DKébom - Banda Terceirense

© DKébom

DKébom é uma banda terceirense formada recentemente. Composta por 5 elementos, esta banda promete animar qualquer noite de verão. Conhecida pelas suas interpretações de música popular portuguesa, os DKébom já actuaram em diversas festas da ilha Terceira, nomeadamente nos Impérios Terceirenses.

Caso pretenda saber mais informações ou obter o contacto para marcações, basta clicar aqui.

© DKébom


Sara Luís

Festa da Poça 2015


E é já dia 20 que começa a Festa da Poça, com um programa repleto de boa musica, petiscos e animação. Não percas!!!

Poça Branca

Prainha De Baixo, Azores. 




https://www.facebook.com/festadapoca?fref=ts


Carolina Simas

Antiga Fábrica da Baleia da Ilha das Flores é Agora Museu








A antiga fábrica da baleia da ilha das Flores passou a ser um museu, mas o edifício atrai há anos turistas e locais e só em 2014 recebeu cerca de dois mil visitantes, segundo revelou o seu diretor.
“Assim que terminámos as obras de construção civil [de recuperação do edifício, em 2011], começámos a ser imediatamente procurados”, disse aos jornalistas Luís Filipe Vieira, à margem da inauguração do Museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão, em Santa Cruz das Flores.
Dada a procura, a opção foi manter a porta aberta e, só em 2014, o espaço recebeu cerca de dois mil visitantes, afirmou o diretor do Museu das Flores, a entidade responsável pela gestão do Museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão, que vincou que aquele número é mais do dobro dos habitantes da ilha.
A inauguração foi feita pelo presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, numa cerimónia em que estiveram presentes antigos operários da fábrica e os baleeiros ainda vivos da ilha das Flores, que caçaram baleias até 1981.
O fim da caça à baleia nas Flores coincidiu com a sua proibição na Europa, mas em 1981 havia já poucos baleeiros na ilha e a atividade iria desaparecer naturalmente, segundo disse Luís Filipe Vieira.
A baleia era usada para farinhas e óleos que os consumidores de então tinham já vindo a substituir por produtos com outra origem, que eram mais baratos.
Sintoma daquilo que estava a acontecer no mercado de então foi que a venda do último óleo de baleia produzido nas Flores levou três ou quatro anos a verificar-se, por já não ser um produto procurado.
Francisco Almeida, 84 anos, foi um dos homens que, a 14 de novembro de 1981, caçou e levou para a fábrica do Boqueirão a última baleia que ali foi transformada.
Andou nos botes, a caçar baleias, dos 16 aos 55 anos e quando naquele dia levou aquela baleia para a fábrica (a 25.ª daquele ano) não sabia que seria a última, segundo contou à Lusa.
“Já se sabia que queriam proibir”, mas os baleeiros acreditavam que a interdição deixaria de fora os Açores, onde “se apanhavam” poucos animais, afirmou, revelando que houve uma altura em que sentiu saudades “daquele tempo”, sobretudo depois de ter andado “na estiva” e na “carga e descarga de barcos”.
Celestino Medeiros, 90 anos, que é neste momento o mais velho dos baleeiros das Flores, não se lembra quantos foram exatamente os “muitos anos” que dedicou à caça da baleia.
Também emocionado por lembrar aqueles tempos, explicou sem hesitação à Lusa o que levava, em parte, um homem a entrar num bote e caçar um animal com a dimensão de uma baleia, apesar do “muito medo”: “Aquilo era um vício”.
A fábrica do Boqueirão funcionou de 1944 a 1981, desempenhando um papel importante na economia da ilha das Flores, como recordou hoje Vasco Cordeiro.
A recuperação do edifício e a sua transformação em museu (um investimento de 1,5 milhões de euros) visa preservar “a memória” e a “história” que tem associada, mas também fazer desta infraestrutura um alicerce “de construção de um novo futuro”, disse o presidente do executivo açoriano, que considerou que este é um espaço que tem ainda “muito a dar” em prol do desenvolvimento das Flores.
Vasco Cordeiro saudou também os baleeiros e antigos operários da fábrica, dizendo que o novo museu quer também “honrar e homenagear” todos os que estiveram ligados à caça da baleia e “aquilo que deram à sua terra”.
Foram exatamente os baleeiros e antigos operários que com diverso material e a sua memória ajudaram também a concretizar o museu, vincou, em declarações aos jornalistas, Luís Filipe Vieira, que agradeceu a “generosidade” e “amabilidade” de todos eles.

