V Bienal de Turismo Subaquático dos Açores


A série de bienais de Turismo Subaquático dos Açores constituem eventos periódicos que visam promover a atividade de mergulho nos Açores e a oferta de serviços turísticos associados, tendo como base um modelo de desenvolvimento turístico sustentável e responsável.
Nesta edição, o evento assume um modelo diferente dos anos anteriores estruturado em palestras, workshops, formações e debates com os vários agentes, momentos importantes para a qualificação e estruturação interna do produto do turismo subaquático nos Açores. Os temas principais deste evento são o mergulho em naufrágios, o mergulho acessível e a promoção ambiental dos ecossistemas marinhos dos Açores.
Nos dias 9 e 10, prevê-se a realização de formações com a DDI e, nos dias 11 e 12, a realização de palestras, workshops e debates organizados por painéis temáticos. O evento decorrerá no Multiusos da Graciosa, na Praça de São Francisco.
 Objectivos:
  • Contribuir para o debate e para a troca de experiências e conhecimentos na área do turismo subaquático;
  • Ser um espaço de excelência para reflexão e encontro entre os diferentes agentes do sector;
  • Estimular o empreendedorismo e projetos desenvolvidos no âmbito do turismo subaquático;
  • Debater as necessidades de formação e qualificação de serviços associados ao turismo subaquático;
  • Promover modelos de desenvolvimento turístico sustentável e responsável;
  • Contribuir para afirmar os Açores como um destino de excelência para o turismo subaquático;
  • Promover a transferência de conhecimentos da comunidade académica para os prestadores de serviços e outros agentes do setor.
Este evento tem como população-alvo a comunidade associada ao turismo e desporto subaquáticos, em particular, centros de mergulho, clubes navais, operadores marítimo-turísticos, agentes de viagem, associações de mergulho e praticantes. Naturalmente que constitui uma oportunidade para outros agentes do sector do turismo se informarem sobre o potencial e características do turismo subaquático, como sejam os empresários de hotelaria e de restauração e as associações empresariais, e ainda para os técnicos de serviços de saúde e de emergência. Desta forma, pretende-se reunir um amplo conjunto de especialistas, agentes e prestadores de serviços associados ao turismo e ao mergulho.
As inscrições tem um custo de 50.00€. ou 25.00€ para associados da Associação de Turismo dos Açores. Inclui acesso a tarifa especial nos voos, jantar convívio, almoços, e transferes de ida e volta para o Aeroporto. Poderá fazê-la na seguinte ligação: http://goo.gl/forms/hVpp0euMEk
Para Centros de Mergulhos ou empresas Marítimo Turísticas deve fazer a sua inscrição aqui: http://goo.gl/forms/FdF1IJxHBx
Programa:
Dias 9 e 10 de Dezembro Cursos DDI Para mais informações sobre os cursos DDI por favor contactar: pjguerreiro@gmail.com
     Dias 11 e 12 - Palestras - Consultar: http://bienal-turismosubaquatico.org/programa/
   
     Programa Social: Jantar Convívio dia 12 de Dezembro - Consultar: http://bienal-
turismosubaquatico.org/programa/

Fonte: http://bienal-turismosubaquatico.org/

Lenda do Baleeiro do Pico






Aquele dia, em São João, amanhecia claro e à medida que o sol subia para os lados das Lajes, o verde das vinhas e do milho destacava-se por entre o negrume das pedras. Os homens já se dirigiam para as terras para sachar milho, apanhar batatas ou bater tremoço. As mulheres preparavam na cozinha o almoço de sopas de bolo, papas de milho ou batatas com peixe.

De repente o sinal de baleia fez tudo mover-se a um ritmo mais acelerado.
Os homens largaram o sacho ou o alvião no lugar em que estavam, abandunaram a burra presa pela corda do freio à parede e correram para o porto, enquanto as mulheres lhes preparavam e alcançavam a saca com a comida.

Arriaram os botes e foram pelo mar fora, até que desapareceram no horizonte. Depois de navegarem à vela algum tempo, avistaram a baleia. Era um "espamarcete" para cima de cem barris de óleo.

Gerou-se grande reboliço nos botes. É que uma baleia daquelas dava uma ânsia muito grande: não era só o dinheiro que ela representava, mas também o prazer de uma grande batalha vencida. Tiraram a vela e puseram-se a padejar. A baleia voltou a mergulhar para aparecer mais fora.

