Normas para as visitas à Igreja de São Gonçalo


                As pessoas que pretendam visitar o Convento de São Gonçalo, em Angra do Heroísmo terão de ter em conta que, devido à qualidade e importância da talha dourada, imagens e objectos de culto de enorme valor e classificados de interesse regional, não poderão ser obtidas qualquer tipo de imagens (fotografias ou vídeos).
                O donativo a aplicar a uma pessoa isolada, casais, e grupos não acompanhados é de 2.00€ por pessoa. Crianças menores, não pagam.
                O Convento pode ser visitado dentro do seguinte horário:
De Segunda a Sexta-feira, das 09:30 às 12:00 e das 14:00 às 16:30.

Ao Sábado das 09:30 às 12:00, estando encerrado da parte da tarde, e aos Domingos e Feriados religiosos.



"História Natural dos Açores"


Trata-se de uma edição da Universidade dos Açores da autoria dos Professores Doutores António Neves Trota e Maria João Pereira. 

O livro, destinado ao público em geral, explica a formação das ilhas dos Açores e o seu atual enquadramento geodinâmico, identifica as principais formas e produtos vulcânicos e aborda a utilização dos recursos geológicos das ilhas. 

Explica também, como foi possível às plantas vasculares e aos vertebrados colonizarem este território, pequeno, remoto, fragmentado e em formação. Identifica os veículos originais de dispersão dos diásporos e as principais linhas biogeográficas que deram origem à flora açoriana. 

Distingue as espécies nativas e endémicas das introduzidas ou exóticas. Descreve as principais forças e mecanismos modeladores da evolução dos organismos nos Açores e debruça-se sobre o estabelecimento das comunidades vegetais.

Finalmente, caracteriza os diferentes modelos de intervenção humana nas ilhas, identificando as causas mais antigas e recentes que ameaçam os habitats e as espécies nativas dos Açores.






http://www.acorianooriental.pt/noticia/lancamento-do-livro-historia-natural-dos-acores.



Carolina Melo e Simas

Washington Post "derrete-se" com os Açores



O que diz o Washington Post dos Açores? "Paraíso exótico" e "Éden intocado" são apenas dois exemplos.

A jornalista norte-americana Jeanine Barone mostra mais uma vez a sua paixão pelos Açores, agora num artigo publicado no Washington Post, esta semana.

"Um paraíso indomado a apenas algumas horas de avião dos Estados Unidos" é o título da peça.
Neste artigo a jornalista fala das qualidades e características do arquipélago, que se mantêm inalteradas pelo tempo.
Um "Éden" de praias de areia preta, cascatas grandiosas, lagos e estradas ladeadas por hortênsias, que levam a povoados típicos do Velho Mundo, são mais algumas ideias.
Há ainda referência às crateras, aos géisers e às águas termais destas ilhas, que ganharam novas acessibilidades turísticas com os voos de companhias low cost, como refere a jornalista.

in tsf.pt
Fonte:http://www.iloveazores.net/2015/12/washington-post-derrete-se-com-os-acores.html#.VyDHjNSLRnJ



Rapel na Furna do Enxofre - Ilha Graciosa


Descida com cordas à Furna do Enxofre, como era realizada até ao ano de 1939.
Inscrições limitadas até 19 de maio, através de parque.natural.graciosa@azores.gov.pt.


Local: Centro de Visitantes da Furna do Enxofre
Dia 21 de maio // 15h30






Fonte: Parque Natural da Ilha Graciosa

«Todos ilhéus» Crónica de Nuno Costa Santos




Ao me saberem açoriano, diversos continentais perguntam: "Nunca te fez confusão viver numa ilha?". Mesmo muitos dos que se encantam com as paisagens e o acolhimento, contam-me de um ocasional sentimento de claustrofobia, confessam que por vezes se sentem agoniados por estarem rodeados de mar, por não poderem atravessar fronteiras terrestres, fugir para outra banda, dar uma volta de carro até ao país do lado.

Respondo que não. Que nunca tive esse sentimento quando vivia a tempo inteiro na ilha de São Miguel, nem o tenho sempre que regresso a casa e por lá fico, em trabalho ou em férias. Que nunca pensei: "Vivo numa ilha, estou tramado". Revelo até um escândalo: durante o meu crescimento nunca pensei que vivia numa ilha. Nunca reflecti sobre o assunto, muito menos acompanhado de bibliografia.

Nunca passei um minuto a matutar nas questões do "mar por todos os lados", do "isolamento", da "solidão", da "limitação". Estava demasiado preenchido. A ilha era a minha terra, onde tinha vivências contraditórias, umas alegres, outras não, como acontece em qualquer lugar do mundo.

Nem na fase das inquietudes habituais quis levantar voo para território distante. Na adolescência nunca senti o desejo urgente de me ir embora. Viajar para o continente e aí viver era apenas o percurso normal de quem havia terminado o liceu e queria prosseguir os estudos. Não passei tardes no quarto a fantasiar com a vida lisboeta e não fui para cima de uma rocha como um poeta romântico a imaginar os mundos "cosmopolitas" para lá do horizonte. Era feliz onde estava - tanto quanto pode ser feliz um adolescente. Com a sorte de ter uma família, um grupo de amigos, namoradas, uma vida cultural feita de muitos discos, livros e filmes que nos chegavam de fora com a velocidade certa, de beber fininhos bem tirados em cervejarias onde se falava, se debatia e se asneirava. A ilha nunca teve qualquer dramatismo, esse tipo de dramatismo de quem a vê de fora, mesmo quando está dentro.

A ideia de que o ilhéu é um ser prisioneiro entre vagas e de que quer sempre ir mais além do que o espaço que habita é umcliché que convém mais a uma poesia gasta da vivência insular do que à realidade quotidiana. Claro que não me refiro ao sonho emigrante que muitos açorianos tiveram em alturas de dificuldades extremas. Penso naqueles que têm condições materiais mínimas e alcançaram à sua maneira uma posição de conforto e de pertença a uma comunidade com virtudes e naturais defeitos. Muitos deles, claro, associados ao desporto federado de comentar a vida dos outros.

É curioso perceber que muitos dos visitantes que partilham este sentimento repentino de estarem encerrados no meio do Atlântico, quando voltam ao ninho, pouco saem dos seus circuitos habituais. Pouco saem do seu roteiro, seja pessoal ou profissional. Não visitam bairros alheios. Não conhecem os nomes das avenidas, das ruas, das freguesias da sua cidade. Vivem em ilhas ainda mais pequenas que as ilhas onde por instantes se sentiram prisioneiros. Vai-se a ver e somos todos ilhéus. Pensem nisso.


Fonte: ailhadasflores.blospost.pt



Lagoa lança nova imagem no seu aniversário







A nova imagem do Concelho de Lagoa

Lagoa na rota do futuro


Aproveite e entre na página do Concelho e fique a conhecer um pouco mais do Concelho da Lagoa, na Ilha de São Miguel



Facebook Câmara Municipal da Lagoa:  https://www.facebook.com/201265370077248/videos/506845106185938/





Mónica Martins


Borboleta-branca (Pieris brassicae azorensis)


           
Subespécie endémica dos Açores, existe em todas as ilhas.
Pode ser observada em baixa e media altitude. È uma espécie que se alimenta de algumas plantas hortícolas. Possui uma envergadura que varia entre 55 e 68 milímetros.