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Festival Walk & Talk regressa à ilha Terceira a partir de hoje, dia 29 de setembro

O festival de arte urbana Walk & Talk, concretizado desde 2011 na ilha de São Miguel, estende-se pelo segundo ano à ilha Terceira, com exposições, intervenções em espaços ao ar livre e performances, entre outras atividades.
“Viajar pelo arquipélago permite envolver diretamente as outras ilhas na dinâmica e investimento do Walk&Talk. Quer como acontece agora com a extensão a Angra [do Heroísmo], quer num futuro próximo com a realização de itinerâncias, residências e projetos criados ao longo do ano, novamente em São Miguel e na Terceira ou noutras geografias do arquipélago”, adiantou Sofia Carolina Botelho, da direção artística do Walk&Talk, numa nota de imprensa.
O Walk & Talk leva à ilha Terceira cerca de uma dezena de artistas, entre hoje, sexta-feira, dia 29 de setembro, e o dia 05 de outubro, sendo que o programa abrange intervenções de arte urbana, mas também em exposições, performances, sessões de cinema, visitas guiadas, oficinas e conversas.
Depois de em 2016 ter promovido a pintura de várias obras em prédios e edifícios abandonados, em Angra do Heroísmo, o festival prevê para este ano duas instalações no Relvão (zona verde com parque infantil) e dois murais no centro da cidade, com intervenções do coletivo Baldios e dos artistas Carolina Celas e Roberto Ciderz.
O programa inclui visitas ao circuito de arte pública de Angra do Heroísmo, que integrará as obras realizadas no ano passado e as deste ano.
Hoje, sexta-feira, é inaugurada a exposição “Rio Atlântico”, de Carolina Celas, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, que resulta de uma residência artística realizada em junho, e no dia seguinte a artista dará no mesmo local uma oficina infantil.
Já o Museu de Angra do Heroísmo acolhe, a partir de sábado e até 15 de outubro, a exposição "Message in a Bottle", com trabalhos de Silvia Amancei & Bogdan Armanu, Razvan Anton, Belu-Simion Fainaru, Vera Mota, Ciprian Muresan & Gianina Carbunariu, Larisa Sitar e Diana Vidrascu, que tem curadoria de Diana Marincu.
Segundo o Museu de Angra do Heroísmo, a exposição, patente na Sala do Capítulo, “é construída como uma cápsula do tempo, reunindo uma série de questões sobre os tempos atuais e refletindo sobre os processos de aceitação e receção da mensagem artística”.
A mostra terá inauguração conjunta com a exposição “Re_Act Contemporary Art Laboratory”, na Sala Dacosta, uma iniciativa da residência artística Re_Act, da ilha Terceira, que durante duas semanas juntou na ilha Terceira oito artistas de Portugal, Brasil, Itália e Suíça.
Com curadoria de Tal Projectos e No.Stereo, a exposição apresenta obras de Antonio Bokel, Gabriela Maciel, Gioia Giramolo, Mauricio Vicerè, Ivan Divanto, Paulo Arraiano, Patric Sandri e Paulo Ávila Sousa.
Quanto ao programa do Walk & Talk, inclui ainda, na segunda-feira, cinema ao ar livre, no Núcleo de História Militar António Manuel Baptista de Lima, com dois filmes produzidos nos Açores, que resultam de residências artísticas de outras edições do festival: “Become Ocean”, de Miguel C. Tavares, e “Flores”, de Jorge Jácome.
Na terça-feira, Lígia Soares apresenta, na Casa do Sal, “Romance”, “uma performance que explora a forma como as pessoas usam as palavras por defeito e não por opção” e no Museu de Angra do Heroísmo haverá um debate sobre a nova identidade cultural açoriana.
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: http://burrademilho.blogspot.pt/ / http://www.acorianooriental.pt/noticia/festival-walk-talk-regressa-a-ilha-terceira-a-partir-de-sexta-feira-282183
 
 
Patrícia Machado

Bombeiros da Praia da Vitória sagram-se Campeões do Mundo em Trauma na Roménia






É a primeira vez que Portugal alcança este título, nesta categoria. É um prestígio termos uma equipa dos Açores campeã ao mais alto nível, demonstrando a aptidão e a qualidade de formação dos bombeiros açorianos” realçou Rui Luís, em nota publicada no Gacs.
No Campeonato Mundial do Trauma, que decorreu na cidade de Tárgu Mures, participaram 33 equipas, num total de duas centenas de bombeiros de vários países, como Austrália, Brasil e Canadá.
A equipa da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória, composta por 3 elementos, conquistou ainda, nos resultados parciais, o primeiro lugar na Prova Standard Trauma e o 3º lugar na Prova complexa Trauma.
A nota diz ainda que o evento pôs à prova procedimentos de socorro a vítimas em cenários de trauma, com simulacros de vítimas de acidente o mais aproximado da realidade.

