"Museu subaquático" dos Açores vai ter centros interpretativos em terra em 2017

Mil naufrágios documentados tornam o mar dos Açores num "museu subaquático", com "cápsulas do tempo" já visitáveis através de mergulho, mas que o Governo Regional quer potenciar, criando em 2017 centros interpretativos em terra.
“Estamos a encetar um processo de criação de centros interpretativos em terra, para que quem não mergulha possa usufruir na mesma dessas histórias de odisseias trágico-marítimas. Simultaneamente, apostamos em barcos com fundo de vidro”, afirmou à agência Lusa o arqueólogo da Direção Regional da Cultura, José Luís Neto.
O roteiro do património cultural subaquático nos Açores é, nos dias de hoje, composto por 25 parques arqueológicos subaquáticos visitáveis através do mergulho. O primeiro foi criado em 2005, na baía de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, local onde se conhece a presença de uma centena de naufrágios.
Actualmente, as visitas aos 25 parques arqueológicos subaquáticos são assistidas pelos mergulhadores dos clubes navais ou operadores marítimo-turísticos das diversas ilhas do arquipélago, que trabalham como guias, existindo também como auxílio pequenos documentários em vídeo sobre o que é possível descobrir dentro de água.

Entre os parques subaquáticos açorianos devidamente regulamentados está o 'Dori', próximo da cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, o 'Caroline', na ilha do Pico, o 'Slavonia', na ilha das Flores, o 'Canarias', em Santa Maria, entre muitos outros.



Navio Dori




Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-subaquatico-dos-acores-vai-ter-centros-interpretativos-em-terra-em-2017 / nosca-tula.blogspot.com

Magia do Circo - Festas da Praia 2016


Diário Insular

O tema das Festas da Praia 2016, que decorrem de 29 de julho a 07 de agosto, é a "Magia do Circo". 
Segundo o vereador Tibério Dinis, presidente da Cooperativa Praia Cultural, a escolha do tema tem como objetivo proporcionar um cortejo dinâmico, em que quem participa possa mostrar o seu talento. 
"Pretendemos que esta linha que tem sido criada nos últimos anos nas Festas da Praia seja uma festa de vida, de muita animação e de muita gente a saber fazer arte e a incorporar o cortejo de abertura", salientou.
O cartaz, o tema das festas e o orçamento foram divulgados, ontem, na Academia da Juventude, numa apresentação com direito a espetáculos de magia e de dança.
A promoção das festas começou a ser feita, na semana passada, na BTL, mas está prevista também uma ação de divulgação na Feira do Livro de Lisboa e uma promoção contínua na capital.
Na próxima semana a comissão parte para a diáspora e deverá haver também uma promoção dentro do arquipélago, sobretudo nas ilhas do Triângulo e em São Miguel, de onde vêm os "públicos fundamentais" do Music Resort. 
Segundo Roberto Monteiro, há sobretudo uma aposta nas segundas gerações de emigrantes, que já nasceram no país de emigração e que têm de ser cativadas com "elementos de atratividade distintos".
"Nos dois anos anteriores (2014 e 2015) foi esgotada a capacidade hoteleira da ilha e o valor médio da estadia por noite foi superior", salientou Tibério Dinis.
O cartaz musical só deverá ser conhecido em abril, mas a autarquia anunciou, ontem, algumas alterações nas festas. A feira de artesanato vai mudar-se para um local maior e com mais condições logísticas, junto da feira de gastronomia.
A zona verde terá um espaço de animação infantil, a zona das tascas no clube naval será coberta e o parque de campismo terá obras de melhoramento nos balneários.
O festival Sol Menor e Sol Maior passa a estar integrado nas Festas da Praia e o desfile das marchas populares passa a decorrer na última sexta-feira.  


