Descobrir Paladares & Despertar Sensações





O restaurante “Ambiente com Sabores” localizado na rua direita Nº80 em Angra de Heroísmo, convida-o este fim-de-semana (2 e 3 de Novembro), a vir passar uma bom momento de convívio ao sabor de uma ementa especial, “Fim-de-semana com Tapas”, uma ementa constituída por:


Tapas.
  • Queijos Pasta Mole.
  • Queijos Regionais e Internacionais.
  • Enchidos de Porco Preto.
  • Enchidos e Presunto Ibéricos.

Para Acompanhar.
  • Cestinhos de Morcela Crocante com Ananás ao Natural.
  • Batatinhas Recheadas com Queijo Azul e Cebolinho.
  • Cogumelos Recheados com Queijo Fresco e Tomilho.
  • Torricado de Cabrito com Creme de Limão e Espargos Verdes.
  • Raquetetes de Queijo da Ilha com Compota de Cebola Avinagrada.
  • Brochetas de Queijo Brie com Pasta de Azeitonas e Tomate Comfit.
  • Batata Doce Gratinada com Mel.

Sobremesa.
Semi frio de Maracujá.

Bebidas.
Vinhos, Sumos e Água.
Digestivos à Parte.

Preços:
25€ por pessoa com Bebidas.
20€ por pessoa sem Bebidas.
Para reservas favor contactar: 295 216 517 ou aceder aqui: http://www.ambientescomsabores.com/main.php

Quiosques de Turismo festejam Halloween e Pão-por-Deus



Arranca hoje a campanha de Halloween e Pão-por-Deus nos Quiosques de Turismo da ART. Para esta campanha os quiosques de turismo terão uma decoração alusiva ao tema, mas também encontrará diversos produtos em desconto.
De 31 de Outubro a 18 de Novembro não pode perder a oportunidade de visitar um Quiosque de Turismo perto de si.


Aguardamos a sua visita.

Sara Luís

Concurso Expressão Pelas Artes: Angra Património Mundial



A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo lança um concurso, designado "Concurso de Expressão pelas Artes", que tem o objectivo de premiar duas peças de artesanato tradicional e contemporâneo que retratem as raízes e a identidade da cultura açoriana. No âmbito deste concurso haverá uma exposição de forma a que o público presente possa votar nas peças que mais gostar. 
Esta iniciativa é dirigida a artistas e artesãos, que poderão entregar as suas obras até dia 30 de Novembro.
Se pretender mais informações sobre este concurso, pode aceder aqui.
Se pretender aceder à ficha de inscrição, bem como ao respectivo regulamento, pode aceder aqui.

Tiago Medina

Lapas grelhadas uma iguaria açoriana!

As lapas são um dos petiscos mais apreciados nos Açores, quer pelos seus residentes, quer mesmo por aqueles que visitam o arquipélago. Há quem goste delas cruas, em molho Afonso, num saboroso arroz de lapas ou simplesmente grelhadas, sendo este um dos pratos mais procurados nos restaurantes açorianos.
Fonte - http://tourazores.com/2011/02/lapas/
Edward Melo

Deliciosas, as lapas têm um sabor a mar ímpar, que combina muito bem com os temperos tipicamente açorianos.

Ingredientes:
lapas frescas - vivas
manteiga com sal
alho
massa de malagueta (na falta desta, massa de pimentão misturada com um pouco de piripiri)
Limão

Preparação:

Limpar muito bem as lapas, removendo a eventual areia
Picar o alho na trituradora
Pré-aquecer o grelhador do forno no máximo
Dispôr as lapas num tabuleiro viradas para cima

Fonte - http://elvirabistrot.blogspot.pt/2012/05/lapas-grelhadas.html

Quanto à confeção do molho tão caraterístico das lapas grelhadas, que na realidade é que lhe confere todo o sabor indico duas opções, apesar de preferir a segunda por se tornar mais fácil:
- Sobre cada lapa, colocar uma colher de café de massa de malagueta e polvilhar com um pouquinho de alho picado e umas gotinhas de limão. Terminar com um bocadinho de manteiga.

Fonte - http://elvirabistrot.blogspot.pt/2012/05/lapas-grelhadas.html

ou
- Espremer 2 ou 3 limões a fim de tirar o sumo, e pegar em 1/4 de pacote manteiga e derreter. Depois da manteiga estar derretida juntar o sumo do limão, um ou dois dentes de alho bem picado e massa de malagueta q.b..
Quando o molho estiver feito colocar sobre cada lapa com uma colher.


