Temporada de Música encerra com um recital de violoncelo e piano

 
Um recital de violoncelo, por Jan-Erik Gustafsson, e piano, pelo músico Pavali Jumppanen, vai encerrar a Temporada de Música 2011 nos próximos dias 2 e 3 de Dezembro, pelas 21h30, no Teatro Ribeiragrandense, em São Miguel, e no Palácio dos Capitães-Generais, em Angra do Heroísmo, respectivamente.
Nos dois concertos, os músicos finlandeses, de reconhecido mérito internacional, vão interpretar obras dos compositores L. Van Beethoven, J. Sibelius, L. Janácek e C. Deburry.

O violoncelista Jan-Erik Gustafsson foi vencedor de diversos concursos internacionais, apresentando-se regularmente em concerto nas principais salas europeias e nos Estados Unidos da América, enquanto que o pianista Paavali Jumppanen, para além da sua actividade como solista, recebeu já vários prémios pelas suas gravações, nomeadamente das Sonatas para piano de Pierre Boulez destinadas à etiqueta Deutsche Grammophon, que foi considerada como uma das melhores gravações de sempre de obras para piano deste maestro e compositor francês de 86 anos de idade.

A Temporada de Música 2011 é uma iniciativa da Presidência do Governo Regional dos Açores, através da Direcção Regional da Cultura, tendo como director artístico Emanuel Frazão e produção da Cooperativa Cultura “Mala”, com sede em Ponta Delgada.
 

Fernando Melo expõe pintura no Museu da Ilha Graciosa



Encontra-se patente ao público no Museu da Graciosa a exposição de pintura do professor graciosense Fernando Melo, podendo ser visitada de 28 de Novembro a 31 de Dezembro de 2011, de 2ª a 6ª Feira, das 09h00 às 12h15 e das 14h00 às 17h15.




Lisboa é a 41ª melhor cidade do mundo para se viver

Lisboa foi considerada a 41ª cidade com maior nível de qualidade de vida, de acordo com o estudo “Quality of Living 2011”, da Mercer.

Ao nível da segurança pessoal, Lisboa ficou na 47ª posição.

Esta investigação abrangeu 221 cidades, tendo Nova Iorque como termo de comparação. A lista foi liderada por Viena, sendo que as cidades europeias representam mais de metade dos destinos que se encontram no top 25 do ranking.

De acordo com a Mercer, “a realização deste estudo tem como principal objectivo ajudar os governos e empresas multinacionais a remunerarem os colaboradores de forma justa quando são destacados para projectos internacionais, através de informação de relevo e recomendações sobre os subsídios que deverão ser equacionados para garantir a mesma qualidade de vida nas cidades de destino”.

Fonte:http://www.publituris.pt/2011/11/29/lisboa-e-a-41%c2%aa-melhor-cidade-do-mundo-para-se-viver/

Habitantes do Corvo recebem plantas endémicas



Vão ser distribuídos, pelo Parque Natural do Corvo, um milhar de plantas endémicas aos habitantes da mais pequena ilha dos Açores.
A decisão, que resulta do projecto 'Ilhas Santuário para Aves Marinhas' (no âmbito do qual foram instalados viveiros na ilha), pretende "tornar cada jardim um repositório de flora natural, ampliando a capacidade de germinação e protecção do património natural do Corvo", afirmou hoje à Lusa o director regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos.
As plantas a distribuir incluem urzes, faiais, uvas-da-serra e folhados, consideradas "cruciais" para a defesa costeira e para a estruturação dos habitats naturais, além de satisfazerem o desejo manifestado pelos corvinos de adquirir plantio destas espécies.
"Pretendemos tentar tornar cada jardim um micro jardim botânico, cumprindo as suas valências de segurança, banco de sementes, sensibilização ambiental e lazer", frisou Frederico Cardigos.
Nesse sentido, aproveitando as solicitações de plantio e a produção de plantas endémicas em número "muito superior aos objectivos iniciais do projecto", o Parque Natural do Corvo decidiu ceder um milhar de plantas aos habitantes que o solicitem.
Nos viveiros do projecto 'Ilhas Santuário para Aves Marinhas' existem cerca de dez mil plantas quase em estado de serem transplantadas para a natureza.
A produção foi realizada em conjunto com a comunidade local e com o apoio da Escola Mouzinho da Silveira, onde a estufa se encontra instalada, cujos alunos têm sido "participantes activos no apoio a esta iniciativa".
"Este envolvimento e as várias campanhas de informação efectuadas pelo projecto tiveram um resultado surpreendente, que se traduz na vontade dos habitantes do Corvo de possuir plantas nativas da sua ilha nos seus terrenos e jardins ou mesmo nos espaços públicos", frisou Frederico Cardigos.
Este projecto é uma parceria entre a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, as câmaras do Corvo e de Vila Franca do Campo e a Royal Society for the Protection of Birds.

Açores como região económica

 

A presidente do PSD/Açores considerou que “o grande desafio para os Açores, a partir de 2012, será fazer das nove ilhas uma região económica”.

