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Turismo dos Açores/ATA premiada como o terceiro melhor stand na feira Birdfair em Londres





A Turismo dos Açores/ATA foi premiada como terceiro melhor stand na feira Birdfair, na categoria de viagens e turismo em Inglaterra.
De 18 a 20 de Agosto decorreu a maior feira de observação de aves da Europa. A BirdFair decorre anualmente no Reino Unido, em Rutland, com uma média de 20.000 visitantes e aproximadamente 300 expositores. Esta feira, onde a procura pelo destino Açores é elevada, engloba essencialmente a promoção da atividade de observação de aves, havendo, no entanto, a procura noutras actividades como a observação de cetáceos ou os percursos pedestres.
A Turismo dos Açores / ATA esteve presente na feira, com um stand juntamente com a presença de dois técnicos de informação turística dos Açores. Para esta distinção os critérios avaliados foram vários, nomeadamente a concepção visual do stand, a atitude, presença, atendimento e qualidade da informação prestada pelos representantes do destino. Este é um prémio que os Açores repetem, após em 2015 já terem sido premiados. A ATA pretende desta forma dar continuidade à promoção deste produto turístico, mantendo a aposta em produtos de nicho num destino de natureza, elevando sempre a qualidade de informação por quem procura os Açores. 
A Turismo dos Açores/ATA tem como missão promover a Região Autónoma dos Açores como destino turístico de Natureza, com uma forte componente experiencial, nos mercados emissores estratégicos, por forma a aumentar de forma sustentada o volume de dormidas em todas as ilhas do Arquipélago, bem como o aumento de receitas para todos os stakeholders do sector.



Fonte:http://www.correiodosacores.info/

Portugal é “melhor” e “mais bonito” vezes infinito. Agora são os Açores




Os European Best Destinations distinguiram o país com mais um prémio, desta feita para a paisagem mais bonita. Vale do Douro também está na lista.
Depois do melhor destino europeu, da melhor praia e da melhor piscina, os prémios do European Best Destinations (EBD) continuam a chegar a conta-gotas: desta vez, foram eleitas as melhores paisagens da Europa, e os Açores encontram-se em primeiro lugar. O Vale do Douro também está na lista, na 11.ª posição.
Para o EBD, os Açores são um “grupo de nove ilhas vulcânicas” que oferecem “paisagens de cortar a respiração”. “É um destino perfeito para os amantes da Natureza e de caminhadas. No meio do oceano Atlântico, a mais de 1400 quilómetros estão os Açores”. O EBD recomenda visitar os Açores no período entre Abril e Setembro, e visitar a Lagoa do Fogo, as Furnas e as plantações de chá.
Quanto ao Vale do Douro, “esplêndido nas fotografias”, o EBD deixa a nota: “descobri-lo vai deixá-lo sem palavras”. “Nenhuma fotografia ou vídeo consegue fazê-lo sentir a beleza da paisagem classificada como património mundial da Unesco”. Recomendada está a tradicional prova dos vinhos.
França é o país mais representado, com três paisagens na lista: Bonifacio, na ilha de Córsega, o Mont Saint-Michel e o vale Dordogne.
No site do European Best Destinations é possível consultar várias listas que premeiam as mais variadas categorias. O que não se sabe é a data de cada nomeação nem se irão existir mais categorias (e se Portugal vence mais alguma).
As paisagens mais bonitas da Europa
11.      Açores, Portugal
2.      Ilha Galesnjak, Croácia
3.      Hallstatt, Áustria
4.      Bonifacio, France
5.      Mont Saint-Michel, França
6.      Toscana, Itália
7.      Cataratas do Reno, Suíça
8.      Glaciar Svartissen, Noruega
9.      Vale Dordogne, França
10.  Região Mullerthal, Luxemburgo
11.  Vale do Douro, Portugal
12.  Ilhas Faroé, Dinamarca
13.  Meteora, Grécia
14.  Positano, Itália
15.  Floresta Hallerbos, Bélgica
16.  Bled, Eslovénia
17.  Oludeniz, Túrquia
18.  Ilhas Lofoten, Noruega

   Fonte: http://fugas.publico.pt/



World Travel Awards








Os Açores estão de novo nomeados para o melhor destino insular da Europa. Deixe o seu voto na página oficial dos World Travel Awards emhttp://bit.ly/2pC2CsU.



