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IX Festival de Música Antiga dos Açores

Esta é a IX edição do Festival de Música Antiga dos Açores. Com a participação de Stefano Molardi, diretor do consagrado agrupamento Accademia Barroca Italiana, solistas e coro, o Grupo Johann Sebastian Bach – Associação Musical propõe a revisitação da Johannespassion (BWV 245)  de Johann Sebastian Bach (25 de março). Outros eventos do certame são um concerto de soprano, alaúde e viola da gamba (1 de abril), bem como um seminário de técnica vocal, ministrado por Isabel Alcobia, docente de Técnica Vocal na Universidade de Aveiro (26-28 de março).
O primeiro concerto "Paixão segundo São João de JSBach" decorrerá na Igreja do Colégio dos Jesuítas de Ponta Delgada no dia 25 de março às 21:30. 
O Concerto de Canto, alaúde e viola da Gamba decorrerá em Angra do Heroísmo, na Igreja de N.ª Sr.ª da Guia do Convento de São Francisco no dia 1 de abril às 21:30. 

CONTACTOS PROMOTOR:

amjsbach@gmail.com



Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=17076

Visitas Guiadas ao Teatro Micaelense - São Miguel


Os participantes são guiados numa viagem ao Teatro Micaelense onde vão descobrir a sua história, características e bastidores.
Através desta visita, pretende-se que os visitantes reconheçam este espaço como um lugar onde se vive, se sonha, e se criam momentos de fruição estética, através da apresentação de espetáculos nas áreas da dança, música, teatro.
Conceção: Ana Almeida/TM
Duração: 1h30
Gratuito
Horário: Por marcação prévia
Público: M/6


CONTACTOS PROMOTOR:

Telefone: 296 308 340
Fax: 296 308 344
Email: teatro@teatromicaelense.pt

Ilha: São Miguel
Concelho: Ponta Delgada




Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=98



Museu Carlos Machado organiza oficina de cerâmica figurativa

A Direção Regional da Cultura, através do Museu Carlos Machado, promoverá de 24 a 26 deste mês, nos núcleos de Arte Sacra e de Santa Bárbara, em Ponta Delgada, a realização de uma oficina de cerâmica figurativa, orientada pelo ceramista Delfim Manuel, designada a participantes com conhecimentos em cerâmica.
As sessões decorrerão no dia 24, sexta-feira, das 14h00 às 17h00, no dia 25, sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 e, no dia 26, domingo, das 10h00 às 13h00.
Para inscrições e informações, os interessados devem contactar a equipa do Serviço Educativo do Museu Carlos Machado, através do telefone 296 202 930.
Nesta oficina, o Mestre Delfim Manuel passará conhecimentos sobre o movimento e a expressividade necessárias às figuras de barro que identificam o seu trabalho.
O espírito criativo, o talento de execução e a complexidade de elementos das suas obras, nomeadamente as de expressão religiosa, como os presépios e as custódias, fazem de Delfim Manuel um dos melhores ceramistas dos dias de hoje.
 

 
 
 
 
 
 
 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-carlos-machado-promove-oficina-de-ceramica-figurativa
 
 
Patrícia Machado

Workshops “Como gerir melhor o preço do meu hotel” percorrem os Açores


O Turismo de Portugal, em colaboração com a Direcção Regional de Turismo dos Açores promovem em três ilhas da região, workshops “Como gerir melhor o preço do meu hotel: a importância das variáveis na determinação do preço de venda”.
A importância das variáveis na determinação do preço de venda e as diferentes formas de maximizar as suas receitas, vão ser temas abordados pela empresa Blue Shift com quem, cada hotel poderá partilhar a sua experiência. No final da sessão, o Gabinete de Apoio Especializado às Empresas do Turismo de Portugal está também ao dispor para encontrar, com cada gestor, as melhores condições para a sustentabilidade do seu hotel.
Os workshops, que se enquadram na estratégia de maior aproximação entre o Turismo de Portugal e as empresas do sector, terão lugar no dia 21 de Fevereiro, em Angra do Heroísmo (Terceira), dia 22 em Ponta Delgada (São Miguel) e a 23 na Horta (Faial).




