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Grupo realiza travessia a São Miguel, a pé, em quatro dias



Um grupo formado na rede social Facebook, composto por cerca de 1.500 membros, vai promover uma travessia da ilha de São Miguel, de este para oeste, através de trilhos pedestres, durante quatro dias.
 

“Esta ideia já existe há muitos anos e, desta vez, vai em frente, fazendo-se a travessia da ilha de São Miguel de este para o oeste, sem paragens, apenas para pernoitar”, declarou à agência Lusa Paulo Machado, administrador do grupo.
O grupo, que existe há cinco anos, visa “fomentar o gosto pela aventura e pedestrianismo”, combater o 'stress' e o sedentarismo do dia-a-dia, bem como promover um “maior conhecimento pessoal e de locais pouco conhecidos" da ilha de São Miguel, a maior do arquipélago dos Açores.
Paulo Machado referiu que já foi realizada uma iniciativa semelhante por parte da associação ecológica Amigos dos Açores, mas os participantes iam dormitar nas suas residências e retomavam a caminhada no dia seguinte, o que não acontece com este evento, uma vez que se dorme ao relento, em sacos-cama.
O responsável pela iniciativa disse que esta caminhada de quatro dias não está vedada apenas aos elementos do grupo, estando aberta a todos os potenciais interessados.
“Pretendemos chamar a atenção para a necessidade de termos na ilha uma grande rota de um trilho com cerca de 103 quilómetros, uma vez que há cada mais procura deste tipo de produto”, afirmou Paulo Machado.
Paulo Machado explicou que esta rota poderia compreender espaços “bastante interessantes” como o Pico da Vara, Pico do Ferro, Castelo Branco, Lagoa do Fogo, Ginetes, Sete Cidades e Ferraria, localidades onde já existem alguns trilhos mas que não se encontram ligados numa única rota.
O responsável defendeu a necessidade de criar mais trilhos oficiais na ilha, tendo exemplificado que dos cerca de 20 trilhos realizados pelo grupo, em 2016, apenas cinco detinham esta classificação.
Paulo Machado afirmou que para além de dormirem ao relento, os caminhantes que aderirem à iniciativa vão fazer a sua higiene pessoal em ribeiras, fatores que admite poderem ser desmotivadores para aderir à iniciativa.
Durante os quatro dias, os participantes vão caminhar diariamente cerca de 30 quilómetros por um período de 10 horas.
O responsável recordou já ter o grupo promovido uma travessia norte-sul da ilha de São Miguel, que “não é muito extensa e se realiza apenas num dia”, sendo esta uma dimensão "completamente diferente".


Fonte: Jornal Oriental

Dez mil trutas produzidas na Ilha das Flores em 2016








Os números foram avançados pela diretora regional dos Recursos Florestais, entidade responsável pela gestão das espécies piscícolas e de pesca em águas interiores, que assegura o fomento da pesca desportiva da truta através da realização anual de repovoamentos com peixes provenientes da reprodução artificial realizada nos postos aquícolas da Reserva Florestal de Recreio do Viveiro das Furnas (em São Miguel) e da Reserva Florestal Luis Paulo Camacho (nas Flores).


A pesca desportiva nas águas interiores do arquipélago constitui uma importante componente ao nível da oferta e também oaproveitamento dos recursos naturais da Região. Esta pesca é praticada apenas em São Miguel e nas Flores, as únicas ilhas que possuem lagoas e ribeiras com condições para a manutenção e pesca de espécies piscícolas.

Na ilha das Flores pode-se pescar truta nas ribeiras dos Moinhos, Além Fazenda, Fazenda, Silva, Urzela e Grande e na Lagoa da Lomba.


Fonte: Fórum da Ilha das Flores

7 Maravilhas de Portugal Aldeias




O Município de São Roque do Pico promoveu a candidatura do Lajido de Santa Luzia Às 7 Maravilhas de Portugal Aldeias!