A presidente do PSD/Açores, considerou sexta-feira, após uma reunião com o Núcleo Empresarial da Ilha Graciosa, que “o grande desafio para os Açores, a partir de 2012, será fazer das nove ilhas uma região económica, com a criação do mercado interno. Depois de termos conseguido, a nível político, fazer das nove parcelas do arquipélago uma região autónoma, esse será o passo decisivo para garantir o desenvolvimento das nossas ilhas”.
Berta Cabral destacou o “imenso potencial que, associado à construção de um verdadeiro mercado interno”, possa levar a esse desiderato, “que é possível se valorizarmos todas as cadeias, seja ao nível da produção agrícola, de carne, na produção vinícola. Até ao nível do turismo, com novas valências que não se limitem ao alojamento, que já existe e com qualidade, como aqui na Graciosa”, explicou.
“Temos de criar novos pontos de atracção, como a valorização da caldeira ou das termas, e até a valorização dos hábitos e costumes da própria ilha, para tornar o destino atractivo e capaz de valer só por si”, adiantou, destacando do encontro mantido “as várias janelas de oportunidades” abordadas para criarmos “riqueza, emprego, e para fixar os jovens na Graciosa. Do turismo à produção e diversificação agrícola, passando pela construção de um matadouro”, que fixou como “um compromisso eleitoral do PSD para 2012”.
Segundo a líder social-democrata, “há todo um conjunto de questões determinantes e suficientes para relançar uma economia de auto-suficiência e de fixação de pessoas e jovens na Graciosa”, frisou, destacando “a remodelação da adega cooperativa local, pois exige-se associativismo ao nível da comercialização e da distribuição. Um papel que a adega desempenha na área vinícola, mas que quer alargar à área agrícola em geral, para garantir o escoamento da produção”, avançou.
“Temos de segmentar quem produz, quem comercializa e quem distribui. Para que haja aqui uma cadeia de valores onde todos possam ganhar”, concluiu a presidente do PSD/Açores.

Um naufrágio nos Açores

Acaba de sair do prelo a obra intitulada Um Naufrágio nos Açores, uma co-edição do IAC-Instituto Açoriano de Cultura e da ADCA–Agência para o Desenvolvimento da Cultura nos Açores, direccionada para um público infanto-juvenil e que pretende promover o conhecimento da arqueologia de um modo geral e do património arqueológico subaquático da ilha Terceira em particular.
Esta co-edição surge associada e no âmbito do «III Encontro Internacional de Arqueologia das Ilhas da Macaronésia» e na sequência da execução do projecto Arqueomac, que conta com co-financiamento do Programa pct-MAC.
A partir de um Diário de Viagem de três crianças à ilha Terceira faz-se uma abordagem à arqueologia subaquática e à sua relação com a história do Arquipélago Açoriano. Sob o olhar e a escrita de Inês, da Mariana e do Vicente, os Açores são o ponto central de uma aventura que os levará à descoberta da História Portuguesa do período dos Descobrimentos, do papel fulcral que os Açores desempenharam nesse período e da importância que a própria arqueologia subaquática tem actualmente no enriquecer dessa mesma história.


Este diário, escrito pela mão das três pequenas personagens, é ainda complementado por desenhos e fotos realizados por estas ao longo da sua viagem tornando deste modo a leitura mais atraente para outras crianças e podendo mesmo ser um ponto de partida para actividades escolares que remetam para a elaboração de «diários de Viagem» ou «Diários de Aventura».

Promoção especial "Casa do Ouvidor"

Passe 3 noites na "Casa do Ouvidor", terá 1 noite gratuita.
Só paga 2 noites, ainda tem 33% de desconto.
Pequeno almoço não incluido.
Promoção válida até 19 de Dezembro.
Mais informações:  http://www.acasadoouvidor.com/

Jantar Vínico no Clube de Golfe da Ilha Terceira

Os Chefes dos Restaurantes da ilha Terceira, juntam-se numa iniciativa da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, para lhe proporcionar uma noite especial.
A ementa é composta por sete pratos: Canapés, Amuse-Bouche, Entrada, Peixe, Carne, Queijos e Sobremesa. E como não poderia deixar de haver, uma Apreciação de vinhos.
Esteve evento irá decorrer no Clube de Golfe da Ilha Terceira, e tem um preço de 25€ por pessoa.
As confirmações deverão ser feitas até dia 28 de  Novembro para os seguintes contactos: geral@ccah.eu Fax: 295 204 811 Telefone: 295 204 810

APROVAÇÃO POR UNANIMIDADE Fado é Património Imaterial da Humanidade


O fado é Património Imaterial da Humanidade segundo decisão ontem tomada durante o VI Comité Intergovernamental da Organização da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
O antigo presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes lançou a ideia de candidatar o fado a Património Imaterial da Humanidade e escolheu os fadistas Mariza e Carlos do Carmo para embaixadores da candidatura.
A candidatura foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Municipal de Lisboa no dia 12 de Maio de 2010 e apresentada publicamente na Assembleia Municipal, no dia 01 de Junho, tendo sido aclamada por todas as bancadas partidárias. No dia 28 de Junho de 2010, foi apresentada ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e formalizada junto da Comissão Nacional da UNESCO. Em Agosto desse ano, deu entrada na sede da organização, em Paris.
A candidatura portuguesa foi considerada como exemplar pelos peritos da UNESCO, tal como o Paraguai e Espanha.
O dia na ilha indonésia de Bali foi longo para a comitiva da candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade, mas no final as palmas foram para a música de Lisboa e para a canção Estranha Forma de Vida.
Depois de horas perdidas a discutir o que o presidente da comissão científica da candidatura, Rui Vieira Nery, considerou como um "ponto mínimo", o VI Comité Intergovernamental da UNESCO decidiu remeter para segunda-feira as candidaturas que levantam questões e passar a apresentar e a inscrever as que tinham a unanimidade daquele órgão.
Antes do fado, o México conseguiu ver inscrito os mariachi como Património Imaterial da Humanidade, e, depois de horas de discussão, um primeiro momento de descontracção e alegria entraram na sala com uma actuação de um grupo daquela música mexicana.
Depois, esperou-se mais um bocado, porque foi preciso o comité decidir a passagem da candidatura de Omã para segunda-feira e então ouviu-se, finalmente, a apresentação da candidatura do Fado.
Sem objecções, sem dúvidas, apenas as representantes do Paraguai e de Espanha fizeram questão de intervir para destacar o seu apoio ao fado de Portugal.
O fado foi considerado Património Imaterial da Humanidade e as palmas foram muitas, porque "todos os colegas estrangeiros conhecem e têm um amor muito especial pelo fado", disse o presidente cessante da comissão nacional na UNESCO, o embaixador
Fernando Andresen Guimarães.
Sem fadista e guitarras na sala, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, num momento de grande simplicidade, tirou o telemóvel pô-lo junto ao microfone e ouviu-se o fado.
"Acho que foi a melhor forma de homenagear aqueles que têm de ser hoje homenageados. São aqueles que têm feito o fado, que são os fadistas e aquela Estranha Forma de Vida é uma homenagem a eles todos", afirmou.
No fim mais palmas, muitas, e o VI Comité Interparlamentar da UNESCO encerrou a sessão.