Fonte:https://www.turisver.com/workshops-gerir-melhor-preco-do-hotel-percorrem-os-acores/

Formação "Azulejaria de Fachada"



Formação de Azulejaria de Fachada de 09 a 11 de março de 2017 na Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, situada na Lagoa, São Miguel. 

Horário: 9 / 10 março - 2 horas, horário pós-laboral (18h30 - 20h30)
11 março - 2 horas (10h30 - 12h30) 1 hora após o almoço, ponto de encontro junto à fachada da antiga fabrica de Bernardino da Silva, junto ao Porto da Lagoa.


Formador: Francisco Queiroz


Fonte: Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira

Festival de cantorias ao desafio nos Remédios, em São Miguel

A Associação Cultural e Recreativa dos Remédios, com o apoio da Câmara Municipal da Lagoa e da Junta de Freguesia de Santa Cruz, irá realizar a 12.ª edição de cantorias ao desafio.
Esta iniciativa decorrerá de 17 a 19 deste mês e, além dos cantadores da ilha de São Miguel, haverá ainda integrantes de outras ilhas.
Da ilha de São Miguel estarão presentes os cantadores João Luís Mariano e Tiago Clara, da ilha Terceira Artur Miranda, Maria Clara e Fábio Ourique e da ilha de São Jorge o cantador Bruno Oliveira.
Como tocadores, este festival contará com Fernando Silva, Marco Silva, Renato Cordeiro e Toni Silva, sendo que no programa constam ainda as atuações do grupo da Conceição da Ribeira Grande, Tradições dos Remédios e do artista Fábio Ourique.
 
 










 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/festival-de-cantorias-ao-desafio-nos-remedios-1
 
 
Patrícia Machado

Ernesto Canto da Maia – Escultor açoriano

Ernesto do Canto Faria e Maia nasceu em 1890, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Açores, numa família culta e abastada. Em 1907, depois de acabar o liceu, viajou para Lisboa e matriculou-se no Curso Geral de Desenho da Escola de Belas-Artes, tendo como professores Ernesto Condeixa, José Luís Monteiro e José Alexandre Soares. Após terminar esta formação em 1911, inscreveu-se no curso de Arquitectura Civil, que abandonou logo no primeiro ano. Em 1912, participou no I Salão dos Humoristas Portugueses, apresentando um conjunto de pequenas estatuetas humorísticas de modelação espontânea que evocavam com um olhar crítico a frivolidade do quotidiano urbano e das grandes metrópoles.
Distante do gosto do público e das práticas académicas, nesse ano foi para Paris, onde foi aluno de Antoni Mercier (na Escola de Belas-Artes de Paris) e de Antoine Bourdelle (na Academia da Grand Chaumiére). Interessado em estagiar com James Vibert, escultor simbolista, Canto da Maia começou a frequentar a Escola de Belas-Artes de Genebra em 1914. Com a I Guerra Mundial (1914-1918) o escultor retornou à sua ilha, onde participou na XII Exposição da SNBA, em Ponta Delgada com a obra Tristeza (1915).
Um ano depois, mostrou na XIII Exposição da SNBA a grande estátua Desespero da dúvida, obra marcada pelo intenso realismo da figura, porém tratada plasticamente com um modernismo evidente. Ainda em 1916, Canto da Maia partiu para Madrid, onde trabalhou durante um ano no atelier do escultor castelhano Julio Antonio Rodríguez Hernandez. Nos anos seguintes regressou a Ponta Delgada – onde executou um conjunto de baixos-relevos para o Coliseu Micaelense (1917) e para o Palácio Jácome Correia (1918) – e a Lisboa, onde apresentou a sua primeira exposição individual no Salão Bobone (1919). Em 1920 foi para Paris, onde permaneceu até 1937, ano em que o eclodir da II Guerra Mundial o obrigou a regressar a Lisboa. O regresso a Portugal é marcado pelas encomendas oficiais, primeiro para o Pavilhão de Portugal na Exposição Internacional das Artes e das Técnicas da Vida Moderna (Paris, 1937), e depois para a Exposição do Mundo Português (Lisboa, 1940). Para estas exposições realizou retratos de grandes figuras da História de Portugal, como Infante D. Henrique (1937), Afonso de Albuquerque (1937) ou o grupo escultórico D. Manuel I, Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral (1940).
Em 1943, o escultor foi reconhecido publicamente com uma exposição retrospectiva organizada pelo Secretariado de Propaganda Nacional e um ano depois recebeu o Prémio de Escultura Manuel Pereira. Em 1946, Canto da Maia regressou a Paris, onde permaneceu até 1953. Nesse ano, voltou definitivamente para os Açores e integrou a representação de Portugal na 2.ª Bienal de Arte Moderna de São Paulo. Nos anos seguintes projectou alguns monumentos públicos e participa em diversas exposições, das quais se destacam a exposição “Arte Portuguesa do Naturalismo aos nossos dias” (Bruxelas, Paris e Madrid, 1967-68) e a exposição retrospectiva no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada (1976).
Ernesto Canto da Maia faleceu em Ponta Delgada, na sua terra natal, no dia 5 de Abril de 1981, com 91 anos de idade.
 

