Lenda da Borboleta da Ilha do Pico









Era uma vez uma borboleta  enorme, com asas muito coloridas em forma de coração.
Tinha um feitio atrevido, curioso e era muito veloz.
Certo dia, ouviu dizer que dentro da montanha da ilha do Pico, havia um Reino de Fantasia.
Decidiu investigar e encontrou uma de 3 passagens para lá entrar - foi a passagem aérea, acessível a partir do cume do Piquinho.
Ainda havia uma passagem terrestre a partir das Grutas das Torres e uma outra - aquática - situada no Porto da Madalena.
Quando entrou dentro da Montanha, de imediato transformou-se numa princesa e deixando de poder voar, caiu em cima de algas fofinhas.
Como era muito habilidosa (e vaidosa também) tricotou um vestido verde com as algas.
Encontrou um Rei e um Principe que se apaixonou por ela de imediato.
Mas, como era muito timido, não teve coragem de se declarar pessoalmente e entregou-lhe um bilhete onde perguntava se ela queria casar com ele.
A Princesa Borboleta disse que sim.
Casaram, fizeram uma festa e tiveram 5 filhos - um cagarro, um cachalote, um milhafre, uma vaca e um golfinho - que por sua vez cresceram, fizeram as suas famílias e continuam a viver nas ilhas dos Açores.

Fonte:http://www.cacores.ca/index.php?option

Encontrados nos Açores fósseis de uma nova ave já extinta

Antes da sua colonização, o arquipélago açoriano teve espécies que nunca conhecemos. Chega agora até nós o priolo-maior-dos-açores (só em fóssil) descoberto numa pequena gruta de um vulcão na ilha Graciosa e que pode ter sido extinto pelos seres humanos.
 
Reconstituição do priolo-maior-dos-Açores
 
Em tempos, houve uma ave que habitou a ilha Graciosa, no arquipélago dos Açores. Em toda a imensidão do oceano Atlântico, uma das ilhas mais pequenas deste arquipélago (cerca de 62 quilómetros quadrados) e aquela que está mais a norte do grupo central era a única casa dessa ave. O seu bico era pequeno mas largo. Voaria como um outro priolo seu parente, que vive hoje na ilha de São Miguel. E até se diz que o crânio dessa ave era o maior de todas as do seu género. Mas quando os seres humanos começaram a colonizar os Açores e espécies invasoras se instalaram lá a sua vida foi destruída. Terá sido este o seu fim.
Tudo isto só se soube agora, através de um artigo científico na revista Zootaxa, depois de um grupo de cientistas de Portugal (com Fernando Pereira, da Universidade dos Açores), Espanha e dos Estados Unidos ter encontrado os ossos desta ave na Furna do Calcinhas, uma pequena gruta situada na Caldeira, um vulcão no Sudeste da Graciosa. A Pyrrhula crassa (com o nome comum de priolo-maior-dos-açores) é assim uma nova espécie de ave passeriforme (ordem da classe das aves).
Algures no Sudeste da Graciosa, em sedimentos do vulcão da Caldeira, que tem 12 mil anos, havia vários ossos de uma ave. Eram sobretudo ossos do crânio, mas também úmeros ou um coracóide. O próximo passo foi comparar esses ossos fossilizados com os de outras três espécies do género Pyrrhula (para se perceber que ave seria), que ainda existem: a Pyrrhula pyrrhula (ou dom-fafe, da Euroásia), a Pyrrhula murina (ou priolo, só dos Açores) e a Pyrrhula erythaca, da Ásia.
A partir dos fósseis encontrados, reconstituiu-se a mandíbula e percebeu-se que era mais larga do que as das restantes espécies do género Pyrrhula. Pela sua robustez, agora tem o nome científico Pyrrhula crassa, afinal, crassa em latim significa “grosso”. Através de outras comparações, viu-se, por exemplo, que o úmero da nova espécie é mais longo cerca de 24% do que o da Pyrrhula pyrrhula. A mandíbula da nova espécie também é 23% mais longa do que a da Pyrrhula murina. Percebeu-se então que os seus ossos são maiores e mais robustos do que os dos seus familiares Pyrrhula pyrrhula e Pyrrhula murina.
À esquerda, a reconstituição do priolo-maior-dos-Açores e à direita, o seu crânio e mandíbula
 
Também devido às comparações, pensa-se que a Pyrrhula crassa deveria ter uma capacidade de voo semelhante à do priolo de São Miguel (ou Pyrrhula murina). “As estimativas do peso e tamanho dos ossos da asa sugerem que ele deve ser uma espécie voadora, embora um voo deve ser algo pesado”, diz-nos ainda Josep Alcover.
O investigador indica que o peso desta ave deve rondar os 50 gramas. Já a dimensão e a forma do bico sugerem que teria a mesma alimentação dos seus parentes, como pequenas sementes, bagas e frutas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: https://www.publico.pt/2017/08/01/ciencia/noticia/encontrados-nos-acores-fosseis-de-uma-nova-ave-ja-extinta-1780935
 
Patrícia Machado

Mel do Pico reconhecido a nível nacional



"A produção de mel na ilha montanha tem crescido nos últimos anos e começa a ser reconhecida a nível nacional.

Entre os prémios conseguidos, o mel da cooperativa apícola picoense "Flor de Incenso" recebeu uma medalha de prata ao nível da imagem e da rotulagem e foi considerado o melhor mel da última edição da Feira Açores.