Lenda da descoberta de Santa Maria


Estava-se no século quinze, uma época em que a ânsia de descobrir novas terras dominava muito portugueses e à frente de todos estava o Infante Don Henrique, fundador da escola náutica de Sagres. Gonçalo Velho Cabral, marinheiro querido do Infante e frade muito devoto de Nª.Senhora, saíu de Portugal e fez-se ao mar, fazendo promessa de baptizar a primeira terra que encontrasse com o nome da Mãe Santíssima.
A viagem foi custosa e demorada, mas a esperança não faltava e, por isso, o vigia, no cesto do mastro, olhava desde a madrugada até ao anoitecer para o horizonte, animado pela ideia de que um dia, inesperadamente, uma nova terra iria aparecer. Gonçalo Velho e os outros marinheiros rezavam muito a Nª.Senhora.
Entre calmarias e tempestades chegou o Verão, mais propriamente o dia de Nª.Senhora de Agosto. A manhã começou a raiar, clara e suave. O gajeiro já estava no seu posto de trabalho na gávea e olhava em frente. Uma nuvem diferente apareceu, foi ganhando forma e, em vez de se desfazer, tornou-se cada vez mais real. A dada altura o marinheiro de vigia não teve mais dúvidas. Ficou sufocado de espanto e pronunciou só para si:
- Oh! É terra que está ali...
Depois, com toda a força do seu corpo e da sua alma, elevou a voz para que todos pudessem ouvir e gritou: -Terra à vista! Terra à vista! Terra à vista!
Gonçalo Velho, os frades e os restantes marinheiros tinham começado o dia, como sempre, rezando o terço para que Nª.Senhora os protegesse e lhes deparasse o que procuravam. Quando o gajeiro lançou o grito, já tinham rezado a "Avé-Maria" e nesse preciso momento, pronunciavam "Santa Maria".
Houve grande alegria entre os marinheiros que se abraçavam comovidos.
Gonçalo Velho considerou ter-se dado um milagre de Nª.Senhora a lembrar-lhe a promessa que tinha feito.
Aproximaram-se de terra, puseram pé na primeira ilha dos Açores a ser encontrada e logo ali a baptizaram de "Santa Maria", expressão que os marinheiros pronunciavam quando a ilha foi avistada.
Esta fé de Gonçalo Velho passou para os marinheiros que ainda hoje têm grande devoção a Nª.Senhora e festejam efusivamente Santa Maria de Agosto.



“Ser Açores” é a nova marca para dinamizar o comércio açoriano



O comércio tradicional dos Açores vai ser dinamizado e promovido pela Mola Ativism, agência escolhida para desenvolver a identidade dessa iniciativa, levada a cabo pela Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH).

Assim, “Ser Açores – Sociedade para o Empreendedorismo e Revitalização dos Açores” passa a ser a marca ‘umbrella’ de todos os projectos que a CCAH apresenta.

Juntamente com esta marca arranca um “Banco de Ideias”, com o objectivo de “repensar sectorialmente a região e congregar ideias no seio da sociedade insular, para daí resultarem acções que potenciem a região”, pode ler-se, numa nota de imprensa divulgada.

Nesse sentido, a campanha “Ofereça Açores”, que vai ser lançada no período que antecede o Natal, “traduz-se num convite à população para comprar no comércio local, tornando-se desta forma na primeira iniciativa que vai envolver toda a população durante um ano, através de várias campanhas de comunicação em momentos chave”.

Para construir a “Ser Açores”, a Mola Ativism teve como base os elementos principais que caracterizam as ilhas dos Açores: a natureza. “O logótipo é composto por um elemento natural, que se declina em três variações cromáticas: o lilás, representando o arquipélago, o verde, simbolizando a natureza típica desta região e o azul, a cor do mar”, acrescenta-se.

Fonte:http://www.publituris.pt/2011/11/24/ser-acores-e-a-nova-marca-para-dinamizar-o-comercio-acoriano/

TEC XPlorer Day - 8 de Dezembro na Ilha Terceira


No próximo dia 8 de Dezembro a Anfibius vai realizar um Tec ExPlorer Day.
Este evento,  aberto a mergulhadores e não mergulhadores, a decorrer neste Centro de Mergulho, será constituído por duas partes distintas.
De manhã serão feitas algumas apresentações sobre alguns temas, a saber: Os Programas de mergulho Técnico da DSAT, Alternativas em configurações de equipamento, os novos programas de Rebreather e a mais recente especialidade da PADI, o Self-Reliant Diver (mergulhador auto-suficicnte).
Da parte da tarde serão realizados baptismos de mergulho com equipamento TEC para mergulhadores certificados, que estejam presentes da parte da manhã.
Ainda como prémio a todos os presentes serão feitas algumas promoções e serão aceites inscrições para no dia 11 de Dezembro serem efectuados baptismos de mergulho em piscina para quem não possui certificação.



