Montanha Pico Festival 2017



"MiratecArts decidiu criar este projeto para dar visibilidade à ilha do Pico através da montanha e assuntos globais ambientais devido à cultura de regiões montanhosas. Assim, em parceria com a Secretaria do Mountain Partnership das Nações Unidas, uma aliança vibrante voluntária de governos e organizações comprometidas em trabalhar em conjunto com o objetivo comum de alcançar o desenvolvimento sustentável das montanhas ao redor do mundo, vamos dar mais visibilidade aos assuntos ambientais através da programação artística no Festival. Ao dialogar sobre a riqueza e diversidade montanhosa no mundo, o Festival pretende estimular iniciativas concretas em todos os níveis para enfrentar as ameaças, melhorar a qualidade de vida e sustentar ambientes saudáveis nas regiões de montanha do mundo, mais especificamente a nossa ilha montanha."

Haverá exposições de arte, apresentação de filmes, eventos musicais, aventuras na montanha, etc.

Pode consultar o programa oficial [link para versão Facebook], o vídeo-spot e o cartaz deste festival.

http://www.caisdopico.pt/2016/12/montanha-pico-festival-2017.html
http://mirateca.com/miratecarts/picofestival/default.aspx

MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema chega aos Açores

O MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema vai possuir, pela primeira vez, uma extensão, sendo o cenário a ilha Terceira, onde começa na terça-feira, dia 10 de Janeiro, prolongando-se até ao próximo dia 14 de fevereiro.
“Há muito tempo que se pretendia levar o festival a vários sítios do país e proporcionou-se este ano a ilha Terceira. Já no ano passado era para ter acontecido”, disse à agência Lusa Filipe Pedro, um dos diretores do festival, cuja terceira edição teve lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa, no final do ano passado.
Filipe Pedro, Cláudia Correia e Joana Fonseca são membros fundadores da Cooperativa Cultural FWD COOP CRL, que produziu o MUVI e cuja primeira edição aconteceu em 2014.
O diretor mencionou que o objetivo do MUVI é a de exibir filmes biográficos sobre músicos, documentários que focam a vida das bandas, bem como outros que tenham uma componente musical “muito forte”, havendo ainda musicais a integrar o festival.
O responsável disse existir “todo o interesse” em fazer chegar à população, também nos Açores, na sequência da parceria com Cine-Clube da Ilha Terceira, filmes portugueses que foram premiados ou que se destacaram no festival.
Filipe Pedro adiantou que as exibições terão lugar às terças-feiras, na sala da Recreio dos Artistas, em Angra do Heroísmo, estando previstas seis sessões e 12 longas e curtas-metragens, que contemplam diferentes realizadores e músicas.
“São seis semanas, com uma curta e longa-metragem associadas que mostram, nas duas primeiras sessões, o melhor do que aconteceu na edição de 2015 e, nas duas seguintes, o melhor de 2016”, informou.
Filipe Pedro afirmou que, na primeira sessão, na próxima terça-feira, vão ser exibidos os filmes “Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI”, de Tiago Pereira, e “Guitarras ao Alto”, de Daniel Mota.
No dia 17 de janeiro estão previstos os filmes “Future Islands: Road Dawgs”, de Jay Buim, e “Phil Mendrix”, de Paulo Abreu.
De 29 de novembro a 05 de dezembro de 2016, o número chegou aos quatro mil participantes que estiveram em quase 150 eventos, desde sessões de cinema, filmes-concertos, concertos, exposições e festas.
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/muvi-festival-internacional-de-musica-no-cinema-chega-aos-acores
 
 
Patrícia Machado

Cantata de Reis e Presépio vivo a 8 de Janeiro - Ilha Graciosa


No Próximo Domingo (amanhã), 8 de Janeiro, pelas 15H30, na Gruta do Abel (Caldeira), haverá uma Cantata de Reis, apresentada pelo Coro Infanto-Juvenil de São Mateus e organizada pela Pastoral Juvenil da Ilha Graciosa. 

Este evento conta com os apoios da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, do Serviço Ambiente da Graciosa e terá a colaboração das crianças e jovens das catequeses de toda a ilha.
Depois do sucesso do Presépio Vivo realizado o ano passado, na Furna da Caldeira, a Pastoral Juvenil traz-nos este ano outro evento especial.




Fonte:http://www.radiograciosa.com/

História dos Reis Magos








Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido. 

Perceberam que nascera um novo rei e foram até ele. 

Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém. 

Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu. 

Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido? 

Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar. 

Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali. 

Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram. 

À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus. 

De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho. 

José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite. 

Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono. 

Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram. 

As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais. 

Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.
Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa. 

Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar. 