A região que em abril recebeu na Praia da Vitória o IV Campeonato Regional de Trauma das Ilhas, irá receber em 2019 o Campeonato Nacional de Trauma e Desencarceramento, organizado em parceria com a Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento.

Para Rui Luís, “o excelente resultado agora conquistado reveste-se de especial motivação para os corpos de bombeiros dos Açores, além de ser encarado como uma mais valia para o evento de âmbito nacional, que terá lugar dentro de dois anos no concelho da Praia da Vitória”.

Fonte: Açoriano Oriental

Festas Sanjoaninas assinalam 180 anos do nome Heroísmo atribuído à cidade de Angra

As festas Sanjoaninas, que decorrem desde a passada quinta-feira, 22 de junho até ao dia 2 de julho, em Angra do Heroísmo assinalam os 180 anos da atribuição da Grã-Cruz da Torre e Espada e do nome Heroísmo à cidade.
"Esta atribuição deve-se ao apoio que a cidade de Angra e a população da ilha [Terceira] deu à causa liberal", avançou Paula Ferreira, guia turística.
Foi de Angra que partiu D. Pedro IV, com o seu exército, para o desembarque no Mindelo, que permitiu aos liberais tomar a cidade do Porto.
A 12 de janeiro de 1837, a Rainha D. Maria II reconheceu o papel da população de Angra na vitória do liberalismo, na guerra civil portuguesa, atribuindo a Grã-Cruz da Torre e Espada e o título de "Sempre Constante" à cidade, por carta régia, e ordenando que se denominasse daí em diante de Angra do Heroísmo.
Angra já tinha o título de "Mui Nobre e Leal", atribuído na sequência do apoio a D. António e às lutas contra o domínio espanhol.
A cidade foi a primeira do país a ser distinguida com a Grã-Cruz da Torre e Espada e a única durante uma monarquia.
Este ano, as festas concelhias, que comemoram o São João, assinalam a efeméride, tendo como tema "Muito Nobre, Leal e Sempre Constante Cidade de Angra do Heroísmo", que deu mote para o cortejo de abertura das Sanjoaninas.
Já no ano passado, a autarquia optou por associar as festas Sanjoaninas a uma efeméride, recordando os 250 anos da instalação da Capitania Geral na cidade, que foi na altura capital dos Açores.
Durante 11 dias, Angra do Heroísmo celebra o São João com cortejos, marchas populares, espetáculos musicais, exposições, artesanato, gastronomia, tauromaquia e atividades desportivas, entre outras.
Este ano, as Sanjoaninas batem um novo recorde de marchas populares, com 41 grupos a desfilarem nas principais ruas da cidade, divididos por duas noites.
"Temos marchas a virem de São Jorge, do Faial, do Pico, de São Miguel, do Funchal e há realmente este gosto e esta vontade de vir a estas festas", salientou a vereadora.
Pelo palco principal têm passado, este ano, Rui Veloso, Mariza, Amor Electro, Richie Campbell, HMB, The Black Mamba, Master Jake e April Ivy, entre outros artistas.









Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/festas-sanjoaninas-assinalam-180-anos-do-nome-heroismo-atribuido-a-cidade-de-angra

Patrícia Machado

Noite de São João

       Em Angra do Heroísmo, o São João comemora-se durante 10 diz, com marchas, sardinhas, concertos e touradas.
      Entre o dia 22 de junho a 29 de junho, Angra do Heroísmo enche-se de cor, música e tascas para receber turistas e emigrantes nas maiores festas.

Sexta edição do festival +Jazz decorre de 25 a 27 de maio em Angra do Heroísmo



A sexta edição do festival +Jazz, que decorre de 25 a 27 de maio, em Angra do Heroísmo, apresenta pela primeira vez um cartaz com músicos de fora dos Açores e inclui a estreia nacional de um documentário brasileiro.
 
