Colóquio - Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico


Realiza-se nos dias 4,5 e 6 de Julho um colóquio referente aos 10 anos como Património Mundial da Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico. Compareça .

Fonte: Parque Natural da Ilha do Pico

Ana Antunes

Nova coleção! T-shirt - I'm in love with...

Se está apaixonado pelos Açores, os Quiosques  de Turismo têm a lembrança ideal  para si!

T-shirt "I'm in love with Santa Maria" e "I'm in love with São Miguel"

T-shirt "I'm in love with Faial" e "I'm in love with Terceira"
 Com a nova coleção de t-shirts que tem disponível à venda, para exprimir esse sentimento.

T-shirt "I'm in love with Graciosa/Pico /São Jorge
As novas t-shirt's apresentam impressões relacionadas com cada ilha do arquipélago em particular e com a frase "I'm in love with..."

T-shirt "I'm in love with Flores/Corvo



Jardim José do Canto




José do Canto, que foi simultaneamente botânico, político, bibliófilo, benemérito e, ainda, defensor acérrimo do desenvolvimento da agricultura em S. Miguel, foi um autêntico criador de beleza e riqueza. Distinguiu-se pela introdução e aclimatação de novas espécies, em S. Miguel, plantando, em 1846, este jardim que ele próprio delineou e que, no seu tempo, foi considerado o mais rico jardim privado, na Europa, em espécies botânicas. Na verdade, o Jardim de José do Canto, é uma das jóias do nosso património botânico local. Este jardim, com outros dois – o de Sant’Ana e o de António Borges – foram sempre considerados os mais ricos e belos de Ponta Delgada, cuja maior atracção turística, no século XIX, eram, precisamente, os seus jardins.

Para mais informações, pode aceder aqui.

Fonte: Guia Turístico de São Miguel



Sara Luís

Feira internacional presenciada pelo Centro de Apoio ao Artesanato



Na Feira Internacional de Artesanato de Lisboa (FIA) os Açores estarão representados de 28 de junho a 6 de julho com nove Unidades Produtivas Artesanais (UPA) das ilhas, São Miguel, Terceira, Pico e Faial nas áreas dos bordados, rendas, fibras vegetais, tecelagem, presépios de lapinha e bijuteria comtemporânea.

O Governo Regional anunciou que o Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA) vai participar na FIA, impulsionando a comercialização dos produtos açorianos “numa perspetiva de conseguir alcançar novos mercados”.

Produtos certificados ao abrigo da marca coletiva de origem “Artesanato dos Açores”, como são exemplos, o bordado a branco, da ilha Graciosa e da ilha Terceira, o bordado a matiz, da ilha de São Miguel, as rendas da ilha do Pico e da ilha do Faial, a tecelagem, os registos do Senhor Santo Cristo dos Milagres, os presépios de lapinha, a folha de milho, a cerâmica, a escama de peixe estarão disponíveis na feira.

Fonte: 
http://www.acorianooriental.pt/noticia/centro-de-apoio-ao-artesanato-em-feira-internacional


Elisabete Rosa


Centro Regional de Apoio ao Artesanato apresenta projecto Quiosque Popcraft

O Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA) apresentou no dia 28 de junho, em Ponta Delgada, o projeto ‘PopCraft’ e anunciou os vencedores do concurso ‘Quiosque PopCraft’, numa cerimónia que teve lugar no Ateneu Criativo, que contou com a presença do Diretor Regional de Apoio ao Investimento e Competitividade, Ricardo Medeiros.
O projeto ‘PopCraft’ foi criado pelo CRAA com o objetivo de aumentar a visibilidade das atividades artesanais nos Açores e prestar um maior apoio na comercialização dos seus produtos, numa perspetiva de renovação, dinamização e afirmação de uma imagem com forte identidade ‘Artesanato dos Açores’.
Este projeto envolve a construção de quiosques em espaços públicos de diversas ilhas dos Açores, com uma imagem de fácil integração urbana, amigos do ambiente, amovíveis e de simples montagem e desmontagem.
Na sequência desta iniciativa, o Centro Regional de Apoio ao Artesanato e o Departamento de Arquitetura da Universidade dos Açores lançaram o concurso ‘Quiosque PopCraft’, dirigido aos alunos de Arquitetura, tendo em vista o desenvolvimento de conceitos arquitetónicos inovadores para um quiosque urbano.