Fonte: Wikipédia

Terceira: No Interior de um Vulcão







Descemos ao centro da Terra para mergulhar no interior de um vulcão, entre uma chaminé de vegetação luxuriante e grutas de rochas multicolores. Bem-vindos ao Algar do Carvão, ex-líbris da ilha.

Chove copiosamente lá fora e também aqui, dentro do centro do centro da Terceira, as pingas caem incessantes. Estamos no Algar do Carvão, principal ex-líbris turístico da ilha, uma das cavidades vulcânicas mais impressionantes do arquipélago. “É o único sítio do mundo onde conseguem ver o interior de um vulcão assim com estas características”, garante Mário Rosa, da delegação regional de turismo e nosso guia na Terceira. “Há outro parecido na Indonésia mas não é visitável.”

Visto de fora, no entanto, o Pico do Carvão passa despercebido entre os cerros vizinhos. Nada faz suspeitar que debaixo do verde e frondoso manto que se ergue à nossa frente se esconde um cone vulcânico perfeito, daqueles que nos povoam a imaginação desde que brincávamos com plasticinas. Para lá chegar, percorremos um túnel com paredes de betão, tão comprido e estreito que quase não lhe vislumbramos o fim. O tecto do corpo a centímetros do tecto do corredor. O ar, de repente húmido e gélido, arrepia os ossos, faz-nos subir o fecho dos casacos. Já nos sentimos dentro da Terra. Toupeiras a caminho de casa. Um corredor que nos aperta o espírito para deixá-lo a navegar de assombro quando se abre a sala do vulcão à nossa frente.

Quando entramos no interior da chaminé ficamos-lhe sensivelmente a meio: para cima, um cone de rochas multicolores e luxuriante vegetação vai-se fechando sobre as nossas cabeças, terminando num círculo aberto ao céu; para baixo, uma escadaria desce num ziguezague íngreme até duas câmaras vulcânicas. Está frio dentro da Terra, dentro do vulcão. E chove quase tanto como na rua. Pingas grossas que caem do tecto oco e das paredes permeáveis para ressoarem suaves à nossa volta. Vem de fora o bater ritmado do coração da Terceira.

Só mais tarde lhe veremos a respiração, as narinas fumegantes das Furnas do Enxofre a confirmar que, apesar de adormecida, ainda existe actividade vulcânica na ilha. Não têm a exuberância das furnas de São Miguel, mas ganham no enquadramento na paisagem natural. Um cenário quase esotérico, com fumarolas mergulhadas entre vegetação fofa e rochas lamacentas, que vão perdendo a cor, apagada pela composição química do enxofre.

Mas, para já, ainda estamos no avesso da Terra, na base do cone e primeiro “miradouro” do algar, onde um guia introduz os visitantes na história desta estrutura vulcânica. Terá sido formada em duas fases, a primeira há três mil anos, durante a grande erupção do “Pico Alto”, no aparelho vulcânico de Guilherme Moniz, já existente, e que derramou as suas lavas até grandes distâncias, formando sectores de rocha traquítica. Mais tarde, uma nova erupção, agora basáltica, rasgou o solo e a lava saiu, voltando depois a escorrer para dentro da cratera, quando a erupção parou abruptamente. Nas paredes, aponta, ainda conseguimos ver vestígios desta escoada, assim como zonas com grandes formas arredondadas, criadas pelas bolsas de gás que se formaram no interior e que explodiram nesta altura.

O primeiro relato de uma descida ao interior da garganta vulcânica data de 26 de Janeiro de 1893, com recurso a cordas, mas só em 1963 se iniciavam descidas organizadas, então já realizadas pelo grupo de jovens terceirenses que nesse ano fundaria Os Montanheiros, organização não governamental que gere turisticamente o Algar do Carvão e a Gruta do Natal (um túnel lávico com 700 metros de comprimento, localizado a cerca de seis quilómetros de distância, que não teremos tempo de visitar).
Em 1968 era inaugurado o primeiro túnel, entretanto alargado e consolidado a betão. E em 1973 era terminada a escadaria inicial de acesso aos diferentes patamares da cavidade, da chaminé vertical às duas câmaras que se abrem na base, vai enumerando o jovem guia. Desde 2006 que, no âmbito das celebrações do aniversário da associação, é realizada uma prova de resistência pela escadaria acima. Miúdos e graúdos numa subida em contra-relógio pelos mais de 300 degraus em pedra escorregadia, desde a superfície da lagoa interior à entrada do centro de visitantes.

