Carolina Melo Simas
AÇORES, experiências únicas!
Ilha das Flores, Açores 2016
Carolina Melo Simas
Publicada por
QIT.Lajes do Pico - Ana Cabrita
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9/30/2016 02:15:00 p.m.
Walk & Talk - Encerramento
Não perca hoje a festa de encerramento, às 22 horas, do festival "Walk & Talk", uma parceria com o Museu de Angra do Heroísmo.
Conte com animação, convívio, discussão e análise do respectivo evento.
Publicada por
QIT.Angra - Isabel Fagundes
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9/30/2016 10:11:00 a.m.
Lenda «Santo Cristo dominou o fogo»
Esta lenda data do início do
século XVIII, mais propriamente no dia 1 de Fevereiro de 1718.
Os habitantes da freguesia
da Praia do Almoxarife andavam ocupados nos seus trabalhos. As mulheres estavam
no arranjo da casa e da comida e os homens andavam no campo, a trabalhar a
terra da qual tiravam o seu sustento.
Alguém, por acaso, olhou
para o lado do Pico, em frente, do outro lado do canal e viu uma coisa horrível
e inesperada: o lume rolava sobre o mar, em bocas-de-fogo abertas, em direção à
Praia do Almoxarife. Tinha rebentado um vulcão no Pico, em Santa Luzia ou nas
Bandeiras, e a lava fervente era tanta que se tinha espalhado pelo canal e
ameaçava ir destruir as casas, terras e outros bens das pessoas daquela
freguesia.
O povo da Praia do
Almoxarife, muito crente em Santo Cristo, que sempre os tinha protegidos nas
suas aflições, foi com muita fé buscar o crucifixo e levou-o para a beira-mar,
junto à praia. Os homens que seguravam o crucifixo, desenharam com o Senhor uma
cruz na areia e seguraram-no na vertical, de frente para as ondas de lume que
avançavam sobre a água, aproximando-se a toda a força.
Então, o Cristo curvou-se
como se estivesse a fazer uma vénia ou a mandar o lume afastar-se para trás. Perante
os olhares pasmados das pessoas, o fogo obedeceu, começando a recuar e a
sumir-se pelo mar abaixo.
A alegria foi comum pois
estavam livres de perigo e a fé no seu Santo Cristo aumentou cada vez mais.
A partir dessa data, a
Câmara da Horta prometeu fazer a festa da freguesia todos os anos, no dia 1 de
Fevereiro, e não o esqueceu.
Fonte: http://www.lendarium.org/narrative/santo-cristo-dominou-o-fogo/
Vera madruga
Fajã do Santo Cristo vai ter parque de campismo e trilhos recuperados
A fajã da Caldeira do Santo Cristo, na ilha de São Jorge, beneficiará de um
parque de campismo e trilhos recuperados, segundo um contrato entre o Governo
Regional e o Município da Calheta.
O
contrato, financiado na totalidade pelo executivo açoriano, propõe a
recuperação e remodelação dos trilhos tradicionais no interior desta fajã, bem
como a instalação de uma zona de apoio, acolhimento e descanso para os
visitantes que percorrem os trilhos e acedem ao local.
A
ilha de São Jorge possui mais de sete dezenas de fajãs, terrenos planos e
férteis ao nível do mar que resultaram da acumulação de detritos na sequência
de terramotos ou escoadas lávicas de erupções vulcânicas.
No
passado dia 19 de Março, as fajãs foram classificadas como Reserva da Biosfera
pela Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
À
agência Lusa, o presidente da Câmara da Calheta, Décio Pereira, salientou a
importância do investimento “no local de maior visitação da ilha de São Jorge e
um dos mais visitados dos Açores”.
“Vai
permitir a reabilitação dos arruamentos da fajã e evitar o campismo selvagem,
num projeto integradíssimo na fajã”, mencionou Décio Pereira, referindo que o
investimento deverá estar terminado dentro de ano e meio.
O
autarca explicou que à fajã não se chega de carro, mas apenas a pé ou de moto
quatro, adiantando, por outro lado, que “é uma fajã virada a norte da ilha,
pelo que poderá haver dias cujas condições meteorológicas impossibilitem a
execução dos trabalhos”.