“Nós estávamos a precisar de dar este salto, porque também já estávamos a esgotar as bandas que tínhamos a nível regional. Em seis edições, nunca repetimos um artista, o que se tem tornado muito difícil, porque nós temos excelentes músicos, mas a criação de novos grupos, novas bandas e produção musical é ainda muito diminuta”, adiantou, em declarações à Lusa, Daniela Silveira, promotora do evento.
Nas cinco edições anteriores, o festival apostou apenas em músicos regionais ou com raízes nos Açores, mas este ano, fruto de algumas parcerias, deslocam-se à ilha Terceira os The Rite of Trio e o DJ Rui Trintaeum, do Porto, e Praso & RichardBeats, do Alentejo.
O cartaz musical é composto ainda por Sónia Pereira e Nivaldo Sousa, The Big Muffin Orchestra e Momkéspapoila, da ilha Terceira, e pelos Voyage, da ilha de São Miguel.
Além dos espetáculos musicais, a sexta edição do +Jazz integra literatura, ilustração, ‘street art’ e cinema, com a estreia nacional do documentário “Samba e Jazz”, que conta com a presença do realizador brasileiro Jefferson Mello.
O realizador também apresenta o livro de fotografia “Os caminhos do Jazz”.
“Este foi um conceito que criámos desde a nossa primeira edição, em que o jazz não estivesse só presente na música. Tivemos várias exposições ligadas ao jazz. Na nossa terceira edição até lançámos um desafio a três artistas de cá da ilha para que se inspirassem num tema de jazz e apresentassem uma tela”, salientou Daniela Silveira.
Criado essencialmente a pensar num público mais jovem, com um cartaz em que o jazz se funde com outros estilos musicais, o festival +Jazz tem vindo a aumentar a afluência do público e não só entre as faixas etárias mais novas.
“Temos tido uma evolução gradual, mas temo-nos sedimentado de ano para ano, o que tem sido muito bom, e temos conseguido verificar - o que era um dos nossos objetivos - que temos uma relação intergeracional de público”, disse a promotora do festival.
Segundo Daniela Silveira, a última edição contou com a participação de cerca de 400 pessoas e, já este ano, num evento de apresentação da parceria com a associação Porta-Jazz, a adesão foi superior a 700 pessoas, em dois dias.
Com um orçamento de cerca de 6.000 euros, o projeto +Jazz recorre a parcerias para alargar a dimensão do festival.
“Nós não temos recebido mais dinheiro de ano para ano, temos é feito parcerias e estes parceiros também angariam dinheiro”, explicou a responsável pelo projeto.
Daniela Silveira quer criar parcerias com outras associações para levar mais músicos de fora, mas também para criar oportunidades de formação para os músicos regionais.
“Estamos a precisar de estimular estas camadas jovens na música para a criação de autor”, apontou.

Segundo a promotora do festival, está a ser trabalhado um projeto específico de formação com a associação Porta-Jazz, em que os músicos se deslocarão uma vez por mês às ilhas Terceira e São Miguel.
“Temos sentido esta lacuna e os músicos também a têm sentido. Não há formação musical aqui nos Açores, e em particular na ilha Terceira, na área do jazz”, frisou.

Fonte: Açoriano Oriental

Palestra assinala passagem de Fernando Pessoa pela ilha Terceira

O Instituto Açoriano de Cultura (IAC) dará destaque à passagem do poeta Fernando Pessoa por Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, com uma palestra, no dia próximo dia 8 de maio, pelo professor Fernando Cabral Martins, um dos especialistas da obra deste poeta.
"Angra é também uma cidade do poeta, porque é a cidade natal da sua mãe, Maria Madalena Pinheiro Nogueira, que ali nasceu a 30 de dezembro de 1861. Angra é o lugar dos Açores onde esteve e que o influenciou, por via da família materna. Por ela passeou o jovem Fernando António Nogueira Pessoa, aos 13 anos", avança uma nota de imprensa.
Para assinalar essa visita à família e para destacar a relevância de Angra e dos Açores na obra do poeta, Fernando Cabral Martins, especialista da obra pessoana, abordará as "Relações Açorianas de Fernando Pessoa" e será editada uma pequena obra de arte, numa edição numerada e assinada de 115 exemplares, da autoria de Adolfo Mendonça.