Fonte:https://www.facebook.com/VisitAzores.travel/





















Decanter Destaca Vinhos da Azores Wine Company







A revista inglesa Decanter, uma das publicações sobre vinhos influentes da Europa, vai destacar na sua edição de fevereiro de 2017 os vinhos de Azores Wine Company e a potencialidade da ilha do Pico no setor vitivinícola.
A reportagem tem a assinatura da inglesa Sarah Ahmed, crítica de vinhos, considerada como uma das especialistas “par excellence”da revista Decanter, sendo a presidente regional para Portugal no Decanter World Wine Awards, o maior e mais prestigiado concurso de vinhos do mundo.
Além do site www.thewinedetective.co.uk,  Sara Ahmed escreve ainda para várias revistas de referência, incluindo The World of Fine Wine.
Na ilha do Pico, Sara Ahmed inteirou-se da atividade e do investimento que está a ser realizado pela Azores Wine Company, empresa que presenteou a escritora com um jantar onde estiveram presentes produtores de vinho da ilha.

Fonte: Magazine Triangulo


Ana Cabrita

Novo Hotel na Ilha do Pico










Grupo de empresários quer investir 6 milhões de euros na construção de um hotel no Pico.
O grupo liderado pelo presidente da Câmara do Comércio e Indústria da Horta, Carlos Morais,pretende construir um hotel na ilha do Pico, a nova unidade hoteleira, a construir na zona da Areia Larga, concelho da Madalena, será de quatro estrelas e 83 quartos, com vista para a montanha do Pico e também para a ilha vizinha do Faial.O projecto para a construção da nova unidade hoteleira é entregue hoje na Câmara Municipal da Madalena, que terá agora de analisar o documento e solicitar pareceres a várias entidades públicas, com vista à sua aprovação e eventual financiamento. A sua abertura está prevista para 2019
Se é este o projecto que está nas intenções destes empresários para construir na zona da Areia Larga em plena zona das vinhas, acho algo fora do sitio e do lugar e nada adequado ao património local paisagístico e cultural. Espero que se pense muito bem no que se vai ali construir. A construir que seja de acordo com todas as regras e com bom senso. Não se pode hipotecar uma paisagem única e classificada para um suposto desenvolvimento forçado a betão. Não faltam zonas na Madalena e nesta ilha para se construir unidades hoteleiras deste género.

Fonte: Ilhas Do Triângulo



Açores, um Destino Europeu no Meio do Atlântico




A proposta do Governo dos Açores para o setor do turismo até 2020 passa por uma maior afirmação do arquipélago no plano nacional e por uma aposta na marca “um destino europeu no meio do Atlântico”.
A intenção é a de aproveitar o enorme potencial  turístico dos Açores, assente nas belezas naturais associadas à autenticidade da história e tradições da sua população, beneficiando da projeção dos muitos prémios e distinções recebidas, como o Quality Coast Platinum Award.
Nos últimos quatro anos, o Destino Açores encontrou a sua identidade enquanto região turística, fortemente alicerçada na natureza experimental de cariz ativo e conseguiu posicionar-se favoravelmente face a segmentos de procura que podem satisfazer as suas aspirações em matéria de recursos naturais, culturais experienciais.

Fonte: Magazine Triangulo

Ana Cabrita

CVIP Aposta nos Espumantes






Depois dos vinhos brancos e tintos, a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico (CVIP) vai apostar nos espumantes. O objetivo traçado pela CVIP é claro: aumentar a gama de produtos e alargar o nicho de mercado. Neste sentido, depois da consolidação dos vinhos tintos e sobretudo brancos, e depois de ter lançado em 2015 o primeiro espumante natural , o Petnat, a cooperativa vai apresentar em 2017 um novo espumante baseado no método tradicional.
A CVIP acredita que este novo espumante pode ser uma mais valia e pode beneficiar das excelentes condições existentes nos Açores para este tipo de vinhos, num mercado que está em franco crescimento.
Para além dos espumantes, a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico está também a preparar o lançamento do Frei Gigante reserva, vinho que sofreu alguns aperfeiçoamentos em relação à última colheita, numa aproximação ao estilo dos vinhos franceses.


