Festas Sanjoaninas 2015




As Festas Sanjoaninas fazem parte do calendário anual de festas populares da ilha Terceira
 
Neste suplento fique a saber tudo o que vai acontecer numa das mais emblemáticas festas dos Açores: o tradicional cortejo de abertura, as famosas marchas, touradas à corda e corridas de praça, bandas filarmónicas, música com artistas internacionais, nacionais e regionais.
Clique aqui para ver o suplemento do Açoriano Oriental.
Noticia adaptada.


Para saber a programação das festas clique aqui.


Fonte da noticia: http://www.acorianooriental.pt/noticia/festas-sanjoaninas-de-19-a-27-de-junho
Fonte da imagem e do cartaz: http://www.mysound-mag.com/2015/04/cartaz-sanjoaninas-2015-angra-do.html

Caldeirinha Pero Botelho- Um geosítio na Ilha Graciosa

A Caldeirinha de Pêro Botelho corresponde à cratera do único
spatter cone (ou seja, um cone formado pela acumulação de “salpicos de lava” soldados)
existente na ilha. Este cone tem uma idade inferior a 12.000 anos e está implantado na Serra
Branca, uma área da ilha Graciosa onde predominam formações traquíticas (e.g. domos)
usualmente de coloração clara, daí este topónimo.
Na cratera Caldeirinha de Pêro Botelho, com aproximadamente 150 m de diâmetro, existe
o único algar vulcânico conhecido na ilha Graciosa, com cerca de 37 m de profundidade.
Este algar tem uma galeria associada, com 24,6 x 7,4 m de dimensão, e foi explorado
em 1964 pela primeira vez, pela Associação Espeleológica “Os Montanheiros”. Para se ter
acesso ao seu interior é necessário equipamento e conhecimento adequado das técnicas
de exploração espeleológica.







A Câmara Municipal das Lajes do Pico organiza mais uma edição da Regata Terra Baleeira no próximo sábado, 20 de junho.
A Regata Terra Baleeira realiza-se entre os três principais portos baleeiros do Sul do Pico, sendo um dos mais importantes eventos náuticos ligados ao património baleeiro.


Regata Terra Baleeira:

9h00 - Concentração no porto da Calheta de Nesquim
10h00 - Largada da 1ª etapa Calheta/ Ribeiras
15h00 - Largada da 2ª etapa Ribeiras/ Lajes


Não perca e venha divertir-se connosco.

Madalena Férin


Maria Madalena Velho Arruda Monteiro da Câmara Pereira Férin, mais conhecida por Madalena Férin, nasceu a 22 de Julho de 1929, em Vila Franca do Campo, foi criada em Vila do Porto, Santa Maria e faleceu em Lisboa a 3 de Setembro de 2010.Foi uma poetisa e escritora açoriana.
Licenciada em Filosofia, é autora de romances, contos ensaios e poesia.
A sua obra insere-se na linha do romantismo contemporâneo. Ganhou o Prémio Antero de Quental, na modalidade de poesia.   

Meia-noite
Salgadas eram as noites de luar
Quando a meia-noite tocava os pinhais
As alongadas sombras de duendes.

A última flor de esperança feneceu!
Tecidas pétalas de engano foram vendas
Para aqueles que o sol jamais nasceu

Quebrou-se no bramido a minha voz…
Quedou presa do mar a expectativa,
Mas não voltou com o mar a tua voz!

No silêncio mentiroso duma ilha,
Na mortalha irrequieta do luar,
Entre o vaivém de espera e o vaivém do mar
Caiu apunhalada uma ilusão vivida!


Poema retirado do Livro "9 ilhas 9 escritoras" de Helena Chrystello / Rosário Girão

Turismo de Jardins


Hoje dia 17 de junho na ilha de S.Miguel em Ponta Delgada, a Direcção Regional da Cultura, através do Museu Carlos Machado, promove uma conferência sobre " Potencialidades e constrangimentos do Turismo de Jardins", por Raimundo Quintal.
 
