Bom Ano de 2014!!





Hoje, 31 de Dezembro de 2013, comemora-se o último dia do ano e consecutivamente o Ano Novo. 

Assim, o Turismo dos Açores quer aproveitar para lhe desejar umas óptimas entradas e um Feliz Ano de 2014.

Sara Luís

Réveillon ou Passagem de Ano 2013/2014



 A passagem do ano-novo é, ainda hoje celebrada por todo o mundo e, normalmente, envolve uma festa com muito  fogo de artifício para o 
público, ao ar livre para que todos tenham acesso a este dia memorável, as famílias ou os amigos aproveitam este dia também para se juntarem e celebrarem este dia, pedindo que o novo ano traga mais felicidade, melhorias financeiras ou mesmo amorosas, tudo depende da situação de cada um, juntam –se para um jantar ou ceia festiva em que toda a família   tem a possibilidade de viver um dia agradável, com muita alegria e muita festa.

Há ainda empresas privadas que fazem a sua festa de Réveillon, em que as pessoas se juntam e vivem este momento juntos, geralmente são amigos que se juntam neste dia, a única diferença é que devem ir devidamente vestidos, os senhores com smoking e as senhoras com vestido de noite, o resto é igual, diversão e muita animação.




Desejamos a todos umas boas entradas em 2014.




Mónica Martins


Charcos de Pedro Miguel, no Faial, registaram nos ultimos dias grande variedade de aves migratória​s




Os Charcos de Pedro Miguel, na ilha do Faial, registaram nos últimos dias a presença de uma grande variedade de aves migratórias, comprovando a importância desta zona para a conservação de várias espécies.
Na quinta-feira, 26 de dezembro, foram registadas no local 27 marrequinhas (Anas crecca), dois arrábios (Anas acuta) e uma íbis preta (Plegadis falcinellus).  A observação de aves é uma atividade que tem vindo a registar um aumento de apreciadores, decorrendo a época alta nos meses de janeiro e fevereiro, altura em que aves migratórias como as garças, os patos e várias espécies limícolas utilizam o arquipélago dos Açores com regularidade para se alimentar e repousar.
Na ilha do Faial, os locais com interesse ornitológico mais utilizados neste período do ano pelos observadores de aves (birdwatchers) são os Charcos de Pedro Miguel e a Caldeira, tendo o Parque Natural melhorado em 2012 as condições para os praticantes desta atividade, através da construção de uma infraestrutura de apoio nesta área ambiental.
Os Charcos enquadram-se na fossa tectónica (graben) de Pedro Miguel, mais especificamente na falha da Lomba Grande, que se salienta pela sua expressão morfológica em toda a ilha do Faial, sendo particularmente relevante pelo seu coberto florestal, com espécies naturais de Laurissilva.


Fonte
imagem: http://4.bp.blogspot.com/_MaoRbk6r2rg/TOJoYOf77AI/AAAAAAAAA2Y/hnriSH1WH5M/s1600/Anas%2Bcrecca%2B-%2BMarrequinha.jpg
Fonte texto: http://www.acores24horas.pt/1/charcos-de-pedro-miguel-no-faial-registam-grande-variedade-de-aves-migratoria%E2%80%8Bs/


Laura Ribeiro

Sabias que...


... o Arquipélago dos Açores tem três espécies de orquídeas endémicas?... que a orquídea mais rara da Europa se encontra nos Açores?...que esta espécie só existe numa zona muito restrita da ilha de São Jorge?... e que esta é uma espécie ameaçada e a precisar de proteção urgente?

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3580381

Jogo Duplo

O Jogo Duplo é um filme de Alberto Anzani, adaptado do livro já existente do mesmo autor, que retrata as aventuras de dois irmãos gémeos: o escritor Vittorio Ferrari, viciado no jogo de azar e o Chef Valerio Ferrari que em fuga do Lago de Como para os Açores, vão-se apaixonar pela mesma mulher, Isabel, prometida em casamento a um jovem da ilha. Entre equívocos, trocas de identidade, suspense, um inspector napoletano apaixonado por culinária, indaga: um jogo duplo de sabor internacional.
Ambos, livro e DVD, se encontram à venda nos Quiosques de Turismo dispersos pelas ilhas do Grupo Central.


