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World Travel Awards








Os Açores estão de novo nomeados para o melhor destino insular da Europa. Deixe o seu voto na página oficial dos World Travel Awards emhttp://bit.ly/2pC2CsU.



Fonte:https://www.facebook.com/VisitAzores.travel/





















7 Maravilhas de Portugal Aldeias




O Município de São Roque do Pico promoveu a candidatura do Lajido de Santa Luzia Às 7 Maravilhas de Portugal Aldeias!


Fonte:https://www.facebook.com/municipiosrp

Porto da Horta com Assinalável Movimento de Navios de Cruzeiros em 2017







O Porto da Horta vai receber 23 escalas de navios de cruzeiro em 2017. Os números são avançados pela Câmara do Comércio e Indústria da Horta num documento enviado às empresas locais, por considerar a presença destes navios de cruzeiro na Horta, uma boa oportunidade de negócio.
 Alguns destes navios de cruzeiro, vão também escalar no decorrer desta sua passagem pelo mar dos Açores, os Portos de São Roque e das Lajes do Pico, as Flores e Corvo.
A representante dos empresários, tendo em conta a importância que a presença de turistas pode representar para o comércio local, propõe às empresas que ajustem os seus horários, de acordo com o período de escala de cada navio de forma a tornar a cidade mais atrativa aos que nos visitam.
Fonte: http://www.tribunadasilhas.pt/


Trilho Pedestre "9 Canadas da Ribeirinha - Oeste" - Inscrições abertas








25 de Março pelas 14h30
Distância 5 km
Grau de Dificuldade: Médio
Duração prevista: 3h00

O Trilho Pedestre "9 canadas da Ribeirinha" é um trilho homologado da rede regional. Neste percurso, iremos percorrer a parte oeste (Atalhada - Porto da Baixa).
Inscrições limitadas a 30 participantes.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com


Fonte: http://www.cm-lajesdopico.pt/

Furna da Ribeira Funda - Inscrições abertas










18 de Março pelas 14h30
Grau de Dificuldade: Médio

Duração prevista: 3h00

Visita ao interior deste tubo lávico na freguesia da Ribeirinha.
Inscrições limitadas a 10 participantes.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com
Parcerias: Parque Natural da Ilha do Pico / Os Montanheiros



Fonte : http://www.cm-lajesdopico.pt/

O que diz o Washington Post dos Açores? "Paraíso exótico" e "Éden intocado" são apenas dois exemplos.





A jornalista norte-americana Jeanine Barone mostra mais uma vez a sua paixão pelos Açores, agora num artigo publicado no Washington Post, esta semana.


"Um paraíso indomado a apenas algumas horas de avião dos Estados Unidos" é o título da peça.

Neste artigo a jornalista fala das qualidades e características do arquipélago, que se mantêm inalteradas pelo tempo.

Um "Éden" de praias de areia preta, cascatas grandiosas, lagos e estradas ladeadas por hortênsias, que levam a povoados típicos do Velho Mundo, são mais algumas ideias.

Há ainda referência às crateras, aos géisers e às águas termais destas ilhas, que ganharam novas acessibilidades turísticas com os voos de companhias low cost, como refere a jornalista.



Fonte: http://www.iloveazores.net

Museu dos Lacticínios das Lajes das Flores








Localizado na zona de Entre-Cancelas nos Morros, o actual museu é a memória viva da industria de laticínios nas Flores.
A “Frutuária de Produção de Lacticínios dos Morros e Monte” - assim se denominava a segunda mais antiga cooperativa das Flores -, teve a sua constituição oficial em finais 1918, iniciando a sua actividade provisoriamente, no começo desse ano, numa casa arrendada.
A 12 de Junho de 1931, inaugurava as suas instalações próprias onde se produziu inicialmente manteiga e mais tarde, na década de setenta, muitas toneladas de queijo, rentabilizando assim uma das principais fontes da economia local – a produção de leite – e assim fazendo jus ao movimento associativo recentemente criado nas Flores e nos Açores pelo distinto  Senhor Padre José Furtado Mota, pároco do Lajedo.
De “Frutuária de Produção de Lacticínios dos Morros e Monte”, passa, em 1935 a “ Cooperativa Agrícola de Lacticínios dos Morros e Monte, e mais tarde, na década de 1950, muda o nome para “Cooperativa Agrícola de Lacticínios Nossa Senhora do Rosário”. Chegou a abranger as freguesias do Mosteiro e da Fajãzinha e num passado mais recente o Lajedo e a Costa  ( já na segunda metade do século XX) , sendo considerada nessa época a maior cooperativa insular, atingindo assim a Fábrica de Nossa Senhora do Rosário uma laboração de mais de 700.000 litros de leite anuais. Em 1979 foi a principal cooperativa produtora de queijo das Flores, com 22,3 toneladas.
Suspendeu a sua actividade em Outubro de 1988. Foi a última Cooperativa das Flores a se desintegrar, e foi mais uma que nominalmente passou a constituir a actual União das Cooperativas da Ilha das Flores .