Fonte: http://local.pt/portugal/acores/centro-regional-de-apoio-ao-artesanato-apresenta-projeto-quiosque-popcraft/



Sandra Amaral

Museu de Etnografia de Arte Sacra da Ribeira Chã



 Ribeira Chã, localizada no concelho da lagoa na ilha de São Miguel, onde os seus costumes e tradições vieram de fora e ficaram por muitos anos nesta freguesia, é neste Museu etnográfico de Arte Sacra, que podemos encontrar as obras de arte do professor Tomas Rocha Vieira e Álvaro França, podemos ainda constar a maneira de ensino do tempo dos nossos avos através dos seus livros de Historia, Geografia, Língua Portuguesa, etc., editados pelo Centro Social e Paroquial (1967-2005), e seus utensílios, material escolar e material didático que pertencia à telescola que funcionou na R. Chã no início dos anos 80.


Dos seus trajes, dos seus bonecos usados nos seus presépios tradicionais transmitindo as procissões do senhor Santo Cristo dos Milagres de Ponta Delgada, dos romeiros e das Cavalhadas da Ribeira Grande, bonecos executados em barro de luís Gouveia doados pelo Dr. Jorge Gamboa ao Museu de Arte Etnográfica da Ribeira Chã, os foliões do espírito santo, o altar do Divino Espírito Santo (Filosofia de que somos um povo solidário, amigo, generosos, devido às ajudas que existe nos momentos de aflição, também este era o Padroeiro das misericórdias) com o traje dos seus foliões, chavelha usada nos seus bois que levavam as pensões, e diversos tipos de cruzes, vasos da antiga igreja (1853-1964).


Pia de água da antiga igreja, Pia batismal (1912-1964), Balustre e Lápide da torre da antiga igreja (1904), reservatório de água batismal da 1ª igreja da R. Chã, é a peça mais antiga e valiosa, Loiça regional de 1870 da fábrica de cerâmica Leite da Lagoa a qual esteve presente na Expo 98 em Lisboa, loiça que era levada à mesa real na festa do Império do Espírito Santo e era feita com introdução de chumbo, mesão da sacristia da antiga igreja, imagem da Nossa Senhora da Ajuda, reconstituição da capela-mor (demolida em 1964), o púlpito.

Roupas de paramentos e trajes antigos, e dos usos e tradições religiosas da freguesia, fotografias antigas dos EUA (com mais de 100 anos), coleção de medalhas ganhas em concursos de culinária, agrícola, medalhas comemorativas e de homenagem, moldes da medalha de S. José, Coleção de moedas doadas ao museu pelo Padre João Caetano Flores (pároco da R. Chã 1956-1998).

Aqui podemos ainda encontrar uma parte do altar da antiga igreja de São José, que existia no Pisão, onde está St Antão, protetor dos animais.
Temos ainda as suas coroas feitas de folha-de-flandres, as pombas feitas em alfenim, a imagem de São judas em madeira, publicações da Ribeira Chã sobre a vinha, o vinho, plantas medicinais, loiça antiga, um depósito de água benta feita pela cerâmica leite que existia na lagoa, junto ao Porto dos Carneiros, juntando-se então à Fábrica da Cerâmica Vieira.

Vale a pena referenciar este lugar, pela sua pouca divulgação, pois é um lugar pouco falado, mas que merece a visita de todos, merece ser mais divulgado não só pelo seu museu, mas por outros pontos importantes na história localizados nesta freguesia, Ribeira Chã.
Aproveite venha conhecer.





