Seu Jorge, Ella Eyre e Wolfmother estarão presentes no Festival Monte Verde

Os músicos Seu Jorge, Ella Eyre, Wolfmother e o DJ britânico Andy C são os cabeças de cartaz do Festival Monte Verde, que decorre de 10 a 13 de agosto, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
“Inicialmente predominava o reggae, mas hoje em dia encontra-se no festival todas as vertentes do rock, da música eletrónica, todas as vertentes do rap e do hip-hop até o trance. A ideia é ter um cartaz, transversal e eclético que chegue ao maior número de pessoas de todas as idades e gostos”, disse Jacinto Franco, da organização do Monte Verde, em declarações à agência Lusa.
A 6ª edição do festival, cujo cartaz foi já apresentado em conferência de imprensa, inclui 39 atuações, 11 das quais internacionais, com a presença de vários artistas locais.
“De ano para ano temos tentado sempre oferecer um maior e mais variado estilo de música, porque temos um público de todas as idades e pretendemos chegar a todos eles”, sublinhou Jacinto Franco, acrescentando que o festival tem-se afirmado também a nível internacional, constatando que cada vez mais estrangeiros compram bilhetes para o Monte Verde.
O festival decorre na praia do Monte Verde, num recinto com lotação máxima entre as nove e as 10 mil pessoas, existindo ainda uma zona de campismo.
“Na última edição estivemos muito perto de atingir este número de pessoas em termos de bilhetes diários e gerais. Por dia tivemos cerca de oito mil pessoas que foi o recorde de todas as edições. Esperamos que este ano, principalmente pelo impacto que o cartaz está a ter, possamos pelo menos igualar os números do ano passado”, sublinhou Jacinto Franco.
O responsável adiantou que o orçamento do festival ronda os 700 mil euros, contando com apoios públicos, nomeadamente do Governo dos Açores e município da Ribeira Grande.
Do cartaz constam ainda nomes como Dub Fx, Neev, Dillaz, Sigala, Sebastian, The Prototypes, Rinôçérôse, Valete e Vibe Tribe, entre outros.
O festival arranca dia 10 de agosto com uma festa de receção ao campista, segundo o responsável da organização, indicando que além do placo principal há ainda um outro secundário.
"Dentro de pouco tempo os bilhetes da segunda fase irão esgotar e passaremos para a terceira e última fase onde haverá um acréscimo de cinco euros aos atuais 28 (geral sem campismo) e 33 euros (geral com campismo), além de bilhetes diários a 18 euros", explicou.






 
 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/seu-jorge-ella-eyre-e-wolfmother-no-festival-monte-verde-280884
 
 
Patrícia Machado

Primeira Competição Anual Santa Cruz Garden Tour







Choki Açores, em parceria com a Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores e o Serviço Florestal das Flores e do Corvo, promovem o primeiro Concurso Anual Quintal / Jardim Frontal de Santa Cruz das Flores.

Andrea Pinto, co-fundadora da Choki Açores, refere estar satisfeita com a parceria com estas duas entidades, a qual permitirá reconhecer o trabalho dos jardineiros locais que estão a tornar as suas freguesias mais verdes e mais atraentes.

Encorajamos os residentes a participarem no Concurso de Jardins, com o seu quintal, pátio, muro, janela e/ou outro local similar, ou nomeando um vizinho ou conhecido, que serão avaliados pelo júri do concurso, constuituído por um membro de cada entidade acima referida.

Quem pode participar? 

Podem participar neste concurso todos os cidadãos residentes no concelho de Santa Cruz das Flores ( nas freguesias Caveira, Santa Cruz, Cedros e Ponta Delgada)

Regras

1. Somente os jardins plantados por jardineiros amadores são elegíveis - nenhum trabalho efetuado por profissionais será permitido.
2. Aplica-se a jardim de vegetais, plantas endémicas, flores e qualquer outro tipo de jardim.
3. Um jardim por casa.

Critérios dos Prémios

Os jardins serão avaliados pela criatividade, desenho, uso de recursos de reciclagem e beleza. Incentivamos o não uso de químicos.

Prémios

Vencedores do "Primeira Competição Anual Santa Cruz Garden Tour"

1º - 400 €,

2º - 250 €,

3º - 150 €

Os vencedores serão anunciados 25 agosto.

Os jardins serão avaliados ​​pelo júri na semana anterior ao evento.

Fonte: Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores


"Barbies" dos Açores Feitas em Folha de Milho







"São umas 'barbies'. Naquele tempo eram as bonecas com que nós brincávamos", diz a artesã Fátima Pacheco, 60 anos

As tradicionais bonecas de folha de milho, outrora brinquedos e hoje peças de colecção certificadas como artesanato dos Açores, são cada vez mais consideradas autênticas "barbies", feitas manualmente pela mesma família há duas gerações.

"São umas 'barbies'. Naquele tempo eram as bonecas com que nós brincávamos", afirmou à agência Lusa a artesã Fátima Pacheco, 60 anos, que, juntamente com a irmã e a mãe, fazem este produto artesanal na casa de família, localizada na freguesia da Salga, concelho do Nordeste, ilha de São Miguel. Foi Tibéria Correia, hoje com 85 anos, que começou a fazer bonecas de folha de milho para vender e ajudar a criar sete filhos "há mais de 30 anos", numa "época de pobreza e dificuldade".

A mesma actividade que continua a fazer até hoje. "Eu comecei a batalhar, batalhar e disse 'vou fazer uma boneca representando uma velhinha'. Foi a minha primeira boneca", disse a artesã sénior, que já perdeu a conta ao número de bonecas que fez, de vários tamanhos e feitios, porque "é preciso sempre inovar".

