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Centro Regional do Artesanato promove exposição na Graciosa

O Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA) e o Museu da Graciosa inauguram a exposição denominada “Residência Criativa 2015”, no próximo dia 4 de Outubro, pelas 20h30.  
A exposição a inaugurar no Museu da Graciosa é uma iniciativa do CRAA em parceria com o Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho que pretende valorizar o bordado tradicional a branco sobre linho, mas também criar uma marca com visibilidade no mercado nacional e internacional. 
 A coleção de moda e casa, concebida no âmbito da Residência Criativa 2015 esteve em exposição no stand "Artesanato dos Açores" na FIA - Feira Internacional de Artesanato, que decorreu de 25 de junho a 3 de julho, em Lisboa. 

O projeto “Residência Criativa” promovido e organizado pelo Centro Regional de Apoio ao Artesanato, constitui mais um projeto de promoção e inovação do artesanato regional, onde se incentiva a criação de novos produtos.






Fábio Mendes e Ruben Henriques em concerto na Matriz de São Mateus

No próximo dia 4 de Setembro, às 21h30, na Matriz de São Mateus, a Direção Regional da Cultura promove o concerto "Tubos que Cantam". no âmbito da Temporada Artística 2016. 

Rúben Henriques, na flauta, e Fábio Mendes, no Órgão, propõem uma viagem aos esplendores do barroco musical de setecentos, na qual o ouvinte é convidado a viajar por diferentes cortes europeias - Alemanha, Inglaterra e Espanha. 


Poder-se-ão escutar as várias feições que o barroco musical encarnou em cada uma: com Telemann e Bach, a racionalidade, a introspeção; com John Stanley, a austeridade, a leveza; com Juan Sesé, a jovialidade, o fulgor.




Fonte: http://www.rtp.pt/acores/graciosa-online/tubos-que-cantam-cartaz_51160

E caíram nas mãos gotas daquela alma - Temporada Artística 2016

A Direção Regional da Cultura promove o espetáculo "E caíram nas mãos gotas daquela alma", no âmbito da Temporada Artística 2016.
O espetáculo pelo "37.25 - Núcleo de Artes Performativas" será apresentado no Centro Cultural da Ilha Graciosa no dia 28 de agosto, às 21h30. 
O tema deste espetáculo é a busca do eu interior, da individualidade e da alma, que as três intérpretes no palco dramatizam. Trata-se da estreia do bailarino Tiago Correia enquanto coreógrafo, que pretende assim apresentar o seu trabalho como artista, através dos outros, e numa linguagem estética e dramatúrgica acessível a todos.






Rota dos geosítios na Graciosa

   O Parque Natural da Graciosa promove uma saída de campo direccionada a turistas com vista a proporcionar o contato direto com os geossítios. 
  Esta iniciativa denominada “Rota dos Geossítios da Graciosa” realiza-se no dia 24 de agosto, a partir das 10 horas, com saída do Hotel Graciosa Resort. 
    Os participantes ficarão também a conhecer o trabalho do Geoparque Açores sobre o património natural geológico da ilha Graciosa. 
   Na Graciosa estão identificados 5 geossítios de interesse científico, pedagógico e turístico: Ponta da Barca e Ilhéu da Baleia; Porto Afonso; Caldeirinha de Pêro Botelho; Caldeira e Furna do Enxofre; e Ponta do Carapacho, Ponta da Restinga e Ilhéu de Baixo.



Fonte: http://www.rtp.pt/acores/graciosa-online/rota-dos-geossitios-cartaz-_51049

Curato de Nossa Senhora da Esperança

O Curato de Nossa Senhora da Esperança foi o primeiro a ser fundado na Paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, por volta do ano 1738.  
A primeira ermida deste curato foi construída por Mateus Nunes no lugar da Esperança Velha, que já existia no ano de 1632, mas era pequena e situava-se fora do centro do povoado. 
A construção da atual Igreja da Senhora da Esperança ocorreu em 1847, estando o local da antiga ermida assinalado com um cruzeiro. 
O templo foi reconstruido em 1898 e voltou a receber obras de restauro em 1967 e em 2004, quando era pároco deste curato o Padre José Simões Borges (1928-2013). 
Mede 14,60 metros da porta ao arco da capela, por 6,85 de largura e apresenta uma torre com grimpa em forma de pirâmide. 
A imagem primitiva da ermida da Esperança Velha ainda existe, sendo a imagem contemporânea do inicio século XX, oferecida por um grupo de graciosenses residentes na Bahia, Brasil, em 1906.