Décio
Pereira destacou que o projeto “respeita a arquitetura do lugar”, assegurando
ainda que “não vai haver inovações, nem prejudicar a imagem da caldeira”.
Neto
Viveiros esclareceu que na parceria com o município da Calheta está contemplada
a recuperação dos trilhos, “pavimentando-os com pedra característica do local”,
assim como uma zona de apoio aos visitantes que inclui um pequena área para
campismo, balneários e bar.
Considerada
um santuário do bodyboard e do surf, esta fajã é também o único local nos
Açores onde se desenvolvem amêijoas.
Fontes:http://www.acorianooriental.pt/noticia/faja-do-santo-cristo-vai-ter-parque-de-campismo-e-trilhos-recuperados / http://www.visitazores.com/en/the-azores/places-to-visit/landscapes/sao-jorge/faja-da-caldeira-de-santo-cristo
Patrícia Machado
Publicada por
QIT.Calheta - Patrícia Machado
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9/29/2016 10:37:00 a.m.
Workshop de Trabalhos de Costura
Irá se realizar de 17 de Outubro a 1 de Novembro, na Ilha de São Jorge, um
Workshop de trabalhos de costura com a formadora Salomé Vieira. Será realizado
na delegação de ilha, e num horário pós laboral
A costura é uma das artes mais antigas da humanidade e tem mantido uma presença constante e de extrema importância em praticamente todas as sociedades.
A costura é uma das artes mais antigas da humanidade e tem mantido uma presença constante e de extrema importância em praticamente todas as sociedades.
Esta atividade era muito comum nas
gerações anteriores, mas caiu em desuso devido à produção industrial em massa e
de baixo custo. Contudo, hoje observa-se uma vontade crescente de aprender a
reparar peças de vestuário, costurar ou mesmo criar pequenos projectos têxteis
decorativos ou utilitários.
Neste contexto, este workshop pretende
dotar as participantes das técnicas e conhecimentos básicos de costura para que
possam, de uma forma autónoma, tirar medidas, desenhar moldes e costurar à
máquina uma saia personalizada ou um vestido.
Será a artesã/formadora Salomé Vieira,
reconhecida pela sua habilidade, bom gosto e qualidade dos seus trabalhos a
orientar este workshop nas Velas, em São Jorge.
Fonte de imagem e texto: http://www.artesanato.azores.gov.pt/hora_do_oficio.php?lingua=1
Lenda de Santo Amaro de Ponta Delgada das Flores
Em
dias já muito remotos, mais precisamente no século dezassete, andava um homem
de Ponta Delgada das Flores, na costa, no lugar do Rolo. A
certa altura apercebeu-se que o mar vinha trazendo uma coisa. Esperou algum
tempo e, por fim, o mar pôs sobre as pedras uma linda imagem de Santo
Amaro. O homem deu logo parte a outras pessoas do seu achado e trouxeram o
santo para a igreja paroquial de Ponta Delgada.
No dia a seguir, a imagem, sem que ninguém lhe tivesse tocado, apareceu
lá em baixo, próximo do lugar onde o mar a tinha depositado. Todos acharam
aquilo muito estranho e, sem saber como explicar o acontecimento, voltaram a
trazer Santo Amaro para a igreja.
Mas o santo fugia sempre lá para baixo. As pessoas já estavam zangadas e
varejavam-no com um vime para que ele viesse para a igreja. Nada conseguiam.
Para baixo o santo ia de livre vontade, sozinho, sem que ninguém lhe tocasse,
mas para cima ninguém o fazia vir, por mais vergalhadas que lhe dessem.
As pessoas começaram a pensar que o santo queria estar lá em baixo, onde
tinha dado à costa e para isso tinham que lhe construir uma ermida naquele
sítio. Com muita fé, mas também com muitas dificuldades, principalmente porque
não havia água por perto para fazer a argamassa, começaram a construir a ermida.
Acartavam a água de muito longe, da Ribeira do Moinho, de Além, de pé do
Farol.
Santo Amaro, vendo a boa vontade das pessoas, deu-lhes uma ajudinha e fez
nascer uma fonte mesmo ali, de onde a água começou a jorrar em
abundância.