Fonte: Diário Insular

Arquitetura Baleeira - "Torres ou Torrinhas"









Sob a influência dos tripulantes picoenses que embarcaram nos navios baleeiros americanos, e regressaram posteriormente ao Açores, e graças à presença da família Dabney na Horta , a cultura americana foi, de certa maneira, sendo assimilada pelos açorianos. Podemos verificar este facto por exemplo através da arquitetura e das embarcações baleeiras.
As casas americanas eram construídas em madeira e pintadas com cores diversas. Nelas eram colocados elementos decorativos geométricos, tais como varandas, balaustradas ou pórticos de madeira. Essas novas técnicas de construção foram assinaladas por aqueles que regressaram ao Pico e adaptadas à casa típica da ilha. Assim apareceram as “torres” ou “torrinhas” de madeira e outros elementos característicos da chamada Arquitetura Baleeira, que têm maior expressão na vila das Lajes.

Fonte: Guia do Património Cultural Pico

Ana Cabrita

Queijaria “Pico Redondo” conjuga saber tradicional com Turismo para rentabilizar exploração pecuária na ilha das Flores


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Ilda Henriques é queijeira, distribui, vende e recebe os turistas que se deslocam 

à Queijaria “Pico Redondo”, na Fajãzinha das Flores. Com mãos sábias e experientes, 
que tanto ajudam o marido na exploração como embalam os dois tipos de queijo 
produzidos, Ilda Henriques explica que os turistas gostam muito de visitar a 
pequena queijaria e provar o produto final. O segredo para os seus queijos, que também 
já podem ser encontrados em São Miguel, é o facto de usar apenas leite da sua exploração

Na Freguesia da Fajãzinha, na ilha das Flores, a rua do Pico Redondo é também sinónimo de um dos melhores queijos que se faz naquela ilha. O casal Ilda e Francisco Henriques decidiram rentabilizar o leite que tiravam da exploração que têm naquela freguesia e começaram a fazer queijo fresco. Inicialmente era apenas para consumo próprio, mas depois o queijo fresco feito pelas mãos de Ilda Henriques começou a ganhar fama e começou a chegar a algumas casas na própria freguesia e pela ilha. 

Feito de uma forma artesanal e sem qualquer tipo de controle, o casal decidiu apostar na qualidade e em 2006 abriu portas oficialmente como queijaria tradicional. 
Ilda Henriques, que se dedica à confecção, distribuição, venda e até de guia turística quando é necessário, conta que na altura foi complicado tratar de toda a papelada para conseguir abrir a queijaria com todos os requisitos legais para poder produzir o queijo fresco artesanal. No entanto, refere que “o Governo ajudou-nos a fazer este projecto” apesar da burocracia necessária. 
Durante dois anos a queijaria foi confeccionando apenas o queijo fresco, mas em 2008 Ilda Henriques conta que começaram a apostar também no queijo curado “Pico Redondo”. “É um queijo de pasta mole, que não é picante, é amanteigado, é o tipo de queijo tradicional de cá” e que não requer muito tempo de cura já que “leva geralmente entre 10 a 15 dias a curar”.
A queijeira, única funcionária da queijaria, não consegue quantificar a quantidade de queijos que faz por dia ou por mês, mas indica que tudo depende “do leite que temos”. Geralmente no Inverno as vacas produzem menos leite e “por isso há alturas em que laboramos 100 litros e outras alturas em que laboramos 50 litros”, refere. Já no Verão, quando há maior produção de leite, “a partir de Abril até Setembro”, é quando são laborados cerca de 220 ou 230 litros. 
Ilda Henriques admite que, mesmo assim, “não é muita qualidade” já que além de usarem apenas a sua própria exploração, apenas oito vacas é que produzem o leite necessário para laborar.