Fonte: http://www.rtp.pt/acores/graciosa-online/curiosidades-da-festa_51027

Grande Rota da Graciosa

A rota, com uma extensão de cerca de 40 Km, inicia-se em São Mateus, segue para a Caldeira, freguesia da Luz com passagem pela Baía da Folga, seguindo pela Serra Branca e já no Guadalupe, desce até à Lagoa, para depois seguir o trilho até à Barra, onde termina. Este trilho tem como objetivo ligar os outros três existentes na ilha.
Ao longo deste percurso, o visitante consegue contemplar as mais belas vistas não só da Graciosa, mas também de todo o Grupo Central, para além de mais de 400 metros de relheiras que estão a descoberto.
O Presidente do Governo dos Açores frisou que este projeto nasce da conciliação da requalificação da paisagem classificada, como a vinha, com o dinamismo da atividade económica, o que se liga com o que é a estratégia do governo para a Graciosa como Reserva da Biosfera.

Trata-se de mais um instrumento mobilizado para o potencial da Graciosa, enquanto destino turístico.



Texto adaptado: http://rgraciosa.blogspot.pt/2016/06/grande-rota-da-graciosa-primeira-rota.html

Festa Branca - Ilha Terceira


Inserido no programa de animação Cultural de Verão Angra em Festa 2016, desenvolvido para dar vida ao centro histórico de Angra do Heroísmo durante os meses de julho, agosto e setembro. a Festa Branca no dia 22 de julho, conta com a praticipação :
. Quarteto de Cordas (R. S. João);
. Bossa Quintet (Rua Direita);
. M&Companhia (animação rua);
. Grupo Fil. Terra Chã (animação rua);
. Eduarda Borba (animação rua);
. DJ's.

Local: Centro Histórico de Angra do Heroísmo.


Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=10552

Serafim guarda a música da Graciosa nas suas violas

As tradicionais violam da terra, violões ou cavaquinhos, com o formato e arabescos que a imaginação inventa. Serafim Silva é um dos últimos construtores de violas na Graciosa e pouca coisa lhe dá mais gozo.
A primeira viola que eu fiz foi esta, 15 anos que eu tinha”, conta Serafim enquanto pega no instrumento de ar rudimentar, “tudo torcido”, um «amo-te» escrito a branco na lateral. “O meu pai era carpinteiro e eu comecei logo a trabalhar em novinho. Saí da escola com 12 anos e comecei a trabalhar como carpinteiro também”.
O avô tocava viola, ensinou-lhe os primeiros acordes, foi para a filarmónica em miúdo. Mas na viola do pai, que a mãe punha todas as manhãs religiosamente sobre o leito dos lençóis porque “o calor da cama faz bem ao som do instrumento”, ninguém “podia tocar”. “Ora, eu queria tocar viola, mas não tinha dinheiro para comprar uma, por isso é que me obriguei a fazer aquela.” Depois fez outro violão, e daquele outro entretanto foi restaurando alguns e aprendendo.
Estamos em Santa Cruz da Graciosa, na casa de Serafim Silva, 55 anos, um dos poucos construtores de violas na ilha açoriana. Lá ao fundo, na parede espelhada da sala de estar, estão filas e filas de violões, violas da terra, cavaquinhos e guitarras de mil feitios. Vai pegando num e noutro instrumento, dedilhando-lhes cada história.
Esta era a antiga viola do bisavô. Aquela mais pequena fez para o neto de três anos. Daquela o som sai pelos olhos, nariz e boca de uma caveira negra desenhada no tampo, construída para oferecer a um amigo motard (que preferiu que ela ali ficasse guardada para não se estragar).
Muitas fogem ao formato convencional. Dá-lhe gozo pôr música em corpos mudos; dar som a recordações e ideias. Um cavaquinho feito a partir de uma cabaça, uma viola com carapaça e cabeça de tartaruga, outra com a caixa redonda a lembrar a peneira que a mãe utilizava “para peneirar a farinha para o pão”, outra com um casamento entre a viola da terra e o violão, dois cabos e cordas num corpo só. “Uma viola tem que ter duas coisas: um bom som e afinação.” A partir daí, é a imaginação que comanda.
Enérgico e apaixonado sobre o tema, Serafim vai-se atropelando na conversa, há sempre mais uma viola para mostrar, uma história para contar, umas cordas para beliscar e desculpar-se por não estarem afinadas. “Não sei tocar muito viola da terra, no violão dou uns toques." Ainda assim, pega numa de 12 cordas, os típicos corações recortados, o floreado desenhado no rodapé. “Isto é o nosso fado”, apresenta aos primeiros acordes. “Uma jóia sagrada / Era a minha querida mãe / Ela morreu, fiquei sem nada / Estou mais pobre do que ninguém”.
Serafim é auxiliar de acção médica há 36 anos, mas durante muito tempo teve também uma carpintaria. Quando pôs fim ao negócio decidiu que o trabalho com a madeira passaria apenas pelo hobby, pela paixão: construir instrumentos. São eles que lhe ocupam grande parte dos tempos livres, passados na pequena oficina num canto do jardim das traseiras, com a velha gata sempre a pedir atenção. Isto quando não corre os cafés e bares da ilha com as bandas onde canta e toca ou não segue Graciosa fora com a mota.
Dos 50 instrumentos que terá feito nos últimos anos, talvez nem tenha chegado a vender dez. Mas isso pouco lhe importa. “Se eu tivesse um bom dinheiro não vendia nenhuma”, confessa. É o fazer que lhe dá especial gozo. O contacto com a madeira, torcê-la a seu bel-prazer, desenhar-lhe os caprichos da imaginação e, no fim, ouvi-la soar afinada. É, por isso, que estão ali quase todas as que fez e não é sem um certo pesar que vê alguma partir com novo dono. “Tenho a alegria de vender mas perco uma boa guitarra.”


