Projeto musical da Macedónia estreia-se em Portugal no festival açoriano Maré de Agosto



O Festival Maré de Agosto, nos Açores, recebe este ano pela primeira vez um projeto musical da Macedónia, num “evento de sensações” que nesta 30.ª edição atinge a marca da atuação de grupos de 50 nacionalidades, revelou hoje a organização.
O projeto, apresentado "pela primeira vez em Portugal", envolve os artistas Djaikovski, TK Wonder e MC Wasp.
“É a primeira vez que temos uma banda da Macedónia no festival, perfazendo assim as 50 nacionalidades diferentes de bandas [na história do certame]”, afirmou João Pimentel, da organização, em declarações à Lusa no dia em que a organização apresentou o cartaz final do evento.
A 30.ª edição do festival, que decorre na ilha de Santa Maria de 21 a 23 de agosto, tem o mesmo orçamento do ano passado, cerca de 260 mil euros, mas de cinco dias passou apenas para três, durante os quais vão atuar nove bandas de cinco nacionalidades.
“Os valores são os mesmos. Reduzimos os dias para que houvesse mais dinheiro para cada banda. Em vez de termos tantas bandas vamos apostar só em nove”, referiu João Pimentel, acrescentando que no recinto do festival, localizado na Praia Formosa, haverá apenas um palco.
A abertura do festival, no dia 21 de agosto, caberá aos Hilight Tribe e o encerramento, no dia 23, a John Lee Hooker Junior, que já atuou na edição de 2005, numa concerto que a organização classifica como “memorável”.
Mariza, The Black Mamba, Matisyahu, Finnegan’s Hell, La Chiva Gantiva, Selah Sue e El Gadaze são outros dos nomes que vão atuar no histórico festival açoriano.
Segundo João Pimentel, todos os dias o festival vai terminar “mais tarde”, com a atuação de DJ, que este ano serão todos portugueses.
“Nós estamos com os níveis de venda de há dois anos. Esperamos ter casa bem composta. A Atlanticoline [empresa de transporte marítimo de passageiros e viaturas entre ilhas nos Açores] diz-nos que tem barcos a mais de 50%”, revelou João Pimentel, acrescentando que este ano os bilhetes podem ser adquiridos em qualquer ponto do país, pois estão à venda em várias lojas e postos de correio.
Para o responsável, a Maré de Agosto não é só um festival de música, mas um caldeirão de cultura, atividades físicas e de lazer e um festival de sensações.
“É nisso que vamos continuar a apostar. A sensação de chegar a Santa Maria pela primeira vez, voltar cá, fazer novos amigos, a sensação de se calhar acampar pela primeira vez, a primeira namorada e ver bandas pela primeira vez”, sustentou.
Além de aulas de yoga na praia, que decorrem pela primeira vez, os festivaleiros vão contar com acesso gratuito à internet dentro do recinto do festival, “para poderem atualizar as suas páginas nas redes sociais”.

Fonte:http://www.obaluarte.net/pagina/edicao/2/1/noticia/11846


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