Cantar os Reis



A Câmara Municipal das Velas e a Associação Cultural das Velas organiza no próximo dia 6 de janeiro pelas 19h30 a entrega dos prémios do "Concurso de Montras" de 2015 e o "Encontro de Grupo de Reis 2016" no Auditório Municipal das Velas na Avenida da Conceição.
 Apareça! 

Gina Maciel

Fim do Ano, Ano Novo, Curiosidades




Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.
A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...
- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos         abraços.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
Tradições:
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.

Fonte: Monica Buonfiglio | Radio e TV de Portugal

Ana Cabrita

Lavadeira / Alvéola / Alvéola-cinzenta






Nomes comuns: Alvéola / Alvéola.cinzenta / Lavandeira
Nome cientifico: Moracilla cinerea patriciae
Família: Motacillidae


Da família Motacillidae fazem parte cerca de 60 espécies onde se incluem, para além das alvéolas, possuidoras de corpo afuselado, as petinhas. caracterizam-se por apresentarem longas caudas, bicos finos e pontiagudos, patas fortes e geralmente uma grande unha no dedo posterior. as diferenças entre sexos nem sempre são bem evidentes.
Estas aves são na sua maioria terrícolas.
Os membros desta família possuem distribuição mundial, com excepção dos territórios mais a Norte. na Europa, a alvéola-cinzenta tem vasta distribuição, exceptuando a Escandinávia e o nordeste Europeu onde é uma visitante estival. Habitam também na Europa a alvéola-amarela (M. flava), a alvéola-citrina (M.citreola) e a alvéola-branca (M.alba), entre outras. 


Habitat

O habitat desta ave está associado à presença de água doce e, muito particularmente, a ribeiras, quedas de água e lagoas.


Comportamento Alimentar

Alimenta-se de todo o tipo de insectos, principalmente moscas e mosquitos, quer a partir do solo quer em voo. O seu bico alongado é característica reveladora de adaptação a um regime alimentar insectívoro.  


Reprodução

Estas aves constroem os ninhos no solo, em locais bem escondidos, por vezes muito próximo de cursos de água, arbustos ou cavidades rochosas são também locais procurados para a construção do ninho. 
O ninho é desenhado em forma de taça e as suas dimensões dependem do espaço disponível.
Os ninhos são constituídos por folhas. plantas em decomposição, raízes finas, galhos e ervas secas. O interior do ninho é normalmente forrado com cabelo, pêlos e outros materiais macios. tais como algodão, lãs, etc.
Da postura (raramente duas) realizada entre Abril e inicio de Junho, resultam 3 a 6 ovos brancos ou castanho-claros com manchas cinzento-acastanhado.
Após um período de incubação de 11 a 14 dias, efectuado principalmente pela fêmea, nascem as pequenas crias.
Em meados de Junho, os juvenis começam a abandonar o ninho, após terem sido alimentados por ambos os os progenitores durante cerca de duas semanas.


Distribuição 

É uma das aves mais comuns nos Açores apresentando-se bem distribuído por todas as ilhas.
É mais abundante em São Miguel, São Jorge e Flores, ilhas que possuem uma geomorfologia propícia à presença de quedas de água, quer interiores quer junto à costa.


Curiosidades

A “lavandeira”, também conhecida pelo nome de labandeira, landrisca tem como caracteristica abanar continuamente a cauda em movimentos ascendentes e descendentes. Em criança, na nossa Ilha, cheguei a ouvir chamar-lhe “avezinha-de-nossa-senhora”. No Faial também lhe chamam “avezinha-da-boa-nova” e em S. Miguel “galinha-de-nossa-senhora”, sendo assim popularmente chamada em memória da tradição que lhe atribui a bênção da Virgem Maria na sua fuga para o Egipto para se livrar de Herodes. Diz essa tradição que à medida que Nossa Senhora e a Família caminhava, a labandeira, com as asas e o biquinho, ia apagando as suas pegadas na areia.
Tem uma certa ternura esta lenda e ave…





Fotos : http://www.avesdeportugal.info/motcin.html
Info: http://blog.lusofonias.net/?p=35669
Livro: Aves Nativas dos Açores de João Azevedo Editor

Carolina Simas

Temporada de Música Clássica em Angra do Heroísmo - Concerto de Fim de Ano



Concerto de Fim de Ano, amanhã às 20h00 no Salão Nobre dos Paços do Concelho em Angra do Heroísmo.