Fonte - http://cozinha-da-risonha.blogspot.pt/2011/07/lapas-grelhadas.html

Levar a grelhar até as lapas despegarem das conchas - aproximadamente 5 minutos. Retirar do forno e servir de imediato, acompanhando com os tradicionais pão ou bolo de milho.
Fonte - http://elvirabistrot.blogspot.pt/2012/05/lapas-grelhadas.html

Está preparado para uma grande descoberta gastronómica, tão simples quanto boa?
Bom apetite!

Cidade Património Mundial palco de diversos eventos até final de Novembro



Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo
Diversos eventos culturais, que passam pela música, a dança, o teatro, as artes visuais e o cinema, vão animar o outono em Angra do Heroísmo.
No passado dia 27 de Outubro actuaram no Centro Cultural a banda continental Orelha Negra.
A 31 deste mês tem lugar, no grande auditório do Centro Cultural, um concerto de dois pianos, com Gustaaf Van Manen e Grygoriy Grytsyuk.
Entretanto, o Roteiro Cultural pelas Freguesias vai levar teatro e música a Santa Bárbara, São Mateus, Porto Judeu, Cinco Ribeiras, Serreta e Altares.
Amanhã, pelas 20h00, o Coro Tibério Franco atua na Igreja de Santa Bárbara, enquanto a 02 de novembro, na Casa do Povo de São Mateus, pelas 21h00, o Grupo de Teatro Livre leva à cena a peça de teatro "Gaitadaria".
No âmbito da agenda cultural de outono estará patente no foyer do Centro Cultural, entre 29 deste mês e 16 de novembro, uma exposição de Jorge Barros, cedida pelo Instituto Açoriano de Cultura, ao abrigo das Jornadas de Reflexão e Animação Turística. Durante o evento, poderá também ser apreciada uma exposição sobre arquitetura do Ramo Grande e outra de posters, intitulada "Açores: valorização e inovação no turismo cultural".
No Teatro Angrense, de 07 a 30 de dezembro, estará a exposição resultante do concurso de expressão pelas artes subordinado ao tema "Angra Património Mundial"
Quanto ao cinema, os filmes em destaque são "Selvagens", "Até que o fim do mundo nos separe", "Morangos com açúcar", "Resident evil", "Para Roma com amor", "Paranorman", "Looper", "Asterix & Obelix" e "Skyfall - 007", entre outros.

Se pretender ver o programa completo, pode aceder aqui

Fonte: Diário Insular

Sara Luís

Carros de Bois


Os carros de bois foram durante séculos um elemento fulcral na entidade rural açoriana. Existem referências que apontam a sua utilização desde o povoamento das ilhas.
Estes carros serviram de meio de transporte, sobretudo, para aos lavradores da ilha, permitindo o carregamento de lenha, cereais, materiais de construção, etc…fazendo-se deslocar com as suas rodas maciças, verdadeiramente pesadas, por vielas estreitas, de difícil acesso. Esta viatura era tudo menos leve, tudo menos veloz, mas ainda que movendo-se aos solavancos, era capaz de fazer o transporte dos materiais necessários ao quotidiano ilhéu.
De forma a permitir um maior transporte de carga, surgiu no carro de bois os chamados fueiros – varas verticais que suportavam uma sebe feita em vimes entrelaçados. A sebe era redonda à frente e aberta atrás, podendo ser fechada por um elemento do mesmo material – a porta. Quando se tratava do transporte de cargas grossas, como a lenha, a sebe era retirada.


Carro de Bois com fueiros
 
Além de toda a sua importância enquanto meio de transporte rural, o carro de bois assumiu, igualmente, um papel de relevo nas festividades da ilha Terceira, nomeadamente nas festas do Divino Espírito-Santo.
Quando o carro estava a servir o propósito de transportar a família do lavrador para o bodo do Espírito-Santo nos Domingos de Pentecoste ou da Trindade, a sebe era substituída por um toldo tecido de vimes, que era coberto por colchas. No interior do carro, era introduzido um colchão onde as mulheres se sentavam.
Ainda no contexto das festas do Divino, e sendo esta uma festa de partilha e doação, os carros de bois eram utilizados para transportar no seu interior o pão, a carne, a massa sovada e o vinho a ser repartido pela população.