Tibéria Correia, que não sabe ler nem escrever, explicou que o ideal para fazer as bonecas é a folha do milho branco, mas também já tem usado folhas de milho de outros tons. Como às vezes lhe falta matéria-prima, a artesã pergunta frequentemente a quem entra em sua casa se tem milho para vender. "Se me tirarem isto da mão para fora, vou morrer mais depressa", diz, imune aos apelos dos filhos que lhe pedem para limitar o tempo que dedica a esta arte. "Mas eu sou teimosa", assume Tibéria Correia, orgulhosa de ver as suas bonecas apreciadas e a correrem mundo.

Além das bonecas de diferentes formas e tamanhos, esta família produz presépios em folha de milho, colares, anéis, brincos, porta-chaves, ímanes para frigoríficos, chapéus e quadros com flores, entre outros artigos que são comercializados em várias lojas nos Açores, Madeira e Portugal continental. Fátima Pacheco, que começou a ajudar a mãe a fazer bonecas há 15 anos, adiantou que umas levam várias folhas de milho, verga, esferovite para a cabeça, apontamentos de tecido ou flores, entre outros materiais. A artesã referiu que, "cada vez mais", recebem encomendas para casamentos, baptizados ou outros eventos, e, ao longo do ano, levam os trabalhos a feiras dentro e fora do arquipélago como forma de divulgar os trabalhos

Fonte:http://www.iloveazores.net/


1º Festival de Musica Terra dos Barcos


De 8 a 10 de Agosto irá se realizar o primeiro Festival de Musica da Terra dos Barcos, na Freguesia de Santo Amaro do concelho de São Roque do Pico. 
No dia 10 de agosto haverá caldo de peixe e serão surpresa.

Lendas açorianas - A Furna dos Encantados

Nos Rosais havia uma terra de pasto, dentro da qual ficava uma furna com o nome de Furna dos Encantados porque ali viviam pessoas que estavam encantadas.
 Numa certa altura, o dono da terra pôs lá uma vaca leiteira e costumava ir ordenhá-la e dar-lhe muda, todos os dias de manhã. Mas, passados alguns dias, quando o homem chegava à terra para tirar o leite, a vaca estava já mamada e tinha preso num galho um saquinho com dinheiro para pagamento.
 Este acontecimento foi-se repetindo e o homem estava cada vez mais admirado e mesmo já um pouco raivoso. Um dia decidiu e disse lá para si: 
 — É hoje que vou apanhar o marau que anda a beber leite da minha vaca. Ainda que eu não durma esta noite, ele vai ser descoberto.
 Lá foi para a terra. Escondeu-se o melhor que pôde atrás de uma parede, protegido por alguns arbustos.
 Algum tempo depois de estar de vigia, o lavrador viu um homem sair da furna onde viviam os encantados. Ordenhou a vaca, pegou no saquinho e dependurou-o no corno do animal e foi-se embora, em direcção ao lugar de onde tinha vindo, sem que o lavrador tivesse tido coragem de sair do esconderijo e dizer alguma coisa.
 O dono da terra tinha ficado muito admirado e medroso de ver que era um encantado e, sem saber o que lhe poderia acontecer, resolveu ficar bem escondido.
 Mas, a partir daquele dia, o encantado, talvez por saber que o tinham vigiado, nunca mais veio ordenhar a vaca.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.lendarium.org/narrative/a-furna-dos-encantados/ https://br.pinterest.com/pin/125045327128780370/
Patrícia Machado
 
 
 

Azores - First Pictures (1943)



FILM ID:1097.29
https://www.youtube.com/watch?v=BV972JOzp_g
Publicado por: BRITISH PATHÉ
FOR LICENSING ENQUIRIES VISIT http://www.britishpathe.com/

Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro na 42ªedição da Semana do Mar

A edição deste ano da Semana do Mar, um dos mais antigos festivais de verão dos Açores, contará com a presença de Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro.
A iniciativa, que acontece na ilha do Faial entre os dias 6 e 13 de agosto, está já na sua 42ª edição e continua a compatibilizar a vertente de animação musical em terra com um festival náutico na baía da Horta, considerado um dos maiores do país.
"A Semana do Mar constitui-se como um dos maiores festivais náuticos do país, senão mesmo o maior, se tivermos em conta a diversidade de provas em competição e o número de dias em que estas se organizam", refere a organização da prova, a cargo da Câmara Municipal da Horta e do Clube Naval local.
O festival náutico associado aos festejos prevê um encontro internacional de vela ligeira e provas de canoagem, windsurf, natação, vela ligeira, vela de cruzeiro, pesca desportiva, polo aquático e apneia, além das habituais regatas nos antigos botes baleeiros, que durante décadas foram usados na caça à baleia.
A Semana do Mar começou em 1975 com a realização de um conjunto de eventos destinados a celebrar a chegada da regata internacional de veleiros oriunda de Portsmouth, organizada pela Multihull Offshore Cruising Racing Association, em cooperação com o Clube Naval da Horta, a Comissão Regional de Turismo e o Royal Albert Yacth Club.
Para assinalar o evento, inédito até então, durante uma semana, iatistas e faialenses participaram e assistiram a regatas de veleiros e de canoas baleeiras, a um concurso de pinturas no molhe da doca, a esculturas na areia, a passeios turísticos e a bailes.
O sucesso da iniciativa fez com que, a partir dos anos 80, a o município da Horta passasse a ser a entidade responsável pela organização da Semana do Mar, contando com diversos apoios oficiais e particulares.
Além dos espetáculos musicais, que integram também festivais de filarmónicas e de folclore, a Semana do Mar integra ainda feiras de artesanato, de gastronomia e do livro, e a Expomar, um certame de atividades económicas ligadas ao mar.








Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/daniela-mercury-tony-carreira-carminho-e-amor-electro-na-semana-do-mar
 
Patrícia Machado