O poeta Fernando Pessoa












Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/palestra-assinala-passagem-de-fernando-pessoa-pela-terceira / http://www.escritas.org/pt/fernando-pessoa
 
Patrícia Machado

"A Perna Esquerda de Tchaikovski" sobre ao palco do Grande Auditório a 25 de abril

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) apresentará no próximo dia 25 de abril no Grande Auditório, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, "A Perna Esquerda de Tchaikovski".
"Peça para uma bailarina e um pianista, que escusam apresentações, respetivamente Barbora Hruskova e Mário Laginha, com texto e direção de Tiago Rodrigues que, a convite da Companhia Nacional de Bailado, e em diálogo com o piano de Laginha, revisita a carreira de Hruskova", desenvolve a nota de imprensa da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, acrescentando que o bailado começará às 21h30.
A Companhia de Bailado Nacional está desde o mês de março, em digressão nacional para assinalar 40 anos de existência.








 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/a-perna-esquerda-de-tchaikovski-sobre-ao-palco-do-grande-auditorio-a-25-de-abril
 
Patrícia Machado

MUA - Mercado Urbano de Artesanato


Mercado Urbano de Artesanato 30 e 31 de Março / 1 e 2 de Abril
Artesanato e Workshops na Praça Velha de Angra do Heroísmo


Fonte:https://www.viralagenda.com/pt/events/312829/mua-mercado-urbano-de-artesanato-angra-do-heroismo

IX Festival de Música Antiga dos Açores

Esta é a IX edição do Festival de Música Antiga dos Açores. Com a participação de Stefano Molardi, diretor do consagrado agrupamento Accademia Barroca Italiana, solistas e coro, o Grupo Johann Sebastian Bach – Associação Musical propõe a revisitação da Johannespassion (BWV 245)  de Johann Sebastian Bach (25 de março). Outros eventos do certame são um concerto de soprano, alaúde e viola da gamba (1 de abril), bem como um seminário de técnica vocal, ministrado por Isabel Alcobia, docente de Técnica Vocal na Universidade de Aveiro (26-28 de março).
O primeiro concerto "Paixão segundo São João de JSBach" decorrerá na Igreja do Colégio dos Jesuítas de Ponta Delgada no dia 25 de março às 21:30. 
O Concerto de Canto, alaúde e viola da Gamba decorrerá em Angra do Heroísmo, na Igreja de N.ª Sr.ª da Guia do Convento de São Francisco no dia 1 de abril às 21:30. 

CONTACTOS PROMOTOR:

amjsbach@gmail.com



Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=17076

Carnaval 2017 no Teatro Angrense - Ilha Terceira


O Teatro Angrense, na Ilha Terceira, receberá danças e bailinhos de carnaval amanhã dia 25 de fevereiro a partir das 20h00 e nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro a partir das 17h00. Os bilhetes diários têm um preço único de 5 euros, sendo que o passe para os 4 dias tem o valor de 17 euros. Podem apenas entrar crianças a partir dos 3 anos.
Bilheteiras:
Centro Cultural e de Congressos - A partir de 19 janeiro, de quinta a segunda das 17h00 às 18h30 e das 19h30 às 22h30
Teatro Angrense - De 25 a 28 de fevereiro das 17h00 às 22h30



Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/?id=15072


Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, em Angra, criam Clube de Leitura

A Direção Regional da Cultura, através da Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, promove a criação da iniciativa “Folhas de Quinta”, um Clube de Leitura que visa promover a leitura e o gosto pelo livro, bem como do pensamento e do espírito crítico.
Este Clube de Leitura, orientado por Luísa Ribeiro, decorrerá todas as quintas-feiras, com exceção dos meses de julho e agosto, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, entre as 17h30 e as 19h00.
Esta iniciativa, virada para o público adulto, está limitada a 15 participantes, decorrendo o período prévio de inscrição até ao dia 24 de fevereiro.
Os interessados deverão inscrever-se através do email Maria.LC.Ribeiro@azores.gov.pt ou diretamente na Biblioteca.
As “Folhas de Quinta” aparecem com o propósito de conhecer, interpretar e apreciar as obras dos escritores convidados mensalmente para a iniciativa “Encontro com Escritores”.
Os participantes irão ler antecipadamente, e em grupo, algumas obras ou excertos de obras do autor convidado, num diálogo que tem como objetivo difundir o interesse pela literatura, pelo debate e pela compreensão da importância do livro na vida humana.
A partir do livro escolhido propõe-se um conjunto de interpretações que ajudarão os participantes a descobrir, através das personagens e da construção narrativa, uma filosofia de vida, que vai ao encontro dos temas universais da literatura.
Luísa Ribeiro, natural da ilha Terceira, tem dois livros de poemas publicados e está representada em diversas revistas e antologias no país e no estrangeiro.