Fonte: Magazine Triangulo


Ana Cabrita

Museu Militar dos Açores promove exposição sobre fortificações da ilha de São Miguel

O Museu Militar dos Açores inaugura, este ano, uma exposição dedicada às fortificações presentes na ilha de São Miguel, um património que em alguns casos está em muito mau estado, pelo que importa alertar consciências, foi hoje comunicado.
“Queremos levar ao público tudo o que é fortificação e micro fortificação, para já, em São Miguel, com base em maquetes que vão demonstrar aquilo que era e o que existe neste momento”, declarou à agência Lusa o Diretor do Museu Militar dos Açores, Tenente-coronel Manuel Marcha.
Sem adiantar a data de inauguração, o responsável desenvolveu que a exposição contará, também, com desenhos originais, plantas e fotografias deste património presente ao longo da costa da maior ilha dos Açores.
“Alguns fortes já estarão num estado irrecuperável, outros nem por isso. O que é preciso é levarmos lá as pessoas, para que se preocupem com o que lá está e lhes possam dar a tal dignidade que é preciso”, considerou Manuel Marcha, estimando que existam cerca de 30 fortificações na ilha de São Miguel.
Em agosto de 2013, o historiador da Universidade dos Açores Carlos Riley alertou para a existência na baía do Rosto de Cão, na freguesia de São Roque, de três fortificações em ruínas, um património arquitetónico militar em estado de "degradação" que “deveria ser recuperado e valorizado”.
“Esta parte rasa da costa sul de São Miguel constituída pela zona das praias, nos arredores de Ponta Delgada, era do ponto de vista militar o mais vulnerável a ataques, nomeadamente no que concerne ao desembarque das forças invasoras, o que explica a grande densidade de fortificações costeiras, das quais, hoje em dia, são apenas percetíveis três elementos, todos eles em ruínas”, disse, na ocasião, Carlos Riley.
Para o Diretor do Museu Militar dos Açores, haver conhecimento do que existe é “o primeiro passo para fazer algo” e este é “o grande objetivo da exposição”, que poderá ter depois réplicas, uma vez que também existem fortificações noutras ilhas dos Açores.
Manuel Marcha destacou, ainda, o facto de os Açores terem uma das maiores densidades de fortificações de país, uma vez que, face à sua localização geográfica, eram ponto de paragem para as naus vindas do Índia, por exemplo, que importava defender de piratas e corsários.
 
 



Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-militar-dos-acores-promove-exposicao-sobre-fortificacoes-de-sao-miguel
 
Patrícia Machado

Fajã do Santo Cristo vai ter parque de campismo e trilhos recuperados

A fajã da Caldeira do Santo Cristo, na ilha de São Jorge, beneficiará de um parque de campismo e trilhos recuperados, segundo um contrato entre o Governo Regional e o Município da Calheta.
O contrato, financiado na totalidade pelo executivo açoriano, propõe a recuperação e remodelação dos trilhos tradicionais no interior desta fajã, bem como a instalação de uma zona de apoio, acolhimento e descanso para os visitantes que percorrem os trilhos e acedem ao local.
A ilha de São Jorge possui mais de sete dezenas de fajãs, terrenos planos e férteis ao nível do mar que resultaram da acumulação de detritos na sequência de terramotos ou escoadas lávicas de erupções vulcânicas.
No passado dia 19 de Março, as fajãs foram classificadas como Reserva da Biosfera pela Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
À agência Lusa, o presidente da Câmara da Calheta, Décio Pereira, salientou a importância do investimento “no local de maior visitação da ilha de São Jorge e um dos mais visitados dos Açores”.
“Vai permitir a reabilitação dos arruamentos da fajã e evitar o campismo selvagem, num projeto integradíssimo na fajã”, mencionou Décio Pereira, referindo que o investimento deverá estar terminado dentro de ano e meio.
O autarca explicou que à fajã não se chega de carro, mas apenas a pé ou de moto quatro, adiantando, por outro lado, que “é uma fajã virada a norte da ilha, pelo que poderá haver dias cujas condições meteorológicas impossibilitem a execução dos trabalhos”.
Décio Pereira destacou que o projeto “respeita a arquitetura do lugar”, assegurando ainda que “não vai haver inovações, nem prejudicar a imagem da caldeira”.
Neto Viveiros esclareceu que na parceria com o município da Calheta está contemplada a recuperação dos trilhos, “pavimentando-os com pedra característica do local”, assim como uma zona de apoio aos visitantes que inclui um pequena área para campismo, balneários e bar.
Considerada um santuário do bodyboard e do surf, esta fajã é também o único local nos Açores onde se desenvolvem amêijoas.
 