“O melhor queijo do mundo”

Esse é talvez o segredo para o queijo “Pico Redondo” ser considerado “um dos melhores do mundo”, ou pelo menos o melhor da ilha das Flores. É esse o entendimento de quem visita a queijaria e, especialmente, dos filhos de Ilda e Francisco Henriques. “Nunca houve ninguém que provasse, pelo menos na minha frente, e que dissesse que não gostava”, afirma.
Ilda Henriques explica que “não há segredos” na confecção do queijo que vende mas admite que “talvez um dos maiores segredos se deve ao facto de ser usado leite apenas da minha exploração. Se fosse feito com leite de outros sítios, talvez alterasse a qualidade do queijo, por isso acho que o maior segredo é esse”. 
O marido, Francisco, é o responsável pela exploração onde Ilda também ajuda quando é necessário. E a prova de que a queijaria além de tradicional é familiar é que também os filhos do casal, quando regressam à ilha de origem “também ajudam” na distribuição. 
“De resto sou só eu”, responde Ilda Henriques quando questionada sobre o período em que os filhos não ajudam. 
Com a queijaria situada na Fajãzinha, Ilda Henriques admite que é um pouco complicado distribuir o seu queijo nos cerca de 12 postos de venda por toda a ilha mas “em quatro horas consigo dar a volta à ilha” e faz o mesmo percurso duas vezes por semana. “A ilha também não é muito grande”, brinca ao acrescentar que já foram mais os postos de venda, que entretanto encerraram. “Já houve restaurantes onde eu ia e que depois desistiram e alguns fecharam. Desde 2006 até agora tenho numa lista de gente na facturação que não está activa”, refere.

Pode ser provado em São Miguel

Além dos postos de venda nas Flores, Ilda Henriques também faz chegar o seu queijo a São Miguel, que se vende na loja “Rei dos Queijos” em Ponta Delgada, e à vizinha ilha do Corvo. “Já mandei queijos para a Terceira mas já desisti”, confessa ao acrescentar que por enquanto se vai ficar pelas encomendas que envia para as duas ilhas referidas, especialmente no Verão quando tem uma maior produção, embora garanta que durante todo o ano também é possível encontrar o queijo “Pico Redondo”.
Ilda Henriques refere que para poder enviar mais queijos para fora das Flores “precisava de ter uma produção maior”, o que nem sempre é possível. Por isso, acrescenta que não é possível pensar em fazer chegar o queijo “Pico Redondo” ao continente. “O meu filho, que está lá, está sempre a dizer isso mas não é fácil. Era preciso uma produção maior e o transporte também é mais complicado”, admite.
Já para enviar os queijos para São Miguel e para o Corvo “fica um pouco caro”, mas o investimento é comparticipado em 90% por parte do Governo Regional “o que é uma coisa boa”, admite. No entanto, “para isso tem de se tratar de muita papelada e há muita burocracia”, refere Ilda Henriques.

Ponto de atracção turística

A pequena queijaria tradicional do “Pico Redondo” é ponto de paragem quase obrigatória para quem visita a ilha das Flores. Os turistas que chegam à queijaria são prontamente atendidos por Ilda Henriques que faz uma visita guiada às instalações e presta esclarecimentos sobre o processo de fabrico, armazenagem e cura. “Os turistas gostam muito de ver, quando visitam a queijaria gostam de ver todo o processo” e no final “muitos levam queijos”. 
A queijaria faz parte de um roteiro do INATEL para as Flores e os grupos que chegam à ilha através daquela instituição. “Os grupos grandes que vêm pelo INATEL passam sempre por aqui e gostam muito de ver e de provar o nosso queijo”, admite Ilda Henriques. 
A aposta de aliar a queijaria tradicional ao turismo está aos poucos a ser ganha e as Flores ficam assim com mais um motivo de interesse para quem visita o ponto mais ocidental da Europa.