Fonte: Anfibius - Centro de Mergulho,
www.anfibius.com

Formação de Vitrinismo

"Mostrar, expor, comunicar visualmente, enfim, foram e ainda são formas de atrair, criando assim um primeiro vínculo entre vendedor e comprador em potencial. Aquilo que entendemos hoje por montra nasceu dessa necessidade, a atracção."

Foi desta necessidade de atracção que decorreu de 14 a 25 de Novembro uma formação promovida pela Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, cujo público-alvo foram todos os profissionais interessados em adquirir competências na concepção, execução e decoração de espaços comerciais, stands, feiras e eventos para valorizar a imagem e o potencial dos produtos/serviços, garantindo, precisamente, a optimização da atractvidade e rentabilidade do espaço.
A formação foi ministrada pela formadora Felicidad Pérez, que procurou incutir técnicas, bem como regras básicas para uma montra de sucesso.
Assim sendo, alguns formando deslocaram-se ate ao quiosque de turismo de Angra e criaram um projecto de montra, do qual resultou o seguinte:


O chá mais antigo da Europa produz-se em São Miguel

 

Fábrica de Chá Gorreana funciona ininterruptamente desde 1883 e é um marco incontornável na história, na economia e no turismo do arquipélago dos Açores.

O edifício branco junto à estrada, com letras a vermelho carregado, acena ao condutor, mesmo ao mais distraído, que chegou ao Chá Gorreana, uma das duas únicas e a mais antiga fábrica de chá na Europa em contínuo funcionamento desde que foi fundada, em 1883. A outra fábrica, do Porto Formoso, recuperada em 1998, fica meia dúzia de quilómetros mais abaixo na estrada regional da costa norte, separando as duas unidades industriais uma grande plantação com uma vista soberba, onde, consoante as condições climatéricas, se produz chá verde, preto e semifermentado acima das 40 toneladas por ano.

Entrar nas instalações do Chá Gorreana tem tanto de museu vivo, carregado de história e tradição, como de produção industrial. É como fazer uma viagem no tempo em que, de forma singular, percebemos que a realidade associada à revolução industrial do século XIX é que faz sentido naquele espaço ladeado por 32 hectares, e não o mundo actual da alta tecnologia, apesar de dois equipamentos de laboração recentes.

O chá apareceu em São Miguel no último quartel do século XIX para fazer face à crise da laranja, por iniciativa da então Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense. Com esse objectivo, foram contratados em 1878 dois técnicos chineses originários de Macau para virem a São Miguel ensinar técnicas de preparação das folhas e fabrico do chá. O saber ancestral passou de geração em geração e criaram-se novas fábricas de chá na ilha. A única, porém, que haveria de sobreviver ininterruptamente desde 1883 é a do Chá Gorreana, colocando no mercado o chá verde Hysson e as marcas de chá preto Orange Pekoe, Pekoe e Broken Leaf.

O empresário Hermano Mota prevê que o mercado continental irá novamente liderar a lista de consumidores dos produtos Gorreana no final deste ano, com cerca de 20 toneladas. Segue-se o mercado dos Açores (18 toneladas) e França (1300 quilos). Os chás também costumam seguir para a Alemanha e para outros países, inclusive onde estão radicados emigrantes açorianos, através do "envio semanal de pequenas encomendas".

Mais de metade da produção é de chá verde e Hermano Mota salienta que, com a crise, a fábrica está a retomar a apetência, que tinha nas décadas de 70 e 80 do século passado, para a produção do chá mais barato, que é o Broken Leaf, feito a partir das folhas menos nobres dos rebentos das plantas. "O consumo do Broken Leaf está outra vez a subir, o que é indicativo do estado económico da Região e do País. Por isso, se o senhor primeiro-ministro quiser saber se as coisas estão bem ou mal, basta ligar para a fábrica da Gorreana." Os problemas resultantes da crise também se fazem notar na fábrica secular no que diz respeito à "dificuldade em recebermos o dinheiro" dos compradores de chá. Qualquer coisa como 70 mil euros. De qualquer modo, a "vida financeira da Gorreana está regularizada", porque "temos um mercado fiel".

Outlet trips



O Outletrips.com já foi lançado, oferecendo, numa única plataforma, diversos pacotes aos melhores preços.
Aquele que é o “o primeiro portal transaccional, em Portugal, de promoções de Operadores Turísticos, Cruzeiros, hotelaria e outros produtos e serviços complementares” foi desenvolvida pelo WTM-Soluções Mercado Turismo, Lda., comercializando com o suporte da I9M, Lda. agência de viagens registado no RNAVT (nº 2978/2011) e sócio da APAVT.
Em comunicado, é explicado que “mais do que uma montra de promoções, o Outletrips.com possibilita a compra online de todas estas ofertas de uma forma simples e com toda a segurança, através de uma agência de viagens. O portal arranca com mais de meia centena de promoções dos principais operadores nacionais, com ofertas para múltiplos destinos em todo o mundo, designadamente Portugal, Europa, Cabo Verde e Brasil, além de pacotes específicos para o Réveillon e feriados.”
Além de já estar online, a Outletrips “divulga também as suas ofertas nas redes sociais Facebook e Twitter, e através de uma newsletter enviada a mais de três milhões de consumidores em Portugal.”

Fonte: http://www.publituris.pt/2011/11/17/outletrips-com-ja-foi-lancado/

Associação de Municípios do Triângulo reuniu em São Jorge

A associação de municípios do triângulo reuniu na última sexta-feira na ilha de São Jorge.
A reunião decorreu na vila das velas a pedido da autarquia local.
Foram vários os temas abordados no encontro, desde logo foi feita uma abordagem das dificuldades face aos tempos de dificuldades, e avaliada a organização interna e oferta turística bem como o papel dos municípios.
Por outro lado, a questão dos transportes marítimos foi outro dos temas abordados nesta reunião, já não acontecia há dois anos.
Segundo o presidente da autarquia das Velas, foi deliberado igualmente realizar reuniões por video-conferência, bem como o reforço da cooperação dos municípios do triângulo na cooperação da defesa dos interesses comuns da realidade "triângulo".
Apesar das várias decisões, não ficou marcada a próxima reunião, que já deverá ser por vídeo-conferência.