 
 
 
 
Fontes:http://www.acorianooriental.pt/noticia/faja-do-santo-cristo-vai-ter-parque-de-campismo-e-trilhos-recuperados / http://www.visitazores.com/en/the-azores/places-to-visit/landscapes/sao-jorge/faja-da-caldeira-de-santo-cristo


Patrícia Machado

Pico vai ter Casa dos Vulcões com simulador de sismos e viagem ao centro da Terra

A ilha do Pico, beneficiará de uma Casa dos Vulcões, investimento de dois milhões de euros que abrange um simulador de sismos e uma cápsula sensorial para permitir viajar ao centro da Terra.
Na apresentação do projeto, no Centro de Interpretação da Paisagem da Cultura da Vinha, no concelho de São Roque do Pico, o Secretário Regional do Ambiente, Neto Viveiros, explicou que a obra pretende, “com base em critérios científicos e adaptado ao turismo de preservação, oferecer uma maior divulgação do património geológico dos Açores e de toda a sua geodiversidade, presente em vulcões, grutas e outras paisagens vulcânicas”.
Neto Viveiros declarou que a obra ficará “em pleno núcleo da Paisagem Protegida da Cultura da Vinha da ilha do Pico, classificada pela UNESCO [Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura] como Património Mundial” e “enquadrada pela montanha do Pico, simultaneamente o mais jovem e o maior vulcão poligenético dos Açores (resultou de várias erupções ao longo do tempo), o ponto mais alto de Portugal e o terceiro maior vulcão do oceano Atlântico”.
Quanto à exposição permanente da Casa dos Vulcões, “foi idealizada tendo por base um conjunto de módulos que contam a história dos vulcões dos Açores e do mundo”, adiantou o secretário regional da Agricultura e Ambiente.
Haverá uma “cápsula sensorial constituída por um domo geodésico representando um veículo destinado a realizar viagens imaginárias ao centro da Terra e onde serão efetuadas projeções audiovisuais sobre o poder dos vulcões”.
Neto Viveiros realçou ainda um “simulador de sismos que permite simular, com grande realismo, sismos já ocorridos”.
Cada “experiência sísmica dura 90 segundos e é acompanhada de imagens e sons”.
“O simulador sísmico pode também ser utilizado como dispositivo pedagógico, no sentido de familiarizar as pessoas, particularmente as mais novas, com os fenómenos sísmicos e com as medidas de precaução e respostas básicas perante a ocorrência deste tipo de eventos”, acrescentou o responsável.
O projeto contempla ainda uma área educativa, denominada “Cantinhos dos Vulcões”, o que vai tornar o espaço “não apenas um centro de interpretação orientado para os turistas e público em geral, mas também um espaço de conhecimento e aprendizagem dirigido aos mais novos, onde serão desenvolvidas práticas cognitivas específicas, incluindo uma oficina de desenho, modelação e impressão 3D”.
O concurso público para a construção da Casa dos Vulcões, que integrará a rede regional de centros ambientais, vai ser lançado nos próximos dias. Tem um prazo de execução de 450 dias.
 
 
 
 

Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/pico-vai-ter-casa-dos-vulcoes-com-simulador-de-sismos-e-viagem-ao-centro-da-terra
 
 
Patrícia Machado

Novas áreas de reserva à pesca no canal Pico-Faial vão ter monitorização científica






O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, na Horta, que a criação e gestão de áreas marinhas protegidas é um "objetivo central” do Governo dos Açores para o setor das pescas, salientando que a primeira medida do Eixo I do documento estratégico ‘Melhor Pesca, Mais Rendimento’ é, precisamente, a criação e gestão de áreas marinhas protegidas.

Fausto Brito e Abreu falava na assinatura de um protocolo para a monitorização científica das áreas de restrição à pesca em redor do Faial e do Pico, no seguimento da publicação, a 21 de junho, de uma portaria que estabeleceu regras específicas para o exercício da pesca nas áreas marinhas destas ilhas, nomeadamente nas áreas do Monte da Guia, ilhéus da Madalena e Baixa da Barca.

Através deste protocolo, assinado pelas direções regionais das Pescas e dos Assuntos do Mar, IMAR, Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores (APEDA) e Associação de Armadores de Pesca Artesanal da Ilha do Pico (AAPAP), serão disponibilizados anualmente relatórios sobre a evolução do estado dos recursos marinhos naquelas áreas, que serão partilhados com as associações de pescadores, que farão o acompanhamento de todo o processo.

