais é divulgada a vida e e obra de cada um dos autores, a exposição tem uma funcionalidade ‘didática e emotiva’, com predominância para a componente informativa, contemplando também a reprodução de manuscritos de Antero e escritos da autoria dos dois escritores, além de referências em diversos periódicos sobre os mesmos.
Por outro lado, da mostra consta também uma gravura de Urbano inspirada no poeta e na carta autobiográfica que este escreveu a Wilhelm Storck, além de um caderno de desenhos do pintor açoriano dedicado a Antero de Quental e uma reprodução do retrato de Vitorino Nemésio da autoria de DaCosta. Fazem ainda parte duas medalhas de Antero, uma da autoria do escultor açoriano Álvaro Raposo França e outra de Irene Vilar, e uma medalha de prata de Vitorino Nemésio.
Além dos painéis informativos, existem recursos multimédia que podem ser manuseados pelos visitantes e que também podem visualizar uma das edições do programa “Se bem me lembro” apresentado por Vitorino Nemésio na RTPAçores, bem como assistir a um vídeo produzido pelo Governo dos Açores que narra a biografia de Antero de Quental, no qual participam António Machado Pires, Rui Goulart, Laura Lobão e Anibal Raposo.









 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/exposicao-sobre-antero-e-nemesio-em-toronto-281797
 
Patrícia Machado

Teatro Micaelense exibe cartaz cultural até ao mês de dezembro

O Teatro Micaelense, até ao final deste ano, apresentará várias atuações artísticas, “mantendo a pluralidade de expressões, das tradicionais às mais experimentais”, segundo nota de imprensa.
O teatro será palco da atuação a solo do bailarino Rui Horta, designado por “Vespa”, assim como da 2ª edição de “A Viola que nos Toca”, um espetáculo “em que a Viola da Terra faz uma incursão por outros territórios artísticos”. Os micaelenses vão ainda ter a oportunidade de presenciar várias leituras dramatizadas de textos de autores nacionais contemporâneos.
Relativamente a peças de teatro, subirão ao palco a peça de Jorge Andrade, denominada “Moçambique” e a peça “Olhar de Milhões”, de Raquel Castro. Joana Gama irá ainda fazer uma apresentação repartida entre o recital “Viagens na Minha Terra” e “Nocturno”. Este espetáculo explora os medos que as crianças têm do escuro e da noite.
No cinema, será exibido o “Filme da Minha Vida” e o documentário “Ilusão”, com a presença do encenador Luís Miguel Cintra e da atriz e realizadora Sofia Marques.
A nível musical, a sala de teatro aposta nas atuações de Rita Redshoes, Ricardo Ribeiro, Orquestra Angrajazz, Giovanna Barbati, Alben Berg Ensemble ,Harlem Gospel Choir e de Luísa Sobral, compositora da música vencedora do Festival da Canção 2017. A Banda Fundação Brasileira e a Banda Militar dos Açores também irão ascender ao palco.

Rita Redshoes








 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/teatro-micaelense-apresenta-cartaz-cultural-ate-dezembro-281614
 
Patrícia Machado

Cordas World Music Festival


De 10 a 17 de Setembro
Domingo 10 set 2017, 18h MiratecArts Galeria Costa (Candelária)
Grupo de Tocadores de Viola da Terra de São Jorge
Casa da Música da Candelária
+músicos da ilha do Pico - são todos convidados
Segunda 11 set 2017, Auditório da Madalena 21h30
Tcheka (Cabo Verde)
Voz+Guitarra
Terça 12 set 2017 Auditório da Madalena 21h30
Ruben Bettencourt (Terceira)
Lift Up your Eyes - Guitarra Clássica
Quarta 13 set 2017 Auditório da Madalena 21h30
Uma noite com... Luis Alberto Bettencourt (São Miguel)
Grupo de Cordas Ilha Negra (Pico)
Quinta 14 set 2017 Auditório da Madalena 21h30
Lu Yanan (China)
Maninho (Brasil/Açores)
Michel William (Moçambique)
Sexta 15 set 2017 Auditório da Madalena 21h30
Eran Zamir (Israel)
Oud & Sirena
Sábado 16 set 2017 Auditório da Madalena 21h30
Rafael Carvalho (São Miguel) com César Carvalho
Viola da Terra: Relheiras
Domingo 17 set 2017 Jardim dos Maroiços - Madalena 18h
João da Ilha (Terceira), Vasco Ribeiro Casais (Lisboa)
Som das Esferas
Fonte: http://mirateca.com/cordas/default.aspx