Fonte:https://www.facebook.com/municipiosrp

Erosão na Ilha do Corvo







A montanha vulcânica Monte Gordo, na ilha do Corvo, nos Açores, denominada de Caldeirão, está a perder água devido a um processo de erosão que gerou fendas nos seus flancos noroeste e oeste.
"A caldeira do vulcão apresenta flancos de declives muito agudos, principalmente a noroeste e a oeste, resultantes da ação intensa de processos erosivos, quer marinhos, quer dos ventos", disse hoje à agência Lusa o diretor do Parque Natural do Corvo, Fernando Ferreira.
A caldeira do Corvo tem um perímetro de 2,3 quilómetros e uma profundidade de 320 metros, sendo o seu interior ocupado por vários cones que os populares afirmam representar cada uma das nove ilhas dos Açores, bem como por salpicos de lava.
A par da erosão marinha, a ilha do Corvo enfrenta ventos de noroeste e oeste que "acabam por afetar as vertentes do vulcão", agora "parcialmente perturbadas no flanco sul".
O responsável referiu que este é um processo "muito lento" de fustigação, que tem ocorrido ao longo de centenas de milhares de anos, e, há cerca de 20 anos, começou a provocar a abertura de fissuras por onde a água das lagoas do Caldeirão "está a perder-se".
"Em pleno inverno não se sente grande diferença, uma vez que chove muito e o Caldeirão mantém o elemento água que lhe dá encanto, mas no período de verão, em que a chuva escasseia, por vezes, como dizem os antigos, o caldeirão teria mais água", afirmou.
Fernando Ferreira declarou que o fenómeno "está estudado" pela Universidade dos Açores, bem como pelos serviços de recursos hídricos do Governo Regional, cujos técnicos se deslocaram ao local "por diversas vezes" e "perceberam que nada pode ser feito, porque é um fenómeno natural".
"Este é um processo que está em franco desenvolvimento e a erosão não dá tréguas", sublinhou.
Fernando Ferreira adiantou que, ao longo de centenas de milhares de anos, a ilha do Corvo, que teria 28 quilómetros quadrados, com base em estimativas baseadas em estudos geológicos, apresenta 17 quilómetros na atualidade.

"Porque a ilha não tem atividade vulcânica, as encostas vão sofrendo a erosão. Não sabemos se o processo vai estagnar ou terá uma evolução mais grave que fará o fenómeno atingir outras proporções", disse, para acrescentar que existem nascentes e poços no interior que têm ajudado a manter a água na caldeira.

Fonte: Jornal Diário De Notícias

Trilho Pedestre "9 Canadas da Ribeirinha - Oeste" - Inscrições abertas








25 de Março pelas 14h30
Distância 5 km
Grau de Dificuldade: Médio
Duração prevista: 3h00

O Trilho Pedestre "9 canadas da Ribeirinha" é um trilho homologado da rede regional. Neste percurso, iremos percorrer a parte oeste (Atalhada - Porto da Baixa).
Inscrições limitadas a 30 participantes.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com


Fonte: http://www.cm-lajesdopico.pt/

Furna da Ribeira Funda - Inscrições abertas










18 de Março pelas 14h30
Grau de Dificuldade: Médio

Duração prevista: 3h00

Visita ao interior deste tubo lávico na freguesia da Ribeirinha.
Inscrições limitadas a 10 participantes.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com
Parcerias: Parque Natural da Ilha do Pico / Os Montanheiros



Fonte : http://www.cm-lajesdopico.pt/

Montanha do Pico Integra Centro de Investigação Nacional









A montanha do Pico e as serras de Montesinho, em Bragança, e a da Estrela, na Guarda , foram as escolhidas para lançar uma Rede Nacional de Montanhas de Investigação para valorizar os recursos existentes.
O projeto pretende aproveitar o conhecimento científico para explorar e valorizar as áreas de montanha nas diferentes vertentes, desde a preservação, a agricultura, o clima, o património e o turismo científico.
As instituições de investigação como os politécnicos de Bragança e da Guarda e a Universidade dos Açores são  os parceiros nesta rede que arranca com três projetos-piloto .


Fonte: Magazine Triângulo


O que diz o Washington Post dos Açores? "Paraíso exótico" e "Éden intocado" são apenas dois exemplos.





A jornalista norte-americana Jeanine Barone mostra mais uma vez a sua paixão pelos Açores, agora num artigo publicado no Washington Post, esta semana.


"Um paraíso indomado a apenas algumas horas de avião dos Estados Unidos" é o título da peça.

Neste artigo a jornalista fala das qualidades e características do arquipélago, que se mantêm inalteradas pelo tempo.

Um "Éden" de praias de areia preta, cascatas grandiosas, lagos e estradas ladeadas por hortênsias, que levam a povoados típicos do Velho Mundo, são mais algumas ideias.

Há ainda referência às crateras, aos géisers e às águas termais destas ilhas, que ganharam novas acessibilidades turísticas com os voos de companhias low cost, como refere a jornalista.