Concerto com:
Flauta – Mikhayl Roussal
Violino – Elena Kharambura
Viola – Ostap Kharambura
Violoncelo – Orest Grytsyuk



Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/default.aspx?id=8128

Concurso de música "Discover Azores 2016"


Encontra-se aberto o concurso de música "Discover Azores 2016", subordinado ao tema "Agora Açores".

Músicos nos Açores têm, assim, uma oportunidade para mostrarem os seus talentos neste concurso da MiratecArts que oferece prémios aos vencedores, incluindo participação no Azores Fringe Festival 2016 (inclui viagem interilhas e 2 dias de estadia durante o Fringe em junho de 2016).

O vencedor, bem como os finalistas, também terão a oportunidade de fazer parte do CD "Agora Açores", o qual será o produto final desta quarta edição do prémio. 

As condições de participação são:

  1. O concorrente deverá ser açoriano ou residente nos Açores desde 2013 e ser maior de 16 anos de idade.
  2. Características do material a concurso: o tema musical deverá ser original, gravado depois de janeiro de 2013, apresentado em formato MP3, com um mínimo de 2 e um máximo de 5 minutos.
  3. Os trabalhos serão aceites através do email info@mirateca.com até ao dia 30 de janeiro de 2016.
  4. A mensagem de inscrição no concurso deverá incluir nome e uma frase respondendo à seguinte questão: "Porque participa neste concurso?" Adicionalmente, e no caso do tema já ter sido publicado, há que indicar título do CD, créditos artísticos e de produção.

Os finalistas serão contactados na primavera de 2016 e apenas o vencedor do prémio será anunciado em público.

Mais informações podem ser encontradas em www.discoverazores.eu.

Fonte: http://caisdopico.blogspot.pt/2015/10/concurso-de-musica-discover-azores-2016.html

João Nuno Bernardo Trio atua a 2 de janeiro na Ribeira Grande

O Teatro Ribeiragrandense, na Ribeira Grande, ilha de São Miguel, irá receber no dia 2 de janeiro, pelas 21h30, o concerto de jazz de João Nuno Bernardo Trio.
Consiste numa iniciativa desenvolvida pela Câmara de Ribeira Grande e integra a animação de Ano Novo.
João Bernardo, jovem natural da Ribeira Grande, participou recentemente no prémio de música "DiscoverAzores 2015", com o tema "Pedras Negras", com o qual venceu o primeiro lugar no concurso musical, adiantou a autarquia.
 



Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/joao-nuno-bernardo-trio-atua-a-2-de-janeiro-na-ribeira-grande-1

 

A tradição na vida açoreana


                O arquipélago dos Açores está situado numa área anticiclónica. É caracterizado por um clima marítimo temperado, influência da latitude e da acção reguladora da corrente do Golfo, beneficiando por isso de temperaturas amenas e brisas suaves. O solo fértil, pela origem vulcânica e pela elevada humidade, proporciona condições privilegiadas para a preservação de inúmeras espécies endémicas, bem como para a introdução e reprodução de flora e fauna das mais variadas origens.

                Cada produto açoriano está ligado a um determinado local ou região, em perfeita sintonia com a sua História. Envolve um saber fazer único que, ao ser saboreado, desperta a curiosidade, os sentidos e nos conduz através da nossa Cultura.