Espetáculo homenageia artistas açorianos no centenário do Coliseu Micaelense

O espetáculo "Canto Nosso", que marcará a 'rentrée' das celebrações do centenário do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, homenageará Zeca Medeiros, Aníbal Raposo e Luís Alberto Bettencourt.
Numa nota de imprensa, a sala de espetáculos menciona que o espetáculo, no próximo dia 09 de setembro, "resulta da grande homenagem que o Coliseu Micaelense, desde a primeira hora da definição da programação das comemorações do seu centenário, decidiu fazer" àqueles "três grandes cantautores açorianos de elevado mérito e reconhecimento" que subirão ao palco "acompanhados pelo Orfeão Edmundo Machado de Oliveira, e com a participação de Pilar Silvestre e São Pontes".
"Das exposições de pintura e de fotografia a óperas, da música açoriana aos espetáculos infantis, do fado aos ritmos soul, da música coral ao espírito académico, a programação da maior sala de espetáculos dos Açores aponta para mais de 40 eventos não só em produção externa, mas, também, e essencialmente, em coprodução com o associativismo cultural local", informa o coliseu.
Ainda em setembro, destaque para a ópera "Don Pasquale", de Gaetano Donizetti, ou o concerto da banda HMB, enquanto em outubro, entre outros eventos, "uma ópera vai juntar dois solistas internacionais e músicos locais, do Coral de São José e da Sinfonietta de Ponta Delgada", acrescentou o responsável.
Já em novembro, passam pelo Coliseu Micaelense a fadista Mariza, a Banda Fundação Brasileira, um festival de tunas ou mais uma edição do "Sharing the Music", uma iniciativa do Coro Vox Cordis.
A atuação da fadista Ana Moura e o tradicional concerto do Coral de São José "Clássicos de Natal" estão entre as iniciativas previstas para dezembro.
O Coliseu Micaelense é o segundo mais antigo em Portugal, mas só em 1950 passou a ter esta designação, uma vez que foi batizado de Avenida.
Inaugurado a 10 de maio de 1917, o então Coliseu Avenida foi construído como réplica do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, em plena I Guerra Mundial, na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/espetaculo-homenageia-artistas-acorianos-no-centenario-do-coliseu-micaelense-281557
 