Fonte: http://www.iloveazores.net

Trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes" - Inscrições abertas






O Município das Lajes do Pico está a organizar no mês de fevereiro o trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes".
Trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes"
Data: 18 de Fevereiro
Hora: 14h00
Distância: 5 Km
Grau de Dificuldade: Fácil
Duração prevista: 3h00

Não perca esta oportunidade e inscreva-se.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com

Fonte: https://www.facebook.com/


Açores, um Destino Europeu no Meio do Atlântico




A proposta do Governo dos Açores para o setor do turismo até 2020 passa por uma maior afirmação do arquipélago no plano nacional e por uma aposta na marca “um destino europeu no meio do Atlântico”.
A intenção é a de aproveitar o enorme potencial  turístico dos Açores, assente nas belezas naturais associadas à autenticidade da história e tradições da sua população, beneficiando da projeção dos muitos prémios e distinções recebidas, como o Quality Coast Platinum Award.
Nos últimos quatro anos, o Destino Açores encontrou a sua identidade enquanto região turística, fortemente alicerçada na natureza experimental de cariz ativo e conseguiu posicionar-se favoravelmente face a segmentos de procura que podem satisfazer as suas aspirações em matéria de recursos naturais, culturais experienciais.

Fonte: Magazine Triangulo

Ana Cabrita

Terceira: No Interior de um Vulcão







Descemos ao centro da Terra para mergulhar no interior de um vulcão, entre uma chaminé de vegetação luxuriante e grutas de rochas multicolores. Bem-vindos ao Algar do Carvão, ex-líbris da ilha.

Chove copiosamente lá fora e também aqui, dentro do centro do centro da Terceira, as pingas caem incessantes. Estamos no Algar do Carvão, principal ex-líbris turístico da ilha, uma das cavidades vulcânicas mais impressionantes do arquipélago. “É o único sítio do mundo onde conseguem ver o interior de um vulcão assim com estas características”, garante Mário Rosa, da delegação regional de turismo e nosso guia na Terceira. “Há outro parecido na Indonésia mas não é visitável.”

Visto de fora, no entanto, o Pico do Carvão passa despercebido entre os cerros vizinhos. Nada faz suspeitar que debaixo do verde e frondoso manto que se ergue à nossa frente se esconde um cone vulcânico perfeito, daqueles que nos povoam a imaginação desde que brincávamos com plasticinas. Para lá chegar, percorremos um túnel com paredes de betão, tão comprido e estreito que quase não lhe vislumbramos o fim. O tecto do corpo a centímetros do tecto do corredor. O ar, de repente húmido e gélido, arrepia os ossos, faz-nos subir o fecho dos casacos. Já nos sentimos dentro da Terra. Toupeiras a caminho de casa. Um corredor que nos aperta o espírito para deixá-lo a navegar de assombro quando se abre a sala do vulcão à nossa frente.

Quando entramos no interior da chaminé ficamos-lhe sensivelmente a meio: para cima, um cone de rochas multicolores e luxuriante vegetação vai-se fechando sobre as nossas cabeças, terminando num círculo aberto ao céu; para baixo, uma escadaria desce num ziguezague íngreme até duas câmaras vulcânicas. Está frio dentro da Terra, dentro do vulcão. E chove quase tanto como na rua. Pingas grossas que caem do tecto oco e das paredes permeáveis para ressoarem suaves à nossa volta. Vem de fora o bater ritmado do coração da Terceira.

Só mais tarde lhe veremos a respiração, as narinas fumegantes das Furnas do Enxofre a confirmar que, apesar de adormecida, ainda existe actividade vulcânica na ilha. Não têm a exuberância das furnas de São Miguel, mas ganham no enquadramento na paisagem natural. Um cenário quase esotérico, com fumarolas mergulhadas entre vegetação fofa e rochas lamacentas, que vão perdendo a cor, apagada pela composição química do enxofre.

Mas, para já, ainda estamos no avesso da Terra, na base do cone e primeiro “miradouro” do algar, onde um guia introduz os visitantes na história desta estrutura vulcânica. Terá sido formada em duas fases, a primeira há três mil anos, durante a grande erupção do “Pico Alto”, no aparelho vulcânico de Guilherme Moniz, já existente, e que derramou as suas lavas até grandes distâncias, formando sectores de rocha traquítica. Mais tarde, uma nova erupção, agora basáltica, rasgou o solo e a lava saiu, voltando depois a escorrer para dentro da cratera, quando a erupção parou abruptamente. Nas paredes, aponta, ainda conseguimos ver vestígios desta escoada, assim como zonas com grandes formas arredondadas, criadas pelas bolsas de gás que se formaram no interior e que explodiram nesta altura.