                O artesanato, melhor que nenhum outro testemunho, personifica a riqueza de um património vasto e repleto de motivos de interesse, onde se projecta a peculiar maneira de ser dos portugueses: o génio inventivo, a inata habilidade manual, um apurado sentido estético, a natural assunção da ambiência geográfica envolvente, o carácter vincado e personalista, a vontade indómita. Tudo se mescla, influencia e se traduz no objecto, acabando por o transformar num espelho que reflecte a vida interior e exterior do artesão que lhe deu forma.

© Cofit.org

Tradição de Natal "o Menino mija"





A tradição do Natal açoriano "O Menino mija", que junta grupos em peregrinação por casas de amigos e familiares, tem perdurado no tempo, constituindo um símbolo do património etnográfico do arquipélago.

Entre o dia 24 de Dezembro e o de Reis (06 de Janeiro), vários grupos de homens e mulheres andam de casa em casa visitando familiares e amigos e degustando doces e licores tradicionais, que estão sempre expostos por esta altura nas mesas.

Antes de entrarem, e chegados a estas casas, os grupos perguntam: "O Menino mija?".

Esta frase ou a célebre pergunta feita nas casas das pessoas acaba por ser uma forma estas abrirem as suas portas e partilharem o que têm nesta época natalícia. Esta visita às casas, desde o Natal até aos Reis, acaba por ser a recepção de amigos e familiares que muitas vezes não têm lugar à mesa no Natal, por ser mais restrito à família. Acaba por haver sempre algo para oferecer e para partilhar. Nas mesas, além dos Licores e dos figos passados, esta sempre presentes as laranjas, uma tradição que terá advindo da importância do citrino nas ilhas em meados do século XVIII e XIX.



http://www.dn.pt/portugal/acores/interior/tradicao-de-natal-o-menino-mija-resiste-nos-acores-3601100.html
Carolina Simas

Dia de Natal


O Natal é no dia 25 de dezembro, uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Foi no Séc.IV que foi estabelecida como data oficial de comemoração.

Na antiguidade,as comemorações de Natal levavam até 12 dias, o tempo que os três Reis Magos levaram a chegar até à Cidade de Belém para entregarem os presentes, o ouro,mirra, e o incenso ao menino Jesus.

Nos dias de hoje , já no começo do mês de dezembro as pessoas  começam a fazer os preparativos para o Natal: as árvores e as decorações natalícias ,após 12 dias do Natal já são retiradas.
O Pai Natal a  sua origem e tradição,estudiosos afirmam que a figura do Pai Natal foi inspirada num Bispo chamado Nicolau,nascido na Turquia em 280 d.C. . O bispo, era uma pessoa de bom coração e ajudava as pessoas pobres, metendo saquinhos com moedas próximas às chaminés das casa.
Após várias pessoas relatarem milagres atribuídos pelo bispo o mesmo foi transformado em Santo ( São Nicolau) pela Igreja Católica. 


Fonte: http://www.suapesquisa.com/historiadonatal.htm

Gina Maciel

Votos de Boas Festas!


Que este Natal seja mais do que confraternizações porque todos os momentos, em especial neste novo ano, deverão ser iluminados, abençoados e que os próximos 365 dias sejam vividos na sua totalidade.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo são os votos dos Quiosques de Turismo e Turismo dos Açores!