Moinho "Mó da Praia"- Alojamento Rural



Apartir de agora a ilha Graciosa passa a ter mais um alojamento turístico. Trata se de um moinho na Vila de São Mateus.
Este projeto teve início em 2009 com o propósito de preservar ao máximo as características do moinho. Foram também recuperadas algumas peças e utensílios usados na atividade da moagem, que se encontram expostas no interior do moinho para memória futura.



Este alojamento composto por:
- 1 quarto com cama dupla e TV
- 2 salas de estar, ambas com sofá-cama duplo
- kitchenette equipada
- 1 WC com coluna de hidromassagem
- terraço protegido do vento
- churrasqueira


Propomos uma estadia inesquecível, com diversas atividades que ajudarão a conhecer a ilha e os seus simpáticos e comunicativos habitantes.


Para reservas, contacte:
e-mail: mopraia.azores@sapo.pt
.
Tel. (+351) 967198622 (João Leandro - speak english)
Tel.
(+351) 968231115 (Amélia Leandro - parle français)



















Conhecido cartaz final do VIII Rali Ilha Graciosa




A Agraprome deu a conhecer o cartaz final do VIII rali Ilha Graciosa, que se realiza a 22 e 23 de Julho.
Entretanto continuam a decorrer as inscrições para o Troféu de Ralis de Asfalto “Além Mar” Açores (TFRAA), evento que substitui o anterior Troféu Regional de Ralis “Além Mar” Terceira-Graciosa (TfRTGA), numa organização conjunta do Terceira Automóvel Clube, Secção de Automobilismo e Karting do Clube Asas do Atlântico, Pico Automóvel Clube e Associação Graciosense de Promoção de Eventos em parceria com a Fábrica de Tabaco Estrela e com o apoio da Atlânticoline.
As inscrições encontram-se abertas até dia 30 de junho, permitindo aos participantes que não alinharem nas duas primeiras provas a pontuação ainda nas restantes seis (ou cinco) provas pontuáveis. Até ao momento encontram-se inscritas 35 equipas (eram 28 antes da realização do Rali Sical), estando representadas as ilhas Terceira, Santa Maria e Graciosa, bem como o continente português.
Outra novidade no TFRAA será a possibilidade do apoio aos participantes em viagens marítimas com a colaboração da Atlânticoline, para as provas pontuáveis realizadas entre os meses de maio e setembro, englobando-se aqui os ralis Sanjoaninas, Verão Além Mar, Ilha Graciosa Além Mar, Santa Maria Além Mar e Além Mar/Ilha Lilás.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/