Fonte:http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/novidades/Biblioteca+P%C3%BAblica+e+Arquivo+Regional+Lu%C3%ADs+da+Silva+Ribeiro+cria+Clube+de+Leitura.htm
 
 
Patrícia Machado

Workshops “Como gerir melhor o preço do meu hotel” percorrem os Açores


O Turismo de Portugal, em colaboração com a Direcção Regional de Turismo dos Açores promovem em três ilhas da região, workshops “Como gerir melhor o preço do meu hotel: a importância das variáveis na determinação do preço de venda”.
A importância das variáveis na determinação do preço de venda e as diferentes formas de maximizar as suas receitas, vão ser temas abordados pela empresa Blue Shift com quem, cada hotel poderá partilhar a sua experiência. No final da sessão, o Gabinete de Apoio Especializado às Empresas do Turismo de Portugal está também ao dispor para encontrar, com cada gestor, as melhores condições para a sustentabilidade do seu hotel.
Os workshops, que se enquadram na estratégia de maior aproximação entre o Turismo de Portugal e as empresas do sector, terão lugar no dia 21 de Fevereiro, em Angra do Heroísmo (Terceira), dia 22 em Ponta Delgada (São Miguel) e a 23 na Horta (Faial).




Fonte:https://www.turisver.com/workshops-gerir-melhor-preco-do-hotel-percorrem-os-acores/

MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema chega aos Açores









O MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema vai ter, pela primeira vez, uma extensão, sendo o palco a ilha Terceira, nos Açores, onde começa na terça-feira, prolongando-se até 14 de fevereiro.
 
“Há muito tempo que se pretendia levar o festival a vários sítios do país e proporcionou-se este ano a ilha Terceira. Já no ano passado era para ter acontecido”, disse à agência Lusa Filipe Pedro, um dos diretores do festival, cuja terceira edição teve lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa, no final do ano passado.

Filipe Pedro, Cláudia Correia e Joana Fonseca são membros fundadores da cooperativa cultural FWD COOP CRL, que criou o MUVI e cuja primeira edição teve lugar em 2014.
O diretor referiu que a particularidade do MUVI é a de exibir filmes biográficos sobre músicos, documentários que focam a vida das bandas, bem como outros que possuam uma componente musical “muito forte”, havendo ainda musicais a integrar o festival.
O responsável disse haver “todo o interesse” em fazer chegar às pessoas, também nos Açores, na sequência da parceria com Cine-Clube da Ilha Terceira, filmes portugueses que foram premiados ou que se destacaram no festival.
Filipe Pedro adiantou que as exibições terão lugar às terças-feiras, na sala da Recreio dos Artistas, em Angra do Heroísmo, estando previstas seis sessões e 12 longas e curtas-metragens, que contemplam diferentes realizadores e músicas.
“São seis semanas, com uma curta e longa-metragem associadas que mostram, nas duas primeiras sessões, o melhor do que aconteceu na edição de 2015 e, nas duas seguintes, o melhor de 2016”, informou.
Filipe Pedro afirmou que, na primeira sessão, na próxima terça-feira, vão ser exibidos os filmes “Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI”, de Tiago Pereira, e “Guitarras ao Alto”, de Daniel Mota.
A 17 de janeiro estão previstos os filmes “Future Islands: Road Dawgs”, de Jay Buim, e “Phil Mendrix”, de Paulo Abreu.
Segundo a organização, o festival contou, na primeira edição, de 03 a 07 de setembro de 2014, com cerca de 2.000 pessoas.
Na segunda edição, de 01 a 07 de dezembro de 2015, estiveram presentes 3.200 pessoas.

De 29 de novembro a 05 de dezembro de 2016, o número chegou aos quatro mil participantes que estiveram em quase 150 eventos, desde sessões de cinema, filmes-concertos, concertos, exposições e festas.