Outros pontos turísticos

Mesmo ali ao lado, entre a freguesia da Fajã Grande e da Fajãzinha, surge a Aldeia da Cuada. O aldeamento turístico é composto por 15 casas de pedra basáltica, cada uma com o seu nome, emprestado pelos antigos proprietários que nos anos 60 deixaram a aldeia ao abandono para procurar uma vida melhor nos Estados Unidos da América. 
Propriedade de Teotónia e Carlos Silva, o aldeamento turístico mantém a traça antiga e rural das habitações onde mesmo ao lado a erva está sempre verde em contraste com a pedra dos muros e das moradias. 
A Aldeia é protegida e classificada pelo Governo Regional como Património Cultural de Interesse Histórico, Arquitectónico e Paisagístico. A Cuada foi também considerada, em 2011, um dos 50 hotéis mais românticos do mundo pela revista “Travel and Pleasure” e, por isso, não é de estranhar que seja difícil conseguir um lugar numa das casas disponíveis que aliam o passado ao conforto dos nossos dias. 
A Aldeia da Cuada fica situada num vale, com o mar em frente e por detrás as quedas de água que descem pela encosta e que se transformam depois no Poço da Alagoinha ou Lagoa das Patas. 






http://www.correiodosacores.info/index.php/destaques-esquerda/19306-queijaria-pico-redondo-conjuga-saber-tradicional-com-turismo-para-rentabilizar-exploracao-pecuaria-na-ilha-das-flores

Carolina Simas

Peter Mountain Bike Race

A Mountain Bike Race realiza-se de 23 a 25 de Abril, é uma prova com um grau de dificuldade elevado para atletas com alguma preparação. Uma corrida de 300Km, 3 dias e 3 ilhas, atravessando os nossos canais repletos de vida marinha. 

http://petermtbrace.blogspot.pt/


Peter Mountain Bike Race é uma prova organizada pelo "Peter Café Sport", sob a égide da Associação de Ciclismo dos Açores e de acordo com os regulamentos da UVP-FPC. 
Para saber tudo acerca desta prova regulamento, inscrições, programa, etapas, etc, pode consultar a página oficial do evento: http://petermtbrace.blogspot.pt/p/inicio.html

Contactos:
info@petercafesport.com
292 292 327
www.petercafesport.com
www.facebook.com/petercafesportmtbrace







Convento São Boaventura







A história dos franciscanos nas Flores está intimamente ligada à existência de três irmãos religiosos — dois deles franciscanos, Frei Diogo das Chagas e Frei Mateus da Conceição e o padre Inácio Coelho — nascidos em Santa Cruz das Flores; os dois primeiros tiveram papel relevante na criação da nova Província de S. João Evangelista, ao ocuparem lugares cimeiros na hierarquia da ordem, o último exerceu o seu magistério nas igrejas do Corvo e das Flores.

A obra de maior perenidade do padre Inácio Coelho foi a fundação do Convento de São Boaventura de que foi padroeiro. Doou terras para a edificação e legou, por sua morte, uma renda avultada para sustento dos frades. Foi sepultado em 1643, junto à porta principal da igreja.

O Convento tem a sua origem numa escritura de doação do Padre Inácio Coelho, lavrada em Santa Cruz das Flores em 26 de Junho de 1641. Segundo a tradição, este gesto resultou do cumprimento de um voto feito no dia 14 de Julho (Dia de S. Boaventura) de 1640 em que o vigário se propunha criar as condições para a fundação de um convento logo que Portugal recuperasse a sua independência.

As obras começaram em 1641. Convento e igreja ficaram implantados na zona meridional da vila, próximo da Rua das Poças, com a fachada virada ao nascente. A primeira missa foi celebrada em 2 de Fevereiro de 1650. A campanha de obras prolongou-se pelo séc. XVIII.

O triunfo do liberalismo pôs termo à presença franciscana. Em 1832 foram extintas as ordens religiosas e os frades do Convento de São Boaventura juntaram-se aos do Convento de Nossa Senhora do Rosário da então Vila da Horta e os seus bens passaram para a Fazenda nacional, em 1834.
  