[Fonte da notícia e reportagem vídeo — linkRTP-Açores]


Recorde-se que o mel do Pico é um dos melhores exemplos de mel dos Açores, sendo que este é um produto de Denominação de Origem Protegida (DOP)."


http://www.caisdopico.pt/

São Mateus Celebra Segunda Maior Festa Religiosa dos Açores









A Festa do Senhor Bom Jesus Milagroso começa já esta terça-feira, apresentando um cartaz eclético e apelativo, que promete atrair milhares de pessoas a São Mateus.
“Fazei o que Ele vos disser” é o tema que dá mote à edição de 2017 da festividade, que viverá o seu momento apoteótico, a 6 de agosto, dia em que milhares de fiéis rumam ao Santuário, numa pungente manifestação da sua fé, participando nas tradicionais missa e solene procissão.

A par do programa religioso, irão ainda realizar-se diversas atividades culturais, nomeadamente uma noite de Chamarritas, uma noite de Fados, desfile e atuação de filarmónicas, bem como a tradicional regata de botes baleeiros, estando ainda patente ao público a exposição fotográfica “Passado - lição do futuro”, organizada pelo Jardim de Infância de São Caetano/São Mateus.
Espelho da magna devoção do povo, as seculares Festas do Bom Jesus Milagroso fazem de São Mateus uma verdadeira meca, revigorando a fé e esperança no coração dos devotos, numa renovada alegria no futuro.


Fonte:https://www.facebook.com/Câmara-Municipal-da-Madalena

Pintura de Murais em Santa Cruz das Flores







associação Choki completou o seu primeiro projeto de paixão na ilha de Flores, com a muralista de belas artes Morgan Bricca, que já pintou mais de 450 murais em mais de 30 cidades diferentes durante a sua vida de artista, incluindo noGoogle Community SpaceWorld Forestry Center Discovery MuseumAugusta Masters Golf Course, entre outros.

O desafio do projeto de paixão de Morgan Bricca foi pintar quinze murais em 21 dias usando apenas pincéis e os seus conhecimentos de belas artes, exibindo o mais alto padrão de integridade artística e apoiando-se na beleza natural da ilha de Flores. A artista não só aceitou o desafio, mas ultrapassou todas as expectativas de profissionalismo, integridade e dedicação ao seu trabalho.

A ilha das Flores merece o melhor e a associação Choki Açorepromete fazer o seu melhor para trazer as pessoas mais excepcionais do mundo à ilha das Flores para contribuir para a preservação ambiental, a beleza e para a comunidade, para o benefício de todos.


associação Choki gostaria de agradecer a todos que contribuíram em Santa Cruz para o projeto e à Morgan Bricca.Agradecimentos especiais para Morgan Bricca, Casey Hartnett, Andrea Pinto, Dora Santos, João Alves, João Pereira, José Fernando Nóia, António Almeida e Edgar Tavares.


Fonte: Fórum da Ilha das Flores


Seu Jorge, Ella Eyre e Wolfmother estarão presentes no Festival Monte Verde

Os músicos Seu Jorge, Ella Eyre, Wolfmother e o DJ britânico Andy C são os cabeças de cartaz do Festival Monte Verde, que decorre de 10 a 13 de agosto, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
“Inicialmente predominava o reggae, mas hoje em dia encontra-se no festival todas as vertentes do rock, da música eletrónica, todas as vertentes do rap e do hip-hop até o trance. A ideia é ter um cartaz, transversal e eclético que chegue ao maior número de pessoas de todas as idades e gostos”, disse Jacinto Franco, da organização do Monte Verde, em declarações à agência Lusa.
A 6ª edição do festival, cujo cartaz foi já apresentado em conferência de imprensa, inclui 39 atuações, 11 das quais internacionais, com a presença de vários artistas locais.
“De ano para ano temos tentado sempre oferecer um maior e mais variado estilo de música, porque temos um público de todas as idades e pretendemos chegar a todos eles”, sublinhou Jacinto Franco, acrescentando que o festival tem-se afirmado também a nível internacional, constatando que cada vez mais estrangeiros compram bilhetes para o Monte Verde.
O festival decorre na praia do Monte Verde, num recinto com lotação máxima entre as nove e as 10 mil pessoas, existindo ainda uma zona de campismo.
“Na última edição estivemos muito perto de atingir este número de pessoas em termos de bilhetes diários e gerais. Por dia tivemos cerca de oito mil pessoas que foi o recorde de todas as edições. Esperamos que este ano, principalmente pelo impacto que o cartaz está a ter, possamos pelo menos igualar os números do ano passado”, sublinhou Jacinto Franco.
O responsável adiantou que o orçamento do festival ronda os 700 mil euros, contando com apoios públicos, nomeadamente do Governo dos Açores e município da Ribeira Grande.
Do cartaz constam ainda nomes como Dub Fx, Neev, Dillaz, Sigala, Sebastian, The Prototypes, Rinôçérôse, Valete e Vibe Tribe, entre outros.
O festival arranca dia 10 de agosto com uma festa de receção ao campista, segundo o responsável da organização, indicando que além do placo principal há ainda um outro secundário.
"Dentro de pouco tempo os bilhetes da segunda fase irão esgotar e passaremos para a terceira e última fase onde haverá um acréscimo de cinco euros aos atuais 28 (geral sem campismo) e 33 euros (geral com campismo), além de bilhetes diários a 18 euros", explicou.






 
 
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/seu-jorge-ella-eyre-e-wolfmother-no-festival-monte-verde-280884
 
 
Patrícia Machado