Fonte: Açoriano Oriental







MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema chega aos Açores

O MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema vai possuir, pela primeira vez, uma extensão, sendo o cenário a ilha Terceira, onde começa na terça-feira, dia 10 de Janeiro, prolongando-se até ao próximo dia 14 de fevereiro.
“Há muito tempo que se pretendia levar o festival a vários sítios do país e proporcionou-se este ano a ilha Terceira. Já no ano passado era para ter acontecido”, disse à agência Lusa Filipe Pedro, um dos diretores do festival, cuja terceira edição teve lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa, no final do ano passado.
Filipe Pedro, Cláudia Correia e Joana Fonseca são membros fundadores da Cooperativa Cultural FWD COOP CRL, que produziu o MUVI e cuja primeira edição aconteceu em 2014.
O diretor mencionou que o objetivo do MUVI é a de exibir filmes biográficos sobre músicos, documentários que focam a vida das bandas, bem como outros que tenham uma componente musical “muito forte”, havendo ainda musicais a integrar o festival.
O responsável disse existir “todo o interesse” em fazer chegar à população, também nos Açores, na sequência da parceria com Cine-Clube da Ilha Terceira, filmes portugueses que foram premiados ou que se destacaram no festival.
Filipe Pedro adiantou que as exibições terão lugar às terças-feiras, na sala da Recreio dos Artistas, em Angra do Heroísmo, estando previstas seis sessões e 12 longas e curtas-metragens, que contemplam diferentes realizadores e músicas.
“São seis semanas, com uma curta e longa-metragem associadas que mostram, nas duas primeiras sessões, o melhor do que aconteceu na edição de 2015 e, nas duas seguintes, o melhor de 2016”, informou.
Filipe Pedro afirmou que, na primeira sessão, na próxima terça-feira, vão ser exibidos os filmes “Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI”, de Tiago Pereira, e “Guitarras ao Alto”, de Daniel Mota.
No dia 17 de janeiro estão previstos os filmes “Future Islands: Road Dawgs”, de Jay Buim, e “Phil Mendrix”, de Paulo Abreu.
De 29 de novembro a 05 de dezembro de 2016, o número chegou aos quatro mil participantes que estiveram em quase 150 eventos, desde sessões de cinema, filmes-concertos, concertos, exposições e festas.
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/muvi-festival-internacional-de-musica-no-cinema-chega-aos-acores
 
 
Patrícia Machado

Terceira: No Interior de um Vulcão







Descemos ao centro da Terra para mergulhar no interior de um vulcão, entre uma chaminé de vegetação luxuriante e grutas de rochas multicolores. Bem-vindos ao Algar do Carvão, ex-líbris da ilha.

Chove copiosamente lá fora e também aqui, dentro do centro do centro da Terceira, as pingas caem incessantes. Estamos no Algar do Carvão, principal ex-líbris turístico da ilha, uma das cavidades vulcânicas mais impressionantes do arquipélago. “É o único sítio do mundo onde conseguem ver o interior de um vulcão assim com estas características”, garante Mário Rosa, da delegação regional de turismo e nosso guia na Terceira. “Há outro parecido na Indonésia mas não é visitável.”

Visto de fora, no entanto, o Pico do Carvão passa despercebido entre os cerros vizinhos. Nada faz suspeitar que debaixo do verde e frondoso manto que se ergue à nossa frente se esconde um cone vulcânico perfeito, daqueles que nos povoam a imaginação desde que brincávamos com plasticinas. Para lá chegar, percorremos um túnel com paredes de betão, tão comprido e estreito que quase não lhe vislumbramos o fim. O tecto do corpo a centímetros do tecto do corredor. O ar, de repente húmido e gélido, arrepia os ossos, faz-nos subir o fecho dos casacos. Já nos sentimos dentro da Terra. Toupeiras a caminho de casa. Um corredor que nos aperta o espírito para deixá-lo a navegar de assombro quando se abre a sala do vulcão à nossa frente.

Quando entramos no interior da chaminé ficamos-lhe sensivelmente a meio: para cima, um cone de rochas multicolores e luxuriante vegetação vai-se fechando sobre as nossas cabeças, terminando num círculo aberto ao céu; para baixo, uma escadaria desce num ziguezague íngreme até duas câmaras vulcânicas. Está frio dentro da Terra, dentro do vulcão. E chove quase tanto como na rua. Pingas grossas que caem do tecto oco e das paredes permeáveis para ressoarem suaves à nossa volta. Vem de fora o bater ritmado do coração da Terceira.