Uma pequena e grande instituição com 80 anos de existência cuja história e memória dos seus associados queremos aqui preservar e perpetuar.
Não é permitido usar fotos do interior do Museu.


Fonte: Câmara Municipal de Lajes das Flores



Mares dos Açores são um dos Maiores Santuários de cetáceos do Mundo






Os Açores são actualmente um dos maiores santuários de baleias do mundo. Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 20 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. O número impressiona e corresponde a um terço do total de espécies existentes. 

Estamos num ecossistema de características únicas. Com a presença das majestosas baleias e dos simpáticos golfinhos, o azul do Atlântico torna-se ainda mais mágico e abençoado em redor destas nove ilhas. E traz para os novos tempos, onde preservação é palavra-chave, um grito antigo: “Baleia à vista!”. 

A observação de cetáceos é uma actividade que pode ser praticada nas águas de todo o arquipélago. A facilidade de encontrar baleias e golfinhos nestas paragens foi acompanhada pelo desenvolvimento de operadores turísticos dinâmicos e respeitadores da vida animal. Há por isso vários pontos de partida, espalhados por várias ilhas, que servem de base para quem queira contactar com os encantadores mamíferos. 


Após a partida do barco, o vasto oceano é o cenário em que decorrem os encontros maravilhosos entre humanos e seres marinhos. Antes da partida, um briefing explica as espécies a avistar, medidas de segurança e procedimentos a adoptar para não interferir com a vida marinha. 

A bordo das embarcações de fibra ou semi-rígidas, é obrigatório o colete salva-vidas. Em certas condições meteorológicas, aconselha-se o uso de calças e casaco impermeável (normalmente providenciados pelos operadores). As saídas costumam ter uma duração aproximada de três horas. 

O avistamento das baleias e golfinhos mistura salpicos de água salgada com um turbilhão de emoções. No regresso a terra firme, nasce o desejo de regressar ao mar.



Fonte: ruralea



http://www.iloveazores.net

Trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes" - Inscrições abertas






O Município das Lajes do Pico está a organizar no mês de fevereiro o trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes".
Trilho Pedestre "Cabeço do Geraldo - Lajes"
Data: 18 de Fevereiro
Hora: 14h00
Distância: 5 Km
Grau de Dificuldade: Fácil
Duração prevista: 3h00

Não perca esta oportunidade e inscreva-se.
Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com

Fonte: https://www.facebook.com/


Arinto dos Açores Entre os Dez Vinhos Que Se Destacaram em 2016




Os vinhos portugueses podem continuar remetidos à secção “outros países” nas garrafeiras dos grandes centros de consumo mundiais, mas estão cada vez melhores.
Ao longo deste ano, o suplemento Fugas, do jornal Público, provou centenas de vinhos, na sua maioria, vinhos acabados de chegar ao mercado. Apesar de não ter provado tudo o que foi lançado este ano, o Fugas avaliou os suficientes para ficar com a certeza de que a qualidade geral do vinho português nunca foi tão alta.
O suplemento destaca que o Pico deu mais um passo na sua afirmação como um dos lugares mais promissores para vinhos brancos, incluindo nos dez melhores vinhos de 2016 o Arinto dos Açores By António Maçanita 2015, da Azores Wine Company.
“Um verdadeiro vinho de terroir e um branco com a beleza e a alma da ilha do Pico, de onde é proveniente. O branco de Terrantez que Maçanita e os seus sócios açorianos fazem pode ser mais original, mas este Arinto é mais tenso e seco ”refere o Fugas, acrescentando que “ quem conhece o Pico, consegue viajar até lá com este branco”