“Ser Açores” é a nova marca para dinamizar o comércio açoriano

O comércio tradicional dos Açores vai ser dinamizado e promovido pela Mola Ativism, agência escolhida para desenvolver a identidade dessa iniciativa, levada a cabo pela Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH).

Assim, “Ser Açores – Sociedade para o Empreendedorismo e Revitalização dos Açores” passa a ser a marca ‘umbrella’ de todos os projectos que a CCAH apresenta.

Juntamente com esta marca arranca um “Banco de Ideias”, com o objectivo de “repensar sectorialmente a região e congregar ideias no seio da sociedade insular, para daí resultarem acções que potenciem a região”, pode ler-se, numa nota de imprensa divulgada.

Nesse sentido, a campanha “Ofereça Açores”, que vai ser lançada no período que antecede o Natal, “traduz-se num convite à população para comprar no comércio local, tornando-se desta forma na primeira iniciativa que vai envolver toda a população durante um ano, através de várias campanhas de comunicação em momentos chave”.

Para construir a “Ser Açores”, a Mola Ativism teve como base os elementos principais que caracterizam as ilhas dos Açores: a natureza. “O logótipo é composto por um elemento natural, que se declina em três variações cromáticas: o lilás, representando o arquipélago, o verde, simbolizando a natureza típica desta região e o azul, a cor do mar”, acrescenta-se.


Fonte: http://www.publituris.pt/2011/11/24/ser-acores-e-a-nova-marca-para-dinamizar-o-comercio-acoriano/

Uma Aventura na Montanha - Atividades Parque Natural

Hoje 25 de Novembro há uma Aventura na Montanha. Atividade infanto-juvenil com o Parque Natural do Pico.
Inclui dormida na casa da Montanha
Horário: 20h00m às 09h00m
Atividade desenvolvida com os escuteiros da ilha do Pico

Para mais informações:
Parque Natural do Pico
Tel: +351 292 207 375

Fonte: Parque Natural do Pico

Faróis da Graciosa vão abrir todas as quartas-feiras


Os Faróis da Ponta da Barca e do Carapacho passam a abrir ao público a partir de agora todas as quartas-feiras das 14:00 às 17:00.
Esta iniciativa, efectuada de forma gratuita, visa dar a conhecer a missão dos faróis e as funções dos faroleiros, permitindo visitar a mítica torre dos faróis e observar o mar de uma perspectiva única, em três visitas guiadas pelos respectivos faroleiros, que ocorrem às 14:00, 15:00 e 16:00, sem necessidade de marcação.

‘Europa’ escala S. Miguel e Pico

O navio ‘Europa’ escalou no porto de Ponta Delgada, na ilha de S. Miguel, ontem, e vai escalar na Madalena, na ilha do Pico, no dia 25 de Novembro.

“Procedente de Lisboa, o luxuoso ‘Europa’, da companhia alemã Hapag Lloyd Cruises, vai permanecer em Ponta Delgada entre o final do dia 23 e o dia 24 de Novembro, rumando em seguida para a Madalena, na ilha montanha. Depois de nos visitar, o Europa vai prosseguir o cruzeiro que está a realizar de volta ao Mundo, que hoje teve início em Lisboa e terminará no Dubai a 6 de Abril do próximo ano”, indica a administração dos Portos dos Açores em comunicado.

Fonte:http://www.publituris.pt/2011/11/22/europa-escala-s-miguel-e-pico/

VIII Noite de Igualdade com Joana Amaral Dias e Susana Coelho

 
Integrada nos 16 Dias de Activismo Contra a Violência de Género, realiza-se no próximo dia 25 de Novembro - Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher - a VIII Noite de Igualdade, a partir das 21h, no auditório do Rádio Clube de Angra em Angra do Heroísmo.
Esta iniciativa, organizada pela UMAR Açores / CIPA, está integrada no âmbito das actividades do Gabinete de Assessoria ao Jovem em parceria com a Direcção Regional da Juventude e conta como o apoio do Rádio Clube de Angra.
A iniciativa é aberta ao público em geral e participam como oradoras as psicólogas Joana Amaral Dias  e Rita Ferreira. A moderação estará a cargo da jornalista Humberta Augusto e a noite culmina com a actuação musical de Susana Coelho e Amigos.
Através da música e de uma conversa informal, pretende-se sensibilizar para a eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres

Observação de cetáceos já rende algumas dezenas de milhões de euros por ano nos Açores