Mónica Martins

Poema "Vinhas e Epigeus" vence concurso DiscoverAzores 2014

A iniciativa foi feita no âmbito do Festival Internacional de Artes Azores Fringe Festival.
Pedro Almeida Maia foi o vencedor na categoria de escrita com o poema “Vinhas e Epigeus”. O escritor irá receber um cabaz de produtos da Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico e brevemente irá visitar a ilha Montanha para apresentar a sua obra na Sede da Associação MiratecArts, entidade organizadora do Azores Fringe Festival.
Pedro Almeida Maia já tinha vencido o prémio Letras em Movimento 2010 com o romance da ficção policial “Bom Tempo no Canal – A Conspiração da Energia”.
Este ano já lançou como co-actor a coleção de livros infantis “Vamos sentir com o Necas”.



 
 
 
 

Fonte: www.radioatlantida.net
http://www.rtp.pt/acores/index.php?article=36633&visual=3&layout=10&tm=6

Razões que levaram à classificação da cidade de Angra, como Património Mundial

                Angra desempenhou um papel importantíssimo como ponto de escala necessário às Armadas das Índias Orientais e Ocidentais, aquando do seu regresso à Europa. Por essa razão e citando o ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios), a classificação deveu-se ao seguinte:
                “Na história dos Descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI que permitiram a comunicação entre as grandes civilizações de África, Ásia, América e Europa, Angra do Heroísmo ocupa um lugar relevante: o porto da ilha Terceira, nos Açores, serviu de ligação, durante quase três séculos, entre a Europa e os “Novos Mundos”. Vasco da Gama em 1499 e Pedro de Alvarado em 1536 instauram a obrigatoriedade de fazer escala neste porto para as frotas da África Equatorial, das Índias Orientais e Ocidentais na rota das suas viagens de regresso à Europa. Estabeleceu-se aí imediatamente uma Provedoria das Armadas e Naus da Índia.
Baía de Angra ©http://geocrusoe.blogspot.pt
                O local, admiravelmente escolhido pelos primeiros navegadores, era protegido dos ventos dominantes por uma série de montes e colinas; o porto tinha duas bacias naturais, a do Fanal e a de Ancoragem (Angra) que deu nome à cidade. Fez-se um sistema defensivo inexpugnável desde a fundação com as grandes fortalezas de S. Sebastião e de São Filipe (hoje chamada de S. João Baptista). Simultaneamente, a implantação da cidade decidia-se com base num traçado original: o plano de xadrez característico das cidades novas que se introduziu aqui por causa dos ventos dominantes. Angra do Heroísmo oferece, assim, um exemplo talvez único de adaptação de um modelo urbanístico com condições climatéricas especiais. Conjectura-se, e com razão, que esta escolha foi imposta pelos navegadores e pelos seus cartógrafos.

Fortaleza de S. João Baptista ©http://www.theapricity.com

             Angra passou a ser oficialmente cidade no dia 21 de Agosto de 1534; durante esse mesmo ano, tornou-se a sede do Arcebispo dos Açores. Esta função religiosa contribui para o desenvolvimento da cidade onde se construíram a Catedral do Santíssimo Salvador, a Igreja da Misericórdia, os conventos dos Franciscanos e dos Jesuítas. Angra conservou, mesmo depois do terramoto de 1 de Janeiro de 1980, a melhor parte do seu património monumental e um conjunto urbano homogéneo, caracterizado por uma arquitectura vernacular singular.
                No quadro de uma proposta temática sobre os “Descobrimentos Marítimos dos séculos XV e XVI”, o ICOMOS recomenda a inscrição de Angra do Heroísmo na lista do Património Mundial, em função dos critérios IV e VI.
                 - “Critério IV: o Porto de Angra, escala obrigatória das frotas de África e das Índias em pleno Oceano Atlântico, é o exemplo eminente de uma criação ligada à função marítima, no quadro dos Grandes Descobrimentos.

                 - Critério VI: Tal como a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, como Goa, Angra do Heroísmo está directa e materialmente associada a um acontecimento que tem significado histórico universal: Os Descobrimentos Marítimos que permitiram as trocas entre as grandes civilizações do planeta.”