© Luís Silveira

Tradições do Natal Açoriano




O Natal é a celebração do Nascimento de Jesus em Belém e assinala um ritual secular da cultura cristã, onde a paz e a solidariedade imperam. É também a festada Família, tempo consagrado ao espírito de união e amizade. Os preparativos e as vivências inerentes à quadra natalícia revestem-se de intensa simbologia. Cabe-nos aqui referir algumas das tradições do Natal açoriano, em particular de São Miguel, muitas das quais ainda subsistem. No início do Advento, com as Novenas do Menino Jesus começa a preparação espiritual para as celebrações religiosas. Estas orações constituem um eco anunciador da festa da Família, que irmana todos no mesmo espírito de fé. De 16 a 24 de dezembro realiza-se também a Novena de Natal, que no passado decorria na igreja, de manhã bem cedo. Armar o presépio, ou lapinha, é outra tradição fortemente enraizada no povo açoriano. Objeto de entusiasmo e admiração, especialmente dos mais pequenos. Em alternativa ao presépio, é costume montar o altarinho do Menino Jesus, que se dispõe sobre a cómoda do quarto principal da casa, ou numa mesa encostada à parede. Entre o dia de Santa Bárbara e o da Imaculada Conceição, ou então no dia de Santa Luzia, coloca-se a grelarem tigelas e pratinhos, ervilhaca, trigo, milho, tremoço e alpista para, juntamente com laranjas e tangerinas, enfeitar o presépio ou o altar do Menino Jesus. No passado, nas casas de piso térreo ou de pedra, ramos de criptoméria ou pinheiro, picados e depositados no chão, emanavam um aroma festivo, complementado por outras verduras dispostas pela casa, como cedro ou incenso. A nível decorativo, ainda hoje na época de Natal são utilizadas em muitas casas açorianas, camélias, estrelícias e outras flores da época. Relativamente à árvore de Natal, costume de origem pagã que foi assimilado pela nossa cultura, tornou-se também uma tradição desta quadra, sendo no passado enfeitada, entre outros elementos decorativos, com postais de boas festas que vinham das terras de emigração açoriana. No Natal a mesa é mais abastada. Nos meios rurais, próximo de dia de São Tomé, 21 de dezembro, era costume matar o porco, tradição fortemente enraizada que constituía uma fartura para a casa. As melhores galinhas e os capões eram também guardados para a consoada e para o dia de festa.

Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt

Ana Cabrita

Fajã de Lopo Vaz








A Fajã Lopo Vaz é uma fajã localizada no concelho das Lajes das Flores, Ilha das Flores. Foi muito provavelmente o primeiro local habitado na Ilha das Flores, sendo o Lopo Vaz um dos seus primeiros povoadores.
Trata-se de uma plataforma baixa, junto ao mar com uma orla marítima formada por pequenas praias de areias pretas s seixos basálticos de diferentes dimensões, sua formação geológica deve-se aos escorrimentos de lavas e também do abatimento das próprias arribas que lhe estão sobranceiras e forma conjuntamente com as falésias a que esta sobranceira e a orla marítima.
Nesta fajã também é frequente surgir o Tubarão- Martelo facto pouco comum na Ilha das Flores e nas restantes Ilhas dos Açores.
Noutros tempos os povos que habitavam esta fajã eram totalmente auto suficientes do ponto de vista alimentar, facto que se devia ás grandes dificuldades de acesso por terra.
Esta fajã é dos poucos lugares onde se encontram bananais e caprinos no estado selvagem e é muito procurada para a observação da ornitologia.

Fonte: Wikipédia

O Quiosque de Turismo de São Roque do Pico deseja a todos um Feliz Natal!


"Que as realizações alcançadas neste ano, sejam apenas sementes plantadas que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro. Feliz Natal e boas festas!"



São os votos do Quiosque de Turismo de São Roque do Pico

Andreia

Indústria de conservas Santa Catarina assinala vinte anos

Num almoço de Natal que juntou os mais de 130 funcionários da Santa Catarina, Conselho de Administração e convidados, ficou bem explícita a intenção de evoluir cada vez mais.
O Presidente do Conselho de Administração da Indústria Conserveira mostrou como principal feito do ano 2015 a certificação da empresa a nível da indústria alimentar, tarefa difícil mas que promete trazer mais benefícios à fábrica.
Tornar-se cada vez mais sustentável é o principal objetivo daquele que é um dos maiores empreendedores da ilha de São Jorge.
Com diversos mercados internacionais consolidados com enorme destaque para o mercado italiano, há já novas apostas em novos mercados com grande potencial à vista.
Como novidades, o Bonito dos Açores terá nova imagem e será ainda lançada a Santa Catarina Prémio, uma linha de produtos que pretende fazer da posta de atum de Santa Catarina a melhor dos mercados.
A Indústria Conserveira de Santa Catarina está a comemorar 20 anos e, para marcar esta data, a Conserveira lançou também um selo.