Patrícia Machado

Músicos de China e Israel são principal atração do Festival de Cordas nos Açores

O instrumento mais antigo da China, a pipa, será uma das atrações da 2ª edição do Festival Cordas, que decorrerá na Madalena, ilha do Pico, de 10 a 17 de setembro, segundo a organização.
"Temos artistas que chegam dos quatro cantos do mundo, como a Lu Yanan, com o seu instrumento pipa, o instrumento mais antigo da China, e de Israel, como Eran Zamir", declarou à agência Lusa Terry Costa, diretor artístico da associação MiratecArts, organizadora do evento.
O promotor da iniciativa explicou que o artista israelita, para além marcar presença com o Oud, instrumento tradicional do Médio Oriente, vem também acompanhado de outro, construído por si, "situado entre a guitarra elétrica, a clássica e o Oud", denominado Sirena.
O artista Ruben Bettencourt, na guitarra clássica, será outra das presenças do festival, tendo adiantado Terry Costa que a viola da terra também estará representada através de Rafael Carvalho, um regresso integrado no lançamento do seu terceiro registo discográfico.
Está ainda assegurada a presença da Nickelharpa, de origem sueca, significando "cordofone de teclas", que surge no festival pelo português Vasco Ribeiro Casais.
O responsável pela iniciativa destacou que haverá eventos especiais no festival, um dos quais contempla um desafio a todos os artistas locais de cordas dos Açores para participarem num cortejo de músicos na paisagem cultural da vinha do Pico, que é património da humanidade.
Para além dos programas didáticos com escolas e centros de acolhimento, o festival apresentará ainda seis concertos no novo auditório da Madalena.
"Somos um pouco diferentes de outros festivais. Aqui, não vendemos favas nem cerveja. O Cordas é sobre a arte dos cordofones e dos seus artistas", declarou.
O Festival de Cordas tem como parceiro a Câmara Municipal da Madalena, recebendo, pela primeira vez, o apoio da direção regional da Cultura e da Embaixada de Israel.
 
 




Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/musicos-de-china-e-israel-sao-principal-atracao-do-festival-de-cordas-nos-acores-281518
 
Patrícia Machado

Largo do Colégio acolhe exposição de fotografia

A exposição de fotografia "Significar a Cidade", organizada pela Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores, com o apoio da Câmara de Ponta Delgada, é inaugurada a 1 de setembro, sexta-feira, no Largo do Colégio.
A mostra, que vai estar patente até dia 25 de setembro, apresenta 30 fotografias que resultaram de um concurso lançado pela associação.
Os prémios deste concurso foram de 300 euros, para o primeiro lugar (mais 100 euros se for sócio efetivo da associação), 200 euros para o segundo e 100 euros para o terceiro classificado.

 
 
 
 
 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/largo-do-colegio-acolhe-exposicao-de-fotografia-281420
 
Patrícia Machado

Museu do Pico promove lançamento do livro infantil "Ritinha – uma história do mar"








A Direção Regional da Cultura, através do Museu do Pico, acolhe, a 22 de agosto, pelas 21h00, no Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, o lançamento do livro infantil "Ritinha – uma história do mar", com textos de Nuno Mata e ilustrações de Salgado Almeida.

Neste livro, vocacionado para os mais pequenos, mas que pode ser lido por todas as idades, os autores contam a história de António, um menino que queria ser baleeiro, mas que, ao encontrar a baleia Ritinha, decide lutar pela preservação desta espécie.

Nuno Mata, natural de Sintra, é professor de Geografia e dedica-se à investigação da história local, sendo autor de dezenas de monografias e outros estilos literários, destacando-se "Lajes do Pico – cartas de (uma) viagem".

Por seu lado, Salgado Almeida, licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, lecionou nesta área em várias escolas públicas e privadas, tendo as suas obras sido já apresentadas em diversas exposições, individuais e coletivas.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço eletrónico www.culturacores.azores.gov.pt.
GaCS/DRC


Fonte:http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/

Governo dos Açores promove produtos de 56 artesãos na Semana do Mar, nas Festas da Praia e na Semana dos Baleeiros