Pescadores do congro seco

A salga de peixe foi durante décadas uma tradição na Graciosa, praticamente desaparecida no final do século passado. Hoje, a associação de pescadores local tenta recuperar a tradição do peixe-seco e quer torná-lo uma marca da ilha.
Advertisemento tempo em que não havia frigoríficos ou arcas congeladoras, chegava o Verão e a população preparava banhos de salmoura, deixava o peixe encolher-se em sal para depois pô-lo a secar sob o calor do sol. Aproveitavam-se os meses estivais para fazer a conservação das espécies apanhadas ao largo da costa da Graciosa e ter pescado para comer todo o ano, mesmo quando o mar se atormentava, deixando os barcos em terra. “Era uma forma de fazer o escoamento e vendia-se em todas as ilhas dos Açores. Aqui na Graciosa, toda a gente o comia, em ceboladas, cozido, frito”, recorda Lázaro Silva, presidente da Associação de Pescadores da Graciosa.
No país, o bacalhau tornou-se ícone nacional, mas na Graciosa a tradição da salga foi-se perdendo para o advento dos electrodomésticos e dos novos hábitos alimentares. João e Valentino Benjamim foram dos últimos pescadores a fazê-lo, “há cerca de 15 anos”. “Hoje em dia ainda há quem o faça, mas só em casa, para uso pessoal.” Agora, a associação local de pescadores quer recuperá-la, mostrar que o peixe seco não tem de ser sinónimo exclusivo de bacalhau e tornar este produto uma marca da ilha.
É no novo edifício da associação, junto ao porto de pescas da Praia, em São Mateus, que os encontramos. A mesa de reuniões está transformada em banquete improvisado para provarmos a iguaria: congro com molho à pescadora. Mário Melo, 58 anos, é o cozinheiro oficioso da associação, leva o petisco às apresentações e feiras. “Esteve a demolhar desde ontem de manhã e hoje, às 6h40, já andava na fervura”, conta. Há que passá-lo por várias águas e fervuras para perder o sal e cozinhar. Depois é só juntar o molho, feito à base de alho, açaflor, sal, malagueta, azeite e um pouco de vinagre. “É [um prato] do tempo dos meus pais. Na altura levavam em marmitas para o almoço durante a apanha da uva e do milho”, recorda Mário Melo, pescador desde os 14 anos. “Sempre fiz em casa. Agora o meu filho também já faz, gosta muito.”
O congro (ou safio) é o peixe mais utilizado, mas “todas as espécies que têm um valor comercial mais baixo poderão ser aproveitadas na salmoura”, explica Lázaro Silva. “É mais rentável e consegue-se ter um bom produto na mesa”, garante. Para além da venda em fresco, peixes como o congro, a cavala, a abrótea, a veja ou o carapau ganham uma nova forma de escoamento, em seco, permitindo não só a valorização do produto (que é vendido mais caro do que em fresco) como o seu envio para mercados distantes sem perda de qualidade.
Este é um objectivo que está nos planos a médio prazo da associação. “Futuramente a nossa ideia é fazer chegar este peixe mais longe. Já mandei amostras para várias ilhas, queremos vendê-lo no continente, nos EUA”, avança o responsável. No entanto, para já, as atenções estão concentradas na Graciosa.
Há três anos, começaram o projecto de recuperação da tradição do peixe seco numa pequena zona no edifício da lota. Ali, o peixe é primeiro limpo e aberto, depois fica em banhos de sal em pequenas arcas (onde pode permanecer um ano ou mais - “temos aqui salmouras feitas em Julho e Agosto de 2015”) e no final é seco dentro de uma “estufa” (uma espécie de câmara frigorífica, mas onde a temperatura “varia entre os 30ºC e os 35ºC”). Este método permite secar o peixe e vendê-lo na praça durante todo o ano. “Vendemos à volta de duas toneladas de peixe seco aqui na ilha ao longo de um ano.”
Agora, o próximo passo é adquirir uma estufa moderna, para aumentar a produção e a qualidade com vista à certificação do produto, com embalagens e uma marca própria. E, muito em breve, “a ideia é ter provas nas peixarias”. Para os graciosenses e, sobretudo, para os turistas. “Temos o nosso «bacalhau» na Graciosa, não é preciso ir buscá-lo à Noruega.”













