Azores Challenge Trail em prova de “fogo”



A ilha de São Miguel volta a estar na mira do Trail Running em Novembro.


Considerado um dos destinos mais sustentáveis do mundo, a ilha de São Miguel está em alta este ano ao aliar o turismo com uma grande prova de trail running. Trata-se do Azores Challenge Trail, distribuído por três etapas, cujo objectivo passa por explorar diferentes áreas da ilha em contexto de competição.


“A 1ª etapa realizou-se em Maio e teve como ponto principal as Lagoas das Sete Cidades, uma das maravilhas de Portugal. Vistas deslumbrantes combinadas com trajectos pouco conhecidos, e até mesmo trilhos novos, preparados de raiz para o evento, que teve o nome de GREEN LOVE (34km). A 2ª etapa terá o nome de ETAPA DECATLHON, será a 14 de Novembro e irá assinalar o 4º aniversário da Loja de Ponta Delgada. A 3ª etapa será a 15 de Novembro, e voltaremos a mais uma beleza natural da Ilha de São Miguel, a LAGOA DO FOGO, tendo os atletas a possibilidade de ter uma perspectiva muito diferente da Lagoa do Fogo, novos trajectos e novas abordagens do exercício da corrida na montanha”, explicou Paulo Resendes, da PRSpinning, organizador do desafio.

A iniciativa nasceu da ideia da Associação PRSpinning e de um grupo de voluntários que “puseram de pé” o Azores Challenge BTT, que, após o tremendo sucesso dessa prova em 2014, e do deslumbre pelas paisagens de S. Miguel, decidiram desafiar este ano os amantes do trail. 

Por se tratar de uma organização especializada em BTT, coube ao treinador Tiago Aragão dirigir os percursos e procurar evidenciar os pontos mais importantes em que consiste uma prova de Trail Running. Tiago aceitou o desafio “só por ser o primeiro trail na ilha, como por ser um projecto desenvolvido por amigos e numa das maravilhas nacionais. Ir ao terreno e explorar trilhos e percursos que desaguavam ou caminhavam lado a lado com as lagoas”. O mesmo participou na primeira etapa (dia 17 de Maio), na qual alcançou a 2ª classificação. 

A 1ª etapa contou com 90 participantes, com vitória para o madeirense Luís Fernandes. As seguintes etapas realizam-se nos dias 14 e 15 de Novembro, com previsão de muitos mais inscrições. “Um número a rondar os 250 participantes”, segundo a previsão de Paulo Resendes.


As provas a acontecer em Novembro terão como percursos de destaque: a zona central da ilha (dia 14), mais uma vez por trilhos abertos de raiz, e alguns que não são usados há muitos anos, passando por uma reserva natural; e, por sua vez, o último dia será feito na íntegra na cratera da Lagoa do Fogo. “Qualquer uma destas etapas terão um nível de dificuldade diferente da prova de Maio, uma mais acessível e outra mais exigente, quer fisicamente, quer tecnicamente.” 

Para os interessados em participar no Azores Challenge Trail, Tiago Aragão aconselha a “garantirem inscrição e respectiva viagem, que com tempo fica muito em conta. Depois, que procurem desenvolver um treino específico para esse desafio. Como serão duas etapas em dias consecutivos, é importante estarem preparados para essa exigência, pois nos Açores, além do Trail, há pelo caminho paisagens únicas para contemplar.”






Fonte: http://www.iloveazores.net/2015/06/azores-challenge-trail-em-prova-de-fogo.html#.VaqqaKTtmkp

Workshop de Cerâmica na Biblioteca Municipal de Vila do Porto



Fonte:https://www.facebook.com/jornal.obaluarte/photos/a.903667466373335.1073741831.902086369864778/926254990781249/?type=1&theater

Azores Triangle Adventure

O Triangle Adventure é um evento desportivo de Trail Running, que irá decorrer na região Autónoma dos Açores, nas ilhas do Pico, S. Jorge e Faial nos dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro de 2015, respetivamente. Em cada ilha decorrerá uma etapa.
Os atletas poderão correr individualmente ou em equipa de 3 elementos.
Fonte: http://triangleadventure.com/pt/
Andreia

Europeus e Árabes apostam no Turismo nos Açores


Investidores europeus e árabes estão a desenvolver dois projetos turísticos na ilha de São Miguel, do arquipélago dos Açores.

