Durante os meses de julho e agosto, ao visitar o Centro de Artes e Ciências do Mar, nas Lajes do Pico, encontrará a exposição "A baleação é memória", resultado do projeto de Intervenção e Apoio Multidisciplinar dos alunos do 5º A da Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico.
E já ouviu falar nas Quintas na Sibil? Às quintas-feiras decorrem sempre atividades dedicadas aos mais novos (dos 4 aos 12 anos)!As inscrições gratuitas para estas atividades podem ser efetuadas através do e-mail eventosculturpico@gmail.com, ou dos contatos 292 679 330 | 912767510 | 967143273.
Não se esqueça de passar pela Gift Shop onde, entre muitas novidades, encontra a fantástica obra "O sol morreu aqui", de João Figueiredo, vencedor do Prémio Literário Dias de Melo 2012.
Motivos de sobra para visitar o Centro de Artes e Ciências do mar, aberto diariamente das 10h00 às 18h00 na Rua do Castelo, nas Lajes do Pico!
A
Rota das Fajãs no Ponto + alto de PORTUGAL: Montanha do Pico. Súbida
noturna, na madrugada do dia 13 de Julho de 2013. Inscrições limitadas e
reservadas para aqueles que já possuem o Passaporte das Rotas das
Fajãs. Atreve-te nos 2351 m altitude de "Puro Prazer de Aventura".
Natural dos Açores – Ilha
Terceira. Canta desde sempre os Poetas e a Música Popular Açoriana. Autor e
intérprete de música para crianças, assina regularmente na Rádio Televisão
Portuguesa a música de programas Infantis e para os quais compôs mais de 300 canções
originais. Tem dedicado particular atenção ao teatro, colaborando entre outras
com companhias de teatro de revista como autor, arranjador e diretor musical.
São também da sua
responsabilidade as Bandas Sonoras de várias produções para cinema e televisão
sendo também autor de jingles publicitários e ainda dos arranjos para quase
toda a sua produção discográfica e televisiva.
Como ator tem intervenções em “Duarte e
Companhia” (sob a direção de Rogério Ceitil), “Sociedade Anónima”, “A
Ferreirinha” e “29 Golpes” (sob a direção de Jorge Paixão da Costa).
Assina com regularidade os arranjos e a direção musical de outros intérpretes
portugueses.
Escreveu de parceria com José Jorge Letria ao
longo de 30 anos, entre outros trabalhos “Rua dos Navegantes” ao qual foi
atribuído o prémio “Casa da Imprensa” e a cantata intitulada “Macau um Sonho
Oriental”, subordinada ao tema da presença dos portugueses no Oriente.
É detentor de prémios de vários concursos a nível da composição e orquestração.
Nos anos de 1990 e 1992
deslocou-se respetivamente a Zagreb e a Malmo na qualidade de orquestrador e diretor
de orquestra da canção representante de Portugal no Festival Eurovisão da
Canção.
Exerceu durante dois anos o cargo de Consultor para a Programação
Infanto-Juvenil da TVI, estação onde manteve durante 17 meses o programa diário
“A Casa do Tio Carlos”, considerado pela crítica o melhor programa infantil da
televisão portuguesa da atualidade e também de maior aceitação junto do público
infantil.
Em Setembro de 1994 regressa aos ecrãs Canal 1 da RTP como apresentador e
compositor do programa “Arca de Noé”.
Foi membro da Direção da Sociedade Portuguesa de
Autores por dois mandatos 1983/1991.
Volta a integrar a Direção da Sociedade Portuguesa de Autores de Novembro
de 2001 a Dezembro de 2003.
Recebeu em 1997 o Prémio Prestígio da Associação Nacional de Bombeiros
Profissionais.
Mantém desde Dezembro de 1998 até Março de 2004 o programa de rádio “Perto
do Coração”na Antena 1, que é co-autor e apresentador.
Desde Novembro de 2004 mantém na RTP-Açores e Internacional um programa, de que
é autor, intitulada “Casa dos Açores”. Desde logo passou a ser o elo de ligação
de todos os Açorianos espalhados pelo Mundo.
Presidente da Assembleia-geral do Sindicato Nacional dos Músicos de 2000 a
2004.
Recebeu em Junho de 2000 a medalha cidadão de mérito da cidade de Angra do
Heroísmo.
No dia 31 de Março de 2001 é homenageado durante a cerimónia do 118º
aniversário da Voz do Operário.
Em 10 de Junho de 2003 é agraciado com o grau de Comendador da Ordem de
Mérito por sua Excelência o Presidente da República Portuguesa Dr. Jorge
Sampaio.
Desde sempre participou
em espetáculos ao vivo e como orquestrador ou como instrumentista, em discos
com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Manuel Freire,
José Jorge Letria, José Barata Moura, Grupo Outubro, Maria da Fé, José Mário
Branco, Toni de Matos, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Mário
Viegas, Ary dos Santos, Luís Cília, Lenita Gentil, Brigada Vitor Jara, Chico
Buarque de Holanda, entre outros.
Lançou em 1999 “Clássicos Açorianos”, um trabalho de registro da música
tradicional açoriana com arranjos de João Paulo Esteves da Silva para quarteto
de cordas e voz, considerado por Carlos Pinto Coelho no programa Acontece – fim
de século “... Seguramente um dos discos do século em Portugal”.
Em Junho de 2003 é lançado o CD “Herdeiros da Maresia”: 16 poemas com sabor a
mar.