 
 
 
Fonte:http://www.rtp.pt/acores/sociedade/industria-de-conservas-santa-catarina-assinala-vinte-anos-video_49021 / http://descontos.pt/Lisboa/deal/caixa-gourmet-santa-catarina/36465/3/

Metrosideros Excelsa

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Ou também conhecida como a árvore do fogo, pode atingir até 20 metros de altura. Existem cerca de 20 espécies de metrosíderos, sendo que os mais comuns em Portugal são os metrosíderos excelsa. 
Podemos encontrar essa árvore em todas as ilhas do arquipélago com excepção da ilha do Corvo. São árvores de grande resistência à salinidade, são por isso usadas como sebes vivas, para a protecção de pomares, no entanto apresentam a desvantagem de terem um crescimento muito lento e de serem muito consumidoras de água. 
A sua floração decorre desde Maio até ao inicio de Julho. Pelo facto das suas flores vermelhas serem idênticas ao azevinho, esta é conhecida como a árvore do Natal, visto que os primeiros colonizadores usavam as suas flores como enfeites natalícios. 
Esta é também uma árvore muito apreciada pelos apicultores, devido aos incremento que induz na produção do mel. 

Amélia Borges 

Bolo de Natal dos Açores




Tradicional do natal, a receita deste bolo varia um pouco de ilha para ilha. Deve ser preparado com pelo menos 2 semanas de antecedência e guardado em papel vegetal, num local quente. É um bolo que aguenta muito tempo, mas se achar que sobrou muito, pode congelar e consumir mais tarde. Bom proveito!


Ingredientes:
1 Kg farinha sem fermento
1 Kg de açúcar
6 ovos
250 gr de manteiga
1 col. chá de fermento
1 cháv. de mel de cana ou melaço (pode optar por colocar o frasco todo, se gostar do sabor mais intenso)
1 cháv. de doces de fruta (2 variedades do sabor que preferir)
500 g de frutas cristalizadas picadas, à sua escolha (nozes, amêndoas, avelãs, pinhões picadas miudinhas, ameixa seca, passas, sultanas, figos secos)
Bebidas espirituosas (1 cálice pequeno - Porto, aguardente, o que preferir)
Uma pitada de especiarias: canela, cravinho, noz moscada.


Preparação:
De véspera picar as frutas miudinhas e envolver bem em farinha com 1 colher de chá de fermento.
No dia, bater o açúcar com os ovos inteiros, as especiarias e a manteiga a temperatura ambiente.
Juntar a farinha, o melaço, os doces e as bebidas espirituosas e bater bem até deixar a massa macia, nem muito mole nem muito dura.
Juntar a fruta, envolvendo bem. 
Levar ao forno, em forma untada e enfarinhada, durante 1 a 2 horas, em lume baixo (180º C) para não queimar. Não deixar secar muito.





http://www.somosacores.com/2015/11/bolo-de-natal.html

Carolina Simas

Termas do Carapacho encerram para o Natal e Passagem de Ano





A Delegação de ilha da Secretaria Regional do Turismo e Transportes informou que a piscina interior das Termas do Carapacho, Ilha Graciosa, continua em funcionamento e aberta ao público.
O horário de funcionamento durante o Inverno:
- Terça-Feira e Sexta-Feira das 12h00 às 18h00;
- Quarta-Feira e Quinta-Feira das 12h00 às 19h00; 
- Sábados e Domingos das 10h00 às 17h00; 
À Segunda-feira está encerrada para manutenção.