Carros de Bois no Bodo do Espírito Santo
Como já foi referido, estes carros estavam constantemente carregados de grandes volumes e, normalmente, faziam-se deslocar por veredas bastante acidentadas e apertadas. São disso resultado as relheiras – sulcos deixados pelas rodas destes veículos após as suas sucessivas passagens.
As relheiras são paralelas devido a uma padronização da largura dos eixos dos carros de bois e pela escolha do percurso mais curto e menos atribulado para a(s) junta(s) de bois, o que foi criando uma espécie de “carris”, onde as rodas já encaixavam e era só seguir o trajecto já delimitado.
Os sulcos, por sua vez, podem assumir profundidades variadas, que estão relacionadas com o seu volume de utilização, assim como com a quantidade e tipo das cargas transportadas. Ou seja, as relheiras mais profundas e vincadas eram as mais movimentadas ou os veículos de tracção animal que lá passavam transportavam cargas excessivamente pesadas.
As relheiras podem-se apresentar de duas formas: em V e planas em U. As relheiras em V são resultantes de aros de fabrico muito artesanal fixados às rodas com pregos salientes e são mais antigas. As em U resultam de um fabrico melhorado, pois já contam com aros forjados por ferreiros, permitindo um acabamento plano do aro em ambas as faces – a interior, em contacto com a madeira – e a exterior, que ficava em contacto com o solo.

Relheiras do trilho pedestre de S. Brás (PRC8TER) - © Paulo Barcelos – Associação “Os Montanheiros”
Actualmente, os carros de bois são um marco incontestável da etnografia e, como tal, estão presente em cortejos e desfiles relembrando toda a sua importância de outrora.

Fontes:
http://museucarlosmachado.azores.gov.pt
www.geocaching.com
www.flickr.com

 

Geosítios & Gastronomia - Cozido das Furnas

Caldeira do Vulcão das Furnas - Ilha de S.Miguel

O vulcão das Furnas é um vulcão poligenético silicioso encimado por um complexo de caldeiras, a mais antiga com 8x5,6 km de diâmetro e cerca de 34000 anos. A sua geodiversidade inclui uma lagoa vulcânica, domos e anéis de tufos, e um sistema hidrotermal diversificado, com fumarolas, águas termais e minerais.

Fonte: http://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php?id_geositio=38


Cozido das Furnas
Ingredientes:
Carne de vaca; Entremeada; Sal; Frango; Chouriço/linguiça; Chouriço mouro; Repolho; Cenouras; Batatas; Batatas doces; Couve.

Preparação:
No fundo de uma panela grande coloca-se carne de vaca com gordura e entremeada, tudo em pedaços grandes, temperados com sal.
Por cima, coloca-se o frango com pele e o chouriço/linguiça, acrescenta-se bastante repolho cortado em quartos.
Junte as cenouras, descascadas mas inteiras, batatas-doces descascadas, em pedaços grandes e batatas descascadas também inteiras (de tamanho médio).
Por cima coloca-se o chouriço mouro enrolado em couve, para não rebentar, de seguida
tapa-se a panela e ata-se muito bem. Algumas pessoas preferem embrulhar a panela num lençol. Coloca-se então a panela na furna fica a cozer com o calor do vulcão durante 7 a 8 horas, enquanto se espera pelo famoso cozido das furnas pode sempre dar um passeio pelos arredores.

http://static.panoramio.com/photos/original/3055183.jpg
Fica aqui uma sugestão para quando visitar a ilha de S.Miguel e este geosítio que faz parte da cultura e história da ilha.
Andreia Goulart


Caça à Baleia


 
 
Baleia-azul ("Balaenoptera musculus") nas águas dos Açores, em frente à Ilha do Pico
 