Não nos tentamos a experimentar tal façanha. Preferimos ficar debruçados sobre o lago de águas pluviais que cobre o fundo da cavidade. Cerca de 80 metros de altura distanciam o topo da cratera do chão da lagoa. É nesta ala que ainda se encontram algumas estalactites e estalagmites de sílica amorfa, mas muitas destas formações de cor leitosa já desapareceram, arrancadas por visitantes. “Uns levavam como recordação, outros pensavam que poderia ter algum valor económico”, conta Mário Rosa. O mesmo terá acontecido com a maioria das pedras de obsidiana, rocha vulcânica de negro cristalino, considerada rara e semipreciosa.

O complexo do Algar do Carvão termina na “catedral”, uma sala de tecto abobadado com ares de gruta de presépio em tamanho real. Das colunas de som instaladas junto às paredes sai música clássica, testemunha da boa acústica do espaço, ocasionalmente utilizado para concertos e celebração de eucaristias. Antes de continuarmos o passeio até às furnas, Mário aponta para um buraco num recanto do tecto da sala. Daqui não se vê o fim da cavidade e, durante anos, especulou-se ser a entrada para outras câmaras vulcânicas. Quando finalmente conseguiram subir lá cima descobriram que o túnel terminava pouco depois; para sempre apelidado de “boca dos enganos”.

Sentimo-nos engolidos pelo vulcão, mais perto dos mundos imaginários do que da realidade que segue lá fora. Estaríamos prontos a continuar em Viagem ao centro da Terra, tal como sonhou Júlio Verne em 1864. Na obra do escritor francês, a aventura começa com a descida pelo interior de um vulcão na Islândia (onde existe uma afamada câmara magmática visitável próximo da capital) mas bem que podia ser aqui, imaginamos. Alex e o tio emergiram num vulcão na Sicília. E nós, onde iríamos terminar?


Fonte: in publico.pt / http://www.iloveazores.net



Ana Cabrita




Portugal in 150 Seconds - Ilha do Faial, Açores



"Portugal in 150 Seconds" são um conjunto de pequenos filmes criados pela  LUA Filmes, com o objectivo de promover Portugal.
Neste video poderemos ver alguns pontos a visitar na ilha do Faial, poderá ver outros vídeos dos Açores e outros locais de Portugal em: 
 www.portugalin150seconds.com
www.facebook.com/PortugalIn150Seconds

Museu Militar dos Açores promove exposição sobre fortificações da ilha de São Miguel

O Museu Militar dos Açores inaugura, este ano, uma exposição dedicada às fortificações presentes na ilha de São Miguel, um património que em alguns casos está em muito mau estado, pelo que importa alertar consciências, foi hoje comunicado.
“Queremos levar ao público tudo o que é fortificação e micro fortificação, para já, em São Miguel, com base em maquetes que vão demonstrar aquilo que era e o que existe neste momento”, declarou à agência Lusa o Diretor do Museu Militar dos Açores, Tenente-coronel Manuel Marcha.
Sem adiantar a data de inauguração, o responsável desenvolveu que a exposição contará, também, com desenhos originais, plantas e fotografias deste património presente ao longo da costa da maior ilha dos Açores.
“Alguns fortes já estarão num estado irrecuperável, outros nem por isso. O que é preciso é levarmos lá as pessoas, para que se preocupem com o que lá está e lhes possam dar a tal dignidade que é preciso”, considerou Manuel Marcha, estimando que existam cerca de 30 fortificações na ilha de São Miguel.
Em agosto de 2013, o historiador da Universidade dos Açores Carlos Riley alertou para a existência na baía do Rosto de Cão, na freguesia de São Roque, de três fortificações em ruínas, um património arquitetónico militar em estado de "degradação" que “deveria ser recuperado e valorizado”.
“Esta parte rasa da costa sul de São Miguel constituída pela zona das praias, nos arredores de Ponta Delgada, era do ponto de vista militar o mais vulnerável a ataques, nomeadamente no que concerne ao desembarque das forças invasoras, o que explica a grande densidade de fortificações costeiras, das quais, hoje em dia, são apenas percetíveis três elementos, todos eles em ruínas”, disse, na ocasião, Carlos Riley.
Para o Diretor do Museu Militar dos Açores, haver conhecimento do que existe é “o primeiro passo para fazer algo” e este é “o grande objetivo da exposição”, que poderá ter depois réplicas, uma vez que também existem fortificações noutras ilhas dos Açores.
Manuel Marcha destacou, ainda, o facto de os Açores terem uma das maiores densidades de fortificações de país, uma vez que, face à sua localização geográfica, eram ponto de paragem para as naus vindas do Índia, por exemplo, que importava defender de piratas e corsários.
 
 



Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-militar-dos-acores-promove-exposicao-sobre-fortificacoes-de-sao-miguel
 
Patrícia Machado