Escultor Ernesto Canto da Maia










 
Fonte:http://aarteemportugal.blogspot.pt/2012/08/ernesto-canto-da-maya-1890-1981.html/http://www.tuttartpitturasculturapoesiamusica.com/2015/12/Ernesto-Canto-Maia.html

Patrícia Machado

ECOLOGIC TRAIL RUN AZORES



"A organização do ECOLOGIC TRAIL RUN AZORES (ETRA) pertence ao Clube Desportivo Os Metralhas. Clube este, sediado na Escola Básica Integrada Canto da Maia, e como clube desportivo escolar que é, destina a maioria da sua atividade a jovens atletas desta Unidade Orgânica. Este nasceu em 1998 e tem Estatuto de Utilidade Pública.
Pretendemos realizar uma prova de trail com cariz ecológico. Esta especialidade do atletismo tem a sua essência em percursos que incluem inúmeras dificuldades, desde trilhos técnicos, muitas vezes inacessíveis de qualquer outra forma sem ser pedestre, zonas montanhosas com grandes declives, subidas de pequenos riachos com fundos rochosos, subida de pedras, e outros tipos de piso que podemos encontrar em terrenos acidentados - tudo isto condimentado com paisagens de excelência. Por vezes, a tecnicidade e dureza do trail running impede que os atletas consigam correr, tendo que caminhar, saltar, trepar e subir pedras. É tudo isto, e muito mais, o que quem se aventura neste tipo de provas poderá esperar.

O concelho da Ribeira Grande será novamente o palco escolhido para concretizar este projeto, que nasceu com o nome ECO TRAIL RUN AZORES e que agora se denomina ECOLOGIC TRAIL RUN AZORES.
O ECOLOGIC TRAIL RUN AZORES – Ribeira Grande, irá percorrer várias freguesias, tais como, Lomba da Maia, Maia (Lombinha da Maia), Porto Formoso, Ribeira Seca e Ribeirinha, terminando nas Caldeiras da Ribeira Grande. Para além das pequenas localidades, a corrida passará por ribeiras vivas, moinhos de água, plantações de chá (únicas na Europa), cascatas, pequenos portos de pesca, culminando num local de beleza indiscutível, onde estão colocados os famosos "buracos do cozido" onde se cozinha um prato típico de São Miguel."