No ano de 1838 José Inácio Pimentel arrematou o convento e vendeu-o a Francisco da Cruz Silva e Reis em 1855. Em 29 de Maio de 1873, António Vicente Peixoto Pimentel comprou-o e entregou-o à Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz das Flores para lá instalar o hospital. Esta mesma instituição recebeu a igreja por alvará régio de D. Luís.

A igreja é um edifício relativamente amplo, de planta rectangular, sem transepto e nave única, cilíndrica, de madeira pintada, que assenta na cimalha real muito recortada. No tecto predomina uma decoração vegetalista e floral que cabe perfeitamente na classificação de brutesco.

À entrada do templo, sobre robusta trave de madeira, construiu-se o coro.

A capela-mor forma a cabeceira poente. Alta e profunda, rasgada a quase toda a largura do corpo da igreja, quase atinge a cimalha real e define-se por um arco de volta perfeita. É iluminada por uma janela virada a norte.

No corpo da igreja, dois altares, sem profundidade, encrostados nas paredes-mestras, à entrada da capela-mor.
À sua planta esteve subjacente uma preocupação estrutural de modernidade — a concepção de nave única. Se levarmos em conta que a igreja de São Roque inaugurou este novo procedimento arquitectónico, em 1568, que serviu de exemplo a muitas outras construções, e que no final do segundo quartel do séc. XVII esta nova opção era já posta em prática no ponto mais distante desta, enquanto ainda permaneciam como arcaísmos as igrejas de três naves. Podemos, assim, afirmar que a igreja florentina está integrada nos novos preceitos tridentinos que levaram os Jesuítas a repensar o tradicional programa espacial da divisão em três naves.







No exterior temos um frontispício delimitado por duas pilastras e dividido verticalmente por outro par de pilastras, todas levemente ressaltadas. Uma cornija e uma cimalha, praticamente com relevos idênticos, determinam três corpos horizontais repartidos por superfícies; os dois primeiros são subdivididos em três áreas de igual dimensão; o terceiro — o entablamento — constitui uma superfície contínua de predominância horizontal, encimado por uma pequena edícula, amparada por duas volutas estilizadas, que suporta uma cruz. 
A capela-mor forma a cabeceira poente. Alta e profunda, rasgada a quase toda a largura do corpo da igreja, quase atinge a cimalha real e define-se por um arco de volta perfeita. É iluminada por uma janela virada a norte.


Sílvia Vieira 
Fonte: museudasflores.pai.pt


Feliz Páscoa



A palavra Páscoa significa passagem. É a celebração mais importante da Igreja Cristã, onde se comemora a ressurreição de Jesus Cristo.
Está inserida na Semana Santa: na Sexta-feira Santa é celebrada a crucificação de Jesus, e no Domingo de Páscoa comemora-se a ressurreição e a sua primeira aparição para os seus discípulos.
Um dos símbolos da Páscoa é o coelho. O animal tornou-se símbolo porque, antigamente,  no Hemisfério Norte, a celebração era exatamente no fim do Inverno e o início da Primavera, quando os animais apareciam nos campos, com os seus filhotes, era a época da fertilidade.
O ovo é também um símbolo da Páscoa, pois representa o começo da vida. Vários povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa passagem para uma vida feliz.


Fonte:  http://www.significados.com.br/pascoa/ / www.diariodeumadietista.com

Regina Maris com estudantes do Faial passa pelos Açores

Esta aventura começou em Outubro de 2015, ao todo foram 5 meses e meio a navegar e a estudar ao mesmo tempo. Durante este tempo, a Escola Regina Maris fez diversas escalas: Tenerife, Cabo Verde, Cuba e Bermudas antes da viagem de aproximadamente 10 dias até ao arquipélago dos Açores.
Júlia Vieira Branco, aluna do 10º ano e Bartolomeu Ribeiro, do 12º ano, partilham a aventura com mais 32 alunos, todos eles de nacionalidade holandesa.
A poucas milhasda chegada ao Porto da Horta, a ansiedade começava a sentir-se a bordo do Regina Maris.
Apesar das muitas milhas navegadas e muitas experiências vividas, os estudos estiveram sempre presentes, numa inter-ligação entre a Escola Secundária Manuel de Arriaga e a coordenadora do projeto a bordo.
O navio-escola Regina Maris permanece na cidade da Horta até 28 de Março, de onde partirá com destino a Amesterdão, para a última etapa.
Entretanto, nestes dias de permanência na Horta há um vasto programa preparado para os 34 alunos que navegam no projeto "School at Sea".