O primeiro relato de uma descida ao interior da garganta vulcânica data de 26 de Janeiro de 1893, com recurso a cordas, mas só em 1963 se iniciavam descidas organizadas, então já realizadas pelo grupo de jovens terceirenses que nesse ano fundaria Os Montanheiros, organização não governamental que gere turisticamente o Algar do Carvão e a Gruta do Natal (um túnel lávico com 700 metros de comprimento, localizado a cerca de seis quilómetros de distância, que não teremos tempo de visitar).
Em 1968 era inaugurado o primeiro túnel, entretanto alargado e consolidado a betão. E em 1973 era terminada a escadaria inicial de acesso aos diferentes patamares da cavidade, da chaminé vertical às duas câmaras que se abrem na base, vai enumerando o jovem guia. Desde 2006 que, no âmbito das celebrações do aniversário da associação, é realizada uma prova de resistência pela escadaria acima. Miúdos e graúdos numa subida em contra-relógio pelos mais de 300 degraus em pedra escorregadia, desde a superfície da lagoa interior à entrada do centro de visitantes.

Não nos tentamos a experimentar tal façanha. Preferimos ficar debruçados sobre o lago de águas pluviais que cobre o fundo da cavidade. Cerca de 80 metros de altura distanciam o topo da cratera do chão da lagoa. É nesta ala que ainda se encontram algumas estalactites e estalagmites de sílica amorfa, mas muitas destas formações de cor leitosa já desapareceram, arrancadas por visitantes. “Uns levavam como recordação, outros pensavam que poderia ter algum valor económico”, conta Mário Rosa. O mesmo terá acontecido com a maioria das pedras de obsidiana, rocha vulcânica de negro cristalino, considerada rara e semipreciosa.

O complexo do Algar do Carvão termina na “catedral”, uma sala de tecto abobadado com ares de gruta de presépio em tamanho real. Das colunas de som instaladas junto às paredes sai música clássica, testemunha da boa acústica do espaço, ocasionalmente utilizado para concertos e celebração de eucaristias. Antes de continuarmos o passeio até às furnas, Mário aponta para um buraco num recanto do tecto da sala. Daqui não se vê o fim da cavidade e, durante anos, especulou-se ser a entrada para outras câmaras vulcânicas. Quando finalmente conseguiram subir lá cima descobriram que o túnel terminava pouco depois; para sempre apelidado de “boca dos enganos”.

Sentimo-nos engolidos pelo vulcão, mais perto dos mundos imaginários do que da realidade que segue lá fora. Estaríamos prontos a continuar em Viagem ao centro da Terra, tal como sonhou Júlio Verne em 1864. Na obra do escritor francês, a aventura começa com a descida pelo interior de um vulcão na Islândia (onde existe uma afamada câmara magmática visitável próximo da capital) mas bem que podia ser aqui, imaginamos. Alex e o tio emergiram num vulcão na Sicília. E nós, onde iríamos terminar?


Fonte: in publico.pt / http://www.iloveazores.net



Ana Cabrita




Brigadas dedicadas “Ciência Cidadã” do OMA complementam Campanha SOS Cagarro 2016





A Campanha S.O.S Cagarro 2016, contou pela primeira vez com a ajuda das Brigadas dedicadas do programa “Ciência Cidadã”, concebido pela Direção Regional dos Assuntos do Mar (DRAM), em parceria com investigadores do Instituto do Mar e Departamento de Oceanografia e Pescas das Universidade dos Açores (IMAR – DOP/UAç), com o apoio dos Parques Naturais de Ilha (PNIs)” e do Observatório do Mar dos Açores (OMA). 
Estas brigadas dedicadas para além de auxiliarem no salvamento dos cagarros juvenis, também procederam à recolha informação com vista a ajudar a comunidade científica na criação de medidas de conservação da espécie.