Fonte texto e imagens: https://www.publico.pt/fugas/noticia/ilhas-gra-pescadores-do-congro-seco-1733226

Espetáculo "Ecos da Alma" - Ilha Graciosa



Na próxima Segunda-feira, dia 6 de Junho, o Centro Cultural da Ilha Graciosa abre portas às 21 horas, para o espetáculo “Ecos de Alma”.
Trata-se de um espetáculo que conjuga música, canto e dança, cuja apresentação ocorreu na Igreja Matriz, aquando a visita à ilha da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
Participam neste espetáculo o Coro Infanto Juvenil de São Mateus, Ensino Artístico, Turma de Dança do 9º ano, da Escola Secundária de Santa Cruz da Graciosa e o Grupo de Hip Hop do Clube Desportivo Escolar Ilha Branca.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/

ASSOCIAÇÃO DE PESCADORES VAI COMEMORAR DIA DO PESCADOR A 31 DE MAIO


A Associação de Pescadores Graciosenses vai celebrar o Dia do Pescador, no próximo dia 31 de Maio, a partir das 16 horas.
Do programa das comemorações, a decorrer no Porto de Pescas, destaca-se animação musical e entretenimento para as crianças.
A comemoração do Dia Nacional do Pescador homenageia todos os homens e mulheres que têm na pesca a sua vida e a sua profissão.



Fonte: http://www.radiograciosa.com/

GRACIOSA PROMOVIDA NA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA CRÓNICAS DA ATLÂNTIDA


António Luís Campos expõe imagens inéditas das suas múltiplas visitas aos Açores, desvendando os bastidores e as estórias que mais o tocaram nas dezenas de viagens que fez ao arquipélago, numa exposição inaugurada Domingo, 08 de maio, em Lisboa.
Para este recente projecto documental, o fotojornalista da National Geographic percorreu durante dois anos os Açores, tendo estado na Graciosa em Setembro de 2015.
Continental apaixonado pelo território insular, recorreu à fotografia, escrita de viagem e multimedia, captando o pulsar quotidiano das nossas gentes numa jornada visual pelas nove ilhas e tendo a viagem pelo dia-a-dia dos seus habitantes como fio condutor.
Uma visão muito pessoal da diversidade cultural açoriana, focada sobretudo nas pessoas, muito mais do que nas paisagens.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/

Rapel na Furna do Enxofre - Ilha Graciosa


Descida com cordas à Furna do Enxofre, como era realizada até ao ano de 1939.
Inscrições limitadas até 19 de maio, através de parque.natural.graciosa@azores.gov.pt.


Local: Centro de Visitantes da Furna do Enxofre
Dia 21 de maio // 15h30






Fonte: Parque Natural da Ilha Graciosa

Nova "Hora do Ofício". Técnicas de Bordado - Workshop com Oldemira Aguiar


Realiza se de 18 de Abril a 29 de Junho na Associação de Artesãos da Ilha Graciosa, um workshop sobre as técnicas do bordado tradicional da ilha.

"O bordado é uma prática feminina e artesanal que já foi intrínseca ao quotidiano doméstico. Era um património naturalmente recebido e transmitido pelas mulheres da família, que passavam horas a bordar, num trabalho único, minucioso de perfeição e dedicação.
O reconhecido valor dos bordados dos Açores e a consequente procura, fizeram crescer alguns núcleos de produção em várias ilhas, como em São Miguel e na Graciosa. Mantendo-se até hoje em funcionamento, empregando processos tradicionais, preservam os bordados como elementos representativos do património cultural.

A estampagem, o bordado e a engomagem, são as três fazes da execução da arte de bordar, sendo elementos essenciais a qualidade do linho, a harmonia do desenho, a variedade dos pontos e a perfeição da sua execução.
Quanto aos utensílios, para além da agulha e da tesoura, a bordadeira necessita de um dedal, de um furador e de um bastidor, para facilitar bordar certos pontos no linho."