Esta iniciativa tem inicio pelas 18h00 na Igreja do Núcleo de Santa Barbara.
 
Os Jardins, parques e matas ajardinadas da ilha têm uma grande riqueza florística e notável qualidade paisagística.
 

Fonte:http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=51799

Gina Maciel

O típico pão doce dos Açores é "presença obrigatória" na festa do Espírito Santo



A massa sovada, um típico pão doce feito nos Açores com ligeiras diferenças entre as ilhas, é "presença obrigatória" nas festas do Espírito Santo, que por esta altura do ano ocorrem em vários locais, unindo todos os açorianos.

“Varia de pessoa para pessoa, nem todos fazem igual, nem usam a mesma receita”, afirmou à Lusa Lina Moniz, natural da ilha do Pico e que há 20 anos faz para a família e para quem lhe pede massa sovada, cumprindo “à risca” a receita que aprendeu com a mãe.
No essencial, este típico pão doce açoriano é feito utilizando farinha, ovos, manteiga, açúcar e leite, sendo tradicionalmente cozido em forno de lenha depois de a massa levedar. Antes de levedar, a massa é bem amassada, ou seja, sovada, e daí o nome deste pão.
“A gente faz mais do que uma vez no ano. Na altura do Espírito Santo também cozemos rosquilhas [bolo de massa redondo com buraco ao meio que é muito caraterístico nas ilhas do grupo central do arquipélago] ”, referiu Lina Moniz, que habitualmente confeciona a massa com vizinhas e amigas no Salão do Cantinho das Serra, onde existem dois fornos e uma “amassadeira” elétrica, permitindo preparar quantidades maiores.
Segundo disse Lina Moniz, a massa sovada e as rosquilhas têm diferença, porque a primeira “é mais doce e a segunda não é tanto”, também “os tempos de cozedura são diferentes”, podendo variar “entre trinta minutos e uma hora”.
Comida como sobremesa ou acompanhamento da sopa do Espírito Santo, consoante a ilha açoriana, a massa sovada pode durar “em bom estado” uma semana depois de cozida.
Lina Moniz já perdeu a conta aos “bolos de massa alta” que já fez este ano, porque além da época do Espírito Santo, também cozeu na Páscoa e noutras alturas.
“Dá um pouquinho de trabalho, mas vale a pena”, referiu a picarota, que já foi mordoma do Espírito Santo várias vezes e não se importava de voltar a ser, por ter “muita fé na terceira pessoa da Santíssima Trindade”.
Também na ilha de São Miguel uma pastelaria aberta há menos de dois anos está a receber pela primeira vez encomendas para fazer massa sovada e bolos enfeitados com os símbolos do Espírito Santo (coroa, bandeira, pomba branca).
“Temos recebido várias encomendas. Os preços variam com o tamanho que as pessoas pedem, mas o bolo de massa para os Impérios varia entre os dois euros e vinte cêntimos e os três euros”, afirmou à Lusa Bruno Figueira, proprietário da pastelaria que conta com estabelecimentos em Rabo de Peixe, Ponta Delgada e Capelas.
Bruno Figueira adiantou, ainda, que os bolos mais pedidos são de 800 gramas e de um quilo.
A devoção ao Santíssimo faz parte da história do arquipélago e é de tal forma importante que a Segunda-feira da Espírito Santo foi escolhida para celebrar o Dia da Região, que este ano se assinala a 25 de maio.



Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/o-tipico-pao-doce-dos-acores-e-presenca-obrigatoria-na-festa-do-espirito-santo

Mónica Martins 

A Doçaria Conventual e Burguesa dos Açores

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Mediante a presente exposição na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo, que estará exposta de 17 de Junho a 11 de Setembro de 2015, intitulada Receitas de Cozinha da Casa do Morgado José Borges Corte Real, será dada uma palestra pela Dona Ana Maria Costa, pelas 18h00 do dia 17 de Junho, com o tema A Doçaria Conventual e Burguesa dos Açores.

Amélia Borges