 Na época Natalícia e Passagem de Ano, as Termas do Carapacho estarão encerradas nos dias 24, 25, 26 e 27 de Dezembro e 31 de Dezembro, 1, 2 e 3 de Janeiro.





Fonte: http://www.radiograciosa.com/

"Entre o Céu e a Terra" no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo

©Diário Insular


O artista Renato Costa e Silva inaugurou na passada sexta-feira no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, a exposição "Entre o Céu e a Terra".
Renato Costa e Silva nasceu em Angra do Heroísmo, em 1956 e o gosto pela arte sempre foi cultivado desde muito novo, sendo que teve a oportunidade, durante a sua juventude, de visitar alguns dos grandes museus da Europa, tais como o Prado em Madrid, o Louvre e D'Orsay em Paris, o British Museume Tate Modern em Londres, os Museus do Vaticano em Roma e o museu Degli Uffizi em Florença.
Ao longo do seu percurso artístico, Renato Costa e Silva já participou em diversas exposições individuais e coletivas e orientou ações de formação, sobretudo, na área da escultura.
Entre as obras de arte pública da sua autoria estão as esculturas que representam touros no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo e na rotunda junto à Praça de Touros da Ilha Terceira.


Diário Insular

Fotografia Destaque do Mês de Dezembro da Revista National Geographic Portugal










A fotografia do mês de Dezembro da Revista National Geographic é a Rocha dos Bordões da Ilha das Flores.
Há 20 anos, o grupo de Montanheiros da Ilha Terceira desenvolveu açções de limpeza na Rocha dos Bordões na Ilha das Flores. Neste Outono voltou a fazê-lo, descendo em rappel sobre essa espessa camada arrefecida de basalto que resulta de uma disjunção prismática. Nesta imagem Paulo Henrique Silva, de Angra do Heroismo, fotografa o espeleólogo Fernando Pereira, de 58 anos, que trabalhou ao longo de 13 dias nesta operação.


Fonte: Revista National Geographic Portugal 

Cinco Tardes no Museu da Horta


O Museu da Horta promove a realização de atividades durante cinco tardes do mês de dezembro, aproveitando a interrupção letiva.  Assim, nos dias 17, 18, 21, 22 e 23 de dezembro, das 14 às 17.30h, crianças com idades compreendidas entre as 6 e os 12 anos de idade , poderão realizar diversas atividades no Museu.
Estas passam não só pela visita guiada às exposições, mas também pela realização de atividades de expressão plástica alusivas às mesmas e à época festiva em que nos encontramos. As atividades passarão pela confeção de bolachas, pelo recorte de papel para a sua embalagem, pela elaboração e cozedura de massa de modelar  para posterior pintura e decoração, pela realização  de decoração de Natal e culminará com   uma visita guiada à Casa Manuel de Arriaga.
Os interessados poderão fazer a inscrição no Museu da Horta , por telefone e/ ou por email  – margarida.ma.barreto@azores.gov.pt. As inscrições são   limitadas.
As crianças poderão inscrever-se para um ou para vários dias, uma vez que as sessões são independentes, sendo as atividades gratuitas.



Fonte: http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/default.aspx?id=8019

Minha vida de sessenta anos - Fátima Madruga


Fátima Madruga - http://www.galeriaaberta.net/photo
"Maria de Fátima Madruga Gomes, sou eu, e fui nascer numa casa da R. da Igreja, em Santa Luzia da ilha do Pico, Açores, no dia 13 de Maio de 1955,  de minha mãe Rita da Boa Nova Madruga e meu pai José António Cabral Gomes, que foram uns excelentes pais para mim. Fui a última duma série de 4 crias.
Por volta dos meus 17 anos, o artesão Gualter Barreto explicou-me as bases da gravação em marfim e comecei a gravar para ele em medalhas de dente de cachalote, por 10 escudos cada trabalho.
Um pouco mais tarde passei a gravar para o Peter, da Horta, que vendia o meu trabalho aos iatistas que passavam na ilha.
Fui aprimorando - com não poucas lágrimas - essa arte que fora própria de baleeiros embarcadiços.