Destes projetos um é o antigo Hotel Monte Palace e o outro é um terreno onde funcionou uma fábrica da baleia.

Segundo Manuel Barreiros, representante do fundo que inclui capital português, o negócio será feito com parceiros açorianos.

Sem se saber o valor de aquisição do antigo Hotel Monte Palace, propriedade do Banif com vista para as lagoas das Sete Cidades, degradado há anos, será reabilitado para voltar a funcionar como hotel.

O edifício possuía dois restaurantes, três salas de conferência, uma discoteca, uma loja, oitenta e oito quartos, cinquenta e duas suites juniores, vinte e sete quartos duplos, quatro quartos duplos com saleta, quatro suites de luxo e uma suite presidencial.

Para além do hotel, os investidores também estão a negociar com o Banif a aquisição do terreno onde funcionou a antiga fábrica da baleia, que atualmente só tem a chaminé em pedra, para aí desenvolver um projeto turístico e tencionam ainda criar o primeiro fundo de investimento privado para empresas nos Açores, destinado a conceder financiamento direto e a reestruturar ou adquirir empresas.

O presidente do Governo Regional está satisfeito com as intenções dos investidores e com a capacidade da região atrair investimento estrangeiro.



Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/investidores-europeus-e-arabes-apostam-no-turismo-nos-acores

Elisabete Almeida

Colóquio da Lusofonia

O 24.º Colóquio da Lusofonia, que se realizou este ano pela primeira vez na Graciosa, nos Açores, pretende "inovar" e vai dar voz a novos autores contemporâneos portugueses e divulgar a literatura de matriz açoriana.

"Continuamos a conseguir fazer dois colóquios, um nos Açores e outro no exterior, apesar da crise desde 2008, e sentimo-nos muito gratos por termos conseguido chegar à 24.ª edição, coisa que nunca imaginámos que seria possível quando começámos este projeto totalmente diferente de tudo o que se fazia em Portugal na altura”, afirmou o presidente da Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia (AICL), Chrys Chrystello, em declarações à Lusa.
Santa Cruz, na ilha Graciosa, acolheu entre 24 e 27 de setembro o evento, que ostenta "pela primeira vez a logomarca Açores", segundo Chrys Chrystello.
O presidente da AICL disse que a 24.ª edição terá como convidado especial o escritor Valter Hugo Mãe, além de Ximenes Belo, prémio Nobel da Paz, que "já esteve duas vezes no colóquio - em 2005 e 2013" - e regressa "porque está a fazer um trabalho que se coaduna com um de três projetos permanentes que existem nos colóquios", sobre a importância dos missionários açorianos no Oriente, em Macau e em Timor.
A iniciativa vai contar também com a diretora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP/CPLP), Marisa Mendonça.
Chrys Chrystello disse que a presença de Valter Hugo Mãe pretende "dar voz aos novos autores consagrados contemporâneos portugueses" e acrescentou que o escritor "tem muitos leitores no arquipélago", em especial na Graciosa.
O responsável adiantou ainda que cinco autores açorianos vão deslocar-se a Santa Cruz para divulgar a “pujante literatura de matriz açoriana", que "está bem ativa" e "bem presente" em todo o país. São eles Álamo Oliveira, Brites Araújo, Norberto Ávila, Susana Margarido e Victor Rui Dores.
Segundo a associação, "esta literatura tem sido promovida pelos colóquios desde 2006, com os Cadernos de Estudos Açorianos em linha, a tradução de obras para sete línguas, a publicação de antologias destinados ao currículo regional açoriano".
De acordo com o programa divulgado, há sete dezenas de inscritos e o colóquio terá uma sessão especial no dia 24, na Escola Secundária da Graciosa, com várias personalidades em diálogo com académicos, escritores, professores e alunos.
No evento serão abordados temas como a “Lusofonia e a Língua Portuguesa”, “Açorianidades” e “Tradutologia” e, além das sessões científicas, haverá recitais de poesia, do Cancioneiro Açoriano e de poetas açorianos.
Chrys Chrystello disse ainda que o colóquio terá "uma forte componente local" e que serão recriados "recitais de piano, tal como se fazia no século passado, em que a Graciosa tinha praticamente um piano por casa".
Os Colóquios da Lusofonia, que decorreram pela primeira vez no Porto, já passaram por Bragança (durante nove anos), Macau, Brasil e Galiza (Espanha). Realizam-se nos Açores desde 2006, tendo Chrys Chrystello frisado que "um dos sonhos a breve prazo" é realizá-los em Cabo Verde, por ser "dos países com maiores afinidades à noção de lusofonia".
Vão estar representadas 18 regiões de Portugal, Alemanha, Angola, Austrália, Brasil, Cabo Verde, Canadá, Estados Unidos da América, Espanha, Luxemburgo, Macau, Moçambique e Timor.