Fonte: www.rtp.pt / http://www.rtp.pt/acores/sociedade/regina-maris-com-estudantes-do-faial-passa-pelos-acores-video_49863

Sexta-feira Santa

A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos. 
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
Se quiserem obter mais informações acerca deste feriado móvel, acedam aqui.

Aproveito para desejar uma Feliz Páscoa!


Fonte: Catolicismo Romano

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Misericórdia tem agora um novo horário em vigor. 

Desta feita mais alargado, estando aberta no seguinte horário:






“Nos Baixos do Maranhão”






“Nos Baixos do Maranhão” é uma produção da TAC Filmes e o apoio à sua produção pelo Governo dos Açores inseriu-se na política de promoção, resgate e divulgação dos movimentos migratórios açorianos e do seu legado, neste caso, da riqueza do património cultural do arquipélago presente no nordeste do Brasil, dando a conhecer a forma como ainda hoje são vividas no Maranhão as tradições e os costumes que viajaram com os Açorianos no primeiro quartel do século XVII.
Espero que gostem. 



http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/entidades/pgra-ssrpre-drcomunidades/textoImagem/Mostra_do_Documentario_%E2%80%98Nos_Baixos_do_Maranhao%E2%80%99.htm
https://www.youtube.com/watch?v=_vLzF4vmkUg


Carolina Simas

Lançamento do Concurso Fotográfico "O Homem e o Parque Natural do Pico"


Parque Natural do Pico

Morada: Rua do Lajido de Santa Luzia | 9940-108 S. Roque do Pico
Telf. 292 207 375

Atividades da Páscoa








A Câmara Municipal das Lajes das Flores está a organizar um conjunto de atividades diversas, com o intuito de dinamizar a pausa letiva da Páscoa e proporcionar momentos de alegria e convívio às crianças do nosso concelho.
Estas atividades terão lugar no Museu Municipal, conforme programado no cartaz anexo.



Silvia Vieira
Fonte: www.cmlajesdasflores.pt 

Auto da Compadecida


´
No dia Mundial do Teatro, o auditório do Ramo Grande irá receber a peça, o Auto da Compadecida de Ariano Suassuna, pelo grupo de Teatro Alpendre. 

Inicia às 21h00 e poderá adquirir bilhetes duas horas antes do espectáculo ou a partir das 13h00 na recepção da Academia da Juventude. 


Açores entre os 20 mais belos locais do mundo







Os Açores encabeçam a lista dos 20 locais mais belos do mundo para visitar em 2016, com base numa selecção efectuada pela edição holandesa da revista National Geographic Traveler. 

A observação de baleias, nadar com golfinhos selvagens e caminhar ou pedalar entre vinhas em solo vulcânico são apenas algumas das actividades que o turista poderá fazer durante uma visita a estas ilhas, escreve a publicação.

“Desde 2012, o Arquipélago destaca-se principalmente na área do turismo sustentável, permitindo que os visitantes e a Natureza estejam em completa harmonia”, relata Sabine de Witte, que assina o texto dedicado aos Açores.

Para além dos Açores, da lista da National Geographic Traveler constam, por exemplo, outros destinos turísticos como o Estado brasileiro do Rio Grande do Norte, a Gronelândia, Ljubljana (Eslovénia) ou a região do Delta do Okavango, no Botswana.