Só mais tarde lhe veremos a respiração, as narinas fumegantes das Furnas do Enxofre a confirmar que, apesar de adormecida, ainda existe actividade vulcânica na ilha. Não têm a exuberância das furnas de São Miguel, mas ganham no enquadramento na paisagem natural. Um cenário quase esotérico, com fumarolas mergulhadas entre vegetação fofa e rochas lamacentas, que vão perdendo a cor, apagada pela composição química do enxofre.

Mas, para já, ainda estamos no avesso da Terra, na base do cone e primeiro “miradouro” do algar, onde um guia introduz os visitantes na história desta estrutura vulcânica. Terá sido formada em duas fases, a primeira há três mil anos, durante a grande erupção do “Pico Alto”, no aparelho vulcânico de Guilherme Moniz, já existente, e que derramou as suas lavas até grandes distâncias, formando sectores de rocha traquítica. Mais tarde, uma nova erupção, agora basáltica, rasgou o solo e a lava saiu, voltando depois a escorrer para dentro da cratera, quando a erupção parou abruptamente. Nas paredes, aponta, ainda conseguimos ver vestígios desta escoada, assim como zonas com grandes formas arredondadas, criadas pelas bolsas de gás que se formaram no interior e que explodiram nesta altura.

O primeiro relato de uma descida ao interior da garganta vulcânica data de 26 de Janeiro de 1893, com recurso a cordas, mas só em 1963 se iniciavam descidas organizadas, então já realizadas pelo grupo de jovens terceirenses que nesse ano fundaria Os Montanheiros, organização não governamental que gere turisticamente o Algar do Carvão e a Gruta do Natal (um túnel lávico com 700 metros de comprimento, localizado a cerca de seis quilómetros de distância, que não teremos tempo de visitar).
Em 1968 era inaugurado o primeiro túnel, entretanto alargado e consolidado a betão. E em 1973 era terminada a escadaria inicial de acesso aos diferentes patamares da cavidade, da chaminé vertical às duas câmaras que se abrem na base, vai enumerando o jovem guia. Desde 2006 que, no âmbito das celebrações do aniversário da associação, é realizada uma prova de resistência pela escadaria acima. Miúdos e graúdos numa subida em contra-relógio pelos mais de 300 degraus em pedra escorregadia, desde a superfície da lagoa interior à entrada do centro de visitantes.

Não nos tentamos a experimentar tal façanha. Preferimos ficar debruçados sobre o lago de águas pluviais que cobre o fundo da cavidade. Cerca de 80 metros de altura distanciam o topo da cratera do chão da lagoa. É nesta ala que ainda se encontram algumas estalactites e estalagmites de sílica amorfa, mas muitas destas formações de cor leitosa já desapareceram, arrancadas por visitantes. “Uns levavam como recordação, outros pensavam que poderia ter algum valor económico”, conta Mário Rosa. O mesmo terá acontecido com a maioria das pedras de obsidiana, rocha vulcânica de negro cristalino, considerada rara e semipreciosa.

O complexo do Algar do Carvão termina na “catedral”, uma sala de tecto abobadado com ares de gruta de presépio em tamanho real. Das colunas de som instaladas junto às paredes sai música clássica, testemunha da boa acústica do espaço, ocasionalmente utilizado para concertos e celebração de eucaristias. Antes de continuarmos o passeio até às furnas, Mário aponta para um buraco num recanto do tecto da sala. Daqui não se vê o fim da cavidade e, durante anos, especulou-se ser a entrada para outras câmaras vulcânicas. Quando finalmente conseguiram subir lá cima descobriram que o túnel terminava pouco depois; para sempre apelidado de “boca dos enganos”.

Sentimo-nos engolidos pelo vulcão, mais perto dos mundos imaginários do que da realidade que segue lá fora. Estaríamos prontos a continuar em Viagem ao centro da Terra, tal como sonhou Júlio Verne em 1864. Na obra do escritor francês, a aventura começa com a descida pelo interior de um vulcão na Islândia (onde existe uma afamada câmara magmática visitável próximo da capital) mas bem que podia ser aqui, imaginamos. Alex e o tio emergiram num vulcão na Sicília. E nós, onde iríamos terminar?