A observação de cetáceos nos Açores já rende anualmente algumas dezenas de milhões de euros, apesar daquela actividade ainda não estar explorada em todas as ilhas.
A estimativa foi avançada hoje pelo Director Regional dos Assuntos no Mar, Frederico Cardigos, na abertura das celebrações do Dia Nacional do Mar, que decorreram na Horta.
Frederico Cardigos sublinhou, porém, que o estender daquela actividade a todas as ilhas talvez nem seja a melhor opção, uma vez que há “bons resultados” na especialização geográfica encetada por exemplo em Santa Maria, onde quatro empresas se dedicam aos tubarões-baleia e às jamantas.
Já no caso do Corvo, adiantou aquele responsável, a especialização tem recaído sobre as aves, com um “contágio apreciável da população”, daí resultando que a observação da avifauna começa-se a estabelecer “como o recurso de exportação mais importante da ilha”.
Na sua “viagem pelo mundo das oportunidades do mundo marinho dos Açores”, o Director Regional dos Assuntos do Mar considerou também que o mergulho subaquático “tem todas as condições para se tornar uma das soluções turísticas de excelência” no arquipélago.
Disse também que, depois da Reserva Arqueológica da Baía de Angra, com o naufrágio do Lidador e o Cemitério das Âncoras, começa já a “tomar corpo” a Reserva Arqueológica do naufrágio do Dori, na Praia do Pópulo, uma iniciativa que, a concretizar-se, “será mais uma escala obrigatória neste arquipélago pintalgado de azul profundo”.
Para Frederico Cardigos, o mergulho com tubarões, uma actividade que está a nascer no Faial e no Pico, e o mergulho técnico, que parece querer literalmente submergir nas costas Sul de São Miguel e Oeste da Graciosa, são exemplos de novas actividades que constituem “as cerejas no topo deste extraordinário bolo para escafandristas europeus e norte-americanos”.
Defendeu também a necessidade de rentabilizar o vasto património baleeiro actualmente existente no arquipélago, questionando-se por que razão “quem nos visita não tem acesso fácil a um passeio de bote baleeiro”, por exemplo.
Quanto às águas balneares dos Açores, de reconhecida qualidade, o Director Regional dos Assuntos do Mar advogou ser tempo “dos privados fazerem contas e avançarem, propondo a exploração de algumas dessas áreas”, já que, em sua opinião, “ninguém melhor do que os privados para libertarem a administração desta responsabilidade e transformá-la numa acção totalmente lucrativa”.
Frederico Cardigos chamou também a atenção para o facto de se vislumbrar no horizonte “a obrigação de utilização do gás natural como o meio energético para a navegação marítima planetária associada ao transporte de carga”. Se tal acontecer, “os Açores ou as Bermudas passarão a ser uma paragem de reabastecimento quase obrigatória”, alertou aquele responsável.
Quanto às pescas, o Director Regional dos Assuntos do Mar reafirmou a ideia de que “as pescarias açorianas, respeitando os princípios emanados na política comum de pescas, deveriam ser geridas pelos Açores”, já que apenas assim é possível garantir “um esforço de pesca adequado às singularidades ambientais do nosso território e respeitando a equitatividade que todos entendem como adequada”.
Relativamente à produção energética offshore, com o aproveitamento de algas, unidade de produção eólica do alto mar ou energia das ondas, Frederico Cardigos referiu que, havendo “projectos interessantes e viáveis”, o Governo dos Açores “cá estará para apoiar”.
A finalizar, destacou os passos dados pela investigação científica no conhecimento do Mar dos Açores, muito graças aos esforços desenvolvidos pelos Departamentos de Oceanografia e Pescas e de Geociências da academia açoriana. Já quanto ao mar profundo, Frederico Cardigos reconheceu que precisamos “de mais informação e enquadramento”, adiantando que se há “uma certa unanimidade em relação ao potencial existente”, a verdade é que “ninguém ainda sabe com total clareza qual é esse potencial e como poderá ser utilizado”.

Fonte: http://correionorte.com/governo-dos-acores/153746-gacs-observacao-de-cetaceos-ja-rende-algumas-dezenas-de-milhoes-de-euros-por-ano-nos-acores

Açores recebem galardão Quality Coast

Prémio é referente a 2011, pela qualidade ambiental costeira para um turismo sustentável.
Os prémios Quality Coast, financiados pela Comissão Europeia, distinguiram cinco destinos turísticos portugueses pela sua preocupação ambiental. Sintra, Açores, Lagos, Madeira, Tavira e Torres Vedras foram eleitos graças aos seus valores de desenvolvimento sustentável, biodiversidade e responsabilidade social.
A Região dos Açores atingiu o patamar máximo atribuído pelo júri - o Gold Award. Em Portugal, apenas Torres Vedras obteve a mesma elevada classificação.
Esta é uma certificação independente sobre a performance da comunidade e a qualidade do seu produto turístico que se baseia em 20 critérios “QualityCoast” divididos em três categorias: Natureza, Ambiente e Sócio-Economia, que permitem aferir o grau de sustentabilidade das comunidades costeiras e a qualidade da informação disponível ao público.


Na categoria Natureza, os critérios avaliados incluem, por exemplo, a presença de valores naturais, a disponibilidade de informação ou equipamentos que promovam a interação com o ambiente local natural, as políticas de protecção dos valores naturais e a disponibilidade de locais tranquilos para os visitantes.
No que diz respeito à categoria Ambiente existem critérios como a qualidade das águas balneares, a gestão da água e dos resíduos, bem como uma política de redução de gases com efeito de estufa e de adaptação às alterações climáticas.
No que concerne à categoria Sócio-Economia, foram avaliados critérios como a herança cultural, as paisagens culturais e a tradição, a identidade local, a aferição da satisfação dos visitantes e a segurança.

Mergulho nos Açores


Mergulho nos Açores from Quéli Franco on Vimeo.

Video acerca do Mergulho nos Açores. Esta é uma das principais actividades que poderá fazer nos bonitos fundos dos Açores.

Se quiser consultar a lista de empresas de animação turística, que realizam esta actividade, poderá consultá-la AQUI. 

Fonte do Vídeo: http://vimeo.com/31962647
Autor: Quéli Franco

Portas do Mar recebem navio Europa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O navio de cruzeiro Europa irá percorrer as ilhas de S. Miguel e Pico entre os dias 23 e 25 deste mês.