A Vice-Presidência do Governo, com o objetivo de divulgar e potenciar a comercialização do Artesanato dos Açores, sobretudo dos produtos artesanais certificados, promove a realização de três mostras (M. ART) e a participação de 56 empresas artesanais durante a Semana do Mar, no Faial, as Festas da Praia, na Terceira, e a Semana dos Baleeiros, no Pico.
A M. ART – Semana do Mar, integrada na Expomar, que decorre até ao próximo dia 13 de agosto, conta com a participação de 15 unidades produtivas artesanais das ilhas do Faial, Pico, S. Miguel e Santa Maria.
Nesta mostra, os visitantes podem, entre as 19h00 e as 00h00, ver e adquirir trabalhos em couro, materiais sintéticos, bordados, rendas, cartonagem, artigos têxteis para o lar, bijuteria, registos, escultura em pedra e em madeira, osso e escamas de peixe, entre outros materiais.
Por seu lado, a M.ART – Praia da Vitória, que também decorre até 13 de agosto, pretende aproveitar uma época de maior fluxo turístico à ilha Terceira para dar visibilidade aos trabalhos de 23 unidades produtivas artesanais, das quais 21 da Terceira e duas de S. Miguel.
A mostra que está instalada na tenda na Marina da Praia da Vitória, num espaço contiguo à Feira de Gastronomia do Atlântico, pode ser visitada das 19h00 às 00h00.
No certame vão estar em exposição trabalhos em latoaria, bijuteria, materiais sintéticos, bordados, rendas, artigos têxteis para o lar, tecelagem, acessórios de vestuário, artigos em pele, miniaturas de madeira, patchwork, embutidos, bonecos de pano, escamas de peixe e cerâmica.
A M. ART – Semana dos Baleeiros, que decorre de 21 a 27 de agosto nas Lajes do Pico, vai contar com a participação de 18 artesãos do Pico e de S. Miguel, podendo ser visitada entre as 19h00 e as 00h00 até ao dia 25, das 16h00 às 00h00 no dia 26 e das 20h00 às 00h00 no dia 27 de agosto.
Além destas e de outras mostras regionais inseridas em eventos em diversas ilhas, a Vice-Presidência realiza ao longo do ano múltiplas ações promocionais e formativas através do Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA), que conta com cerca de 600 artesãos inscritos, quando em 2012 estavam inscritas 359 unidades artesanais.
Este aumento do número de empresas revela o dinamismo crescente da atividade, aproveitando novas oportunidades de negócio potenciadas pelo aumento do fluxo turístico.
Nesse sentido, a certificação e a indicação de origem é crucial para a estratégia regional de preservação e apoio ao artesanato tradicional, assumindo-se como garantia da qualidade e autenticidade da produção.
Atualmente, a marca Artesanato dos Açores abrange 21 áreas artesanais certificadas e cerca de uma centena de unidades produtivas artesanais com o selo de certificação.
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.jornalacores9.net/governo-dos-acores-promove-produtos-de-56-artesaos-na-semana-do-mar-nas-festas-da-praia-e-na-semana-dos-baleeiros/?cat=12
 
Patrícia Machado

Mel do Pico reconhecido a nível nacional



"A produção de mel na ilha montanha tem crescido nos últimos anos e começa a ser reconhecida a nível nacional.

Entre os prémios conseguidos, o mel da cooperativa apícola picoense "Flor de Incenso" recebeu uma medalha de prata ao nível da imagem e da rotulagem e foi considerado o melhor mel da última edição da Feira Açores.

[Fonte da notícia e reportagem vídeo — linkRTP-Açores]


Recorde-se que o mel do Pico é um dos melhores exemplos de mel dos Açores, sendo que este é um produto de Denominação de Origem Protegida (DOP)."


http://www.caisdopico.pt/

São Mateus Celebra Segunda Maior Festa Religiosa dos Açores









A Festa do Senhor Bom Jesus Milagroso começa já esta terça-feira, apresentando um cartaz eclético e apelativo, que promete atrair milhares de pessoas a São Mateus.
“Fazei o que Ele vos disser” é o tema que dá mote à edição de 2017 da festividade, que viverá o seu momento apoteótico, a 6 de agosto, dia em que milhares de fiéis rumam ao Santuário, numa pungente manifestação da sua fé, participando nas tradicionais missa e solene procissão.

A par do programa religioso, irão ainda realizar-se diversas atividades culturais, nomeadamente uma noite de Chamarritas, uma noite de Fados, desfile e atuação de filarmónicas, bem como a tradicional regata de botes baleeiros, estando ainda patente ao público a exposição fotográfica “Passado - lição do futuro”, organizada pelo Jardim de Infância de São Caetano/São Mateus.
Espelho da magna devoção do povo, as seculares Festas do Bom Jesus Milagroso fazem de São Mateus uma verdadeira meca, revigorando a fé e esperança no coração dos devotos, numa renovada alegria no futuro.