Fonte: Magazine Triangulo

Decanter Destaca Vinhos da Azores Wine Company







A revista inglesa Decanter, uma das publicações sobre vinhos influentes da Europa, vai destacar na sua edição de fevereiro de 2017 os vinhos de Azores Wine Company e a potencialidade da ilha do Pico no setor vitivinícola.
A reportagem tem a assinatura da inglesa Sarah Ahmed, crítica de vinhos, considerada como uma das especialistas “par excellence”da revista Decanter, sendo a presidente regional para Portugal no Decanter World Wine Awards, o maior e mais prestigiado concurso de vinhos do mundo.
Além do site www.thewinedetective.co.uk,  Sara Ahmed escreve ainda para várias revistas de referência, incluindo The World of Fine Wine.
Na ilha do Pico, Sara Ahmed inteirou-se da atividade e do investimento que está a ser realizado pela Azores Wine Company, empresa que presenteou a escritora com um jantar onde estiveram presentes produtores de vinho da ilha.

Fonte: Magazine Triangulo


Ana Cabrita

Açores, um Destino Europeu no Meio do Atlântico




A proposta do Governo dos Açores para o setor do turismo até 2020 passa por uma maior afirmação do arquipélago no plano nacional e por uma aposta na marca “um destino europeu no meio do Atlântico”.
A intenção é a de aproveitar o enorme potencial  turístico dos Açores, assente nas belezas naturais associadas à autenticidade da história e tradições da sua população, beneficiando da projeção dos muitos prémios e distinções recebidas, como o Quality Coast Platinum Award.
Nos últimos quatro anos, o Destino Açores encontrou a sua identidade enquanto região turística, fortemente alicerçada na natureza experimental de cariz ativo e conseguiu posicionar-se favoravelmente face a segmentos de procura que podem satisfazer as suas aspirações em matéria de recursos naturais, culturais experienciais.

Fonte: Magazine Triangulo

Ana Cabrita

Lista de Águas Balneares a identificar em 2017

Encontra-se em consulta pública até ao final do presente mês a lista de águas balneares açorianas a identificar em 2017. Em relação à ilha do Pico, a novidade passa pela inclusão de seis novas zonas balneares no concelho da Madalena, perfazendo assim um total de onze zonas balneares oficiais na ilha montanha: três em São Roque do Pico, uma nas Lajes do Pico e sete na Madalena.


Para efetuar a sua consideração sobre esta consulta pública, poderá enviar o seu contributo utilizando o endereço: 

Direção Regional dos Assuntos do Mar
Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia
Rua Cônsul Dabney, Colónia Alemã
9900-014 HORTA 
Ou através do endereço de correio eletrónico: info.dram@azores.gov.pt

Em 2016, duas zonas balneares da ilha do Pico foram galardoadas com Bandeira Azul e três zonas balneares foram classificadas com Qualidade de Ouro


Para mais informações sobre as zonas balneares dos Açores: aguasbalneares.azores.gov.pt

Fonte: http://www.caisdopico.pt/2016/12/lista-de-aguas-balneares-identificar-em.html

CVIP Aposta nos Espumantes






Depois dos vinhos brancos e tintos, a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico (CVIP) vai apostar nos espumantes. O objetivo traçado pela CVIP é claro: aumentar a gama de produtos e alargar o nicho de mercado. Neste sentido, depois da consolidação dos vinhos tintos e sobretudo brancos, e depois de ter lançado em 2015 o primeiro espumante natural , o Petnat, a cooperativa vai apresentar em 2017 um novo espumante baseado no método tradicional.
A CVIP acredita que este novo espumante pode ser uma mais valia e pode beneficiar das excelentes condições existentes nos Açores para este tipo de vinhos, num mercado que está em franco crescimento.
Para além dos espumantes, a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico está também a preparar o lançamento do Frei Gigante reserva, vinho que sofreu alguns aperfeiçoamentos em relação à última colheita, numa aproximação ao estilo dos vinhos franceses.


Fonte: Magazine Triangulo


Ana Cabrita

Terceira: No Interior de um Vulcão







Descemos ao centro da Terra para mergulhar no interior de um vulcão, entre uma chaminé de vegetação luxuriante e grutas de rochas multicolores. Bem-vindos ao Algar do Carvão, ex-líbris da ilha.

