Campanha de Natal "Um Gostinho dos Açores" - Faial

Como é hábito, este ano os Quiosques de Turismo disponibilizam a sua Campanha dos Cabazes de Natal, "Um Gostinho dos Açores", com cabazes personalizados e diferenciados por ilha.

Na ilha do Faial encontrará os cabazes "Mimo Regional", "Cabaz Ilhéu", "Cabaz Ilhéu + ", e "Cabaz Ilha", com produtos típicos da ilha.

Poderá ver a composição dos cabazes na imagem abaixo, que, como poderá comprovar, é extremamente apelativa aos sentidos.



Esta é uma época especial, em que há mais partilha de afetos e convívio entre as pessoas. Há a decoração das casas e dos espaços comerciais com o tema natalício que nos torna mais alegres. E o Quiosque de Turismo da Horta não é exceção. Aqui poderá encomendar o seu cabaz, que certamente fará as delícias a quem o irá oferecer e iremos recebê-lo num espaço acolhedor, que abraçou inteiramente o espírito natalício, como poderá ver pelas fotos abaixo.



Venha visitar-nos. Poderá encontrar-nos na Praça do Infante, na cidade da Horta. Celebre o Natal connosco.

Fotos: Andreia Rosa

Dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição


No dia 8 de dezembro celebra-se o dia da Imaculada Conceição. Este dia invoca a vida e virtude de Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem marca do pecado original.

É uma festa pagã que celebra um dogma católico definido como festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.

Em 25 de Março de 1646, o rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação a Espanha.

Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal. Desde este dia, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição.

Governo Regional assume como “grande desígnio” tornar os Açores num “destino de excelência​”




O Governo dos Açores assume “como grande desígnio, transformar os Açores num destino de excelência, aproveitando e majorando” as “características únicas” do arquipélago.
A afirmação do Secretário Regional do Turismo e Transportes proferida na abertura do 39.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), reitera perante os congressistas o compromisso de que “o Governo dos Açores continuará a ser um parceiro, nos bons momentos e nos menos bons”, garantindo ainda que continuará a trabalhar “para que o setor seja sustentável e continue a gerar confiança junto de todas as entidades que trabalham, de uma forma direta ou indireta, o destino”.
Vítor Fraga salientou que este será um processo “em que todos serão chamados a dar o seu contributo ativo, porque percebemos a importância do planeamento e do alinhamento claro de estratégias entre entidades públicas e privadas”.
Para o Secretário Regional, a par da captação de mais turistas, pretende-se “caminhar para uma segmentação em mercados com maior potencial, concretizando a aposta de, nos próximos dez anos, os Açores se assumirem como o principal destino de turismo de natureza do país e, em especial, um dos principais destinos do turismo ligado ao mar no Atlântico”.
Para tal, será preciso assumir como desafio que “o produto oferecido tem que ser substancialmente melhorado, não só no que se refere às unidades hoteleiras, com a requalificação das que são indiferenciadas, como também quanto aos serviços paralelos, criando aqui mais atividades e produtos a adquirir pelos turistas”.
A escolha do arquipélago, para a realização deste encontro, surge na sequência de os Açores terem sido considerados destino preferido da APAVT no decorrer deste ano, expectando Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT , “que todos saiam dos Açores conhecendo melhor a região. É importante perceber as fragilidades e as forças do Turismo dos Açores (…), para que esta região venha a beneficiar também da presença do Congresso”, referiu.
O 39º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo que teve hoje início na cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, sob o tema ‘Turismo: Novos Rumos, Outra Atitude’, termina no próximo Domingo.



Fonte da imagem: 
http://4.bp.blogspot.com/-4qmiW61x2Bo/T4Nvs32rP8I/AAAAAAAAAhU/HTVZ1Rk1Bzw/s1600/DSCF0960.JPG


Laura Ribeiro

Lenda da Fajã de S. João - São Jorge

Fotografia: José Ricardo Vieira


Decorria o ano de mil setecentos cinquenta e sete e na Fajã de S. João, em S. Jorge, vivia uma pobre mulher, já de idade, que às vezes era zombada pelos vizinhos. Nesse tempo, o pão de milho era a base da alimentação e era cozido em todas as casas, quase sempre ao sábado. Depois limpava-se, enfeitava-se com flores nascidas nos pequenos jardins e tudo ficava pronto para o domingo, dia de descanso.

 Estava a dita velhinha neste afazeres de pôr o lume ao forno e amassar o pão, quando bateram à porta. 

Como tinha as mãos sujas, falou, de dentro, mandando abrir.

 A porta rodou sobre os cachimbos e apareceu uma formosa senhora a quem a velhinha com agrado disse:
 — Entrai, vinde para junto do meu lar, que eu gosto de dar a todos do pouco que Deus me deu.

 Mas a senhora, com a voz de encantar, respondeu:
 — Ide dizer a toda a gente que fuja deste lugar e vá para a serra antes de chegar a noite. Um caso estranho vai dar-se em breve.