Antes disso, já minha mãe me comprara um curso de Desenho e Pintura por correspondência, que durante 3 anos fui estudando transversalmente.
Nunca gostei de seguir instruções. O meu forte foi sempre a fuga à rotina.
Em 1976 ainda ensinei algumas receitas de desenho aos alunos do Externato de S. Roque do Pico, mas mais uma vez a monotonia me afugentou e não quis continuar essa via.

Casei em  1977, tive dois filhos desse casamento. Por motivos que achei suficientes, acabei por me divorciar. Ainda voltei a ter um companheiro, com o qual tive mais dois filhos, acabando por voltar a escolher a separação, perante um cenário hostil à criação. Desta feita, fiquei por aí.
Ter sido quadrimãe foi o melhor que me podia ter acontecido.

A par disto, o meu ganha-pão foi sempre a arte -  às vezes ganha-pão, outras vezes perde-pão...
Pintura ou gravação, desenho ou gravura, escrita ou falada, para mim, o que importa é a mensagem. A mais presente, foi sempre a vida poveira, a fantasia real que eu,  em verdade, venero.

Um Portugal Intemporal foi escorrendo pelo meu rasto e rosto,  atravessado por emoções humanas, pressões e angústias cheias de esperança num mundo melhor, com paz e amor para todos.

O pintor é um fingidor? 
Sinto que nada no ser humano é fingido.
Quando alguém finge é porque uma verdade indirecta o leva a isso

Com os pincéis, a esferográfica, as teclas do computador, as mãos na tinta, vividos estes sessenta anos de vida, quero gastar os que me faltam na crescente fé de que o Ser Humano triunfará sobre as suas fraquezas e cadeias mentais.
A pintura, a poesia, o pensamento, a existência de tudo, nesta partilha do Universo, quero levar muito a serio: sorrindo.

Autodidacta sempre.

Mais do que isto? O resto é  o Tao."

Fátima Madruga
http://fatimadruga.wix.com/

Presépio Tradicional e Casa de Chá



Venha visitar o Presépio Tradicional da Ribeirinha, este encontra-se no Centro Social e Paroquial da Ladeira Grande, a partir do próximo Sábado dia 20 de Dezembro até ao dia 6 de Janeiro de 2016, eo mesmo dispõem de 4500 figuras. A entrada tem o custo de um euro. 
Junto ao Presépio encontra-se a Casa de Chá onde poderá comprar não só chá como também licores e doces típicos desta época. 

Ecomuseu do Corvo visa a salvaguarda e afirmação do património, afirma Diretor Regional da Cultura






O Diretor Regional da Cultura afirmou que o Ecomuseu do Corvo é um “projeto de intervenção museológica que visa garantir a salvaguarda e a afirmação do património natural, histórico, paisagístico e cultural" desta ilha, "promovendo o desenvolvimento local e a qualidade de vida da população”.

Nuno Ribeiro Lopes, que falava terça-feira no Pavilhão Multiusos do Corvo, na sessão de apresentação e discussão pública do projeto do Ecomuseu, destacou os diversos tipos de levantamento necessários ao conhecimento profundo da realidade do núcleo antigo da Vila do Corvo.

Nesta sessão foram apresentadas diversas propostas de intervenção urbana, nomeadamente um novo modelo de iluminação para as diversas áreas do tecido urbano e o projeto de arquitetura, em formato tridimensional, do Museu do Tempo que, segundo o Diretor Regional da Cultura, representa “uma componente muito importante do Ecomuseu, enquanto sistema de redes multirrelacionais que articula polos, recursos e complexos de valor patrimonial, geridos nos respetivos contextos ecológicos e numa perspetiva de desenvolvimento social e local”.