Azores Wave Week




Já pensou numas férias nos Açores? De que está à espera...? 

Aguardamos por si!


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=M-1VwlN-UNQ

O Morcego-dos-Açores (Nyctalus azoreum)



O Morcego-dos-açores, ou morcego do amanhecer/entardecer como é mais conhecido pelos habitantes (pelo menos aqui no Faial), é a única espécie de mamíferos, endémica dos Açores.  É chamado assim porque costuma ser visto ao entardecer e amanhecer. Costuma caçar os insetos (sua alimentação) de dia tornando-o mais vulnerável. Um adulto pode medir até 10cm. Os seus habitats variam entre árvores ocas, fendas, rochas, telhados e por vezes chegam a entrar nas casas dos habitantes (no Faial já aconteceu).
Aqui no Faial é mais fácil de ser observado no campo, apesar de já o terem visto perto das praias da cidade.

Existe em todas as ilhas dos Açores, e presume-se que existam entre 2000 a 5000 indivíduos.




Que tal um gostinho dos Açores?

Provas gastronómicas nos Quiosques de Turismo dos Açores.

À semelhança dos outros anos, este ano na época alta não podia faltar os sabores açorianos nos vários Quiosques de Turismo dos Açores, desde o queijo, o atum, mel, licores, vinhos e aguardentes, são estes alguns dos sabores regionais que poderá encontrar ao visitar um dos nossos Quiosques.         

Quiosque de São Roque do Pico

Quiosque de São Roque do Pico

Quiosque de São Roque do Pico

Festas da Praia 2014 - vouchers de acesso ao Blue Music Resort


Estão disponíveis para venda ao público, desde 18 junho, os vouchers que dão acesso a pulseiras semanais no Blue Music Resort 2014, em 16 lojas RIAC no arquipélago, que decorre no âmbito das Festas da Praia 2014.

No mesmo local, estarão disponíveis para compra os vouchers para o acesso à zona de campismo das Festas da Praia 2014, assim como os vouchers para aquisição da pulseira geral e do acesso à zona de campismo.

Os portadores destes vouchers, a partir de data a anunciar brevemente, apresenta-se com esse documento na bilheteira das Festas da Praia e recebem a pulseira e/ou o acesso à zona de campismo.

A pulseira geral custa 35 euros; o acesso à zona de campismo 10 euros; e o pacote que engloba o acesso à zona de campismo e à pulseira geral custa 40 euros.
Qualquer um destes vouchers estará à venda nas lojas da RIAC na Horta, Praia da Vitória, Angra do Heroísmo, Santa Cruz das Flores, Santa Cruz da Graciosa, Madalena do Pico, Lajes do Pico, Calheta, Velas, Lagoa, Nordeste, Vila Franca do Campo, Ponta Delgada, Povoação, Ribeira Grande e Vila do Porto.

Após as Sanjoaninas, estarão também disponíveis para venda ao público nos balcões da Atlânticoline os vouchers que garantem a pulseira geral e a viagem de barco para a Praia (45 euros) e os vouchers que incluem a pulseira geral, o acesso à zona de campismo e a viagem de barco para a Praia (50 euros).

Os cartazes musicais para o Blue Music Resort 2014 são compostos por Stand Up Acores, Groove Boys e Ninja Kore, no dia 01; Richie Campbell, Dj Silverstar e K.R.A.S.H., no dia 02; Jimmy P, Dj André N. e Diogo Menasso, no dia 03; Art Capital, Dj pedro F. e Pete tha Zouk, no dia 04; Clã, Back2Back e Branko, no dia 05; Frankie Chavez, Dj Melo&Prince e DVBBS, no dia 06; Ana Moura, Dj Gaspar e Souza, no dia 07; Batida, Dj jesus e Smash, no dia 08; e Xutos & Pontapés, Dj Rodrigo e Tom Enzy, no dia 09.

Todas as informações sobre os concertos e Dj’s no Blue Music Resort 2014 estão disponíveis no sítio das Festas da Praia ou na sua página no facebook.