Desde 1995, que o Governo Regional dos Açores realiza a Campanha S.O.S. Cagarro que tem como objetivo principal alertar a população açoriana para a necessidade de preservação desta espécie protegida.
Esta Campanha decorre anualmente entre 15 de outubro e 15 de novembro, período que coincide com a saída dos cagarros juvenis dos ninhos para o primeiro voo transoceânico.
Este ano e pela primeira vez a Campanha contou com o apoio das brigadas dedicadas do programa ‘Ciência Cidadã’ cujo objetivo não é só resgatar os cagarros através dos tradicionais salvamentos, mas também recolher dados e informação mais precisa e útil que auxilie a comunidade científica, a tomar medidas de conservação da espécie. 
A DRAM lançou o repto ao OMA que de imediato abraçou a ideia. “Como sabemos que as pessoas gostam destas iniciativas, aceitámos o desafio e em parceria com as investigadoras do IMAR-DOP/UAç organizamos as brigadas científicas de modo a que o maior número de dados válidos fossem recolhidos, ao mesmo tempo que partilhamos informação sobre esta espécie emblemática”, explicou a bióloga do OMA, Joana Cruz ao Tribuna das Ilhas (TI).
Assim, todos os dias entre 25 de outubro e 7 de novembro, altura em que os cagarros deixam os ninhos, duas equipas inscritas, compostas por cidadãos comuns, encontravam-se na Fábrica ao início da noite. “Depois de uma pequena explicação acerca da campanha, das aves, do porquê e como capturar as aves, cada equipa seguia um trajecto pré-definido, uma para costa norte e outra para a costa sul do Faial, capturando os cagarros que avistassem no percurso, recolhendo a hora e a posição GPS, bem como o avistamento de gatos”, esclarece a bióloga. 
TI integrou uma brigadas, acompanhando Noélia, uma das técnicas do OMA destacada para este programa. 19h30 era a hora marcada para o início da atividade. Após o briefing, a nossa equipa seguiu para o lado norte, desde a fábrica da Baleia até ao Porto Comprido, enquanto a outra percorreu o lado sul terminando no Capelo, com passagem pelo Aeroporto.
Lá seguimos viagem, a velocidade reduzida, com olhos postos na estrada, atentos a cagarros e gatos que avistássemos. Cerca de três horas e 77kms depois estava completo o nosso trajeto. Voltamos ao ponto de partida sem registo de cagarros, mas com oito gatos avistados. 
Segundo Joana Cruz, a importância de registar a presença destes felinos deve-se à problemática da predação de cagarros por parte destes animais. A bióloga esclarece que “este é já um assunto conhecido e ocorre não só na fase em que as crias estão sozinhas no ninho, havendo na ilha do corvo imagens de vídeo de gatos a matarem as crias no interior do ninho, mas também nesta fase em que as aves se encontram fragilizadas na beira da estrada”. 
“Em todas as noites que as brigadas percorreram os trajetos foram avistados gatos, tendo uma delas encontrado um a comer um cagarro”, revela. 

Fonte: http://tribunadasilhas.pt
 Escrito por Susana Garcia



Ana Cabrita

Algar do Carvão - Ilha Terceira











A chaminé vulcânica denominada Algar do Carvão, localiza-se no interior da ilha Terceira, na Caldeira Guilherme Moniz. Trata-se de um vulcão adormecido, que ao contrário do que se encontra noutros casos, não se apresenta completamente obstruído. A cratera apresenta 300 metros de diâmetro e uma profundidade de 100 metros terminando numa lagoa de águas límpidas. O interior desta cavidade vulcânica é constituído por duas abóbadas, revestidas por estalactites e estalagmites, resultantes do escoamento de lava, durante as actividades vulcânicas ali ocorridas. Foi em 26 de Janeiro de 1893 que pela primeira vez se efectuou a descida ao Algar do Carvão. Cândido Corvelo e José Luís Sequeira foram os primeiros, que recorrendo a cordas, se aventuraram a fazer essa descida. É considerada a cavidade vulcânica mais conhecida do Arquipélago dos Açores e foi classificada como Reserva Natural Geológica e posteriormente reclassificada como Monumento Natural Regional. Este local está integrado também na lista dos Sítios de Importância Comunitária para a região biogeográfica Macaronésica da Rede Natura 2000.


Fonte: Açores 9 Ilhas

Geossítios - Caldeira do Vulcão das Sete Cidades

Na ilha verde, a ilha de São Miguel, o vulcão poligenético das Sete Cidades está separado por uma caldeira de colapso de forma quase circular com 5,3 km de diâmetro médio. No seu interior, a Lagoa Azul e a Lagoa Verde dominam a paisagem, juntamente com os cones pomíticos, anéis de tufos e domos, e a freguesia de casas brancas.
No Vulcão das Sete Cidades ocorreram cerca de 17 erupções intracaldeira nos últimos 5.000 anos, o que o torna o vulcão central mais activo do arquipélago neste intervalo de tempo. A actividade intracaldeira tem sido essencialmente marcada por erupções traquíticas subplinianas e plinianas, algumas das quais com características hidromagmáticas. A última erupção intracaldeira data de há cerca de 500±100 anos B.P. e deu origem ao cone da Caldeira Seca.
 