Fonte:https://www.facebook.com/Câmara-Municipal-da-Madalena

Seu Jorge, Ella Eyre e Wolfmother estarão presentes no Festival Monte Verde

Os músicos Seu Jorge, Ella Eyre, Wolfmother e o DJ britânico Andy C são os cabeças de cartaz do Festival Monte Verde, que decorre de 10 a 13 de agosto, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
“Inicialmente predominava o reggae, mas hoje em dia encontra-se no festival todas as vertentes do rock, da música eletrónica, todas as vertentes do rap e do hip-hop até o trance. A ideia é ter um cartaz, transversal e eclético que chegue ao maior número de pessoas de todas as idades e gostos”, disse Jacinto Franco, da organização do Monte Verde, em declarações à agência Lusa.
A 6ª edição do festival, cujo cartaz foi já apresentado em conferência de imprensa, inclui 39 atuações, 11 das quais internacionais, com a presença de vários artistas locais.
“De ano para ano temos tentado sempre oferecer um maior e mais variado estilo de música, porque temos um público de todas as idades e pretendemos chegar a todos eles”, sublinhou Jacinto Franco, acrescentando que o festival tem-se afirmado também a nível internacional, constatando que cada vez mais estrangeiros compram bilhetes para o Monte Verde.
O festival decorre na praia do Monte Verde, num recinto com lotação máxima entre as nove e as 10 mil pessoas, existindo ainda uma zona de campismo.
“Na última edição estivemos muito perto de atingir este número de pessoas em termos de bilhetes diários e gerais. Por dia tivemos cerca de oito mil pessoas que foi o recorde de todas as edições. Esperamos que este ano, principalmente pelo impacto que o cartaz está a ter, possamos pelo menos igualar os números do ano passado”, sublinhou Jacinto Franco.
O responsável adiantou que o orçamento do festival ronda os 700 mil euros, contando com apoios públicos, nomeadamente do Governo dos Açores e município da Ribeira Grande.
Do cartaz constam ainda nomes como Dub Fx, Neev, Dillaz, Sigala, Sebastian, The Prototypes, Rinôçérôse, Valete e Vibe Tribe, entre outros.
O festival arranca dia 10 de agosto com uma festa de receção ao campista, segundo o responsável da organização, indicando que além do placo principal há ainda um outro secundário.
"Dentro de pouco tempo os bilhetes da segunda fase irão esgotar e passaremos para a terceira e última fase onde haverá um acréscimo de cinco euros aos atuais 28 (geral sem campismo) e 33 euros (geral com campismo), além de bilhetes diários a 18 euros", explicou.






 
 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/seu-jorge-ella-eyre-e-wolfmother-no-festival-monte-verde-280884
 
 
Patrícia Machado

"Barbies" dos Açores Feitas em Folha de Milho







"São umas 'barbies'. Naquele tempo eram as bonecas com que nós brincávamos", diz a artesã Fátima Pacheco, 60 anos

As tradicionais bonecas de folha de milho, outrora brinquedos e hoje peças de colecção certificadas como artesanato dos Açores, são cada vez mais consideradas autênticas "barbies", feitas manualmente pela mesma família há duas gerações.

"São umas 'barbies'. Naquele tempo eram as bonecas com que nós brincávamos", afirmou à agência Lusa a artesã Fátima Pacheco, 60 anos, que, juntamente com a irmã e a mãe, fazem este produto artesanal na casa de família, localizada na freguesia da Salga, concelho do Nordeste, ilha de São Miguel. Foi Tibéria Correia, hoje com 85 anos, que começou a fazer bonecas de folha de milho para vender e ajudar a criar sete filhos "há mais de 30 anos", numa "época de pobreza e dificuldade".