Fonte: https://www.ecologictrailrunazores.com/blank-cjg9

Para mais informações e inscrições, visite: https://www.ecologictrailrunazores.com/



Romualdo Farias exibe "Impulsos" no Museu Municipal da Ribeira Grande

O Museu Municipal da Ribeira Grande, em São Miguel, receberá a partir do próximo dia 10 de fevereiro a exposição fotográfica "Impulsos", de Romualdo Farias, exposição que mostra mais de uma dezena de fotografias do autor.
Segundo uma nota mandada à comunicação social, a inauguração está agendada para as 19:00 horas e a exposição fica patente até ao próximo dia 6 de abril.
Romualdo Farias nasceu em 1978 e é natural da vila de Rabo de Peixe. Descobriu, em 2014, a paixão pela fotografia. Desde então, autodidata nesta arte, estudou técnicas em revistas da especialidade, na internet e em conversas com amigos fotógrafos.
Gosta de apreciar obras de vários artistas, áreas e estilos diferentes, de onde recolhe todo o tipo de influências. Na fotografia encontra um modo de meditação e de comunicação.
Expões os seus trabalhos maioritariamente em galerias virtuais como o Olhares e o Fineart-Portugal. Em 2016 expôs, individualmente, algumas das suas obras no hospital do Divino Espírito Santo e na Casa de Chá Pés Verdes. No mesmo ano, a convite da editora Almalusa, participou na coleção de livros de fotografia “Olhar Português” com um volume da sua autoria intitulado “Pelas Janelas da Alma”.







Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/romualdo-farias-expoe-impulsos-no-museu-municipal-da-ribeira-grande
 
 
Patrícia Machado

Teatro Micaelense apresenta "Cinzento e Negro"

O Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, expõe no próximo sábado, dia 21 de janeiro, numa parceria com o 9500 Cineclube, a longa-metragem "Cinzento e Negro", de Luís Filipe Rocha, sessão esta que contará com a presença do realizador.
A longa-metragem conta "a história de Maria, uma mulher traída pelo companheiro, David, quando este lhe rouba um saco de dinheiro e foge, refugiando-se na ilha do Pico", divulgou o Teatro Micaelense.
Produzido pela Fado Filmes, "Cinzento e Negro" conta com Luís Filipe Rocha ("A Outra Margem", "Adeus, Pai"), na realização e argumento, e com os desempenhos de Joana Bárcia, Miguel Borges, Filipe Duarte e Mónica Calle.
Em competição na edição de 2015 no Festival Caminhos do Cinema Português, saiu vencedor em duas categorias - Melhor Ator (Filipe Duarte) e Melhor Banda Sonora Original (Mário Laginha) - e foi ainda o filme vencedor do Festival de Cinema Figueira Filme Art, alcançando também os prémios de Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Argumento (Luís Filipe Rocha), Melhor Actriz (Joana Bárcia) e Melhor Fotografia (André Szankowski).








Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/teatro-micaelense-exibe-cinzento-e-negro
 
Patrícia Machado

Seis nomes assegurados para o festival Tremor com cartaz ainda por encerrar

A organização do festival Tremor, que decorrerá no próximo mês de abril, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, comunicou hoje a presença de mais seis artistas, que se reúnem, entre outros, aos Mão Morta, mas o cartaz ainda está por fechar.
"Neste momento, temos 40% do cartaz anunciado”, afirmou à agência Lusa Márcio Laranjeira, um dos diretores artísticos do Tremor.
No passado mês de novembro, a organização estimou que a 4ª edição deste festival, que se realizará entre 04 e 08 de abril, vai ter a presença dos Mão Morta, Norberto Lobo, Flamingods, Morbid Death e PMDS.
Agora, a estes nomes, o festival juntou BEAK>, Yves Tumor, Circuit des Yeux, Conjunto Corona, We Sea e Filipe Furtado.
Segundo Márcio Laranjeira, dentro de duas semanas serão comunicados mais nomes e, em meados do mês de fevereiro, “todo o cartaz estará apresentado”, destacando que são esperados nos cinco dias do Tremor aproximadamente 40 artistas.
Estes concertos vão ocorrer em vários lugares da cidade de Ponta Delgada e fora dela, incluindo “lugares secretos”, cuja divulgação acontecerá apenas no próprio dia, mas que podem ser numa loja ou uma piscina de água quente.
“Esta iniciativa é designada de ‘Tremor na estufa’ e decorre em lugares menos esperados”, anunciou, acrescentando que a anteceder o festival, em março, o “Tremor Tour” vai andar nas cidades de Lisboa, Porto e Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, com artistas açorianos para apresentar o trabalho destes.
Márcio Laranjeira declarou ainda que a organização do Tremor espera “manter ou aumentar o sucesso das outras edições”, quer ao nível do público e do reconhecimento, mencionando que o festival tem uma lotação limitada diária de 1.500 pessoas.
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/seis-nomes-confirmados-para-festival-tremor-com-cartaz-ainda-por-fechar