Brito e Abreu frisou que “foi a APEDA que, durante o processo de consulta pública sobre esta portaria, recomendou a monitorização científica do efeito destas áreas protegidas nos 'stocks' pesqueiros e ecossistemas marinhos”.

O Secretário Regional defendeu que, “se estas áreas foram bem geridas, todos têm a ganhar”, sustentando que “será importante para a pesca profissional, para a pesca lúdica, para a ciência e ainda para o turismo, em particular para os operadores marítimo turísticos”.

“Tudo faremos para que a operacionalização destes espaços traga um benefício líquido para o setor da pesca, que é ainda hoje na nossa Região a mais importante atividade económica que decorre no mar”, assegurou Brito e Abreu, referindo-se à fiscalização e à "sensibilização das pessoas que usam estas áreas”.

Para além das três novas áreas de restrição à pesca no canal Pico-Faial, este ano foram também criadas três novas áreas na Graciosa, designadamente na Baixa do Ferreiro, no Ilhéu da Praia e no Ilhéu de Baixo, e uma área em São Miguel, na Ribeira Quente.

No total, foram estabelecidas sete novas áreas de restrição à pesca nos Açores, adicionando assim mais 7.512 hectares à área dedicada à conservação dos recursos pesqueiros na Região.

A criação destas novas áreas resultou de um processo de participação ativa em que estiveram envolvidos dois serviços da administração regional, nomeadamente as direções regionais das Pescas e dos Assuntos do Mar, investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, bem como as associações que representam o setor das pescas nas respetivas ilha.

Fonte: http://www.azores.gov.pt/Portal/pt

Ana Cabrita



Projeto quer potenciar segmento de turismo de jardins nos Açores

Um projeto de investigação vai levar à criação de uma aplicação móvel para visitas aos jardins dos Açores e de uma página na Internet com o intuito de intensificar o segmento de turismo de jardins no nosso arquipélago.
“O que pretendemos é que haja uma possibilidade de investir mais nos jardins, para que seja um património reconhecido, suficientemente estimado e também possível de se transformar em produto turístico. Temos todas as potencialidades”, declarou Isabel Albergaria, investigadora responsável pelo projeto “Green Gardens Azores”, cuja entidade promotora é o Observatório de Turismo dos Açores (OTA), em colaboração com a Universidade dos Açores.
Este projeto, que agrega uma equipa pluridisciplinar, “visa também a conservação do património e vai ter a duração de três anos, com financiamentos de fundos estruturais e da região, nomeadamente da Direção Regional da Ciência e Tecnologia”, notificou a responsável.
Isabel Albergaria esclareceu que a ideia é "lançar as bases para potenciar o turismo de jardins" num arquipélago com um enorme potencial neste nicho de mercado e que pode ser uma mais-valia para combater a sazonalidade "muito característica" desta região.
A docente frisou que os jardins nos Açores apresentam várias particularidades, pois preservam "um sentido luxuriante", a presença de peças de água, como os lagos e tanques, árvores notáveis com um caráter monumental, um potencial ornamental com "uma flora subtropical essencialmente e muito centrada na Nova Zelândia e na Austrália, mas também do Extremo Oriente, do Japão e da China".
Segundo a docente da Universidade dos Açores, o projeto "já começou a recolher alguma informação para dar início às inventariações", que serão produzidas, inicialmente, num lote "relativamente reduzido" de jardins públicos e privados, na sua maioria em São Miguel, na Terceira e no Faial, mas podem ser desenvolvidas a mais espaços futuramente.
Este levantamento vai ocorrer sobre a botânica, equipamentos, a caracterização histórica destes espaços e dos solos, a fauna e avifauna, os levantamentos cartográficos e topográficos, as condições de acolhimento dos visitantes, referiu, defendendo que os Açores têm potencial para inteirarem redes internacionais de turismo de jardins.





Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/projeto-quer-potenciar-segmento-de-turismo-de-jardins-nos-acores
 
 
Patrícia Machado

E da Pedra se Fez Vinho






Há dez anos que a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico foi declarada património mundial pela UNESCO. A classificação abarca vinhas heróicas criadas em solos de rocha vulcânica e onde se produzem vinhos únicos, tal como o sistema de cultivo em currais de pedra de lava.