A mesma actividade que continua a fazer até hoje. "Eu comecei a batalhar, batalhar e disse 'vou fazer uma boneca representando uma velhinha'. Foi a minha primeira boneca", disse a artesã sénior, que já perdeu a conta ao número de bonecas que fez, de vários tamanhos e feitios, porque "é preciso sempre inovar".

Tibéria Correia, que não sabe ler nem escrever, explicou que o ideal para fazer as bonecas é a folha do milho branco, mas também já tem usado folhas de milho de outros tons. Como às vezes lhe falta matéria-prima, a artesã pergunta frequentemente a quem entra em sua casa se tem milho para vender. "Se me tirarem isto da mão para fora, vou morrer mais depressa", diz, imune aos apelos dos filhos que lhe pedem para limitar o tempo que dedica a esta arte. "Mas eu sou teimosa", assume Tibéria Correia, orgulhosa de ver as suas bonecas apreciadas e a correrem mundo.

Além das bonecas de diferentes formas e tamanhos, esta família produz presépios em folha de milho, colares, anéis, brincos, porta-chaves, ímanes para frigoríficos, chapéus e quadros com flores, entre outros artigos que são comercializados em várias lojas nos Açores, Madeira e Portugal continental. Fátima Pacheco, que começou a ajudar a mãe a fazer bonecas há 15 anos, adiantou que umas levam várias folhas de milho, verga, esferovite para a cabeça, apontamentos de tecido ou flores, entre outros materiais. A artesã referiu que, "cada vez mais", recebem encomendas para casamentos, baptizados ou outros eventos, e, ao longo do ano, levam os trabalhos a feiras dentro e fora do arquipélago como forma de divulgar os trabalhos

Fonte:http://www.iloveazores.net/


Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro na 42ªedição da Semana do Mar

A edição deste ano da Semana do Mar, um dos mais antigos festivais de verão dos Açores, contará com a presença de Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro.
A iniciativa, que acontece na ilha do Faial entre os dias 6 e 13 de agosto, está já na sua 42ª edição e continua a compatibilizar a vertente de animação musical em terra com um festival náutico na baía da Horta, considerado um dos maiores do país.
"A Semana do Mar constitui-se como um dos maiores festivais náuticos do país, senão mesmo o maior, se tivermos em conta a diversidade de provas em competição e o número de dias em que estas se organizam", refere a organização da prova, a cargo da Câmara Municipal da Horta e do Clube Naval local.
O festival náutico associado aos festejos prevê um encontro internacional de vela ligeira e provas de canoagem, windsurf, natação, vela ligeira, vela de cruzeiro, pesca desportiva, polo aquático e apneia, além das habituais regatas nos antigos botes baleeiros, que durante décadas foram usados na caça à baleia.
A Semana do Mar começou em 1975 com a realização de um conjunto de eventos destinados a celebrar a chegada da regata internacional de veleiros oriunda de Portsmouth, organizada pela Multihull Offshore Cruising Racing Association, em cooperação com o Clube Naval da Horta, a Comissão Regional de Turismo e o Royal Albert Yacth Club.
Para assinalar o evento, inédito até então, durante uma semana, iatistas e faialenses participaram e assistiram a regatas de veleiros e de canoas baleeiras, a um concurso de pinturas no molhe da doca, a esculturas na areia, a passeios turísticos e a bailes.
O sucesso da iniciativa fez com que, a partir dos anos 80, a o município da Horta passasse a ser a entidade responsável pela organização da Semana do Mar, contando com diversos apoios oficiais e particulares.
Além dos espetáculos musicais, que integram também festivais de filarmónicas e de folclore, a Semana do Mar integra ainda feiras de artesanato, de gastronomia e do livro, e a Expomar, um certame de atividades económicas ligadas ao mar.








Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/daniela-mercury-tony-carreira-carminho-e-amor-electro-na-semana-do-mar
 
Patrícia Machado