Fonte: http://tcf.blogs.sapo.pt/coloquio-da-lusofonia-913148

Formação em teatro





A casa da Cultura Carlos César na Ilha de são Miguel na cidade de Lagoa acolhe aulas de teatro entre os meses de outubro e dezembro, ministradas pelo artista natural de São Miguel  Nelson Cabral.

As aulas de teatro irão decorrer às segundas e quintas- feiras com o seguinte horário das 20h00 às 23h00, esta formação tem uma carga horária total de 87 horas e é destinada a maiores de 16 anos com ou sem experiência na área teatral.

As inscrições são limitadas a um máximo de 18 formandos.

E os interessados poderão obter mais informações ou realizar a inscrição através do contato telefónico 296 960 600 ou correio electrónico educacaoecultura@lagoa-acores.p

Fonte :http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=52390

Gina Maciel

Vale da Burra - Turismo de Habitação no Pico









O Vale da Burra está situado na zona Norte da ilha, Vila de São Roque do Pico, freguesia de São Roque, no caminho rural das Bitáculas. A casa é isolada, está situada em meio rural, numa zona de arvoredo e pastagens, com vista privilegiada para a Vila e para o canal Pico – São Jorge. No recinto pode encontrar uma diversidade de vegetação, incluindo diversas espécies endémicas como, por exemplo: A urze (Erica azorica), o louro (Laurus azorica), o pau branco (Picconia azorica) entre outros. Se é fã da natureza pode encontrar também nesta zona o único mamífero endémico do Arquipélago, o morcego (Nyctalus azoreum). Nesta zona tem também o privilégio de observar outras espécies como o Milhafre (Buteo buteo), a pombo torcaz (Columba palumbus) e a galinhola (Scolopax rusticola). Á noite pode ser presenteado com o cântico de uma das espécies mais emblemáticas da região, a cagarra (Calonectris diomedea). Á volta da casa existem vários caminhos pedestres chamados de “canadas”, antigos caminhos usados pela população para chegar à zona central da ilha. O Vale da Burra é uma casa em estilo rustico composta por três quartos de cama, uma sala com TV, duas casas de banho e uma cozinha toda equipada. É composta por uma parte exterior extensa com churrasco e uma zona de mata. Acesso fácil à Vila e à zona do planalto central da ilha.


Ana Antunes

Dia Mundial de Turismo

Hoje, dia 27 de Setembro, celebra-se o evento anual do Dia Mundial do Turismo.
Dada importância do turismo, bem como o seu valor nas mais diversas vertentes, considerou-se vital dedicar o dia 27, para as comemorações desta prática que, cada vez mais, vem sendo indispensável na vida de cada um de nós.
Aproveitamos este dia para o (a) convidar a visitar os Açores. São 9 ilhas, 9 mundos a desvendar.

Aventure-se! 