Passado algum tempo a ermida estava pronta e lá puseram Santo Amaro, onde
esteve muitos anos e onde fez muitos milagres. Com o tempo a ermida começou a
degradar-se e ruiu por fim. Santo Amaro foi trazido para a igreja paroquial de
Ponta Delgada, onde continuou a ser homenageado com uma linda festa no primeiro
domingo de Setembro. Ali acorriam muitos romeiros, que tinham de sair de casa
pelas duas horas da madrugada para virem a pé, com as suas ofertas de bonecos
de massa à cabeça ou às costas.
O santo parecia que estava agora satisfeito porque aquele lugar onde
tinha aparecido era seu. Apesar da sua ermida ter desaparecido, ao sítio onde
ele tinha tido morada passou a chamar-se Santo Amaro e à fonte, que ainda hoje
corre abundantemente no Cerrado do Adro, chamou-se e ainda agora se chama Fonte
de Santo Amaro.
Fonte: Wikipédia
Silvia Vieira
Ribeira Grande recebe em 2018 festival internacional de malabarismo
A Ribeira Grande vai acolher em 2018 a 41.ª edição do festival
internacional de malabarismo, um evento que acontecerá pela primeira vez em
Portugal, foi hoje anunciado.
“É um evento que reúne
malabaristas (de vários países) para partilharem experiências. Tem ‘workshops’
de manhã à noite e espetáculos. As datas oficiais são de 28 de julho a 05 de
agosto de 2018”, afirmou hoje Frederico O´Neill, da “9’Circos – Associação de
Artes Circenses dos Açores”, numa conferência de imprensa, que decorreu no
Teatro Ribeiragrandense.
O único representante
português na Associação Europeia de Malabarismo, que promove anualmente o
festival num país diferente, referiu que costumam estar presentes no evento
artistas de rua de todo o mundo para fazerem malabarismos e truques.
Malabarismo é a arte
de manipular vários objetos, como bolas por exemplo, com destreza manual, uma
técnica muito utilizada nos circos.
Federico O´Neill,
parente do poeta Alexandre O´Neill, e que, segundo disse, também fazia
malabarismo com as palavras, adiantou que durante os sete dias do festival os
participantes ficarão instalados no recinto da Associação Agrícola, em Santana,
local que permite “treinos em recinto coberto e acampar”.
“É um evento onde se
vê muita fusão entre malabarismo, dança contemporânea e teatro”, explicou o
responsável, acrescentando que estão previstos vários espetáculos de rua na
vila de Rabo de Peixe e na cidade da Ribeira Grande, sendo que nesta última
haverá mesmo “um grande cortejo com a presença de todos os participantes do
festival”.
Informando que em 2017
o festival decorrerá na Polónia, Frederico O´Neill referiu ainda que o evento
“permite aos olheiros do Circo do Soleil”, fundado no Canadá em 1984, “escolher
malabaristas para próximos espetáculos”.
O presidente da Câmara
Municipal da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, revelou que “são esperados no
mínimo 2.000 participantes”, a que acresce os acompanhantes, a comunicação
social, entre outros, o que “permitirá dar maior visibilidade à cidade e ao
concelho”.
Alexandre Gaudêncio,
que se mostrou reconhecido pela escolha do concelho para realizar, pela
primeira vez em Portugal, o festival, desvalorizou o facto de a autarquia
assumir um compromisso para 2018, ano em que poderá já não ser presidente, uma
vez que haverá eleições autárquicas em 2017.
“Este tipo de eventos
tem alguma antecedência, independentemente de quem tiver a gerir o município.
Aqui foi o sentido de oportunidade. O apoio do município é assegurar a parte
logística”, disse Alexandre Gaudêncio, alegando que “independentemente de quem
ganhar as eleições no próximo ano não há aqui nenhum compromisso financeiro”.
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticia/ribeira-grande-acores-recebe-em-2018-festival-internacional-de-malabarismo
Mónica Martins
Publicada por
QIT.Lajes do Pico - Ana Cabrita
|
9/27/2016 02:16:00 p.m.
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