Fonte: http://bomdia.eu

Ana Cabrita

Lenda do Folar da Páscoa



Numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.
Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.
Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar. 



Fonte: http://cacores.ca/index.php?option=com_content&view=category&id=38&Itemid=199&lang=pt




Exposição retrata memórias e "rugas" de antigos baleeiros


Baleeiro: O Rochedo do Mar' é uma exposição fotográfica de Jorge Barros que captou os rostos e recordações de antigos baleeiros.
 
Está patente até dia 30 de setembro na Casa do Bote, na ilha do Corvo, a exposição fotográfica ‘Baleeiro: O Rochedo do Mar’, de Jorge Barros.
Segundo revelou o autor da exposição em declarações à Rádio TSF/Açores, a mostra consiste num conjunto de fotografias de baleeiros reformados.  “Foi um privilégio ter fixado os rostos daquela gente com todo o dramatismo e as rugas do trabalho árduo que tiveram quando eram mais jovens”, realçou Jorge Barros. 
Esta exposição nasceu a partir de um trabalho que Jorge Barros fez sobre as ‘Ilhas Desconhecidas’ de Raul Brandão, cujo capitulo ‘A caça da baleia’ lhe despertou especial interesse. “O texto era tão rico e a ligação do homem ao mar, através daquela tarefa árdua e dramática que era a pesca à baleia”, afirmou. 
Depois disso, Jorge Barros recebeu um convite do Instituto Açoriano da Cultura para apresentar um projeto e, como já estava a desenvolver o trabalho sobre baleeiros, apresentou-lhes a proposta e foi aceite, contou.
A exposição está a aumentar à medida que Jorge Barros descobrindo mais baleeiros e, para Jorge Barros, esta é uma forma de registar memórias de pessoas que tiveram “uma vida de trabalho e sofrimento”. 
Antes da exposição ‘Baleeiro: O Rochedo do Mar’ estar na Casa do Bote, esteve á disposição do público no Museu do Vinho dos Biscoitos de 24 de maio a 24 de julho.
A Casa do Bote situa-se em frente à aerogare, está também perto dos moinhos e “podemos encontras dois velhos baleeiros a jogar dominó todas as tardes”, disse Jorge Barros. 
A exposição vai estar patente até 30 de setembro e o fotógrafa espera que, imediatamente a seguir, possa levá-la às Flores. Para além disso, Jorge Barros espera que no o próximo ano seja possível levar a exposição a Santa Cruz da Graciosa e ao Museu do Baleeiro, nas Lajes do Pico.

Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/exposicao-retrata-memorias-e-rugas-de-antigos-baleeiros

Festas do Padroeiro- São Roque do Pico


Realiza-se de 15 a 17 de Agosto a Festa do Padroeiro de São Roque. Haverá todos os dias Restaurante com ementa Regional, quermesse e tasca.

Fonte: Município São Roque do Pico

Ana Antunes 

Livro "O Coração Ditou, Eu Escrevi"

“O coração ditou, eu escrevi” é o titulo do livro de António Machado Ramos.

António, nasceu  e cresceu no Topo, na ilha de São Jorge e não teve uma vida fácil, não teve uma infância muito feliz mas refere que encontrou a felicidade no amor pela sua mãe, pela esposa e pelos seus filhos.

Entre a mudança que fez para a ilha Terceira para que os filhos pudessem estudar, a emigração para os Estados Unidos e o regresso a casa foi em pequenos papéis que António foi escrevendo poemas que retratam  a sua vida.

Atualmente, com 90 anos de idade lança em livro os seus poemas escritos ao longo da sua vida.

O livro foi organizado por Belarmino Ramos, um dos seis filhos do autor e apresentado por José Guilherme Machado que elogiou a métrica correta das quadras e também a sensibilidade que se pode encontrar em cada palavra escrita pelo autor.



Fonte:http://radiolumena.com/o-coracao-ditou-eu-escrevi-com-90-anos-antonio-machado-ramos-natural-do-topo-lanca-em-livro-poemas-escritos-ao-longo-da-vida-caudio/

Elisabete Almeida