Chove copiosamente lá fora e também aqui, dentro do centro do centro da Terceira, as pingas caem incessantes. Estamos no Algar do Carvão, principal ex-líbris turístico da ilha, uma das cavidades vulcânicas mais impressionantes do arquipélago. “É o único sítio do mundo onde conseguem ver o interior de um vulcão assim com estas características”, garante Mário Rosa, da delegação regional de turismo e nosso guia na Terceira. “Há outro parecido na Indonésia mas não é visitável.”

Visto de fora, no entanto, o Pico do Carvão passa despercebido entre os cerros vizinhos. Nada faz suspeitar que debaixo do verde e frondoso manto que se ergue à nossa frente se esconde um cone vulcânico perfeito, daqueles que nos povoam a imaginação desde que brincávamos com plasticinas. Para lá chegar, percorremos um túnel com paredes de betão, tão comprido e estreito que quase não lhe vislumbramos o fim. O tecto do corpo a centímetros do tecto do corredor. O ar, de repente húmido e gélido, arrepia os ossos, faz-nos subir o fecho dos casacos. Já nos sentimos dentro da Terra. Toupeiras a caminho de casa. Um corredor que nos aperta o espírito para deixá-lo a navegar de assombro quando se abre a sala do vulcão à nossa frente.

Quando entramos no interior da chaminé ficamos-lhe sensivelmente a meio: para cima, um cone de rochas multicolores e luxuriante vegetação vai-se fechando sobre as nossas cabeças, terminando num círculo aberto ao céu; para baixo, uma escadaria desce num ziguezague íngreme até duas câmaras vulcânicas. Está frio dentro da Terra, dentro do vulcão. E chove quase tanto como na rua. Pingas grossas que caem do tecto oco e das paredes permeáveis para ressoarem suaves à nossa volta. Vem de fora o bater ritmado do coração da Terceira.

Só mais tarde lhe veremos a respiração, as narinas fumegantes das Furnas do Enxofre a confirmar que, apesar de adormecida, ainda existe actividade vulcânica na ilha. Não têm a exuberância das furnas de São Miguel, mas ganham no enquadramento na paisagem natural. Um cenário quase esotérico, com fumarolas mergulhadas entre vegetação fofa e rochas lamacentas, que vão perdendo a cor, apagada pela composição química do enxofre.

Mas, para já, ainda estamos no avesso da Terra, na base do cone e primeiro “miradouro” do algar, onde um guia introduz os visitantes na história desta estrutura vulcânica. Terá sido formada em duas fases, a primeira há três mil anos, durante a grande erupção do “Pico Alto”, no aparelho vulcânico de Guilherme Moniz, já existente, e que derramou as suas lavas até grandes distâncias, formando sectores de rocha traquítica. Mais tarde, uma nova erupção, agora basáltica, rasgou o solo e a lava saiu, voltando depois a escorrer para dentro da cratera, quando a erupção parou abruptamente. Nas paredes, aponta, ainda conseguimos ver vestígios desta escoada, assim como zonas com grandes formas arredondadas, criadas pelas bolsas de gás que se formaram no interior e que explodiram nesta altura.

O primeiro relato de uma descida ao interior da garganta vulcânica data de 26 de Janeiro de 1893, com recurso a cordas, mas só em 1963 se iniciavam descidas organizadas, então já realizadas pelo grupo de jovens terceirenses que nesse ano fundaria Os Montanheiros, organização não governamental que gere turisticamente o Algar do Carvão e a Gruta do Natal (um túnel lávico com 700 metros de comprimento, localizado a cerca de seis quilómetros de distância, que não teremos tempo de visitar).
Em 1968 era inaugurado o primeiro túnel, entretanto alargado e consolidado a betão. E em 1973 era terminada a escadaria inicial de acesso aos diferentes patamares da cavidade, da chaminé vertical às duas câmaras que se abrem na base, vai enumerando o jovem guia. Desde 2006 que, no âmbito das celebrações do aniversário da associação, é realizada uma prova de resistência pela escadaria acima. Miúdos e graúdos numa subida em contra-relógio pelos mais de 300 degraus em pedra escorregadia, desde a superfície da lagoa interior à entrada do centro de visitantes.

Não nos tentamos a experimentar tal façanha. Preferimos ficar debruçados sobre o lago de águas pluviais que cobre o fundo da cavidade. Cerca de 80 metros de altura distanciam o topo da cratera do chão da lagoa. É nesta ala que ainda se encontram algumas estalactites e estalagmites de sílica amorfa, mas muitas destas formações de cor leitosa já desapareceram, arrancadas por visitantes. “Uns levavam como recordação, outros pensavam que poderia ter algum valor económico”, conta Mário Rosa. O mesmo terá acontecido com a maioria das pedras de obsidiana, rocha vulcânica de negro cristalino, considerada rara e semipreciosa.