Nem sempre a fama fala mais alto. Numa altura em que a França ainda anda às voltas com a candidatura de Champanhe a património mundial e em que o Piemonte italiano - de onde saem os igualmente famosos espumantes de Asti - só há dias viu aprovada a classificação dos seus vinhedos, completa-se já uma década desde que a Paisagem Cultural da Vinha da Ilha do Pico consta da lista da UNESCO.

Foi em Suzhou, na China, que o Comité do Património Mundial aprovou a classificação do secular sistema de cultivo da vinha naquela ilha dos Açores, reconhecendo o valor de uma “paisagem extraordinariamente bela e feita pelo homem”. Mesmo que então uma grande parte da zona a classificar estivesse votada ao abandono. O plano de gestão proposto pelo governo regional propunha, precisamente, um conjunto concreto de acções para a sua revitalização, no qual terá nestes dez anos investido já cerca de cinco milhões de euros.

E o balanço é claramente positivo. Quem o garante é o actual responsável pelo Parque Natural do Pico, Manuel Paulino da Costa, no cargo há três anos. “Conseguiu-se aquilo que à partida se apresentava como o mais importante, que era estancar o abandono”, diz, explicando que, “ao mesmo tempo, foi já revitalizada uma boa parte da vinha" o que, em seu entender, terá deixado "garantidas as condições para que a zona se mantenha como paisagem viva”.

Mas não é só o cultivo da vinha. Os programas de incentivo incluem também a reabilitação de muros e construções e, nos dois últimos anos, tem-se verificado uma multiplicação do número de candidaturas aos apoios públicos àquela actividade. Efeitos da crise? “Também, seguramente”, concede o responsável, que aponta ainda para a crescente visibilidade deste património, para a cada vez maior afluência de turistas e ainda para o reconhecimento e valorização crescentes dos vinhos. E os números aí estão para o confirmar. Só no ano passado foram apresentados 50 projectos para revitalização e recuperação, ou seja quase metade dos 116 que surgiram durante os primeiros oito anos de funcionamento do sistema de incentivos. E neste ano, até há um mês atrás, tinham já dado entrada 15 novos projectos. Em muitos casos, incluem recuperação de antigas construções para turismo rural, o que para o director do parque representa a afirmação do projecto e a confiança no futuro por parte das populações.

No que respeita ao turismo os números são, de facto, animadores. Em 2011 registaram a chegada à ilha de cerca de mil visitantes, número que triplicou no ano seguinte a disparou já para os seis mil no ano passado. Não só, é claro, pela paisagem das vinhas, mas também pela observação de baleias e as caminhadas “à montanha”, como por aqui é sempre designado aquele que nos seus 2351 metros é o ponto mais alto de Portugal. Na zona classificada há três percursos pedestres, tendo o da Criação Velha sido recentemente incluído na lista dos dez melhores do mundo, num ranking organizado por uma revista inglesa da especialidade

Beleza secular
No relatório sobre a candidatura, os técnicos do Icomos – o órgão consultivo no qual se apoiam as decisões da UNESCO – deixaram escrito que “a paisagem da Ilha do Pico é reflexo de uma resposta única à cultura da vinha numa pequena ilha vulcânica. Esta paisagem extraordinariamente bela feita pelo homem, composta por pequenos campos limitados por muros de pedra, é o testemunho de gerações de pequenos agricultores que, num ambiente hostil, criaram um modo de vida sustentável e um vinho muito apreciado”.

Um legado que começou a ser construído já no tempo dos primeiros povoadores, no séc. XV. Foram as ordens religiosas, com saber acumulado noutras paragens, que para ali levaram culturas de tipo mediterrânico, como a vinha e a figueira.

A parte ocidental da ilha, inóspita e improdutiva porque dominada por solos de pedra de lava, permanceu, no entanto, praticamente abandonada. Foram, mais uma vez, os monges que aí começaram a erguer protecções para o plantio de videiras. E, com os seus conhecimentos de misturas de castas na fermentação, começaram a fazer vinhos muito apreciados, o que levou ao interesse das populações por essas áreas inóspitas para a produção de vinha.

A singularidade do cultivo resulta do complexo e geométrico reticulado de muros de pedra basáltica, que cria uma espécie de ninho protector onde cresce a videira. É o sistema de currais ou curraletas, que comunicam entre si por aberturas nas extremidades, permitindo a circulação dos trabalhadores. Há uma abertura em cada uma das extremidades da quadrícula, mas sempre desencontradas para assim impedir a circulação do vento e respectivos malefícios.