Na ocasião, foram também apresentados o novo regime específico de proteção e valorização do património cultural móvel e imóvel do núcleo antigo da Vila do Corvo e as consentâneas propostas de reabilitação dos espaços públicos desta vila, tendo Nuno Ribeiro Lopes sublinhado a necessidade de publicação do Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2015/A como forma de “responder às especificidades do Corvo”.

O diploma, que entrou em vigor a 28 de outubro, visa assegurar, segundo Nuno Ribeiro Lopes, que a reabilitação do centro histórico, que apresenta sinais de degradação física e abandono dos imóveis, “se faça de modo adequado ao seu estatuto patrimonial de conjunto de interesse público", atribuído pelo Governo Regional dos Açores desde 1997 e que, agora, no âmbito do projeto do Ecomuseu do Corvo, integra a estratégia de desenvolvimento da mais pequena ilha do arquipélago.

A apresentação do projeto do Ecomuseu do Corvo, concebido e operacionalizado através de uma colaboração entre o Governo Regional, a Câmara Municipal e a comunidade local, contou com uma significativa e interventiva presença dos habitantes da ilha, facto relevado pelo Diretor Regional da Cultura e pelos membros do Conselho Científico do Projeto do Ecomuseu, que enfatizaram o envolvimento das populações no processo de criação de uma realidade patrimonial e socioeconómica que seja economicamente viável e socialmente enriquecedora.


Fonte: http://www.azores.gov.pt/

Ana Cabrita

Matar o Bicho

Todos conhecem a expressão “matar o bicho”, mas será que conhecem a sua origem?

Pois bem, esta expressão remonta ao século XIV quando faleceu uma senhora em Paris (1329). Por forma a determinar a causa da sua morte fez-se autópsia do cadáver e encontrou-se no coração um bichinho vivo que, ao perfurar aquele órgão, terá causado a morte.

Os médicos fizeram várias experiências com o verme, procurando averiguar qual o remédio eficaz, na eventualidade de surgirem casos semelhantes.

Experimentaram com várias drogas, atacaram-no com venenos, mas nada o matou.
Por fim, um dos médicos lembrou-se de dar ao bicho um bocadinho de pão embebido em vinho, o que fez com que este morresse imediatamente. Atendendo a isto, entendeu-se que era conveniente tomar de manhã, em jejum, um copinho de vinho, aguardente ou licor para matar o bicho.


Nova planta endémica descoberta em Santa Maria


©Diário Insular


Aichrysonsantamariensis é o nome da nova espécie endémica descoberta na ilha de Santa Maria. De acordo com a investigadora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores, Mónica Moura, esta planta existe em quantidade considerável em áreas da Paisagem Protegida da ilha. Mónica Moura afirma que já há algum tempo que existia a suspeita da existência de uma planta endémica única no arquipélago. “Faz parte da equipa que desenvolveu estes trabalhos um colega madeirense. A planta existe nos Açores e na Madeira e começámos a pensar se não existiriam diferenças na planta na Região. Chegámos, agora, à conclusão de que sim", refere Mónica Moura.
Aichrysonvillosum é o nome da planta madeirense e distingue-se da nossa essencialmente devido à cobertura e forma das folhas e a forma das sementes, além de ser, geralmente, de menor dimensão

"A planta, que apresenta floração durante o verão, é abundante nas Áreas de Paisagem Protegida de São Lourenço e Maia, em particular entre as pedras que constituem os muros dos currais de vinha, mas também é possível encontrá-la nas barreiras das estradas e muros das freguesias de Santo Espírito e Santa Bárbara, sendo menos frequente no resto da ilha", descreve uma nota divulgada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social do Governo Regional. A descoberta realizou-se com o apoio local do Parque Natural de Santa Maria.

Adaptado de Diário Insular

Sara Luís