Clima pode trazer peixes raros aos mares dos Açores

O estudo baseia-se nas últimas duas décadas. Nas costas dos Açores apareceram peixes raros, peixes mais típicos de águas tropicais. Espécies como peixe-porco (peixe-porco de outras espécies, mas da família do peixe-porco sobretudo) e também outras espécies de enxaréus, mais tropicais. Estas são as duas famílias que de facto se têm mostrado como os peixes mais aventureiros a aparecer por cá.
Na costa de Portugal Continental já existem dados que comprovam que as alterações climáticas estão directamente ligadas ao aparecimento destas espécies. Nas descargas tem-se verificado uma diminuição no número de espécies de águas temperadas e uma subida das espécies de águas subtropicais ou tropicais, mas nos Açores os investigadores dizem que ainda é muito cedo para se chegar a esta conclusão.
Para podermos ter a certeza sobre se há ou não e em que sentido é que existem estas alterações, por exemplo, o aquecimento global e um aquecimento em particular, na Região dos Açores, nas águas, nas séries temporais, que são chamadas de séries temporais muito longas, ou seja, séries que se estendem ao longo de várias décadas para podermos distinguir o que é a variação natural de algo que de facto é diferente da sua variação natural.
De qualquer modo, o que se tem analisado é um aumento substancial destas espécies tropicais nos mares dos Açores.
Isto pode indicar os efeitos de um ligeiro aquecimento das águas, o que não se sabe é se esses efeitos são duradouros ou se são apenas acontecimentos raros que fazem parte da variação da alta temperatura das águas dos Açores, por isso os estudos irão continuar. Os investigadores pedem também aos homens do mar para reportarem todas as espécies que encontrem de modo a apoiar o DOP (Departamento de Oceanografia e Pescas) neste trabalho.



Colheita 2008 - Um Czar para a história dos vinhos do Pico


O Wine in Azores, festival de vinhos, peixes e carnes do Açores foi aproveitado para apresentar as novidades dos vinhos açorianos. E se no que respeita aos vinhos de mesa há brancos como o Frei Gigante ou o Terrantez do Pico, que bem ilustram a excelência do trabalho dos enólogos Maria Alvares e António Maçanita, é no campo dos licorosos que a região tem uma longa tradição. No jantar de inauguração do evento foram apresentadas as novas colheitas de dois vinhos históricos do Pico: o verdelho da Adega Buraca, na linha da tradição que expressa o calor e robustez das condições em que é criado, e o Czar de 2008, que se revelou um vinho de uma qualidade e características extraordinárias.
Único e extraordinário não só pelas características da vinha onde nasce - os típicos currais do Pico, classificados como património UNESCO -, mas pelo raro equilíbrio de doçura, acidez, estrutura e elegância que exibe. Acresce que tudo isto resulta apenas das condições naturais da vindima e é um vinho feito por métodos tradicionais, que atinge um grau alcoólico acima dos 18%, com acidez e doçura extraordinárias. E sem interrupção da fermentação com a adição de aguardentes, tal como acontece com a generalidade dos licorosos.

Quer isto dizer que, fruto das particulares condições da vinha, com humidade da proximidade ao mar e a concentração de temperaturas por efeito dos solos de lava, o grau de maturação atingido na vindima de 2008 fez com que a generalidade das uvas tivesse chegado à adega com um grau de álcool provável acima dos 20%. "Alguns lotes de Verdelho chegaram até a passar os 24%", como explicou o produtor, Fortunato Garcia, que gosta de classificar o vinho como tratando-se de "um fenómeno da natureza". Uma jóia, também pela reduzida produção (não chegará às mil garrafas), que vale a pena guardar e que ficará certamente na história dos vinhos dos Açores.