Fonte: (JornalDiario)/ Parques Naturais Açores

Ana Cabrita


Poesia - Vitorino Nemésio

 

Já Velho e Doente

«Seja a terra da Terceira
A minha coberta de alma»,
Disse eu na idade fagueira,
Em que tudo é força e calma.

Mas hoje, já velho e doente,
Em que as almas não se cobrem,
Hoje sim, peço seriamente
Que os sinos por mim lá dobrem.

Até já me aconselharam
Um quarto lá no Hospital,
Tanto caipora me acharam,
Escaveirado, mal, mal...

Ali visitas teria
Por obra de misericórdia,
Embora comida fria,
Alguma vez, que mixórdia!

Mas sempre era doce ao peito
Ir acabar os meus dias
Na Praia, de qualquer jeito,
Perto da casa das tias.

Tive o exemplo resignado
Que me deu a prima Alzira
Num lençolinho lavado
Com rendas limpas na vira.

Ali matámos saudades,
Ela alegre e penteadinha,
Mal pensando eu que as idades
Não perdoam. Hoje é a minha.

Também cheguei a pensar
No Asilo, talvez com um biombo.
Sou biqueiro. Mas jantar?
Todos ali, lombo a lombo.

Como outrora o Tintaleis,
Três-Quinze, Manuel de Deus
Eram duas vezes seis,
Lava-Pés, e Pão-por-Deus.

Mas já sei que nem no hotel!
(A família não consente).
Tenho que amargar o fel
Mortal como toda a gente

Morrer num navio, à proa,
Numa aldeia ou num porão,
Provavelmente em Lisboa
Prò Alto de S. João.

Se acaso em Ponta Delgada
Me fosse dado ter fim:
Queria a última morada
Com Antero, em S. Joaquim.

O melhor é não pensar.
É seja onde Deus quiser.
Bem me podem sepultar
Ao pé de minha mulher. 
 
Fontes: http://www.citador.pt/poemas/ja-velho-e-doente-vitorino-nemesio
 http://pt.azoresguide.net/ilhas/terceira.php
 
Gina Maciel

Festival Ilha Branca 2016 - Ilha Graciosa


Com menos patrocínios, logo menos dinheiro para realizar o Festival Ilha Branca a PRODIB, entidade que organiza este evento, teve que apostar nos nomes possíveis para a semana da festa em honra a Santo Cristo na Ilha Graciosa.
Tal como em outras edições o Festival Ilha Branca contará, com 4 dias de concertos, começando na sexta-feira e acabando na segunda-feira de Santo Cristo. A cada final de concerto haverá "after-party" com diversos DJ's convidados.
A abrir o Festival estarão em cima do palco os Quinta do Bill, dia 12 de Agosto. O concerto tem inicio às 00h30.


No segundo dia, 13 de agosto, o palco do Festival Ilha Branca acolhe uma banda açoriana.
"Banda 8", foi o grupo escolhido pela organização do Festival para animar a segunda noite do FIB2016.


No segundo dia do Festival, 15 de agosto, estarão os The Fly - Tributo aos U2 que já no ano passado deveriam ter atuado contudo, devido às condições atmosféricas não foi possível a realização do seu concerto.


No último dia do Festival, 15 de agosto, os presentes poderão assistir ao concerto de João Pedro Pais, concerto que se realizará pelas 00h30.