Área de produção de castas nobres do Pico vai duplicar







A ilha do Pico prepara-se para duplicar a produção de castas nobres do seu vinho, numa altura em que surgiram mais quatro marcas no mercado e cuja oferta é insuficiente para a procura. “Desde que entrou em vigor o programa VITIS, em agosto de 2014, já foram entregues candidaturas para mais de 130 hectares no Pico, essencialmente para as castas tradicionais, como o verdelho, arinto dos açores e terrantês do Pico. “Estamos prestes a duplicar a área das castas nobres dos Açores”, disse à agência Lusa o presidente das comissões executivas e Vitivinícola Regional dos Açores.
Atualmente, existem em produção no Pico, cerca de 130 hectares, acrescidos de cerca de 100 hectares que, segundo Paulo Machado, estão em fase de instalação e que resultam de projetos apoiados pelo Governo dos Açores ao abrigo do programa para a reabilitação das vinhas abandonadas.
Estas vinhas de acordo com o responsável pela comissão Vitivinícola Regional dos Açores, estarão em produção dentro de cerca de três anos, enquanto as do Regime de Apoio à Reestruturação e Reconversão da vinha (VITIS) darão frutos dentro de cerca de quatro anos.
Numa altura em que existem cerca de 20 marcas de vinhos certificados, o presidente da comissão Vitivinícola Regional dos Açores sublinhou que, nos últimos anos tem-se assistido a uma “evolução exponencial” em termos de valorização do preço dos vinhos, atingindo-se hoje o triplo de há cinco anos.
Quanto à produção de 2015 Paulo Machado admitiu que se registe um “decréscimo muito ligeiro” da produção na ilha montanha, havendo ainda a destacar o facto de, no âmbito da qualidade começarem a aparecer sinais de podridão em algumas castas mais precoces.

Fonte: Jornal “O Dever”

Ana Cabrita




Joel Neto






Joel Neto foi jornalista de quase todos os principais jornais portugueses, onde trabalhou como redactor, editor, chefe de redacção e grande repórter.

Hoje é colunista dos jornais Diário de Notícias e O Jogo, em cujos diferentes cadernos assina várias colunas diárias e semanais, dedicadas ao quotidiano, à cultura e ao futebol.

Regressou às ilhas dos Açores em 2012, onde nascera e crescera, em busca do ideal da vida no campo, e é de lá que continua a escrever diariamente; a sua coluna diária “A Vida no Campo” (Diário de Notícias) tem obtido amplo louvor crítico, tanto da parte dos leitores, como da parte de jornalistas da imprensa, da rádio e da televisão.

É autor de livros de diferentes géneros, inclusive vários volumes de crónicas, Joel Neto assumiu-se como escritor profissional precisamente em 2012, após aquele que considerou o último livro da sua adolescência criativa: Os Sítios Sem Resposta; Arquipélago é o primeiro resultado dessa investida profissional.

O romance é o primeiro (e mais importante) de uma série de quatro livros em diferentes géneros que tem programados para um espaço de dois anos, e que inclui um volume de relatos, um folhetim e uma grande reportagem.

Joel Neto é um autor com grande cuidado na relação com os seus leitores, partindo em permanência ao encontro deles, quer através dos media tradicionais, quer através de eventos literários, quer através das redes sociais.



Arquipélago foi publicado na colecção Livros RTP, para que foi seleccionado pela estação pública de televisão portuguesa.


Foi distribuído a 20 de Maio de 2015 e chegou ao top10 (7º lugar) das vendas da Bertrand, a principal cadeia de livrarias portuguesa, em apenas cinco dias; e ao top5 (5º lugar) das vendas da Fnac, a segundo mais importante cadeia portuguesa, em dez dias.

A segunda edição foi lançada no mercado no dia 4 de Junho de 2015, portanto ao fim de duas semanas.

As primeiras reacções críticas publicadas foram altamente favoráveis:
- «Excepcional. Obras de tão superior qualidade como este Arquipélago não acontecem todos os dias. Nem todos os anos. Notável.» João de Melo
- «Um belo romance [sobre] as ilhas de todos os mistérios e maravilhas, os Açores. Uma teia muito bem conseguida. Fascinante.» Fernando Sobral (Jornal de Negócios)
- «Uma celebração dos Açores, com todas as suas nuances, especificidades, cores, histórias e silêncios.» Luís Ricardo Duarte (Jornal de Letras)
- «Magnífico. Não creio que possa ser facilmente ultrapassado entre nós na sua dimensão formal e temática, na expansividade da sua narrativa, no inter-relacionamento das inúmeras personagens de várias gerações, no mistério tornado história plausível, no seu profundo diálogo com toda a tradição literária açoriana.» Vamberto Freitas
- «Uma belíssima geografia de recomeços. São silêncios como estes que nos agarram pela intimidade. E pela culpa.» Miguel Guedes.

