Associação Cultural Pe. José Idalmiro

A ACPJI é uma associação cultural que iniciou actividade em 2011 em São Roque do Pico, com o objectivo de dinamizar actividades culturais através da música, teatro, performance e da sua relação com todas as outras formas de expressão. A associação, depositou atenção na criação de variadíssimos eventos públicos temáticos com a perspicácia constante de apresentar oferta cultural normalmente alternativa no Pico, Açores e Portugal. 
A ACPJI tem vindo a dedicar-se ao reforço e á dinamização de recursos de apoio á Criação e desenvolvimentos artísticos. Devido á diversidade de interesses, a associação ultrapassa hoje o seu espaço físico através de todos os seus sócios, amigos, parceiros, etc que pela sua actividade multinacional representando uma vontade muito humana: a de questionar a cultura que temos, baralhar criativamente e voltar a dar. 
A associação é um espaço de encontro de ideias e de artes em constante construção. Criada no intuito de oferecer um parco ás alternativas culturais e manifestações singulares, a ACPJI, embora sediada em São Roque do Pico, não se esgota no espaço físico do concelho. A associação surge na necessidade da existência de um "espaço" alternativo onde as artes se organizam, se envolvem e se completam numa procura constante de linguagens que desafiem o acto comum. Para além de promoção de espectáculos, a associação também tem como objectivo o desenvolvimento de actividades de formação. Com a realização de workshops com temáticas que integram os processos criativos.   
Workshop "O Palhaço Interno" com o actor Adriano Reis
Grupo de Teatro "Mensagem", peça "Ecoooomedia"


Mais uma Ave rara avistada na Ilha da Graciosa


                                               Aves raras - Gaivota-polar avistada na Graciosa


                                     



Uma gaivota-polar (Larus glaucoides) foi registada este sábado na costa graciosense, no âmbito da atividade "Censo de Aves Costeiras Invernantes", promovida pelo Parque Natural da Ilha Graciosa.

Trata-se de mais uma espécie só avistada ocasionalmente nos Açores, oriunda das zonas polares do norte. Recorde-se que já esta semana tinha sido registado um exemplar adulto de gaivotão-branco.

Com este passeio ao longo da costa, o Parque Natural deu a conhecer e sensibilizou os graciosenses para a passagem de muitas aves marinhas que visitam a ilha no inverno.

O censo efectuado com a colaboração do Serviço de Desporto da Graciosa e do Clube Desportivo Escolar Ilha Branca, resultou na observação de 40 exemplares de 5 diferentes espécies:

- Rola-do-mar (Arenaria interpres) - 19 individuos;
- Maçarico-galego (Numenius phaeopus) - 4 individuos;
- Garça-branca (Egretta garzetta) - 2 individuos;
- Gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) - 13 individuos;
- Gaivota-polar (Larus glaucoides) 
- 1 individuo.



Fonte: http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/graciosa/?k=Aves-raras.rtp&post=46684




Mónica Martins

O que se entende por Liberdade?



© www.hierophant.com.br

O dia 23 de Janeiro é o Dia Mundial da Liberdade e esta é entendida como o direito que qualquer indivíduo possui para realizar as suas escolhas livremente, determinando assim as suas opções de vida. Deste modo é também necessário entender os limites. Liberdade não é simplesmente fazer tudo sem pensar, implicando assim as escolhas e a liberdade do outro. Liberdade é poder escolher, poder decidir, respeitando a autoridade política, o Estado e o conjunto de todos os indivíduos que o rodeiam. 

"Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade" Artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos

"Todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição" Artigo II da Declaração Universal dos Direitos Humanos

“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.” Cecília Meireles

Sara Luís

Azevinho

Azevinho de nome científico Ilex azorica, endémica dos Açores, é uma árvore ou arbusto de folha persistente, frequente na floresta Laurissilva, geralmente existente acima dos 250 metros.

Os troncos estão cobertos frequentemente de musgos e de outras espécies.