Fonte: http://tcf.blogs.sapo.pt/fib-2016-1004679




Maria Bettencourt actua no Lucky Strike



A cantora terceirense Maria Bettencourt atua, a 31 deste mês, no Lucky Strike, um dos mais cobiçados clubes de Hollywood, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
O Lucky Strike tornou-se num dos mais importantes clubes da Sunset Boulevard desde que músicos como Alice Cooper, Mark Mendoza (White Snake), Renato Neto (Prince), Gene Simons (Kiss), Joe Perry (Aerosmith), Johnny Depp (Hollywood Vampires), Nuno Bettencourt (Extreme/Rihanna), entre outros, fizeram daquele espaço uma espécie de segunda casa para suas "jam sessions" e concertos.
Na mesma viagem, Maria Bettencourt e a sua banda participam num encontro com as mais recentes gerações de descendência açoriana. A iniciativa conta com o apoio e a colaboração da Câmara Municipal da Praia da Vitória, da direção regional das Comunidades e de John Martins, músico e vice-cônsul em Artesia.
"Trata-se de um projeto que tencionamos cultivar nos próximos tempos, usando a música como ferramenta para juntar ideias e energias. Assim, julgamos que, uma vez que estes jovens nos venham visitar, teremos condições para umas melhores boas vindas e para conviver mais próximo com eles", referiu.
Maria Bettencourt prepara-se para atuar também em São Francisco, nos Estados Unidos, estando igualmente nos seus planos várias cidades europeias, como Londres, Liverpool e Paris, entre outras. Para maio está agendado um concerto em Aveiro, na Queima das Fitas, e, a partir de setembro, a cantora e a sua banda atuam em Boston, Nova Iorque, Washington e, de novo, em Los Angeles.


Fonte: Diário Insular

Museu Carlos Machado " Férias da Páscoa"



 Nos dias 22 e 23 de março, durante a interrupção letiva, férias da Pascoa, o Museu Carlos Machado promove,a realização da iniciativa "Férias da Páscoa no Múseu".

Entre as 9h30 e as 12h15,decorrerá o ateliê, " Estórias do chá com sombras chinesas " onde, a partir da esposição " Caminhos do chá", está patente no Núcleo de Arte Sacra.

No período da tarde, entre as 14h00 e as 17h00, o ateliê " Páscoa colorida no Museu Carlos Machado", parte da exposição “Profissões – Memória e Atualidade.

Faça a sua inscrição para esta atividade  presencialmente no Núcleo de Santa Barbara, até ás 17h30 do dia de hoje.

Fontes:http://www.acorianooriental.pt/noticia/ferias-da-pascoa-no-museu-carlos-machado
 http://www.patrimoniocultural.pt/pt/

Gina Maciel

Exposição Mestre João Silveira Tavares – o bote baleeiro açoriano: uma viagem e um olhar no Museu do Pico




Está patente ao público no Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, a exposição Mestre João Silveira Tavares – o bote baleeiro açoriano: uma viagem e um olhar.
Esta exposição, inaugurada pelo Museu do Pico em 2014 no Museu dos Baleeiros, esteve em itinerância no decorrer do ano de 2015, na ilha do Faial, na Casa Manuel de Arriaga.
A exposição inscreve-se no processo vital de reabilitação e divulgação do património baleeiro regional. Na ilha do Pico, de forma muito expressiva e, porventura, única, este património adquire, para além da sua natureza material, uma dimensão profundamente intangível. Aqui, se condensam os velhos saberes tradicionais associados à cultura material e imaterial da baleação: as técnicas de construção naval, o fabrico de panos (velame) e a produção de palamentas.
A recuperação de uma parte significativa do património baleeiro dos Açores – botes e lanchas de reboque – deve ser considerada como um dos mais emblemáticos projetos de reabilitação patrimonial, verdadeiramente ao serviço da comunidade, realizado nos últimos anos em Portugal. O papel desempenhado por Mestre João Silveira Tavares neste processo merece ser reconhecido e destacado.
Mestre João Tavares é, pela dimensão, abrangência geográfica e qualidade da sua obra, um dos grandes construtores de botes baleeiros dos Açores, e o mais conhecido, estudado, divulgado e mediático (à escala internacional) construtor de botes baleeiros no Arquipélago. O seu nome aparece, frequentemente, associado a livros, filmes, documentários, artigos de jornais e revistas, publicações especializadas e museus, facto que o legitima como uma referência histórica incontornável desta arte e desta tradição na Região.
A exposição poderá ser visitada no horário regular de funcionamento do Museu, até dia 31 de Março.
Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt
Ana Cabrita