Joel Neto foi um dos cinco autores destacados na capa do Jornal de Letras a pretexto do arranque da edição 2015 da Feira do Livro de Lisboa.



http://www.rtp.pt/acores/comunidades/saida-arquipelago-de-joel-neto-_47066
Carolina Simas


Aberto concurso de curtas-metragens de terror

A Associação Cultural Burra de Milho, na ilha Terceira, está a preparar um concurso dedicado às curtas-metragens de terror. Os trabalhos poderão ser enviados até ao dia 31 de Outubro.
Segundo informa a associação, a ideia é conter candidaturas de todos os interessados, não de realizadores já afirmados.
O primeiro classificado receberá um prémio de  250 euros e ainda participará na 4.ª edição da Sexta-Feira 13 – Mostra de Curtas de Terror Portuguesas.
Outras duas curtas concorrentes serão escolhidas para exibição nesta mostra, no dia 13 de Novembro, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo.
Participe!
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/aberto-concurso-de-curtas-metragens-de-terror / www.pacores.com

A Lenda da Sereia na Praia


Numa certa noite de lua cheia um pescador viu nas ondas do mar, em direcção á praia, uma mulher de cabelos castanhos e longos e olhos também castanhos. Nua da cintura para cima, o seu corpo era beleza única e um rosto suave.
O pescador ficou espantado e curioso com o que via e foi-se aproximando da linda mulher e viu que o pescoço dela estava desfigurado e parecia guelras. Da cintura para baixo, tinha uma cauda de peixe. O pescador pensou que era uma sereia, mas com medo de histórias que ouvia sobre as sereias que encantavam os homens e que os levavam e nunca mais apareciam, começou afastar-se e a mulher presa no corpo de sereia voltou a ter corpo de mulher saindo das águas do mar.

Segunda esta lenda não se sabe se ficaram juntos, mas está na origem do nome atribuído aquela praia que hoje tem o nome de Praia Formosa.

5 Sentidos


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O Alpendre e o Cine-Clube da Ilha Terceira aliaram-se numa iniciativa intitulada "5 Sentidos", juntando cinema, música, literatura e gastronomia. Esta iniciativa terá uma divisão em três ciclos temáticos : Ritmos - Cabo Verde e Brasil; Néctares - Gin e Vinho; Agora - Contemporaneidade e Diferenças. 

A partir de hoje (24 de Setembro) haverá exibição de filmes, seguidos de momentos musicais, pequenas dramatizações e textos ou sessões de poesia. Tudo isso com petiscos e/ou bebidas acompanhar. Esta iniciativa tem como objectivo não só animar a cidade de Angra do Heroísmo mas também recuperar as tertúlias e encontros entre os amantes das artes e cultura em geral. 

Esta Quinta-feira, 24 de Setembro,  será exibido o filme " O Testamento do Senhor Napumoceno ", de Francisco Manso. Dia 25, Sexta-feira, o momento " Mornas e Bafas ", uma sessão dedicada a Cabo Verde com actuação musical de Óscar Reis e António Neves com acompanhamento de uma degustação gastronómica típica de Cabo Verde. E por fim no dia 26, Sábado, a sessão é de contos, com a escritora e contadora Natacha Magalhães. 

Estas tertúlias tem início este fim de semana e serão levadas a cabo até 5 de Dezembro de 2015, na Sede do Grupo de Teatro Alpendre. 

Amélia Borges 

Roteiro de Arquitetura dos Açores


Foi lançado um Roteiro de Arquitetura dos Açores que inclui 51 obras espalhadas por oito das nove ilhas dos Açores, um projeto online da delegação da Ordem dos Arquitetos.
 