Fonte:https://www.facebook.com/centroregionaldeapoioaoartesanato/photos/a.384774541655939.1073741829.384248721708521/811539985646057/?type=3&theater

Queijadas no El Corte Inglés


As Queijadas da Graciosa estão entre os produtos açorianos que, em resultado de uma parceria entre o Governo dos Açores e o El Corte Inglés Portugal, vão estar em grande destaque, entre 15 e 28 de abril, em espaços exclusivos nos supermercados deste grupo espanhol em Lisboa e em Vila Nova de Gaia. 
A campanha, desenvolvida pela Vice-Presidência do Governo, através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), terá o seu início oficial com um 'showcooking', em Lisboa, a cargo do chef açoriano Alfredo Alves, que dará a provar algumas iguarias das diferentes ilhas. 
Nos supermercados de Lisboa e de Vila Nova de Gaia estarão disponíveis algumas centenas de referências, desde carnes a produtos lácteos, com destaque especial para os queijos açorianos, até aos vinhos, sobretudo os da ilha do Pico. 
Em destaque estarão também os chás da ilha de S. Miguel e as queijadas D. Amélia, da ilha Terceira, as da Graciosa e as de Vila Franca do Campo, bem como os bolos lêvedos de S. Miguel. 
Ao longo de 15 dias, as nove ilhas dos Açores estarão representadas pelos seus produtos, numa mostra que abrange diferentes produtos do setor agroalimentar e que contará com a presença de promotores que, para além da sua venda direta, vão realizar diariamente sessões de degustação. 
Paralelamente, o Restaurante do EL Corte Inglés de Lisboa promoverá jornadas gastronómicas com menus de pratos típicos dos Açores, como, por exemplo, polvo guisado à açoriana e lagarto à micaelense, de S. Miguel, boca negra frita com batata-doce e curtume, de S. Jorge, e alcatra com massa sovada, da Terceira, entre outros. 


Fonte:http://www.rtp.pt/acores/graciosa-online/queijadas-no-el-corte-ingles_50042

Baia da Folga - Graciosa PR3GRA



Este percurso tem início no centro da freguesia da Luz, próximo do Império local, na zona Sul da ilha.
Comece por descer a estrada regional por 600m e vire à direita na canada de terra batida. Siga as marcas que o irão conduzir na vereda, por entre algumas curraletas de vinhas e outras plantações, até chegar próximo do mar.
Siga o atalho costeiro por entre exemplares de cubres (Solidago sempervirens), salgueiros (Tamarix africana) e a endémica bracel-da-rocha (Festuca petraea) até ao Portinho da Folga.
Categoria - Linear
Dificuldade - Fácil
Extensão - 2.1 km
Tempo Médio - 1h










Fonte: http://trilhos.visitazores.com/pt-pt/trilhos-dos-acores/graciosa/baia-da-folga

Agenda Cultural de Abril - Museu Ilha Graciosa



O Museu da Graciosa deu a conhecer a agenda cultural de Abril, com destaque para as exposições e o teatro.
A peça em destaque este mês é um arado de 12 juntas, em Madeira e ferro, datado dos anos 50, séc. XX, que servia para lavrar a terra. Esta peça foi doada ao Museu por António Maria da Cunha, dos Fenais, Freguesia de São Mateus.
Na agenda cultural de Abril destaca-se, até ao final do mês, a exposição “Memórias da Ilha Graciosa”, constituída por um conjunto de fotografias das quatro freguesias, sobre  saberes, costumes e outros acontecimentos de memória coletiva graciosense.
No mês de Abril há destaque para o teatro, com o monólogo PERSONA, sete  personagens à procura de um ator, a 10 de Abril, pelas 20h30 no Centro Cultural e é integrado na Temporada de Teatro da Ilha Graciosa, uma iniciativa do grupo A Semente. No decorrer da mesma iniciativa, a 24 de Abril, o grupo O TACCO, de Vila do Conde, apresenta A herança de Faustino Miséria, uma comédia teatral, com encenação de Afonso Carvalho.
O Museu da Graciosa colabora com o municipio nas celebrações do 25 de Abril, num espectáculo de comemoração do 42º aniversário desta data.
Na agenda cultural de Abril destaca-se ainda, no dia 7, a evocação do Dia Nacional dos Moinhos, com a abertura do Moinho de Vento, das 14h00 – 17h00, com entrada gratuita.
A 18 de Abril, 9h30, o Museu vai à Escola com a exposição Memórias da Ilha Graciosa, com orientação do Director do Museu
Integrada na comemoração do Dia Internacional do Monumentos e dos Sítios, subordinado ao tema Desporto, um património comum, a 18 de Abril, 2ª feira, pelas 20h30, no Museu da Graciosa, realiza-se uma tertúlia intitulada Contributos para a história do desporto na Ilha Graciosa, seguida de uma visita a dois clubes de Santa Cruz. 





Fonte: http://www.radiograciosa.com/