 A senhora fechou a porta e logo a velhinha deixou o que estava a fazer. O lume apagou-se no forno e o pão ficou por acabar de amassar, mas foi de porta em porta, chamando e dizendo a todos que fugissem de casa e da Fajã, porque ia dar-se um acontecimento terrível.

 Mais uma vez as pessoas zombaram da pobre velha e ninguém acreditou em tão triste profecia. Mas ela não hesitou e, acreditando no que lhe tinha dito a senhora, pôs-se a caminho da serra, só com a filha, única pessoa da família e da vizinhança que a acreditou. Durante a caminhada, não deixava de cismar no triste caso que se iria dar e nas pessoas que, por serem incrédulas, tinham ficado em perigo na Fajã de S. João.

 Pela meia-noite a terra começou a baloiçar e o mar uivava ao longe com um som sinistro. Deu-se um grande terramoto. Muitas encostas desabaram, rochas enormes rolaram pela Fajã, indo parar ao mar, derrubando casas e destruindo cultivações na sua passagem veloz. Os gritos das pessoas, o barulho da terra e das rochas a cair vibravam no mar.

 Quando a manhã despertou e o sol começou a subir, à Fajã de S. João estava totalmente destruída e muita gente, que zombara da velhinha, dormia na paz do senhor.

 O povo passou a dizer que a velhinha que fizera a profecia tinha falado com a Virgem Santa Maria e que, por ter tido fé, se tinha salvo e à filha.

 Fonte: FURTADO-BRUM, Ângela Açores: Lendas e outras histórias Ponta Delgada, Ribeiro & Caravana editores, 1999

Este Natal, na TopAtlântico o check out vem antes do check in!




O Check Out é o novo modelo de cheque oferta da TopAtlântico. Neste Natal pode surpreender alguém de quem goste, sugerindo-lhe um check out da rotina do dia-a-dia.
Este cheque oferta pode ser usado em qualquer produto numa agência de viagens TopAtlântico. Caso opte por programas do operador Solférias, o seu cheque out vale mais 10%.

Para garantir que dispõe de várias opções para as suas ofertas, a TopAtlântico coloca ao seu dispor os seguintes cheque out:

- Cheque Out de 50€ que pode ser utilizado no programa “Num fim de semana em Portugal”
- Cheque Out de 100€ que pode ser utilizado no programa “Numa viagem aos Açores”
- Cheque Out de 200€ que pode ser utilizado no programa “Numas férias em Cabo Verde”


Estas e muitas outras sugestões TopAtlântico, aqui

Sara Luís

Presépio Vivo - Freguesia da Prainha

A Catequese da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, da Prainha, tem o prazer de convidá-lo(a) para um dos momentos mais marcantes da história da humanidade - o nascimento de Jesus Cristo. No dia da abertura oficial da iluminação do jardim, nesta quadra natalícia, dia 15 de Dezembro, pelas 20h00, no jardim do Império, teremos uma encenação de um presépio vivo, celebrado com música e muita alegria. A celebração da missa está agendada para as 19h00. Reúna seus familiares e amigos e venha participar deste momento.


Ana Antunes

Bruno Oliveira - uma promessa jorgense


Bruno Oliveira, nasceu no dia 14 de Dezembro de 1987, três dias anteriormente à festa em louvor de São Lázaro, orago da sua freguesia, Norte Pequeno, ilha de São Jorge. É licenciado em Engenharia e Gestão do Ambiente, pela Universidade dos Açores. Integra uma nova geração de cantadores que começou na Terceira, São Miguel e São Jorge.
Em resumo, começou por aprender a tocar a viola da terra, e de seguida, a trazer a sua participação aos bailes regionais e chamarritas que se realizam pelas várias Sociedades Recreativas e Casas do Povo da ilha. Cantar nestes bailes, as modas regionais do folclore de São Jorge, associado ao facto de ser um grande apreciador inegável de José Eliseu e João Ângelo, foi o “despertar” para que nascesse em si o gosto pelas cantigas ao desafio.
Sem se aperceber, na festa da Fajã da Caldeira de Santo Cristo, a 5 de Setembro de 2009, estreou-se a cantar ao desafio. Começou com João Bettencourt, também cantador jorgense, mais concretamente da freguesia dos Rosais. Desde aí, tem cantado desafios, pezinhos, as velhas, e desgarradas pelas várias ilhas do arquipélago dos Açores, no Canadá e na América. A ilha Terceira, por ser uma das ilhas com mais tradição no que diz respeito a cantorias, tem sido, sem qualquer dúvida, uma “mãe” para este jovem cantador.
Para além de cantar ao desafio, Bruno Oliveira, toca viola da terra no Grupo Etnográfico da Beira e, é presidente da direção da Sociedade Filarmónica Recreio de São Lázaro, na sua freguesia, na qual também toca clarinete.