Segundo o presidente da delegação dos Açores da Ordem dos Arquitetos, só a ilha Do Corvo não está neste roteiro e acrescenta que as obras selecionadas vão desde habitações unifamiliares a equipamentos e arranjos urbanos.

Este primeiro Roteiro de Arquitetura dos Açores visa valorizar e divulgar o património edificado do arquipélago, sendo uma mais-valia também para os turistas que visitam as ilhas.

Este Roteiro pode ser consultado numa página na internet com informação em português e inglês, onde vão conter referências aos Açores, à Madeira e ao continente português, estando o dos Açores já operacional.

Ao se clicar no ícone dos Açores a página abre uma pasta com informação sobre o roteiro e ao clicar numa das 51 obras de cada vez abre a informação mais especifica, com descrição, fotos e uma ligação georeferênciada ao mapa.



Fontes:http://www.acorianooriental.pt/noticia/roteiro-de-arquitetura-nos-acores-integra-51-obras-em-oito-ilhas
http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/18124/roteiro-de-arquitectura-nos-acores-51-obras-oito-ilhas

Elisabete Almeida

Lenda do Cavaleiro da Ilha do Corvo


A lenda iniciou-se após 1452, quando os primeiros navegadores que navegavam para Ocidente a partir de Portugal continental avistaram aquela que veio a ser chamada de Ilha do Corvo. Afirma que, ao aproximarem-se da nova terra avistada, os navegadores viram sobre a parte mais alta de um monte uma estátua equestre.
O alazão apoiado nas patas traseiras, com as patas dianteiras levantadas no ar a apontar para o noroeste, apontava para a frente, para mostrar o caminho do Novo Mundo. O cavaleiro empunhava uma espada num braço erguido. Ambos tinham sido esculpidos no basalto negro vulcânico, pedra mãe do substrato da ilha do Corvo.
Esta estátua teria sido mandada retirar por Manuel I de Portugal para ser levada à sua Corte. No entanto, ao ser transportada numa nau, a estátua naufragou junto com a embarcação que a transportava. Dela apenas restam lendas, histórias e registos nas Crónicas de João III de Portugal e de Damião de Góis.






A fuga do guerrilheiro “Boi Negro”


Chamava-se João Cabral de Melo e foi o mais famoso guerrilheiro absolutista que a ilha Terceira conheceu. A alcunha de “Boi Negro” veio-lhe de um certo dia em que, indo ao mato apanhar lenha, substitui um boi que havia morrido pondo a canga ao seu pescoço e puxando ele próprio o carro.

Teve a cabeça a prémio pela Junta Provisória: cem mil reis, vivo ou morto; mas ninguém o entregou. Por acaso, um destacamento ao percorrer a Terra-Chã, deu com ele e prendeu-o. Fugiu depois da cadeia localizada nos baixos dos Paços de Concelho de Angra; na Ladeira de São Francisco barraram-lhe a passagem à baioneta; ferido, resistiu sempre. Ao ser enforcado, quebrou-se a corda. Morreu finalmente noutra força, ao que parece completada com golpes de baioneta, no Castelo de S. Sebastião, no dia 11 de Dezembro de 1829, contando apenas 21 anos de idade.


Informação disponível no roteiro " Terceira Liberal" da DRAC.

Dragoeiro ou Dracaena draco (L.)L-




O seu nome cientifico está relacionado com a resina existente no seu tronco, uma goma vermelha conhecida por "sangue-de-dragão".

É uma árvore invulgar, não só devido ás dimensões que atinge (pode ultrapassar os 20 metros de altura), como também pelo seu aspecto exótico e numero de anos que vive.
Foram registados indivíduos com idades superiores a mil anos. O tronco é cinzento-prateado e espesso.

Poderá encontrar a maior concentração de dragoeiros no museu do vinho no Concelho da Madalena na Ilha do Pico.

Exposição do Pintor- Domingos Rebêlo


Está patente até meados de outubro nas Arcadas da cidade de Ponta Delgada a exposição "Domingos Rebêlo - Regresso a Ponta Delgada".