Patrícia Machado

Museu Militar dos Açores promove exposição sobre fortificações da ilha de São Miguel

O Museu Militar dos Açores inaugura, este ano, uma exposição dedicada às fortificações presentes na ilha de São Miguel, um património que em alguns casos está em muito mau estado, pelo que importa alertar consciências, foi hoje comunicado.
“Queremos levar ao público tudo o que é fortificação e micro fortificação, para já, em São Miguel, com base em maquetes que vão demonstrar aquilo que era e o que existe neste momento”, declarou à agência Lusa o Diretor do Museu Militar dos Açores, Tenente-coronel Manuel Marcha.
Sem adiantar a data de inauguração, o responsável desenvolveu que a exposição contará, também, com desenhos originais, plantas e fotografias deste património presente ao longo da costa da maior ilha dos Açores.
“Alguns fortes já estarão num estado irrecuperável, outros nem por isso. O que é preciso é levarmos lá as pessoas, para que se preocupem com o que lá está e lhes possam dar a tal dignidade que é preciso”, considerou Manuel Marcha, estimando que existam cerca de 30 fortificações na ilha de São Miguel.
Em agosto de 2013, o historiador da Universidade dos Açores Carlos Riley alertou para a existência na baía do Rosto de Cão, na freguesia de São Roque, de três fortificações em ruínas, um património arquitetónico militar em estado de "degradação" que “deveria ser recuperado e valorizado”.
“Esta parte rasa da costa sul de São Miguel constituída pela zona das praias, nos arredores de Ponta Delgada, era do ponto de vista militar o mais vulnerável a ataques, nomeadamente no que concerne ao desembarque das forças invasoras, o que explica a grande densidade de fortificações costeiras, das quais, hoje em dia, são apenas percetíveis três elementos, todos eles em ruínas”, disse, na ocasião, Carlos Riley.
Para o Diretor do Museu Militar dos Açores, haver conhecimento do que existe é “o primeiro passo para fazer algo” e este é “o grande objetivo da exposição”, que poderá ter depois réplicas, uma vez que também existem fortificações noutras ilhas dos Açores.
Manuel Marcha destacou, ainda, o facto de os Açores terem uma das maiores densidades de fortificações de país, uma vez que, face à sua localização geográfica, eram ponto de paragem para as naus vindas do Índia, por exemplo, que importava defender de piratas e corsários.
 
 



Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-militar-dos-acores-promove-exposicao-sobre-fortificacoes-de-sao-miguel
 
Patrícia Machado

Exposição "Do ferro ao fogo" no Museu Militar dos Açores

A exposição "Do ferro ao fogo - evolução e conceitos" está acessível ao público, no Museu Militar dos Açores, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel até ao próximo dia 30 de junho de 2017.
Segundo o museu, esta exposição integra "uma importante referência da evolução comparativa dos conceitos de armas brancas e armas de fogo entre os séculos XVI e XX".
"Desde a espada roupeira ('rapier') às baionetas contemporâneas, da espingarda de mecha à espingarda automática", a exposição abrange peças do património do museu e com a cedência provisória de peças do Núcleo de História Militar Batista de Lima do Museu de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
Aproveite para visitar esta interessante exposição.









Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/exposicao-do-ferro-ao-fogo-no-museu-militar-dos-acores / https://www.tripadvisor.com.br/LocationPhotoDirectLink-g189135-d4093466-i139886768-Museu_Militar_dos_Acores-Ponta_Delgada_Sao_Miguel_Azores.html
 
 
Patrícia Machado

Dia Internacional dos Migrantes - Teatro Micaelense


Local: Teatro Micaelense - Ponta Delgada, São Miguel
Entrada Livre



Programa:

19h00 - Sessão de abertura;
19h30 - Lançamento do Guia "Direitos e Deveres dos Imigrantes"
19h45 - Espetáculo Musical
Conservatório Regional de Ponta Delgada 
Ciro Costa
Associação de Cantares da Ilha de São Miguel
Coro em vários Sotaques - projeto "Tu existes, Tu contas"
Rafael Carvalho 





Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=12886

Festival de cinema "Arquiteturas" chega aos Açores

Os Açores vão receber hoje a extensão do "Arquiteturas Film Festival" de 2016, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, evento que aconteceu em Outubro, em Lisboa, e é promovido pela plataforma ‘Do You Mean Architecture’.
Segundo uma nota de imprensa, a extensão do festival resulta de uma parceria da Delegação dos Açores da Ordem dos Arquitetos, Cooperativa Cultural MaLA, Teatro Micaelense e 9500 Cineclube.
Esta é a segunda vez que o “Arquiteturas" chega aos Açores, tendo sido introduzido, em 2015, no festival de arte pública Walk and Talk.
No âmbito da iniciativa, que surgiu em 2013 com o lema “não há cinema sem arquiteturas”, serão exibidos documentários experimentais e de ficção inspirados pela arquitetura.
De acordo com a organização, os trabalhos exercem temas como a reabilitação dos velhos centros históricos, gentrificação dos bairros turísticos, construção de novos sentidos de comunidade, privatização do espaço público e emergência de novas formas de intervenção urbana.
A mesma fonte refere que serão exibidos os filmes premiados no festival, que contarão com a apresentação de Vera Beltrão, diretora de produção do “Arquiteturas”.
No final de cada sessão tem lugar um painel de comentadores formado por profissionais da arquitetura, gestão cultural, sociologia e jornalismo, que irão apresentar a sua perspetiva sobre os filmes.
Neste último dia do festival, quinta-feira, está agendada a exibição do prémio Novos Talentos, atribuído à 'curta' alemã "DGLR", de Antje Buchholz, e depois a curta portuguesa “Cais”, de Marta Covita, vencedora do prémio de melhor filme experimental, encerrando com o filme vencedor do prémio de melhor filme internacional, “A Cúpula”, um documentário de Sattel Volker.
 
 




Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/festival-de-cinema-arquiteturas-chega-hoje-aos-acores

Patrícia Machado

Geossítios - Caldeira do Vulcão das Sete Cidades

Na ilha verde, a ilha de São Miguel, o vulcão poligenético das Sete Cidades está separado por uma caldeira de colapso de forma quase circular com 5,3 km de diâmetro médio. No seu interior, a Lagoa Azul e a Lagoa Verde dominam a paisagem, juntamente com os cones pomíticos, anéis de tufos e domos, e a freguesia de casas brancas.
No Vulcão das Sete Cidades ocorreram cerca de 17 erupções intracaldeira nos últimos 5.000 anos, o que o torna o vulcão central mais activo do arquipélago neste intervalo de tempo. A actividade intracaldeira tem sido essencialmente marcada por erupções traquíticas subplinianas e plinianas, algumas das quais com características hidromagmáticas. A última erupção intracaldeira data de há cerca de 500±100 anos B.P. e deu origem ao cone da Caldeira Seca.
 