Devido à sua excecional beleza, o Azevinho é utilizado principalmente como planta ornamental, as suas ramagens são verdes escuras contrastando com frutos vermelho vivo, cujo amadurecimento ocorre no início do Inverno. 

As suas folhas são contínuas e  pequenas, verde a verde-escuro, brilhantes, elípticas-oblongas de margem inteira ou com apenas alguns dentes.

É de crescimento muito lento, de porte pequeno e tronco ereto que pode atingir os sete metros de altura.

O Azevinho existe em todas as ilhas do arquipélago dos Açores exceto na ilha Graciosa.

Fontes: http://www.spea.pt/fotos/gca/triptico_verso_plantas_1322687127.pdf
http://siaram.azores.gov.pt/flora/flora-vascular/azevinho/1.html
Livro "Guia Parque Natural de São Jorge Açores"



Elisabete Rosa

Casa Manuel de Arriaga promove “Experiênc​ias e Brincadeir​as de outros Tempos”




A Direção Regional da Cultura, através do Museu da Horta – Casa Manuel de Arriaga, promove sábado, 25 de janeiro, a realização da segunda edição do ateliê “Experiências e Brincadeiras de outros Tempos”.
Esta atividade, que decorrerá entre as 10h30 e as 12h00, destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos, que poderão executar e experimentar alguns brinquedos utilizados durante a Primeira República, além de participarem numa visita guiada à Casa Manuel de Arriaga.
As inscrições são limitadas e poderão ser efetuadas nas receções do Museu da Horta e da Casa Manuel de Arriaga, através do telefone 2922933361 ou do endereço eletrónico: museu.horta.info@azores.gov.pt.


Fonte do Texto: http://www.acores24horas.pt/1/casa-manuel-de-arriaga-promove-experienc%E2%80%8Bias-e-brincadeir%E2%80%8Bas-de-outros-tempos/
Fonte da Imagem: Museu da Horta


Laura Ribeiro

Inscrições - XVI Festival da Canção Infantil Baleia de Marfim - Edição 2014


XVI Festival da Canção Infantil Baleia de Marfim

Inscrições

Informam-se todos os interessados que se encontram abertas as inscrições para a XVI edição do Festival da Canção Infantil Baleia de Marfim. Podem concorrer, individualmente, em duo ou em trio, crianças dos três Municípios da Ilha do Pico com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade, feitos à data da inscrição. Cada interpretação musical não deverá ter uma duração superior a 4 minutos. As inscrições deverão ser entregues na Câmara Municipal das Lajes do Pico, ao cuidado da Comissão Organizadora do Festival da Canção Infantil “Baleia de Marfim”, até 10 de Março de 2014. A presente informação não dispensa a leitura do Regulamento do Festival que se encontra no sítio da Câmara Municipal das Lajes do Pico em www.municipio-lajes-do-pico.pt

As inscrições devem ser acompanhadas dos seguintes elementos:
-  Boletim de Inscrição devidamente preenchido (anexo ao regulamento);
-  Fotocópia do Bilhete de Identidade, Cartão de Cidadão ou Cédula Pessoal;
-  Duas fotografias tipo passe do participante, as quais podem ser publicadas na imprensa e na brochura alusiva ao Festival;
-  CD áudio com gravação perceptível da canção, interpretada pelo(s) concorrente(s);
-  Partitura com a melodia (voz e piano) e harmonia cifrada (acordes), assim como a letra da canção colocada correctamente debaixo da melodia, com indicação dos autores;
-  Declaração dos autores autorizando a gravação em áudio e vídeo e divulgação das suas obras nos Órgãos de Comunicação Social (anexa ao regulamento).

Para mais esclarecimentos e apoio na inscrição é favor contactar a Câmara Municipal das Lajes do Pico através dos números de telefone: 292 679 700 / 910516408.


Fonte: Página Oficial do Município das Lajes do Pico