No bote que conseguiu pôr-se em posição primeiro, o trancador, curvando o corpo e fixando o olhar, atirou o arpão certeiro. A alegria e a confusão foi geral. Mas a baleia, ferida e doida de dor, levou a primeira celha de linha, laçou a segunda e, antes da ponta da linha sair da celha, o trancador, que era um latagão forte, agarrou-a a amarrou-a ao tronco. Lá foi amarrado à linha pelo mar fora enquanto os demais baleeiros ficaram sepultados num silêncio de morte. Só o oficial dizia: "Não! Não!".

Não havia ainda gasolinas, havia mais 3 ou 4 botes por perto, passou-se palavra e toda a tarde procuraram com tristeza o "cadáver". Até os outros deixarem de balear. Não podendo fazer nada, voltaram ao entardecer para terra.

A chegada ao cais não teve a alegria do costume e as discussões sempre tão fortes entre os baleeiros não se ouviram. A família vestiu-se de luto e toda a santa noite as vizinhas choraram e carpiram de dor enquanto os homens contavam em voz baixa e dolente casos que tinham vivido com aquele forte homem.

No outro dia saíram alguns botes à procura, por descargo de consciência, do corpo do trancador para que lhe dessem enterro digno. Depois de muito andarem, começaram a avistar, ao longe, um negrume no mar e foram para lá.

Sobre a grande baleia, já morta, estava o baleeiro, de pé, encostado ao cabo do arpão fincado no toucinho do animal. Como se nada tivesse acontecido disse: "Agora é que vocês chegam? Tenho tado aqui toda a noite à espera!" e fumava um grosso cigarro, embrulhado em casca de milho, como se estivesse sentado à mesa.




http://cacores.ca/index.php?option=com_content&view=article&id=129%3Alenda-do-baleeiro-pico&catid=38%3Acontos-e-lendas&Itemid=199&lang=pt

Carolina Simas


Dia das Montras


No dia 8 de dezembro o Município de Velas promove o dia das Montras, em parceria com o Núcleo Empresarial da ilha de São Jorge  e a Associação Cultural das Velas.

Pelas 20h30 terá inicio o tradicional desfile com Filarmónicas ,Folclores e a Charanga.

Poderá também contar nesse dia com a presença do Pai Natal, insufláveis para as crianças e com o concurso de  Montras. 

 Fonte:https://www.facebook.com/municipiovelas/?fref=ts

Gina Maciel 

Inauguração da Exposição Fotográfica - A Apanha do Sargaço




Decorreu no passado dia 29 de Novembro, no Museu Municipal, a sessão de inauguração da exposição fotográfica sobre a apanha do sargaço na Ilha das Flores. Este evento decorreu no âmbito das comemorações dos 500 anos da fundação do concelho e contou com uma palestra inicial proferida pelo Srº. José Maria Silva sobre a importância e o impacto sócio económico que esta actividade teve para o concelho das Lajes das Flores na segunda metade do séc. XX.
A exposição fica patente no Museu Municipal das Lajes até ao dia 30 de Dezembro no seu horário normal de funcionamento.


Fonte:www.cmlajesdasflores@pt



Festival Internacional do Chocolate



Não perca mais uma edição do Festival Internacional do Chocolate na Academia da Juventude e das Artes da Praia da Vitória. 
O Evento  começa dia 5 de Dezembro e será levado a cabo até ao dia 8 de Dezembro. 
Contará com muitas actividades infantis, bem como algumas demonstrações culinárias em torno da temática do evento. 
Pode consultar o respectivo programa acima. 

Peça De Teatro “Asas E Raízes – Do Querer Ao Ser"


São Miguel - Ribeira Grande - 4 de dezembro

Horário: 21h30
Bilhetes:5,00€

Pelo Grupo de Teatro Vice-Versa

Este espetáculo é encenado por Maria de Fátima Sousa e conta com a participação das duas atrizes em palco (Margarida Benevides e Liliana Janeiro).
50 min / Maiores de 10 anos





Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/default.aspx?id=7696

Historias de Portugal [Prof. J.H.Saraiva] - Portugal Restaurado 1/3 A Restauracao






A Restauração da Independência é a designação dada ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiada por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.
Esse dia, designado como Primeiro de Dezembro ou Dia da Restauração, é comemorado anualmente em Portugal com muita pompa e circunstância desde o tempo da monarquia constitucional. Uma das primeiras decisões da República Portuguesa, em 1910, foi passá-lo a feriado nacional como medida popular e patriótica. No entanto, essa decisão foi revogada pelo XIX Governo Constitucional, passando o feriado a comemorar-se em dia não útil a partir de 2012.


 Fonte: https://pt.wikipedia.org e https://www.youtube
Ana Cabrita