 
A Lagoa das Sete Cidades foi eleita uma das 7 maravilhas naturais de Portugal na Categoria Zonas aquáticas não marinhas.
 
 
 
Fonte:http://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php?id_geositio=39/ http://www.cvarg.azores.gov.pt/vulcoes-activos/Paginas/vsetecidades.aspx
 
Patrícia Machado
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Sabores de mais de 70 países reunidos em festival em Ponta Delgada

Sabores de mais de 70 países vão poder ser avaliados no Festival ‘O Mundo Aqui’, este fim-de-semana, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, numa iniciativa que quer criar e fortalecer laços entre os imigrantes e a comunidade.
Esta edição do festival “vai decorrer na Academia das Artes, em Ponta Delgada, e tem o objetivo de celebrar a diversidade cultural e promover a interculturalidade”, transmitiu hoje o presidente da Associação de Imigrantes nos Açores (AIPA), Paulo Mendes, em declarações à agência Lusa.
O festival, que se concretiza de forma contínua há oito anos, nasceu na sequência do programa de rádio “O Mundo Aqui”, que ajuda a sensibilizar a comunidade para a questão da imigração.
Na Academia das Artes estará disponível uma oferta gastronómica com pratos típicos de Cabo Verde, Ucrânia, Oriente, Brasil e Angola, contendo ainda um programa musical, dança, cozinha ao vivo vegetariana e um ‘workshop’ de iniciação à dança oriental.
O presidente da AIPA declarou ainda que existem mais de 70 nacionalidades nos Açores, estimando que residam no arquipélago mais de 3.500 imigrantes, vindos de Cabo Verde, Brasil, Alemanha, China e Guiné-Bissau, as comunidades com maior representatividade.
Paulo Mendes acrescentou que se registou uma diminuição dos fluxos migratórios para a região, decorrente da situação económica, indicando que muitos dos imigrantes se deslocam para os Açores através do reagrupamento familiar.
A entrada neste festival tem um valor de dois euros e o presidente da AIPA apelou à participação no evento que visa criar "uma corrente de valorização da diversidade cultural".
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/sabores-de-mais-de-70-paises-em-festival-em-ponta-delgada
 
Patrícia Machado

PASTÉIS DE ARROZ DA GRACIOSA SERÃO DEGUSTADOS NO IV FESTIVAL DE ARTESANATO DOS AÇORES – PRENDA

O IV Festival de Artesanato dos Açores – Prenda, que decorre entre 24 e 27 de novembro, no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada, conta com a participação de mais de meia centena de artesãos e empresas artesanais de todo o país.
Este festival, que tem entrada livre, é uma iniciativa da Vice-Presidência do Governo, através do Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA), assumindo-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional, das culturas locais e da venda do artesanato tradicional e contemporâneo dos Açores.
O programa do festival, além da parte expositiva, contempla workshops, espetáculos de música e de teatro de marionetas.
As 52 unidades produtivas artesanais presentes nesta iniciativa vão apresentar produtos ligados aos artigos de malha, ao fabrico de miniaturas de madeira, ao burel, à cortiça, à bijuteria, à cestaria, à olaria e à escama de peixe, aos bordados e à cerâmica.
Os artesãos também demonstrarão a arte de trabalhar o vidro, o couro, o ferro, o estanho e a confeção de bonecos de pano, assim como rendas e doçaria.
Os vários workshops previstos contemplam diversas áreas, designadamente cerâmica/decoração, macramé, escamas de peixe, folha de milho, patchwork, embutidos, tecelagem e pirogravura/bijuteria.
O festival vai também proporcionar aos visitantes a Hora do Chá, em parceria com várias empresas, podendo ser degustados chás e sabores caraterísticos da doçaria açoriana, como Pastéis de Arroz, da Graciosa, Bolo Baleeiro, do Pico, e Bolos Lêvedos, de São Miguel.
Os visitantes deste certame ficam ainda habilitados ao sorteio diário de um cabaz com produtos artesanais.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/