Foi, precisamente, para proteger a videira dos ventos e do rocio do mar que foram sendo levantados esse muros de pedra solta, uma obra de tal dimensão que, se dispostos de forma contínua, atingiriam duas vezes o perímetro da Terra, medido sobre a linha do Equador. Embora grande parte desta singular e secular vinha permaneça ainda hoje ao abandono, os muros lá permanecem intactos cobertos pela vegetação.

Para lá do singular sistema de produção, resultante da luta do homem contra as adversidades da natureza, a UNESCO valorizou também o facto de se tratar de uma paisagem cujo ordenamento foi, também ele, ditado pelo cultivo da vinha.

As zonas junto à costa foram ocupadas pela produção e às populações só era permitido instalarem-se nas cotas superiores, onde a plantação já era impossível. Dentro dos vinhedos só os conventos, as adegas e os solares dos grandes proprietários.

Também os pequenos cais e ancoradouros, por onde o vinho era escoado em direcção ao porto da Horta, os caminhos traçados na pedra por onde as pipas rolavam em direcção a esses cais - e por isso chamados "rola pipas" - integram o património classificado. O mesmo acontece com as rilheiras - sulcos paralelos cravados na rocha pelos carros de bois em torno dos currais –, com as construções associadas ao cultivo da vinha e com os poços de maré que as abasteciam de água.

Vinhas de pedra
Uma vinha heróica que resulta de um buraco cavado na rocha e onde é introduzida a planta por entre a pedra partida. A própria videira busca depois o sustento penetrando longamente por entre as lâminas de lava, daí resultando vinhos únicos e extraordinários.

Tão raros e apreciados que levaram a um rápido aumento da produção que, no séc. XIX, atingia as 12 a 15 mil pipas. Era, então, exportado para o Brasil, Índias, Alemanha, Inglaterra e Rússia. Diz-se até que era o vinho preferido dos czares, e o certo é que, quando o palácio real foi ocupado durante a revolução bolchevique, ai foi encontrada uma das mais preciosas colecções de vinhos do Pico.

O sonho de prosperidade ruiu com a praga de oídio e filoxera que, a partir de meados do séc. XIX, dizimou vinhas por todo o mundo. A produção rapidamente caiu para as 100 pipas e, com isso, veio o abandono e a emigração. Foi já na passada década de 50 que as autoridades lançaram um plano para a recuperação da vinha do Pico e de todas as tradições culturais a ela associadas - a vivência das adegas, as músicas e as festas populares com elas relacionadas.

À criação da adega cooperativa do Pico segue-se o Museu do Vinho e a organização anual da festa das vindimas, tudo complementado com medidas de protecção ao património. Nos anos 80 é criada legislação que protege a arquitectura tradicional associada à vinha e os núcleos de adegas e uma extensa área costeira passa a paisagem protegida.

Com a classificação da UNESCO é criado o Gabinete Técnico da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico, que dá origem ao plano de ordenamento que hoje enquadra e controla toda a actividade na zona.


Fonte: http://www.iloveazores.net

Ana Cabrita


Vítor Fraga destaca a grande dinâmica dos empresários do setor do turismo nos últimos anos






O Secretário Regional do Turismo e Transportes destacou a grande dinâmica dos empresários do turismo, que têm sabido acompanhar a evolução positiva deste setor ao longo dos últimos anos, nomeadamente incrementando "a oferta de alojamento em termos de quantidade, mas principalmente em termos de qualidade”.

Vítor Fraga, que falava na apresentação do projeto do aldeamento turístico 'Lava Homes', que será construído na zona da Terra Alta, na ilha do Pico, salientou a visão e ambição que este projeto representa, “apresentando-se claramente como uma oferta diferenciadora no conceito do alojamento na ilha do Pico e na Região”.

“Estamos perante uma área de implantação de 8.700 m2 que vai gerar 56 camas e não há qualquer dúvida da qualidade que este empreendimento irá impor na oferta turística na nossa Região”, frisou.

Para o Secretário Regional, este projeto surge não só da experiência e ambição dos seus promotores, mas também de outros fatores que têm influenciado o setor do turismo nos últimos anos no arquipélago.