 
Em 1984 terminou nos Açores o ciclo da caça à baleia. Mas em 1987, nas imediações da Ilha do Pico, apanhou-se a última baleia com lança e arpão como nos anos de 1850. Hoje, constitui um valioso património – testemunho do passado e estímulo para o futuro.
No concelho das Lajes, as baleias continuaram presentes em inúmeros elementos da vida material e espiritual dos lajenses.
No porto, como que a desafiar o mar, uma escultura monumental de Pedro Cabrita Reis homenageia a memória dos baleeiros.
Quase em frente ao monumento aos baleeiros, o Museu dos Baleeiros, instalado em antigas casas de botes baleeiros, um dos mais importantes testemunhos da cultura material baleeira.
Todo o concelho é como um museu, aliás: vigias de baleias no Arrife (Ribeiras), Queimada (Lajes do Pico) e (Calheta de Nesquim, botes, lanchas e casas de botes (Lajes do Pico e Calheta de Nesquim), estão um pouco por todo o lado. O "traiol" em frente à rua da Pesqueira na Vila. A Fábrica da Baleia. Como a arquitectura de "torres" ou "torrinhas" de madeira e outros elementos característicos, em especial na sede do concelho.
Uma das mais valiosas formas de arte popular ligada à baleação, é a actividade de "scrimshaw" – gravação artesanal em osso ou dente de cetáceo.
Os antigos botes baleeiros foram objecto de recuperação, nuns casos, noutros de replicação de originais.
Além do seu significado simbólico, são usados ainda em brilhantes regatas em toda a ilha, ocupando os meses de Junho a Setembro de cada ano.
A crescente actividade turística tem na observação de baleias (e toninhas e golfinhos) o motivo principal.
E todos os anos, a grande Semana dos Baleeiros termina no domingo com a Procissão de Senhora de Lourdes: padroeira dos baleeiros desde que em finais de 1882 a Santa salvou vários baleeiros que no meio de uma grande tempestade tentavam entrar no porto das Lajes do Pico. O fim da procissão é marcado com o Sermão da Pesqueira e o Ritual Baleeiro, forma ritualizada da devoção dos "velhos lobos-do-mar" à Santa que os protege – ainda.


Fonte: http://cm-lajesdopico.pt/index.php/lajes-do-pico/historia#património-baleeiro
 

Workshop de Ilustração Científica



Para mais informações sobre o evento:


Contacto Associação Regional de Turismo:
295 216 480

Prazo limite para requisição de kit de ilustração até 29.10.2012


É na terra não é na lua



É com muita honra que a Câmara Municipal da Madalena e o Instituto Açoriano de Cultura convidam Vossa Excelência a estar presente na apresentação do documentário “É na Terra não é na Lua” e visionamento de imagens extras, com a presença do autor, Gonçalo Tocha, a ter lugar no dia 2 de Novembro próximo, pelas 20:00 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Madalena.

Fonte: newsletter@cm-madalena.pt

Revista de turismo recomenda gastronomia dos Açores



Alcatra

 
A revista de turismo "Viagens e Resort" dedica um artigo de sete páginas aos Açores, onde destaca "a excelência da gastronomia" das ilhas, na sua edição de outubro/novembro.
"Um dos aspetos mais destacados do arquipélago dos Açores é a riqueza da sua gastronomia, a qual se descobre irresistivelmente saborosa", pode ler-se na abertura, com as fajãs de São Jorge como fundo.
Diz a revista que os Açores são "um mundo de aromas e sabores que é obrigatório descobrir", para além de serem "um refúgio de paz e tranquilidade, pontuado por uma enorme beleza natural".
Mais do que o contacto com a natureza é, no entanto,  a gastronomia açoriana que capta a atenção da revista, que recorda o 10 Fest Açores 2012, um evento que levou às Portas do Mar, em São Miguel, 10 chefs de renome nacional e internacional, que durante 10 dias confecionaram 10 jantares diferentes.
"Uma justa e sentida homenagem à gastronomia e aos vinhos açorianos", considera a revista, lembrando que o desafio lançado aos chefs foi o de utilizar os produtos da Região "com uma abordagem contemporânea".
Tal como os chefs, também a revista Viagens e Resorts ficou rendida à gastronomia das ilhas. "Do peixe ao marisco, ainda com sabor a mar, até às carnes tenras e suculentas, passando pelos legumes e frutas frescos e nunca esquecendo os doces de fazer crescer água na boca, uma coisa é certa: é impossível resistir à tentação", realça o artigo.

SABORES DAS ILHAS
Os exemplos de "maravilhas gastronómicas" são, segundo a Viagens e Resorts, "muitos e diversificados" e passam pelas sopas do Espírito Santo, pelo Cozido das Furnas e pela Caldeirada de Congro, entre outros. A revista realça ainda o polvo guisado e os mariscos que, dizem, são "dos mais saborosos do mundo", com destaque para o cavaco, para as cracas e para as lapas.
Quanto aos pratos de carne, os elogios vão para a Alcatra da ilha Terceira e para o tradicional prato de inhames com linguiça.
Para adoçar a boca, são recomendadas as espécies de São Jorge, as queijadas da Graciosa e as queijadas da Vila de São Miguel.
O queijo de São Jorge, os verdelhos dos Biscoitos e do Pico e o chá de São Miguel são também produtos sugeridos pela "Viagens e Resorts", bem como o ananás de São Miguel e a meloa de Santa Maria e da Graciosa.

Fonte: Diário Insular
Fonte Imagem: http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/517561.html