O mais bem cotado navio de cruzeiro da actualidade, o luxuoso Europa, irá passar em S. Miguel e Pico entre os dias 23 e 25 deste mês, tendo a viagem se iniciado em Lisboa e terminará no Dubai, a seis de Abril de 2012.
O cruzeiro irá permanecer em Ponta Delgada entre o final do dia 23 e o dia 24 de Novembro, rumando de seguida à Madalena, na ilha do Pico.
O navio, da companhia alemã Hapag Lloyd Cruises, esteve sujeitos a várias remodelações em Génova, foi inaugurado em Setembro de 1999 e construído nos estaleiros Kvaerner Masa-Yards em Turku, na Finlândia.
Estas duas escaladas, do barco com 198,6 metros, 24 de largura e 6 de calada, com 28,890 toneladas de arqueação bruta, com capacidade para 408 passageiros e 285 tripulantes, constituem um reflexo da crescente importância que os Açores merecem por parte das principais companhias.

ANA aconselha passageiros a contactar companhias

A ANA – Aeroportos de Portugal aconselhou que os passageiros com voos agendados entre as 22h00 do próximo dia 23 e as 24h00 do dia seguinte, a partir de qualquer aeroporto nacional, contactem a companhia aérea em que vão voar ou a sua agência de viagem.

Este aviso vem no seguimento da greve geral anunciada para o dia 24 de Novembro, à qual aderiram vários sindicatos de trabalhadores do sector da aviação.

Fonte:http://www.publituris.pt/2011/11/18/ana-aconselha-passageiros-a-contactar-companhias/

"+ Saco Ecológico - Saco plástico"

O Município de São Roque do Pico implementa a campanha, de educação ambiental, denominada “+ saco ecológico - saco plástico” lembrando a população, em geral, para a importância da utilização dos sacos ecológicos. Esta campanha tem por objetivo melhorar, e, em alguns casos, incitar as boas práticas ambientais dos munícipes, com o intuito de que as mesmas perdurem, ao longo do tempo, de forma a que todos possam contribuir para um meio ambiente saudável. Trata-se de uma iniciativa, enquadrada na Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, em Portugal organizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que decorre de 19 até 27 de novembro.
Este é um importante passo para o aumento de vida do Aterro Sanitário, que recebe cada vez mais plástico, fomento da distribuição gratuita dos sacos plásticos nas superfícies comerciais. Este incremento tem dificultado a decomposição de todos os materiais, incluindo os biodegradáveis, depositados em Aterro, deixando o terreno impermeável e instável.

É obrigação de todos agir.

Uma das soluções, imediatas, é recusar os sacos das compras, oferecidos em todas as superfícies, optando pela utilização dos reutilizáveis/ecológicos, à venda em quase todos os espaços comerciais da ilha, tendo por principal objetivo diminuir a quantidade de plástico depositado em Aterro. De lembrar que os sacos plásticos, oferecidos nas lojas, são utilizados, na maioria das vezes, para acondicionar os resíduos domésticos – uma economia que nos sai cara, porque está a diminuir o tempo de vida do Aterro.
Devemos, por isso, optar por utilizar os sacos do lixo, em vez dos das compras, para ensacar os resíduos domésticos. Os sacos pretos são fabricados com materiais reciclados, enquanto que os das compras são mais pequenos e frágeis, tendo por único intuito o de transportar alimentos. Quando utilizados para outro fim como, por exemplo, acondicionar resíduos até ao Aterro, a tarefa pode não ser cumprida, acabando por esvoaçarem até às ribeiras e indo parar ao mar. A acumulação de plásticos nas encostas pode, em dias de chuvas fortes, causar enxurradas ou, no mar, asfixiar um animal marinho que os confunda com alimento.
Estas e outras razões levaram alguns países da Comunidade Europeia e Estados Unidos da América a aplicarem diversas medidas para a redução dos sacos plásticos. Entre elas, estão o recurso ao saco ecológico ou de cartão e até mesmo a aplicação de um imposto, como é o caso da Irlanda, que reduziu em noventa por cento o plástico no país, com a aplicação de uma sanção de vinte e dois cêntimos por cada saco distribuído.

Fonte:http://www.municipiosrp.pt/Default.aspx?Module=Noticia&ID=997
Imagem: laqiblog-pt.blogspot.com

Figura do menino Jesus está enraizada na arte açoriana

LIVRO. Imagem de Jesus é reproduzida desde o séc. XVI
A figura de Jesus menino está enraizada na cultura e na arte açorianas nas múltiplas linguagens artísticas e iconográficas, considera José de Almeida Mello, autor do livro Açores - Jesus - Menino presente.
De acordo com o autor, os Açores são guardiões de um interessante espólio de peças ligadas ao ciclo da natividade.
"Os artistas que produziram este conjunto de peças, expressas na cultura e na pintura, são herdeiros de um longo trajeto do género narrativo do ciclo da natividade", escreve" adiantando que o "seu conhecimento é fundamental para a sua valorização, divulgação e promoção, quer junto das pessoas que vivem nas ilhas, quer junto daqueles que as visitam, tanto no Natal como noutras alturas do ano", afirma.
De facto, considera, a obra levanta uma questão central que tem que ver com a falta de conhecimento do legado artístico no arquipélago.
Ainda assim, José de Almeida Mello diz que o tema da natividade continua a cativar os açorianos, sobretudo em São Miguel, surgindo coleções privadas e produções locais com interesse.
A obra, que foi lançada a cinco de novembro em Ponta Delgada, parte da recolha e de conteúdos artísticos dos séculos XVI ao XX e aborda o tema de Jesus e a sua representação na pintura e na escultura.
Segundo o historiador, não se trata de um estudo académico e exaustivo, mas sim de "um simples contributo para a sua valorização e promoção, que poderá constituir uma mais valia, tanto turística, como cultural e económica".
Açores - Jesus - Menino presente é prefaciado pela arquiduquesa da Áustria, Walburga de Habsburgo-Lorena Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, que considera que a obra aborda um legado valioso e simbólico de um povo e de uma terra, ao longo da sua história.
"Trata-se de uma investigação de grande utilidade para os Açores e de um notável contributo para a história da arte, visto que aborda um tema até agora quase desconhecido, ao estudar a figura de Jesus - Menino, nas múltiplas linguagens artísticas e iconográficas", escreve. 