Ermidas do Monte da Ajuda, em Santa cruz da Graciosa

Conjunto de três ermidas distribuídas em torno da cumeira do Monte da Ajuda, de onde se usufrui uma vista privilegiada sobre a vila de Santa Cruz e sobre parte da ilha. Todas se inserem em adros murados.
Ainda existe o antigo caminho empedrado e murado que fazia a ligação entre a vila de Santa Cruz e o topo do monte, junto à ermida de Nossa Senhora da Ajuda, onde existe uma correnteza de construções que pode corresponder a uma antiga casa de peregrinos. No muro do terreiro fronteiro a esta correnteza e no muro do adro da ermida de Nossa Senhora da Ajuda há cruzes em pedra. No canto posterior esquerdo do adro desta ermida, junto à capela-mor, há uma vigia de baleia com a data "1959" sobre a porta.

As três ermidas são de uma só nave, com capela-mor acessível por um arco triunfal assente em impostas e pés-direitos com bases salientes. As sacristias, de pequenas dimensões, comunicam directamente com a capela-mor e têm lavabos, embora o da Senhora da Ajuda seja muito mais elaborado. De uma forma geral contêm os mesmos elementos compositivos, apesar de evidenciarem obras de épocas diferentes e não terem a mesma qualidade arquitectónica. Todas as ermidas têm banquetas diferentemente distribuídas em torno das fachadas. Destaca-se a ermida de Nossa Senhora da Ajuda, de origem gótica/manuelina.

Ermida de Nossa Senhora da Ajuda

Os volumes da ermida de São Salvador destacam-se pela clara marcação dos cunhais e das faixas sob as cornijas em cantaria à vista. Na ermida de São João são de assinalar as duas portas da nave (axial e lateral), com as arestas das molduras chanfradas, e a banqueta contínua nas fachadas principal e laterais.

Ermida de São João
Todas as ermidas são construídas em alvenaria de pedra rebocada e pintada de branco, com os cunhais, as cornijas, as molduras dos vãos e os elementos decorativos em cantaria à vista. As coberturas são de duas águas, protegidas por platibandas boleadas no topo. As coberturas da ermida de São Salvador e da capela-mor de Nossa Senhora da Ajuda, não telhadas, são rebocadas e pintadas de branco.

Ermida de São Salvador

Fonte: http://www.inventario.iacultura.pt/graciosa/santacruz_fichas/41_27_150.html

Espécie




"Espécie" é o nome pelo qual é conhecido o doce mais tradicional da ilha de São Jorge e é muito conhecido e apreciado.

O nome deste doce tem origem no fato de levar especiarias na sua preparação.

Este é um produto açoriano que poderá provar e comprar nos nossos Quiosques de Turismo, por isso venha visitar-nos e descubra mais um delicioso sabor da nossa ilha!



Os ingredientes necessários para fazer este doce são:

- 500 g de açúcar;
- 250 g de pão torrado;
- 25 g de canela;
- 30 g de erva doce moída;
- Meia colher de café de pimenta-da-jamaica;
- Raspa da casca de 1 a 2 limões;
- 25 g de manteiga;
- Massa tenra.

A preparação:

- Leva-se o açúcar ao lume com 2 dl de água e deixa-se ferver até fazer ponto de fio;

- Junta-se o pão ralado na máquina e os restantes ingredientes;

- Mexe-se tudo e deixa-se cozer até a espécie ficar consistente;

- Deixa-se arrefecer de um dia para o outro;

- Prepara-se a massa tenra e com uma carretilha;

- Cortam-se em tiras com cerca de 4 a 5 cm de largura e o comprimento que se quiser;

- Marca-se o meio da massa no sentido longitudinal, e numa dessas metades dão-se uns golpes pequenos horizontais;

- Sobre a parte da massa inteira coloca-se um rolinho de espécie;

- Cobre-se este com a parte da massa cortada obtendo-se um rolo que se fecha molhando as pontas de massa.

Apareça, estaremos à sua espera.



Fonte: http://www.portugal.gastronomias.com/acores026.html

Elisabete Rosa