Um projecto realizado por Jorge Rebêlo, Suzana Caldeira, Rosa Simas e Bruno Amaral, em parceria com a Câmara Municipal de Ponta Delgada .

A mostra traz a obra de um dos maiores Pintores Portugueses Contemporâneos, Domingos Rebêlo.

Ao visitar esta exposição pode encontrar obras do pintor em várias técnicas, desde o óleo a aguarela e tempera, algumas destas obras estão pela primeira vez nos Açores, as quais estão ligadas a São Miguel e Ponta Delgada.

Fonte: http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=52544

Gina Maciel

Passeio da Memória 2015 também acontece na ilha do Pico


Aqui fica o cartaz do Passeio da Memória 2015, o qual se vai realizar a 20 de setembro (domingo) na ilha do Pico, mais concretamente na Avenida do Mar da vila de São Roque do Pico.

Sob a organização da empresa asnetinhas - apoio domiciliário, não só é a primeira vez que este evento ocorre na ilha do Pico, bem como será o único local dos Açores a aderir à edição de 2015.

Passeio da Memória é o grande evento anual da Alzheimer Portugal, que assinala o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Consiste numa caminhada solidária, revertendo os fundos das inscrições na íntegra para a Alzheimer Portugal. Tem como objetivos informar e consciencializar para a importância de reduzir o risco de desenvolver demência, para os sinais de alerta da Doença de Alzheimer e, sobretudo, para a importância do diagnóstico atempado.


Fonte: http://caisdopico.blogspot.pt/

Estamos em época de vindima

©pinterest.com


Estamos em meados de Setembro e, assim sendo, em época de Vindimas. As vindimas não só só sinónimo de trabalho árduo como também de festividade, homens e mulheres, do mais novo aos mais velho, dirigem-se à freguesia dos Biscoitos para apanhar diversas castas de uvas. Uma entreajuda notória debaixo de um sol, ainda, de verão. Os cachos são apanhados e carregados, nos tradicionais cestos de vimes, até as adegas onde serão esmagadas as uvas e de seguida irão passar por um processo de fermentação, dando origem assim ao vinho dos Biscoitos, vinho este que já é bem conhecido pela sua qualidade. 
Estes dias terminam sempre em grande animação e união, dando ênfase à expressão "até ao lavar dos cestos". Esta é uma festividade que caracteriza mais uma vez o espírito festivaleiro da Ilha Terceira. 

Censos 2015 descobre no ilhéu da Praia segunda maior colónia de garajau-rosado.


Foi descoberto no ilhéu da Praia, junto à ilha Graciosa, a segunda maior colónia de garajeu-rosado da Europa. O resultado do Censos 2015 foi hoje divulgado no final da reunião entre investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores e o diretor regional dos Assuntos do Mar.
"Este estudo permitiu descobrir no ilhéu da Praia, na ilha Graciosa, a segunda maior colónia da Europa de garajau-rosado, cerca de 600 casais, o que revela que, no contexto Atlântico, os Açores têm importância para os garajaus, em particular para o garajau-rosado", explicou Verónica Neves, investigadora do DOP.
Estima-se que cerca de 50% dos casais de garajau-rosado em toda a Europa tenham ninho nos Açores, onde existem cerca de 35 colónias desta espécie considerada umas das 30 mais raras da Europa. A investigadora do DOP, Verónica Neves explica que a concentração de casais desta espécie poderá estar relacionada com a distãncia e isolamento do ilhéu em relação à ilha mais próxima Graciosa.
"Este ilhéu é uma das poucas zonas dos Açores onde não há perturbação, porque está mais distante de terra e está menos acessível a predadores e à perturbação humana", lembrou a investigadora, adiantando que existem outros ilhéus nos Açores que poderiam ser igualmente importantes para a nidificação do garajau-rosado, mas que atualmente registam uma "concentração humana" que "impede outros usos".

O estudo permitiu também perceber que algumas colónias, como é o caso da ilha Terceira, possuem problemas de predação, nomeada gatos, ratos e outras aves. As câmaras instaladas pelos investigadores registaram a presença de gaivotas e estorninhos.



http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4684179

Carolina Simas