Uma leitura musical dos poetas Sophia, Natália, Nemésio, Antero, Emanuel
Félix, Eduíno de Jesus, Roberto Carneiro, Marcolino Candeias, Vasco P. da
Costa, Álamo Oliveira, José F. Costa, V. Rui Dores, Manuel M. Ferreira.
Ao longo da sua carreira atuou
em: Portugal, Espanha, Itália, França, Holanda, Bélgica, Suíça, Inglaterra,
Noruega, Suécia, Alemanha Ocidental, AlemanhaOriental, União Soviética, Bulgária,
Jugoslávia, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil, China-Macau, Senegal,
Angola, Timor.
O
Cantinho das Buganvílias Resort encontra-se na lista dos mais recomendados no
site da Booking, situa-se no Carregadouro, pertencente ao Concelho de Velas, Ilha
de São Jorge.
Este fica apenas a 1,5 Kms (10 minutos de carro) do Aeroporto
local e a 200 metros do mar.
Este
empreendimento turístico oferece vista para as vizinhas ilhas do Pico e do
Faial, envolvendo todos os que lá passam.
O
Resort tem para presentear aos seus hóspedes um número elevado de atividades de
animação turística, de forma a desfrutarem ao máximo a beleza da ilha.
O
Cantinho disponibiliza de uma piscina, uma banheira de hidromassagem, e de
luxuosos apartamentos com ar condicionado e com pátio privado.
O
seu restaurante tem vista para o Oceano Atlântico, onde são servidos um buffet
de pequeno-almoço e um menu requintado para o jantar.
A Reserva Florestal de Recreio do Viveiro da Falca encontra-se implantada junto aos viveiros do Serviço Florestal da Terceira.
Este viveiro, instalado com talhões vedados por sebes de cameleiras e azáleas e rodeado por bosques de criptomérias, levou a que num desses bosques fosse criada uma Reserva Florestal de Recreio, devido à beleza do lugar.
Atravessado pela Ribeira Brava, sazonal, foi então o bosque sendo transformado com a plantação de carvalhos, plátanos, metrosideros e outras folhosas que, aos poucos, foram substituindo algumas das criptomérias.
Constituídas as infraestruturas, casa de banho, mesas, grelhadores, zona de divertimento infantil, campo de jogos, parque de estacionamento e aproveitando uma das casas existentes, a Reserva ficou pronta a receber visitantes.
É um local que possibilita disfrutar da tranquilidade que a localização proporciona, assim como da beleza do viveiro aquando da floração das cameleiras e das azáleas existentes nas referidas sebes.
Núcleo de Santa Barbara, ou antigo recolhimento de Santa Barbara com a disposição de três salas destinadas à exposições temporárias do mesmo museu, este recolhimento inclui a igreja de santa barbara recentemente restaurada e utilizada para instalar obras de arte, podemos encontrar um verso muito engraçado, logo à entrada desta exposição, de Emanuel Jorge Botelho em que diz:
“Está tudo aqui, diante dos meus olhos;
O nada do tudo, o risco do quase nada,
O principio do branco, a hora da cor,…”
A história desta instituição é dividida em três fases, a primeira até 1783, data da morte da última professa da Ordem de Santo Agostinho, a segunda fase de 1783 a 1933, ano em que o governo civil de ponta delgada aprova o novo estatuto dos recolhimentos, transformando o numa instituição de caridade e a terceira fase entre 1933 a 1982 ano em que o edifício foi desocupado devido ao estado de degradação.
Neste Núcleo podemos encontrar obras de Urbano, natural de São Miguel, nascido em 1959, na qual ele transmite os últimos 16 amos da sua produção artística, incluindo as suas novas peças.
Estas obras fazem parte de um itinerário da sua vida, com a junção de dois espaços ligados entre si pela história religiosa e cultural. Estas obras são feitas de gesso, adicionando depois prata, ouro, bivalves, videiras, vidros, livros ou telas, entre outros elementos.
A ermida de Santa Barbara é do séc. XVII, a data altura Roque Fonseca e sua esposa decide fazer deste espaço um recolhimento para mulheres com necessidades, em funcionamento até aos dias de hoje, esta ermida tem altares com uma mistura de vários estilos, temos o dourado, o prateado, o gesso e a pedra. É uma ermida com muitas chaminés, pois eram constituídas com quartos como se fossem pequenos apartamentos, com cozinha, casa de banho e cozinha, ocupavam-se com orações e diversas atividades, como a renda, a cozinha e tratar das roupas. Mais tarde este casal constrói esta igreja desde o barroco ao atual. Com Coro baixo e coro alto, altares redondos semelhantes à igreja do Santo Cristo, vê-se nesta ermida vários altares, pois todos os altares eram dadas as suas missas em conjunto e em latim, o que era uma grande confusão, esta ermida tem quatro altares, cada um com sagrado onde guardavam a pedra ara.
Temos então o altar de São José com sua pintura dourada que data de 1768, um outro altar o de Santa Barbara com torre, esta pragava ao cristianismo, conta a história que Santa Barbara foi fechada numa torre a mando de seu pai, este por sua vez contratava filósofos para a contrariar, não tendo sucesso, ela foi condenada à morte, mas na altura de sua morte surge um relâmpago e mata seu pai, este altar é dourado devido aos gostos populares da época.
Com a passagem deste imóvel para o museu Carlos machado, inicia-se
então um processo de adaptação a novos desígnios. Nos dias de hoje este
edifício está reabilitado pelo governo dos açores, e assume as funções
museológicas, onde se torna um lugar de memória, e cultura.