Festival Ilha Branca 2017


 A organização do Festival Ilha Branca lançou, o cartaz da edição deste ano, que decorre entre 11 e 14 de Agosto, integrado nas Festas do Concelho de Santa Cruz da Graciosa.
O festival abre com atuação de Aurea, a 11 de Agosto, contando ainda com o DJ Rafman.
A 12 de Agosto, atuam os Pó de Palco e o Dj Karetus e no Domingo, João Pedro Pais e o Dj Gaspar.
O festival encerra a 14 de Agosto, Feriado Municipal, com Herman José e Festa dos Trintões.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/

A Lagartixa-da-Madeira Teira dugesii

Teira dugesii (Milne-Edwards, 1829) - Espécie introduzida nos Açores em meados do séc. XIX
 
Fonte: http://triplov.com/zoo_ilogico/Lacerta-dugesi/Antropofilia/index.htm

Classificação Ciêntifica:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família:Lacertidae
Género: Lacerta
Espécie: L. dugesii

A Lagartixa-da-Madeira Teira dugesii (Milne-Edwards, 1829) é o único réptil terrestre do arquipélago dos Açores. Trata-se de uma espécie endémica dos arquipélagos da Madeira e Selvagens que foi introduzida nos Açores em meados do séc. XIX e, atualmente, distribui-se por todas as ilhas embora a sua presença apenas tenha sido detetada em algumas ilhas, nomeadamente nas Flores e no Corvo, por volta do ano de 2007 ou um pouco antes. Foi referida pela primeira vez por Henri Drouët no seu “Rapport a sa Majesté le Roi du Portugal sur un voyage d’exploration scientifique aux îles Açores”, realizada na primavera e verão de 1857. Nele afirma de ter feito uma descoberta de algum interesse na Graciosa, um lagarto que ninguém sabia da existência nos Açores, e que poderá ser inédita, caso não seja uma espécie da Madeira ou de Portugal Continental. 

Posteriormente no seu “Éléments de la Faune Açoréenne”, publicado em 1861, Henri Drouët já se refere ao “lagarto de Dugès (Lacerta Dugesii)”, como o único réptil terrestre dos Açores, cuja presença ele descobriu na Graciosa, e que já tinha sido descoberto anteriormente na Madeira, onde é muito comum. Admite-se a existência de 4 subespécies nos arquipélagos da Madeira e Açores: T. dugesii dugesii que ocorre nas ilhas da Madeira e Açores, T. dugesii mauli nas Desertas, T. dugesii jogeri na ilha do Porto Santo e T. dugesii selvagensis nas ilhas Selvagens.

Fonte: http://siaram.azores.gov.pt/fauna/repteis/_intro.html
 É um lacertídeo omnívoro e oportunista que se encontra associado a uma grande diversidade de habitats desde o nível do mar até aos cerca de 1861 m de altitude na sua distribuição original. Contudo, a sua presença é mais abundante abaixo dos 500 m onde pode ser encontrada em áreas rochosas, praias e zonas de vegetação arbustiva e esparsa, sendo particularmente abundante em meios urbanos, rurais e zonas agrícolas. É habitual em muros de pedras e pode trepar árvores. Embora ocorra em populações severamente fragmentadas, a espécie é considerada como não ameaçada devido às grandes densidades que apresenta. Apesar disto, como se trata de uma espécie insular, poderá estar mais vulnerável a alguns tipos de ameaças tais como a perda de habitat. Encontra-se listada no Anexo II da Convenção de Berna. É uma lagartixa de aspeto robusto que tem a particularidade de apresentar um padrão de coloração dorsal muito variável sendo frequente encontrar indivíduos, na mesma população, com tonalidades esverdeadas, acastanhadas ou quase negras com numerosos pontos esverdeados ou amarelados. O ventre e bege ou amarelado e por vezes com manchas escuras. Pode atingir um comprimento de aproximadamente 80 mm e 235 mm de comprimento total com cauda. Apresenta dimorfismo sexual sendo que os machos são de maiores dimensões e podem apresentar tons esverdeados ou azulados no ventre e garganta. As fêmeas têm duas a três posturas de ovos por ano. Os juvenis têm um comprimento de cerca de 30 mm quando eclodem.

Festival Maré de Agosto anuncia primeiros nomes para 33ª edição

Músicos portugueses, cubanos, espanhóis, franceses e sul-africanos vão participar este ano no festival Maré de Agosto, que decorrerá de 18 a 20 do mês que lhe dá nome, na ilha de Santa Maria.
Do cartaz da 33ª edição do festival fazem parte artistas como Soweto Soul, La Sra Tomasa, Bombino, Moullinex, Cristóvam, Retimbrar e Les Freres Smith.
“Temos um pouco de tudo. Vários géneros musicais e este ano vamos ter três atuações por noite, mais um ‘live set’ ao contrário dos últimos anos, em que normalmente tínhamos uma DJ. Trata-se de uma performance ao vivo em que parte da música é feita no momento”, declarou à agência Lusa Roberto Moura, responsável no festival pela imprensa.
O Maré de Agosto realiza-se anualmente, sem interrupções, desde 1984 na ilha de Santa Maria, sendo, o festival português de música que se realiza há mais tempo de forma contínua.
As várias edições deste festival, organizado pela Associação Cultural Maré de Agosto, já levaram a Santa Maria, onde vivem cerca de 5.500 pessoas, centenas de bandas e perto de mil músicos.
Segundo Roberto Moura, faltam apenas anunciar quatro artistas, cujas negociações ainda decorrem, mas que a organização conta poder revelar quem são em maio ou o mais tardar em junho.
“O festival, efetivamente, depois de 32 edições a caminho das 33 já ganhou algum nome pelo mundo inteiro, nem que seja pelo facto de alguns artistas que vêm e espalham sempre a mensagem”, referiu Roberto Moura, acrescentando que há músicos que atuam na Maré porque conheceram alguém que já tocou antes.
 “Tentamos que seja bastante diversificado e inclua géneros musicais do mundo inteiro”, assegurou Roberto Moura, acrescentando que a edição 2017 do festival tem uma água viva como imagem de marca.
Além dos concertos, o festival Maré de Agosto inclui sempre exposições de fotografia, atividades desportivas, entre outras iniciativas de carácter cultural durante os três dias do evento.










Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/festival-mare-de-agosto-anuncia-primeiros-nomes-para-33-edicao
 
 
Patrícia Machado

Feira Taurina da Graciosa 2017


A Comissão Taurina das Festas de Santo Cristo dos Milagres apresentou o cartaz da Feira Taurina da Graciosa de 2017.
João Moura Júnior é o cabeça de cartaz da edição deste ano, que vai contar com a presença de Tiago e João Pamplona, nas corridas de 12 e 14 de Agosto.
O cavaleiro João Moura Júnior vem à Graciosa, pela segunda vez, no ano em que está a festejar 10 anos de alternativa.
A feira terá a participação de três grupos de forcados, os habituais grupos da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e do Ramo Grande, sendo convidado deste ano o Grupo de Forcados de Alter do Chão.
Vão correr toiros das ganadarias de engenheiro Luis Rocha, adquiridos por Valentim Santos e de Rego Botelho.
António Lourenço, membro da comissão taurina, disse que a aposta em João Moura Júnior tem a haver com os excelentes espetáculos do cavaleiro em 2016.
A comissão desvaloriza o fato do cavaleiro também participar em corridas na Terceira, até porque não há espetáculos iguais e há uma oportunidade dos aficionados voltarem a ver mais duas corridas deste cavaleiro, mas também dos irmãos Pamplona, que tem triunfado nas corridas na Graciosa.
A Feira Taurina da Graciosa tem vindo a assumir-se cada vez mais como um cartaz turístico para a ilha.
Avelar Santos, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, disse que em conjunto com a Santa Casa da Misericórdia, vão trabalhar que as festas sejam atrativas, mantendo-se como um cartaz  turístico da ilha, durante o Verão.




Fonte: http://www.radiograciosa.com/

História do 25 de Abril de 1974





Os militares golpistas, auto denominados Movimento das Forças Armadas – MFA – são comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da acção.
A par das movimentações em Lisboa no 25 de Abril de 1974, também no Porto os militares tomam posições. São ocupados o Quartel-General da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Pedras Rubras e as instalações da RTP na cidade invicta.
Aos homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandados por Salgueiro Maia, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço e dos ministérios ali instalados. A coluna de blindados vindos da cidade ribatejana chega a Lisboa ainda o dia não tinha despontado, ocupa posições frente ao Tejo e controla, sem problemas aquela importante zona da capital.
Mais tarde Salgueiro Maia desloca parte das suas tropas para o Quartel do Carmo onde está o chefe do governo, Marcelo Caetano, que acaba por se render no final do dia com apenas uma exigência: entregar as responsabilidades de governação ao General António Spínola, oficial que não pertencia ao MFA, para que “o poder não caía nas ruas”. O Presidente do Conselho, que anos antes tinha sucedido a Salazar no poder, é transportado para a Madeira e daí enviado para o exílio no Brasil.
Ao longo do dia 25 de Abril de 1974, os revoltosos foram tomando outros objectivos militares e civis e, pese embora tenham existido algumas situações tensas entre as forças fiéis ao regime e as tropas que desencadearam o golpe, a verdade é que não houve notícia de qualquer confronto armado nas ruas de Lisboa.
O único derramamento de sangue teve lugar à porta das instalações da PIDE (Polícia de Investigação e Defesa do Estado) onde um grupo de cidadãos se manifestava contra os abusos daquela organização e alguns dos agentes que se encontravam no interior abriram fogo, atingindo mortalmente 4 populares. Podemos concluir que o 25 de Abril de 1974 foi um golpe relativamente pacifico.
Por detrás dos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 estão mais de 40 anos de um regime autoritário, que governava em ditadura e fazia uso de todos os meios ao seu alcance para reprimir as tentativas de transição para um estado de direito democrático.
A censura, a PIDE e a Legião e a Mocidade Portuguesas são alguns exemplos do que os cidadãos tinham de enfrentar no seu dia-a-dia. Por outro lado, a pobreza, a fome e a falta de oportunidades para um futuro melhor, frutos do isolamento a que o país estava votado há décadas, provocaram um fluxo de emigração que agravava, cada vez mais, as fracas condições da economia nacional.
Mas a gota de água que terá despoletado a acção revolucionária dos militares que, durante tantos anos tinham apoiado e ajudado a manter o regime, foi a guerra colonial em África. Com 3 frentes abertas em outros tantos países, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, os militares portugueses, passada mais de uma década, começavam a olhar para o conflito como uma causa perdida.
Internacionalmente o país era pressionado para acabar com a guerra e permitir a auto-determinação das populações das colónias. A falta de armas nas forças portuguesas era proporcional ao aumento de meios dos movimentos independentistas. Os soldados portugueses morriam às centenas a milhares de quilómetros de casa.
Todos estes factores contribuíram para um descontentamento crescente entre as forças armadas, sobretudo entre os oficiais de patentes inferiores, o que levou à organização e concretização de um golpe militar contra o regime do Estado Novo.
25 de Abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direcção à democracia. O 25 de Abril de 1974 ficou para sempre marcado na Histoŕia de Portugal.

Fonte: www.historiadeportugal.info 


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