Roteiros explicam Matemática nas calçadas dos Açores


Os padrões das calçadas dos Açores, onde se destacam rosáceas e frisos, vão estar reunidos em roteiros desenhados por um investigador da universidade açoriana, que pretende conjugar matemática e património e estender o projeto às varandas e artesanato.
“São padrões de que muitas vezes não nos apercebemos com a vida do dia a dia. A calçada portuguesa é muito apreciada em todo o mundo e todas as ilhas têm exemplos muito interessantes, alguns deles muito antigos, em termos de estética e classificação matemática”, afirmou à Lusa Ricardo Teixeira, do departamento de Matemática da Universidade dos Açores.
Este investigador tem-se dedicado à identificação e classificação dos padrões matemáticos da calçada das nove ilhas dos Açores, um levantamento que ficou concluído recentemente.
Além de ser um instrumento de trabalho para os professores que podem aplicar estes roteiros de simetria numa visita de estudo, Ricardo Teixeira disse que a "matemática das calçadas" pode ser também explorada do ponto de vista turístico e cultural, propondo a tradução destes roteiros em várias línguas, com o apoio das autarquias, cruzando assim património e ciência.
"Por exemplo, o levantamento conclui que Ponta Delgada e Angra do Heorismo têm cinco tipos de frisos e a cidade da Horta tem seis tipos de frisos. É uma riqueza a nível patrimonial e com potencial de exploração em termos culturais e científicos que deve ser aproveitada", disse.
Atualmente estão disponíveis os roteiros de simetria de São Miguel, Terceira, Faial e Pico na página http://sites.uac.pt/rteixeira/simetrias/ e está em conclusão o roteiro das restantes cinco ilhas, no âmbito do projeto nacional Matemática Urbana, um dos quatro temas principais do Ano Internacional da Matemática do Planeta Terra.

Fontes:

Sabia que...







Sabia que um dos acontecimentos mais marcantes para a história da Urzelina aconteceu no dia 1 de Maio de 1808 com uma erupção vulcânica de grandes dimensões?

As lavas vulcânicas da grande erupção destruiu grande parte da população e também a primeira igreja dedicada a São Mateus, sobrando apenas uma das torres da igreja.

Esta torre da antiga igreja localiza-se na freguesia da Urzelina, ilha de São Jorge e até aos dias de hoje encontra-se visível e pode ser visitada.

OMT afirma que turismo pode ser salvação do País

OMT
 
 
Taleb Rifai, secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), afirmou durante a sua presença no Fórum de Economia de Turismo Global, em Macau, que o turismo deve ser utilizado de forma a combater a crise em Portugal.
 
O responsável disse ainda que “no caso de Portugal, a questão não é como pode crescer, mas antes se pode dar-se ao luxo de não usar o turismo na sua recuperação” e que se forem utilizadas “políticas e incentivos correctos e todos estiverem sensibilizados para o turismo, pelo contrário, o turismo pode ser parte da solução e não parte do problema”, avança a agência Lusa.
 
Ainda durante o encontro, o secretário-geral da OMT referiu que este ano, o turismo internacional pode crescer em média os 4%, concluindo: “vou manter a nossa previsão de crescimento entre 3% e 4 %, mas definitivamente vai ser perto de 4%, o que é excelente, porque as nossas previsões para os próximos 18 anos são de uma taxa de crescimento anual de 3,8 até 2020 e 3,3 de 2020 até 2030, por isso, é ligeiramente acima da média prevista de chegadas”.
 

VINHAS, VINDIMAS, VINHO DiscoverAzores2014




O novo concurso de escrita e música DiscoverAzore2014 tem como tema "Vinhas, Vindimas, Vinho". 
Escritores e músicos nos Açores tem mais uma oportunidade para mostrarem os seus talentos neste concurso da MiratecArts que dá prémios aos vencedores incluindo participação no Azores Fringe Festival 2014 (inclui viagem entre-ilhas se não reside no Pico e estadia por uma semana durante o Festival em Junho 2014) assim como um cabaz de mais de 200euros de produtos da Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico incluindo o Lajido.
Poemas, contos, músicas, basicamente qualquer forma de escrita ou música (com ou sem letra) é bem vindo. 
Qualificações: 
1) Concorrente vive nos Açores e é maior de 16 anos de idade, 
2) Inscreve-te no projeto www.discoverazores.eu mandando biografia artística e contatos para a associação, 
3) Escrita tem mínimo de 50 carateres e máximo de 10 mil carateres em formato WORD DOC; música original gravada com mínimo de 2 minutos e máximo de 5 minutos em formato mp3, 
4) Trabalho tem que ter algo em relação com o tema "Vinhas, Vindimas, Vinho", 
5) Trabalhos são aceite através do email info@mirateca.com até ao dia 30 de janeiro 2014 
6) Na entrega do trabalho inclui na tua mensagem: nome, telefone e uma frase respondendo a pergunta "Porque participa neste concurso?"

Se tem algumas dúvidas ou perguntas por favor mande para info@mirateca.com

Caldeirinha de Pêro Botelho - Ilha Graciosa


A Caldeirinha de Pêro Botelho é um algar vulcânico acessível através da cratera de um cone de salpicos de lava (spatter) recente, provavelmente de idade holocénica. O algar tem 25 m de profundidade e tem uma pequena galeria de 24,6x7,4 m na sua parte inferior. Este algar foi explorado pela primeira vez em 1964 pela sociedade espeleológica “Os Montanheiros”.





Fonte: http://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php?id_geositio=17

Artesanato com fibras vegetais


As fibras vegetais constituíram, tal como a madeira, um dos primeiros recursos naturais ao alcance dos povoadores do Arquipélago dos Açores. Eram facilmente obtidas a partir de junco, da cana de bambu, da espadana, do vime e do dragoeiro. Mas a agricultura fornecia indirectamente outros elementos vegetais como a folha de milho e a palha de trigo. De entre os variados objectos produzidos a partir das fibras vegetais, os cestos assumem o principal papel. A arte da cestaria fez parte do quotidiano de todas as civilizações que fizeram depender a sua sobrevivência da terra e do mar, apresentando sempre um carácter multifuncional, actualmente ainda mais diversificado e decorativo.
 
                Inicialmente, a forma do cesto estava directamente relacionada com a sua funcionalidade, sendo por isso determinante a escolha de materiais resistentes e duradouros como o vime. Alguns aspectos mantêm-se ainda hoje inalteráveis e permitem distinguir a cestaria tradicional dos Açores: a utilização predominante do vime, desde sempre cozido nas caldeiras vulcânicas, a técnica artesanal de “armar” um cesto e as suas características formais. Contudo, não é fácil estabelecer uma tipologia para a cestaria açoriana, já que cada ilha do Arquipélago apresenta as suas diversidades regionais. Comum a todas as ilhas e testemunho valioso da cestaria tradicional dos Açores, do ponto de vista histórico, é a “sebe” do carro de bois e o “seirão”, cilíndrico, grosseiro e alto que, aos pares, é transportado por animais com produtos agrícolas.

Capítulo 41 - A Redescoberta da Atlântida



No passado dia 10 de Setembro no auditório da BPARPD foi apresentado o livro “CAPÍTULO 41 – A REDESCOBERTA DA ATLÂNTIDA” do autor Pedro Almeida Maia, numa edição da Publiçor.


Esta obra trata-se de um romance policial que tem como pano de fundo as recentes descobertas antropológicas no arquipélago. 


O "Capítulo 41 - A Redescoberta da Atlântida" foi apresentado na vai estar à venda nas nove ilhas que constituem o arquipélago.