Entre Novembro e Fevereiro Parque Natural da Terceira dá a conhecer reservas e protecções

O mais recente parque natural de ilha dos Açores, o da Terceira, acaba de apresentar um programa de actividades. Ocupando 22% da área terrestre, além de zonas marinhas, a Parque da Terceira quer dar a conhecer às populações as suas mais valias de defesa ambiental, bem como as restrições da nova regulamentação.

Foi, quinta-feira de manhã, apresentado um programa de actividades para dar a conhecer o mais recente parque natural de ilha dos Açores, o da Terceira. Uma visita guiada, duas exposições e três trilhos pedestres são as iniciativas previstas na iniciativa “Parque Aberto” a partir do dia 27 de Novembro e que se prolonga até 26 de Fevereiro.
O objectivo é informar sobre os objectivos e as regras que o Parque Natural de Ilha pressupõe, informando sobre as reservas, os monumentos e as áreas protegidas que o compõe, além das estruturas de apoio existentes.
Segundo Sónia Alves, a directora do Parque de Ilha da Terceira, que ocupa cerca de 22% da área terrestre da ilha, além de zonas marinhas, o “Conheça o Parque Natural da Terceira” é uma estreia: “o Parque Natural da Terceira foi criado em Abril – o último dos parque naturais criado nos Açores – e à semelhança do que vai acontecer nos restantes parques da região, apresentamos o programa «Parque Aberto», um dos primeiros programas para dar a conhecer o parque”.
Presente na sessão de informação esteve o director Regional do Ambiente que, recordando que os parques vieram “regulamentar a rede regional de áreas protegidas”, definiu-os como “novos instrumentos de gestão que permite congregar todas as classificações proteccionistas” existentes.
“Para proteger é necessário conhecer”, sublinhou João Bettencourt, acrescentando que “é nesse sentido que lançamos aqui esta iniciativa, que pretende dar a conhecer todas as áreas protegidas espalhadas pelo arquipélago”.
Conhecer para proteger
 O “Parque Aberto” vai acontecer, explicou a sua directora, quer no espaço do parque, quer nas instalações da ecoteca, em Angra do Heroísmo: “queremos levar as pessoas ao parque natural ou trazê-las às nossas instalações para que o possam conhecer, saber qual o património natural que é protegido, quais os seus limites. Só conhecendo é que se pode despoletar a vontade nas pessoas de o proteger”.
Criado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A, de 20 de Abril, o parque natural é definido como a unidade de gestão base da Rede Regional de Áreas Protegidas. Uma protecção que congrega “interdições e restrições à prática de determinadas actividades nas áreas do parque natural”, explicou adiantando que este agrega regulamentação diversa que até então existente.
Questionada sobre quais as novidades em termos de interdições: “a nova regulamentação, em termos de interdições ou condicionalismos, não apresenta grandes novidades ao que já existia anteriormente. A maioria das áreas já eram classificadas ao abrigo da legislação anterior, quer pela rede regional de áreas protegidas que existia anterior, quer pela classificação da Rede Natura 2000 e outras medidas que existiam. Portanto, nesse aspecto, apenas veio agregar todas essas áreas, passando a haver uma gestão única”.
Visita guiada, exposições e trilhos pedestres
No dia 27 de Novembro, está assim agendada a visita guiada ao circuito de visitação das Furnas do Enxofre, entre as 14H00 e as 16H30.
De 12 a 16 de Dezembro, entre as 9H00 e as 12H30 e as 14H00 e as 17H30, os serviços montam na ecoteca dos Serviços do Ambiente da Terceira, na rua da Galo, uma exposição colectiva de fotografia da natureza, resultante da organização de um RAVE (Rapid Assessment Visual Expedition) ao interior da ilha pela Universidade dos Açores, que esteve patente no Museu de Angra do Heroísmo.
Neste mesmo sítio, a 17 e 18 de Dezembro, entre as 14H00 e as 18H00, será oferecido chá de plantas aromáticas.
Uma segunda exposição, intitulada “Conheça o Parque Natural da Terceira”, será montada no mesmo local a 11 e 12 de Fevereiro, com horário de visitação das 14H00 às 18h00.
Em Janeiro, no dia 14, o primeiro de três trilhos pedestres vai à costa da Serreta; o segundo, a 28 de Janeiro, à costa das Contendas; e o terceiro, a 26 de Fevereiro, à vinha dos Biscoitos.
Os interessados poderão obter informações ou efectuar inscrições através dos contactos: 295 403 800 ou parque.natural.terceira@azores.gov.pt.
Caldeira da Serra de St.ª Bárbara interdita
 A novidade que surge com a criação do Parque Natural de Ilha da Terceira vai para a criação de uma reserva integral, ou seja, em que há proibição de entrada.
Isso mesmo referiu a responsável pela unidade, Sónia Alves: “entre as áreas de reserva natural, temos uma reserva natural integral: a Caldeira da Serra de Santa Bárbara”.
Aqui, “é mesmo proibida a entrada e permanência, salvo algumas excepções devidamente autorizadas”, acrescentou.
A justificação, avançou, está na presença de “ecossistemas praticamente inalterados. É o ex-libris deste parque natural e, se calhar, dos parques naturais dos Açores”.
“É um espaço que não sofreu praticamente alterações, em que não se verifica as presença de espécies exóticas e em que o património natural está no seu estado mais «natural»”.
O “acesso difícil e perigoso” funciona, refere, como uma factor natural de protecção, apesar de não ter limites físicos que proíba efectivamente a entrada na zona.