O complexo do Algar do Carvão termina na “catedral”, uma sala de tecto abobadado com ares de gruta de presépio em tamanho real. Das colunas de som instaladas junto às paredes sai música clássica, testemunha da boa acústica do espaço, ocasionalmente utilizado para concertos e celebração de eucaristias. Antes de continuarmos o passeio até às furnas, Mário aponta para um buraco num recanto do tecto da sala. Daqui não se vê o fim da cavidade e, durante anos, especulou-se ser a entrada para outras câmaras vulcânicas. Quando finalmente conseguiram subir lá cima descobriram que o túnel terminava pouco depois; para sempre apelidado de “boca dos enganos”.

Sentimo-nos engolidos pelo vulcão, mais perto dos mundos imaginários do que da realidade que segue lá fora. Estaríamos prontos a continuar em Viagem ao centro da Terra, tal como sonhou Júlio Verne em 1864. Na obra do escritor francês, a aventura começa com a descida pelo interior de um vulcão na Islândia (onde existe uma afamada câmara magmática visitável próximo da capital) mas bem que podia ser aqui, imaginamos. Alex e o tio emergiram num vulcão na Sicília. E nós, onde iríamos terminar?


Fonte: in publico.pt / http://www.iloveazores.net



Ana Cabrita




Presépios de Lapinha










Autênticos presépios em miniatura, perpetuam a natividade de Cristo durante todo o ano. O tema central é a gruta que abriga a Sagrada Família, em torno da qual se organizam todos os outros elementos, representando cenas bíblicas ou do quotidiano através de pequenas figuras de cerâmica pintadas, fragmentos de rocha, musgo, plantas, flores e minúsculas conchas marinhas.Dentro de redomas ou caixas de vidro, os belos e frágeis presépios de lapinha são tradição na casa açoriana.


Fonte: http://www.artesanato.azores.gov.pt


Ana Cabrita

Cais das Poças - Ilha das Flores







Programa de Natal com diversas actividades durante o mês de Dezembro.


Fonte: Cais das Poças

Alambiques









Os alambiques são construções ligadas à produção de aguardente. No interior, existe um aparelho destinado à destilação. Através de uma caldeira, os vapores condensados conduzem, através de um tubo a aguardente. A caldeira é aquecida a fogo direto. No Pico produz-se aguardente de figo, groselha e bagaço.
Existindo vários alambiques na Ilha, sugere-se a visita a dois deles, abertos ao público: um localizado no Museu do Vinho, na Madalena (Carmo) e outro no Lajido.


Fonte: Guia Património Cultural Pico



Ana Cabrita

Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha - Ilha Terceira










Esta zona costeira encontra-se classificada como Reserva Natural dada a biodiversidade que encerra e à sua característica geológica, visto tratar-se de uma quebra por afundamento da placa rochosa circundante. Esta fajã situada na costa norte da ilha Terceira junto ao mar, numa zona conhecida por Biscoito de Agualva, é formada por campos de lava e altas arribas ao fundo das quais surge uma zona lacustre. Trata-se de um local de grande interesse ambiental do ponto de vista da fauna e da flora onde surge a protegida Erica azorica. Na Reserva Natural da Alagoa da Fajãzinha é possível observar uma grande quantidade de espécies locais e outras migratórias. Por este local passa o trilho pedestre das Baías do Norte e ainda se encontra o miradouro da alagoa que oferece uma panorâmica sobre toda a área envolvente a este local.



Fonte: Município da Praia da Vitória

Trilho Pedestre "Calheta de Nesquim"







No mês de novembro o Município das Lajes do Pico organiza o trilho pedestre "Calheta de Nesquim", na freguesia da Calheta de Nesquim.
Dia: 26 de Novembro
Horas: 14h00
Distância: 8Km
Grau de Dificuldade: Médio
Duração prevista: 3h00

É obrigatório a inscrição!!!
Apenas 30 lugares disponíveis.

Mais informações e inscrições através do n.º 292 679 331 (de segunda a sexta das 8h30 às 16h30) ou do email desportocmlp@gmail.com

Fonte: www.facebook.com/cmlajesdopico

Ana Cabrita