 
A Lagoa das Sete Cidades foi eleita uma das 7 maravilhas naturais de Portugal na Categoria Zonas aquáticas não marinhas.
 
 
 
Fonte:http://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php?id_geositio=39/ http://www.cvarg.azores.gov.pt/vulcoes-activos/Paginas/vsetecidades.aspx
 
Patrícia Machado
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha - Ilha Terceira










Esta zona costeira encontra-se classificada como Reserva Natural dada a biodiversidade que encerra e à sua característica geológica, visto tratar-se de uma quebra por afundamento da placa rochosa circundante. Esta fajã situada na costa norte da ilha Terceira junto ao mar, numa zona conhecida por Biscoito de Agualva, é formada por campos de lava e altas arribas ao fundo das quais surge uma zona lacustre. Trata-se de um local de grande interesse ambiental do ponto de vista da fauna e da flora onde surge a protegida Erica azorica. Na Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha é possível observar uma grande quantidade de espécies locais e outras migratórias. Por este local passa o trilho pedestre das Baías do Norte e ainda se encontra o miradouro da alagoa que oferece uma panorâmica sobre toda a área envolvente a este local.



Fonte: Município da Praia da Vitória

Trilho Pedestre "Calheta de Nesquim"







No mês de novembro o Município das Lajes do Pico organiza o trilho pedestre "Calheta de Nesquim", na freguesia da Calheta de Nesquim.
Dia: 26 de Novembro
Horas: 14h00
Distância: 8Km
Grau de Dificuldade: Médio
Duração prevista: 3h00

É obrigatório a inscrição!!!
Apenas 30 lugares disponíveis.

Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com

Fonte: www.facebook.com/cmlajesdopico

Ana Cabrita



Trilho Melro Preto - Piedade









Estão abertas as inscrições para o Trilho Pedestre "Melro Preto - Piedade", organizado pela Câmara Municipal das Lajes do Pico.


29 de Outubro pelas 14h00
Distância 7Km

Grau de Dificuldade: Médio
Duração prevista: 3h00

É obrigatório a inscrição!!!

Apenas 30 lugares disponíveis


Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30)  ou do email desportocmlp@gmail.com



Fonte: http://cm-lajesdopico.pt
Ana Cabrita


World Surfing Games 2016

World Surfing Games 2016 / Sata Airlines Azores Pro

19 a 29 de outubro 

 Os World Surfing Games 2016 vão ter uma etapa nos Açores, com competição a nível individual e coletivo (por seleções), na qual se disputa o título mundial do Surf. Considerados os «Jogos Olímpicos do Surf», estas provas reúnem cerca 600 atletas oriundos de 42 países. No famoso Areal de Santa Bárbara, na Ribeira Grande, em São Miguel.



Fonte: http://agenda.acores2016.pt/outubro.html
Fonte da imagem: http://www.mytop.fm/acores-recebem-os-jogos-olimpicos-do-surf-em-2016/ 

Centro de divulgação do Nordeste promove fórum sobre turismo sustentável

O Centro de Divulgação Florestal do Nordeste, na ilha de São Miguel, promove hoje, dia 06 de outubro, um fórum sobre a renovação da Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS) nas Terras do Priolo, uma ave endémica da ilha de São Miguel.
Segundo o gabinete de imprensa do executivo açoriano, esta ação nasce no âmbito da recandidatura a este galardão internacional e tem como objetivo discutir iniciativas que serão desenvolvidas nos próximos cinco anos, de forma a promover a sustentabilidade do turismo numa área com cerca de metade do seu território inserido no Parque Natural de Ilha, incluindo os concelhos do Nordeste e da Povoação, em São Miguel.
Este programa envolve a apresentação dos resultados obtidos nos primeiros cinco anos de implementação da CETS e de um novo roteiro sobre a conservação nas Terras do Priolo, estando ainda programado um ‘workshop’ para definição de objetivos e ações, além de outras iniciativas.







Fonte:http://www.jornalacores9.net/regional/centro-de-divulgacao-do-nordeste-promove-forum-sobre-turismo-sustentavel/?cat=12

Patrícia Machado