Fonte: in publico.pt / http://www.iloveazores.net



Ana Cabrita




Fadista Mariza atuará nas Sanjoaninas 2017

A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, comunicou que a fadista Mariza estará integrada no cartaz musical das Sanjoaninas 2017, que decorrerão de 22 de junho a 2 de julho de 2017.
O Município de Angra do Heroísmo divulgou ainda que já estão disponíveis para venda, nas tabacarias dos supermercados Guartira, os vouchers (limitados a 100 pulseiras semanais) com desconto de 10% para a pulseira geral das Sanjoanianas 2017, que tem um custo normal de 30€.
Para Raquel Caetano Ferreira, Vereadora da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, "a confirmação de Mariza nas Sanjoaninas 2017, uma artista nacional de renome mundial, é, o pronúncio de um excelente cartaz musical para o Palco do Bailão, e é um ótimo motivo para aproveitarem a promoção do voucher especial de Natal, para a aquisição da pulseira das Sanjoaninas 2017, o que pode ser a prenda uma excelente prenda de Natal, de si para si ou de si para os seus.”







Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/mariza-atua-nas-sanjoaninas-2017
 
 
Patrícia Machado

Museu de Angra do Heroísmo promove ateliê infantil sobre o Natal






O Museu de Angra do Heroísmo promove a 20 de dezembro, entre as 14h00 e as 17h00, a realização de um ateliê infantil em que a origem de tradições como o presépio, a árvore de Natal, o bolo-rei e os presentes no sapatinho são explicadas às crianças, inspirando histórias, jogos e gincanas.

Um lanche com biscoitos confecionados pelos mais novos e uma sessão de artes plásticas completam a tarde deste dia, numa iniciativa com que o Museu de Angra do Heroísmo assinala a quadra natalícia.

A frequência desta atividade, que se destina a crianças a partir dos cinco anos, num máximo de 20 participantes, é gratuita, mas depende de inscrição prévia, que deve ser feita através do telefone 295 240 800 ou do email museu.angra.agenda@azores.gov.pt.

O conjunto de jogos e histórias que integram esta iniciativa está também aberto à participação de escolas, jardins de infância, ATL ou outros grupos, decorrendo até 6 de janeiro mediante marcação prévia.

Fonte: http://www.azores.gov.pt

Ana Cabrita


Algar do Carvão - Ilha Terceira











A chaminé vulcânica denominada Algar do Carvão, localiza-se no interior da ilha Terceira, na Caldeira Guilherme Moniz. Trata-se de um vulcão adormecido, que ao contrário do que se encontra noutros casos, não se apresenta completamente obstruído. A cratera apresenta 300 metros de diâmetro e uma profundidade de 100 metros terminando numa lagoa de águas límpidas. O interior desta cavidade vulcânica é constituído por duas abóbadas, revestidas por estalactites e estalagmites, resultantes do escoamento de lava, durante as actividades vulcânicas ali ocorridas. Foi em 26 de Janeiro de 1893 que pela primeira vez se efectuou a descida ao Algar do Carvão. Cândido Corvelo e José Luís Sequeira foram os primeiros, que recorrendo a cordas, se aventuraram a fazer essa descida. É considerada a cavidade vulcânica mais conhecida do Arquipélago dos Açores e foi classificada como Reserva Natural Geológica e posteriormente reclassificada como Monumento Natural Regional. Este local está integrado também na lista dos Sítios de Importância Comunitária para a região biogeográfica Macaronésica da Rede Natura 2000.


Fonte: Açores 9 Ilhas

Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha - Ilha Terceira










Esta zona costeira encontra-se classificada como Reserva Natural dada a biodiversidade que encerra e à sua característica geológica, visto tratar-se de uma quebra por afundamento da placa rochosa circundante. Esta fajã situada na costa norte da ilha Terceira junto ao mar, numa zona conhecida por Biscoito de Agualva, é formada por campos de lava e altas arribas ao fundo das quais surge uma zona lacustre. Trata-se de um local de grande interesse ambiental do ponto de vista da fauna e da flora onde surge a protegida Erica azorica. Na Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha é possível observar uma grande quantidade de espécies locais e outras migratórias. Por este local passa o trilho pedestre das Baías do Norte e ainda se encontra o miradouro da alagoa que oferece uma panorâmica sobre toda a área envolvente a este local.



Fonte: Município da Praia da Vitória