“Vivemos uma época de grande desenvolvimento e de grande pujança do setor”, salientou Vítor Fraga, lembrando que “2015 afirmou-se como o melhor ano de sempre”, tendo a Região, pela primeira vez, e considerando todas as tipologias de alojamento, ultrapassado a barreira de 1,5 milhões de dormidas, o que representa um crescimento de 44% em três anos.

“Não deixa de ser relevante o facto de a Região estar a crescer mais do triplo daquilo que é o crescimento da média nacional. Mais concretamente, nós crescemos cerca de três vezes e meio a mais do que aquilo que o turismo cresce a nível nacional, olhando para os principais indicadores, que são as dormidas e os proveitos”, acrescentou.

Vítor Fraga salientou ainda que, ao nível da oferta de camas nos Açores, de 2012 para 2016, foi registado um crescimento de 22%.

"São mais 2.549 camas, o que totaliza, à data, 14.355 camas na nossa Região”, frisou.

No caso concreto do Pico, esta oferta, no mesmo período temporal, cresceu 36%, o que representa mais 385 camas, face às que existiam no final de 2012, ou seja, no início desta legislatura.

“Se olharmos também para a dinâmica que gera ao nível das empresas de animação turística, entre 2012 e hoje temos um crescimento de mais 153 empresas na Região. o que significa um crescimento percentual de 127,5%”, afirmou o titular da pasta do Turismo, acrescentando que, no caso concreto do Pico, são mais 11 empresas de animação turística que estão a operar, refletindo-se esta realidade na geração de riqueza e na criação e preservação de postos de trabalho.

Para Vítor Fraga, “estamos perante um setor que gera confiança nos empresários, que têm vindo a investir cada vez mais em projetos qualificadores da oferta”, alertando, no entanto, que “não devemos estar perante um fator de deslumbramento".

"Devemos ter os pés bem assentes no chão e ter consciência de que temos muitos e muitos desafios para vencer nos próximos tempos, nomeadamente ao nível daquilo que é a qualificação da oferta”, afirmou.

Para Vítor Fraga, os Açores estão, “a cada dia que passa, mais fortalecidos com o trabalho que é desenvolvido diariamente por todos, um trabalho conjunto que é feito por entidades públicas e entidades privadas".

"Estamos diariamente com ânimo e confiança revigorados para vencer os novos desafios com que nos deparamos permanentemente”, frisou o Secretário Regional.
Vítor Fraga destaca a grande dinâmica dos empresários do setor do turismo nos últimos anos


Fonte: http://www.azores.gov.pt/Portal/pt

Ana Cabrita


Livro sobre cultura centenária do chá dos Açores lançado em São Miguel

A Confraria do Chá do Porto Formoso, na ilha de São Miguel, lançou, na quarta-feira, dia 15 de junho, um livro sobre esta cultura centenária nos Açores, única na Europa, com o intuito assinalar o seu 10.º aniversário.
“Pretendemos publicar uma obra que tenha um duplo objectivo: comemorar os dez anos da Confraria do Chá do Porto Formoso, bem como colmatar a falta de sistematização e salvaguarda de factos relevantes em volta do chá, uma cultura centenária nos Açores”, disse à agência Lusa, o responsável pela direção da confraria e coordenador do livro, Virgílio Vieira.
A cultura do chá nos Açores remonta ao século XIX, época em que foi importada esta planta, tendo surgido a indústria de transformação a partir do ano de 1878. Mantêm-se hoje duas unidades, designadamente as fábricas da Gorreana e Porto Formoso, ambas no concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
Foram convidadas 23 personalidades para cooperar neste livro com prefácio de Machado Pires, professor aposentado e ex-reitor da Universidade dos Açores, sendo a capa da responsabilidade do pintor Tomaz Borba Vieira, a partir da obra Chá Seara, de Francisco Álvares Cabral.
De acordo com Virgílio Vieira, o futuro do chá nos Açores tem “boas perspetivas”, por ser um produto que pode inserir-se na economia verde.
De acordo com a docente universitária chinesa Sun Lam, que está a preparar um livro sobre o chá e também colabora nesta iniciativa, o produto dos Açores, pela sua “pureza” e por ser “deveras saudável”, pode ter um “novo futuro através da inovação da sua forma de apresentação, que permitirá o alargamento a possíveis novos mercados”.




 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/livro-sobre-cultura-centenaria-do-cha-dos-acores-lancado-em-sao-miguel /http://bagosdeuva.blogspot.pt/2008/11/caracterizao-pedolgica-da-cultura-do-ch.html